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:: ‘Artigos’

NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO

Edvaldo

Por Edvaldo Paulo de Araújo

Não sou um homem de “talvez”. Às vezes fico quieto. Posso ser evasivo. Ás vezes irá atrasar e adiar e tentar evitar dizer. Mas no fim não irei dizer o que você quer ouvir só porque você deseja.

Mesmo que tenhamos um instinto quase sobrenatural para agradar, mesmo que odeie desapontar pessoas, sejamos adeptos de dizer “não” quando é “não”. Há momentos em que podemos dizer “deixe-me pensar sobre isso”, mas quando sabermos que a resposta é “não” devemos dizer. Sei que isso não é tão fácil ou simples quanto parece. Não esqueçamos que “não” é uma sentença completa e definitiva.

Não gosto de dizer essa palavra e acho que ninguém gosta, muitas vezes lutamos para dizê-lo de modo cortês. O preço de não dizer “não” agora torna ainda mais difícil dizê-lo depois. Melhor desapontar alguém logo. Não vou impingir o custo disso a outra pessoa, quando vou dizer sou claro e definitivo. Oferecer esperanças é deixar a porta um pouco aberta, se esta é a decisão porque não fechar a porta? :: LEIA MAIS »

Sancionada a lei de combate à violência doméstica e familiar durante a pandemia

Satyananda
Por Satyananda Samara*

Já está em vigor a lei que assegura o pleno funcionamento, durante a pandemia, dos órgãos de atendimento a mulheres, crianças, adolescentes, pessoas idosas e cidadãos com deficiência, vítimas de violência doméstica ou familiar.

Nesse período, diante das restrições, como o isolamento social, ocorreu o aumento no número de casos de violência contra esses grupos. Por esse motivo, foi necessário editar uma lei com medidas de enfrentamento para essas ocorrências. :: LEIA MAIS »

Sócio Honorário

delegado valdir barbosa

Por Valdir Barbosa

A vida, este especialíssimo presente divino, vez em quando, nos faz passear na esteira da saudade, quando cuidamos de reviver instantes de grata satisfação, pavimentando a estrada do presente, para projetar o futuro com esperança renovada.

Na década de noventa, não precisarei aqui o exato ano, após operação arriscada, onde cuidei de comandar o resgate de duas crianças, na cidade de Jacobina, filhas do tesoureiro do Banco do Nordeste, reféns, por alguns dias, de bandidos perversos que invadiram a casa onde residiam, missão exitosa, muito embora, agente policial que se pôs na condição de refém, dentro da estratégia de negociação que permitiu a liberdade dos infantes tenha sido baleado na nuca, por um dos meliantes, durante a fuga, quando um dos indivíduos foi abatido. Seu nome, Raimundo Nonato, investigador dos mais completos que ocupou os quadros da instituição à qual servimos, parceiro que esteve ao meu lado em várias empreitadas difíceis, felizmente, naquela oportunidade escapou com vida e continuou, ainda por longo tempo emprestando sua contribuição a instituição na qual militou com galhardia, porém, hoje já não se encontra mais entre nós tendo partido para a senda do infinito.

Cuido de lembrar do episódio, no intuito de referir termos sido – eu e ele – agraciados com títulos honoríficos, concedidos pelo então Governador do Estado, Antônio Carlos Magalhães que nos fez condecorados, na condição de Comendador da Ordem do Mérito do Estado da Bahia e Cavaleiro da Ordem do Mérito do Estado da Bahia, respectivamente, em solenidade realizada no Palácio da Aclamação. :: LEIA MAIS »

Empresas não “morrem”, fecham. Vidas se perdem

Gutemberg Macedo

Por Gutemberg Macedo

Li nesse conceituado Blog, artigo de Cassiana Debiasi cujo título era: A “morte” das empresas por causa da pandemia.

Essa manchete é uma lástima! Um desserviço. Empresas são fechadas, não morrem. Quem morre são pessoas e estas não podem reabrir, não podem reinventar-se, não podem adaptar-se após o fim.

Esse é o tipo de artigo que coloca em cheque vida X economia, uma dicotomia caolha, porque o que serve a economia se não houver vida?

Se o Governo Federal tivesse sido eficaz no socorro às médias e pequenas empresas, como foi com os bancos (1,2 trilhão de reais), com certeza, nenhuma micro ou média-empresa estaria sendo fechada.

Mas, não. O BNDES, na gestão Bolsonaro, transferiu bilhões para os bancos emprestarem e lucrarem 8% ao ano com a administração do dinheiro público. Onde já se viu isto? No Brasil, é claro!

Bolsonaro e o atual Ministro da Fazenda, Paulo Guedes (O Ypiranga), têm compromissos com as grandes empresas, com o sistema bancário, está claro.

O primeiro é um “gestor” completamente despreparado, mal consegue interpretar um texto; mas, o segundo é preparado, só que seus interesses são alinhados ao dos bancos privados. :: LEIA MAIS »

Quando a pessoa morre quem paga as dívidas? Existe herança de dívida?

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Por Satyananda Vaz*

Bom, quando uma pessoa morre quem paga as dívidas é o espólio. Mas, o que é o espólio? Quando alguém falece, seu patrimônio passa a ser chamado de espólio.

Ou seja, espólio é o conjunto de bens, direitos e obrigações que integram o patrimônio deixado pelo “de cujus” (falecido). Portanto, os herdeiros jamais possuem obrigação de pagar, eles próprios, as dívidas do de cujus (pessoa falecida); os filhos NÃO herdam dívidas dos pais. :: LEIA MAIS »

Ego amadurecido (Tributo a Robson Marocci)

delegado valdir barbosa

Bem-apessoado, simpático, elegante e tranquilo, fala mansa, bom vivedor, apreciador dos prazeres que nos oferece a existência, cortês no trato com todos, do tipo diplomata, mas, dono de argúcia apurada, sagacidade esmerada e coragem pessoal decidida, predicados estes que o fizeram exercer por décadas, com proficiência, a carreira que abraçou desde muito jovem.

Pude conhecê-lo, no apagar das luzes da década de setenta, depois que debutei, na condição de Delegado de Polícia, em Itapetinga e adjacências, área do sudoeste baiano. Nesta época gravitei no entorno da velha Secretaria da Segurança Pública, fincada à Praça da Piedade militando como plantonista, na antiga Delegacia de Furtos e Roubos, bem como na Primeira Delegacia, cujos titulares eram Vitória Régia e Nelson Machado, respectivamente.

Em seguida, já iniciando os anos oitenta cumpri tarefas na Quarta e Terceira Delegacias, localizadas nos bairros de São Caetano e Ribeira, capitaneadas pelos saudosos Drs. Adilson Santos e Antônio Brandão findando, porque não dizer, este estágio probatório, na mesma Furtos e Roubos, só que em sua nova sede, da Baixa do Fiscal, diante da batuta magnífica de Dr. Raimundo Lisboa.

Daí, após integrar quadros do CEOP, onde pontuaram Humberto Dantas, Edvaldo Lins, Chico Neto, Ildomar Rodeiro, Itamir Casal, Marcos Edson, Raimundo Gonzalez, o primeiro e último desta lista já longe de nós, laborei na capital e muitos outros cantos do Estado, do País e até fora dele, a interesse da segurança pública baiana culminando na assessoria de dois Secretários – Francisco Neto e Kátia Alves -, até quando alcei o mais alto posto da instituição policial civil. :: LEIA MAIS »

O CRISTO DA CHAPADA DIAMANTINA: uma visão criativa de esperança

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Por Alexandre Aguiar

Duas semanas atrás, fim de tarde, no auge da PANDEMIA, precisando imprimir um pedido de revogacão de prisão, descobri que a minha impressora estava sem papel.

Com o comércio fechado e sem poder comprar papel, me desloquei à recepção do Hotel Chapada, onde solicitei a doação de uma resma de papel e fui prontamente atendido com a gentileza de costume.

Estava de máscara e tomei todas as cautelas de prevenção sanitárias, com uso de álcool gel, retirada das roupas ao retornar para casa e lavagem das mãos com água e sabão. :: LEIA MAIS »

O cônjuge infiel não tem direito à pensão alimentícia

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Por Satyananda Samara Vaz*

O Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do Agravo em Recurso Especial nº 1.269.166/SP, de relatoria da Min. Maria Isabel Gallotti, definiu que a traição no casamento e na união estável é descumprimento de dever conjugal, acarretando na aplicação de sanções ao infiel.

A infidelidade é considerada comportamento indigno. Aquele que é infiel, mesmo sendo dependente do cônjuge, não tem direito à pensão alimentícia, por ofender diretamente a honra daquele que foi traído. :: LEIA MAIS »

O que é ser humano

Afrânio Garcez

Por Dr. Afranio Leite Garcez*

Foi com lágrimas nos olhos que o diretor da Organização Mundial de Saúde, Tedros Adhanom, nascido em 3 de março de 1965 na cidade de Asmara, na Eritreia – que até 1993 era parte da Etiópia -, Adhanom tem doutorado em Saúde Comunitária pela Universidade de Nottingham e um mestrado em Imunologia de Doenças Infecciosas pela Universidade de Londres, ambas no Reino Unido, e eleito diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2017, mas só, recentemente, ficou mais conhecido entre o público em geral, por causa dos discursos quase diários para relatar a situação da pandemia do novo coronavírus no mundo. Tedros Adhanom Ghebreyesus, de 55 anos, se tornou o rosto da luta global contra a doença, fez uma pegunta numa reunião da entidade que aos seres humanos como eu por exemplo causou impacto ao questionar: “Porque é tão difícil seu humano”.

A resposta, com base na etimologia da palavra  é o termo utilizado nas ciências para caracterizar a espécie viva evolutiva que se difere das demais por possuir inteligência e razão, oriundo da evolução, e que dá origem ao “homo sapiens”. Um ser humano pertence à espécie conhecida como Homo sapiens, que segundo a Teoria da Evolução é o resultado do processo evolutivo dos primatas conhecidos como hominídeos. A espécie humana representa o mais alto nível de complexidade da escala evolutiva. O cérebro desenvolve-se de maneira que seja capaz de realizar diversas atividades que exigem raciocínio, além de elaborar pensamentos criativos, abstratos, teorias e de outros tipos. Este desenvolvimento cerebral, associado à estrutura corporal composta por tronco ereto, cabeça, membros superiores e membros inferiores, possibilitou aos seres humanos a utilização dos braços para a manipulação de ferramentas e objetos para sua sobrevivência. Os seres humanos também constam entre os animais com características celulares que os permitem ser uma das espécies com maior tempo de vida. Não é raro um ser humano chegar a viver até além dos 100 anos em alguns casos, ainda que seja a única espécie que tem consciência da sua morte. :: LEIA MAIS »

Posso ser processado por criar e compartilhar meme?

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Por Satyananda Samara Vaz*

A resposta é: depende. Primeiramente, é importante dizer que há duas formas de responsabilidades na criação de um meme: cível e criminal.

Na esfera criminal, ao criar um meme pode-se estar cometendo crime contra a honra, dependendo do “tom” que a brincadeira carrega, gerando também a obrigação de indenizar moralmente. Porém, o maior índice de processos pelos famosos memes se dão pelo uso indevido de imagem.

Foi o que ocorreu com uma página no instagram, com 4,6 milhões de seguidores na época, se tornou popular no ano de 2018 por usar a imagem de um idoso com frases consideradas pelo juiz como “depreciativas e preconceituosas”. O autor alegou que se sentiu ofendido quando descobriu que sua foto estava sendo usada daquela maneira. :: LEIA MAIS »

alessandro tibo


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