:: 6/jul/2026 . 9:58
“O Brasil volta a ficar dividido. O que nos unia era o futebol”, palavras de uma das minhas filhas.

Essas palavras eu ouvi ontem, logo após o jogo do Brasil. Fiz questão de reunir a família para assistirmos juntos a esse grande encontro entre Brasil e Noruega, cujo vencedor acabou sendo o nosso adversário, pelo placar de dois a um.
Enquanto tomávamos café, uma das minhas filhas fez esse comentário. Confesso que parei para refletir e, naturalmente, fiquei triste. E ela tem razão.
O que nos unia era o verde e o amarelo. Eram as cores da nossa bandeira, as cores da nossa camisa, que, durante a Copa do Mundo, pareciam falar mais alto do que qualquer outra diferença.
O país estava unido em torno de um único sonho: conquistar o tão desejado hexacampeonato e voltar a ser protagonista do futebol mundial, como tantas vezes já fomos. :: LEIA MAIS »
Seleção de Cabo Verde é recebida aos gritos de “Vozinha, Vozinha…”! Todos os jogadores são considerados heróis.

Amigos e amigas, é impressionante como o mundo voltou os seus olhos para a seleção de Cabo Verde.
Desde o início da Copa do Mundo, a equipe já chamava a atenção. Mesmo antes de a bola rolar, um nome despertava curiosidade e simpatia: o goleiro conhecido carinhosamente como Vozinha.
E ele, na verdade, transformou-se em um dos grandes símbolos da seleção cabo-verdiana. Não por acaso, muitos torcedores ainda não se conformam com a eliminação diante da Argentina.
É claro que sabemos da enorme diferença de tradição entre as duas seleções. A Argentina carrega uma história gigantesca no futebol mundial. É campeã do mundo, revelou craques inesquecíveis, como Kempes, Maradona e esse verdadeiro gênio do futebol chamado Messi. A camisa pesa. O próprio espírito competitivo do futebol argentino é uma marca reconhecida em todo o planeta.
Mesmo assim, muitos torcedores entendem que Cabo Verde merecia um destino diferente. Há quem não aceite o resultado e considere que, em alguns momentos da partida, houve um ligeiro favorecimento à equipe liderada por Messi. :: LEIA MAIS »
Câmara aprova projeto que regulamenta a profissão de salva-vidas

Proposta é de autoria do deputado Leo Prates
A Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei do deputado Leo Prates (Rep-BA), que regulamenta o exercício da profissão de salva-vidas ou guarda-vidas no Brasil. O texto aprovado define as competências, exigências e direitos desses profissionais, que atuam em mares, piscinas e rios.
Pela proposta, o profissional deverá ter mais de 18 anos, estar em bom estado de saúde, possuir ensino médio completo e passar em uma avaliação prática de corrida e natação. Além disso, é necessário completar um curso profissionalizante de 160 horas em instituição reconhecida e manter a formação atualizada a cada dois anos.
“Além de regulamentar a profissão de salva-vidas, o projeto garante um padrão de salvamento aquático em diferentes ambientes. Exigir um mínimo de qualificação para o exercício da atividade é essencial para a eficiência dos salvamentos e prevenção ”, declarou Prates. :: LEIA MAIS »
Leiam a análise do advogado Alexandre Aguiar sobre a participação do Brasil na Copa do Mundo.

“Reunir 26 milionários, cada um morando em uma parte do mundo, para se encontrar durante uma semana a cada 5 meses nas chamadas data FIFA, jogar uma eliminatória com esses jogadores, agora milionários, que não serão os mesmos que vão disputar a Copa do Mundo, com olheiros, empresários, técnicos, presidentes de clubes, presidentes de confederações, jornalistas e tudo quanto é mais corruptos se locupletando do dinheiro na negociação dos passes de jogadores convocados no chamado mercado da bola, sendo que os jogadores convocados na preparação não conseguem alcançar qualquer noção de conjunto e tampouco exercerem algum sentimento afetivo pela Seleção Brasileira até chegar e ir disputar a Copa do Mundo, enquanto nas eliminatórias segue empatando ou perdendo com Venezuela, Bolívia, Chile, Paraguai…
Enfim, todas essas subjetividades nunca mais permitirão ao futebol brasileiro ser aquele futebol brasileiro, dos meninos bolas de meia, que rancavam o tampo do dedo nos jogos de golzinho fechado nas pontas de rua, nos campinhos de várzea, tapeando a fome no divertimento do futebol arte, com os corpos vestindo apenas um calção, sem chuteira ou meião, sem camisa e chutando aquelas bolas velhas surradas, antes de ir pra casa, pq em casa não haveria o que comer, sonhando atravessar as cidades para fazer as peneiras dos clubes e chegar em algum lugar em um time grande do país, para ser o ídolo de um clube e comprar uma casa própria para a mãe morar.
O povo usou o esporte para se destacar, inserir, ascender socialmente, resistir, sobreviver e superar. :: LEIA MAIS »
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