:: ‘Esportes’
Vasco segue firme na Copa do Brasil depois de vencer o Vitória no Barradão. Time carioca encara o Palmeiras na semifinal

O Vasco da Gama começou a se agigantar desde o jogo passado, em São Januário, quando, aos 17 minutos, teve um jogador expulso, e a equipe do Vitória não soube aproveitar a condição numérica superior e acabou perdendo por um tento a zero.
E até que o Vasco poderia ter saído com uma vitória de 2 a 0. No jogo de volta, ontem à noite, no Barradão, logicamente existiam chances tanto para o Vasco quanto para o Vitória, principalmente porque jogar dentro de casa, naquele caldeirão, com a sua torcida fiel, fazia imaginar que tudo seria diferente.
Mas eis que o Vasco supera todas as dificuldades e faz um gol próximo ao final do jogo. Faltando 10 minutos, o Vitória teria que fazer dois para levar a decisão para os pênaltis. Mas, como estava tudo escrito, o Vasco surpreende e faz mais um gol, um golaço, diga-se de passagem. E assim constrói o placar de 2 a 0. Somado ao 1 a 0 de São Januário, são 3 a 0 no agregado. :: LEIA MAIS »
Bahia x Vasco fizeram um grande jogo na Arena Fonte Nova. Gols anulados e muita emoção durante os 90 minutos.

É impressionante como o rendimento do Vasco da Gama melhorou sensivelmente nos últimos jogos, despertando novamente na imensa torcida vascaína aquele sentimento de alegria e, principalmente, a esperança de que a equipe definitivamente mudou a sua postura dentro de campo.
Podemos até arriscar dizer que o Vasco recuperou a autoestima. E isso aumenta ainda mais a satisfação do torcedor, que vê no clube uma paixão incondicional. Se continuar nesse ritmo, todo aquele período de tristeza parece começar a ficar para trás, como água que passa por debaixo da ponte e não volta jamais.
Contra o Bahia, na Arena Fonte Nova, foi um jogo movimentado, disputado e cheio de emoção. Tivemos dois gols do Vasco anulados e um do Bahia. A tecnologia mostrou que as anulações foram corretas e, nesse aspecto, não há muito o que reclamar.
E é preciso reconhecer também a qualidade do adversário. O Vasco enfrentou uma equipe que já vem sendo treinada há bastante tempo por Rogério Ceni, ex-goleiro do São Paulo e hoje um dos nomes de destaque entre os treinadores brasileiros. O Bahia é reflexo desse trabalho. :: LEIA MAIS »
Vasco volta a levantar sua imensa torcida e hoje é um grande páreo contra o Bahia na Fonte Nova.

O Vasco da Gama é dono de uma das histórias mais bonitas do futebol brasileiro. É um gigante, um clube amado profundamente pela sua torcida e que teve, ao longo de sua trajetória, grandes jogadores vestindo aquela camisa e escrevendo páginas inesquecíveis que nos fizeram aprender a amar ainda mais o nosso Vasco.
E que torcida apaixonada! Eu diria que não existe outra como ela no país. Mesmo quando o time atravessou momentos difíceis, muitos deles provocados por problemas administrativos, o Vasco jamais perdeu a força da sua gente.
Quem é vascaíno não muda. Muita gente ficou triste com aquilo que aconteceu nos últimos anos, é verdade, mas envergonhada, jamais. Até porque estamos falando de um clube com um passado glorioso e uma história de grandes conquistas. E que uniforme! Seja com o branco predominando ou com o preto sobressaindo, aquela faixa atravessando o peito carrega uma identidade que é reconhecida em qualquer lugar.
A nossa torcida é incomparável. É bem verdade, admitimos tranquilamente, que o Flamengo possui um número maior de torcedores no Brasil. Isso é fato. Mas, para nós, vascaínos, existe algo diferente nessa relação com o clube. É uma torcida incendiária, no bom sentido, apaixonada e, sobretudo, leal nos momentos de vitória e também nas dificuldades. :: LEIA MAIS »
Taça das Favelas expande atuação na Bahia com emenda destinada por Leo Prates

Referência nacional na promoção do esporte e da inclusão social, a Taça das Favelas chega à edição 2026 na Bahia com recursos de emenda parlamentar destinados pelo deputado federal Leo Prates (Republicanos-BA). Lançada oficialmente neste sábado (1º), em Salvador, a competição contará com investimento voltado à ampliação da estrutura do projeto e das oportunidades oferecidas aos jovens das periferias.
Criada em 2012 pela Central Única das Favelas (CUFA), a Taça das Favelas já mobilizou mais de 800 mil jovens atletas em todo o Brasil e se consolidou como o maior campeonato de futebol entre favelas do mundo. Na Bahia, a competição vem reunindo milhares de atletas de diferentes comunidades e municípios e, nesta edição, também oferecerá oficinas de educação financeira, empreendedorismo, desenvolvimento humano, gênero e raça, ampliando a formação dos participantes dentro e fora dos gramados.
Durante o lançamento, que reuniu autoridades, representantes de instituições parceiras, lideranças comunitárias, atletas e convidados, Leo Prates destacou a importância de investir em iniciativas que utilizam o esporte como ferramenta de inclusão e desenvolvimento social. :: LEIA MAIS »
Real Madrid foi o time que mais faturou entre 2025 e 2026. Foram mais de um bilhão de euros nos dois anos.

Meus amigos, minhas amigas, é difícil imaginar que os estádios de futebol e as arenas espalhadas pelo mundo possam ser tão suntuosos e imponentes quanto aqueles que vemos nos grandes jogos, principalmente na Europa. Muitos deles parecem verdadeiros castelos, tamanhos são o luxo, a tecnologia e a grandiosidade.
Diante dessa realidade, torna-se cada vez mais difícil para o cidadão comum frequentar esses espaços, especialmente os camarotes e os setores mais privilegiados. Os ingressos são caríssimos e, para muita gente, talvez seja mais viável assistir às partidas dentro de casa, confortavelmente instalada no quarto ou na sala, em frente à televisão.
É muito dinheiro envolvido. O futebol transformou-se em um negócio gigantesco, movimentando cifras impressionantes. Empresários de jogadores, dirigentes de clubes, associações e entidades esportivas convivem diariamente com valores que fogem completamente da realidade da maioria da população. :: LEIA MAIS »
Campeonato Brasileiro retornou com toda força. Estádios cheios e bons jogos. A Copa do Mundo não tirou o brilho da competição.

Muita gente temia que a paralisação do Campeonato Brasileiro, da Copa do Brasil, da Copa Sul-Americana e das demais competições nacionais, em razão da Copa do Mundo, pudesse diminuir o interesse do torcedor quando a bola voltasse a rolar. Afinal, estamos falando do maior espetáculo do futebol mundial, capaz de mobilizar bilhões de pessoas e parar o planeta durante algumas semanas.
Eu mesmo tinha essa preocupação. A Copa do Mundo exerce um fascínio enorme. Reúne as melhores seleções, os maiores craques do planeta e desperta um sentimento de pertencimento difícil de explicar. Durante o torneio, pouco importa a profissão, a religião ou a posição política de cada um. As pessoas se unem para torcer pela sua seleção, seja nas ruas, nos bares, nos restaurantes, em casa ou nos estádios.
Por isso, havia quem acreditasse que o Campeonato Brasileiro sentiria os efeitos desse encantamento provocado pelo Mundial. Mas aconteceu exatamente o contrário. A competição voltou com força total, os estádios novamente ficaram cheios e o torcedor mostrou que continuava com saudade do futebol dos clubes. :: LEIA MAIS »
Pelé e Messi foram os melhores do mundo! Cada um em seu tempo

Esta matéria que trago agora é para que façamos uma reflexão sobre o que significaram dois jogadores para o mundo do futebol: Lionel Messi, que felizmente ainda está vivo conosco, e o Rei Pelé, que já partiu. Pelé é tão grande que, mesmo depois de tantos anos desde que se sagrou tricampeão do mundo pela Seleção Brasileira, em 1970, continuam surgindo atletas, jogadores e especialistas fazendo comparações com ele.
E isso acontece porque Pelé é realmente incomparável. Eu, particularmente, se tivesse que responder quem foi o melhor jogador do mundo depois de Pelé, não diria que foi Messi. Entendam o que eu quero dizer: para mim, Ronaldinho Gaúcho e Neymar são jogadores melhores do que Messi.
O problema é que, nesta Copa do Mundo, ficou muito evidente que todos estavam procurando marcas e recordes. A televisão, os jornais, o rádio e as redes sociais, com essa busca permanente por informações, fazem um trabalho extraordinário ao levantar números e comparações. Quem fez mais gols? Quem deu mais assistências? Quem conquistou mais títulos? Quem disputou mais Copas? Quem teve o melhor comportamento fora de campo? Tudo isso passou a ser levado em consideração.
E Messi, nesse aspecto, tem uma trajetória extraordinária. É um homem muito ligado à família, um exemplo de atleta e alguém que construiu uma carreira marcada por conquistas, talento e longevidade. Mas, quando falo exclusivamente de futebol, de habilidade e da capacidade de jogar bola, eu considero Ronaldinho Gaúcho e Neymar superiores a Messi. :: LEIA MAIS »
Espanha, a grande campeã. A Argentina vendeu caro a sua derrota, honrando a camisa que veste.

Seria a maior injustiça do mundo a Espanha não sair como campeã da Copa do Mundo. Ontem, depois da partida encerrada, podemos dizer que a Argentina, em muitos momentos, não viu a cor da bola. Desde o início do jogo, a Espanha foi superior no toque de bola, na movimentação e nas tentativas de chegar ao gol, embora a bola insistisse em não entrar.
A superioridade espanhola dentro de campo foi absurda. Daí afirmarmos que seria uma injustiça, uma verdadeira punição ao futebol apresentado pela Espanha, caso ela não conquistasse o título. De qualquer sorte, não podemos negar que a equipe argentina não se entregou e, dentro das suas limitações técnicas, comportou-se em campo como uma equipe guerreira, honrando a camisa que veste e defendendo a sua pátria, como sempre faz.
O hino argentino é cantado como se fosse a última coisa que aqueles jogadores fariam na vida. É, realmente, uma equipe patriótica. Messi, ontem, não esteve bem, muito bem marcado, mas talvez, já na prorrogação, tenha realizado algumas jogadas que podemos chamar de geniais, mostrando que, a qualquer momento, poderia surpreender. :: LEIA MAIS »
Eu irei torcer pela Espanha. E você? Mas desejo que Messi seja o grande campeão desta Copa

Daqui a pouco, teremos o Brasil inteiro, assim como boa parte do mundo, acompanhando a grande final da Copa do Mundo. Aqueles que não estarão dentro do estádio estarão diante da televisão, reunidos em alguma praça, em bares, restaurantes ou em qualquer lugar onde seja possível assistir a essa grande decisão.
E esta final chega cercada de disputas, marcas e recordes. Quem será o artilheiro? Quem terá o maior número de assistências? Quem será considerado o maior jogador de todos os tempos: Pelé ou Messi? Enfim, são tantas as disputas e tantos os ingredientes que envolvem essa decisão que estamos diante de uma final histórica daquela que, na minha opinião, foi a maior Copa do Mundo de todos os tempos.
Pode até parecer incompreensível a manchete publicada em nosso blog, mas eu vou tentar explicar.
Embora já tenha dito isso no nosso programa, na Rádio Up, e também aqui, no blog, eu torço pela Espanha. Eu torço contra a Argentina. Ou melhor: não é exatamente contra a Argentina. Eu torço a favor de qualquer adversário que jogue contra ela.
O Brasil ficou de fora. Alguém poderia dizer: “Vamos torcer por uma seleção do nosso continente.” Mas, sinceramente, não tenho nenhuma paixão especial para torcer pelos argentinos.
Ao mesmo tempo, desejo que o gênio Messi seja o grande campeão individual desta Copa do Mundo. :: LEIA MAIS »
Inglaterra e França realizaram um festival de gols na disputa pelo terceiro lugar: 6 a 4 para os ingleses

Amigos, eu confesso que acreditava que a França venceria a Inglaterra até com certa facilidade. A equipe vinha apresentando um futebol que nos levava a acreditar nisso. É verdade que esta Copa do Mundo nos ofereceu várias surpresas, mas, diante do que tínhamos visto até então, imaginávamos que a lógica prevaleceria.
Afinal de contas, a França é uma equipe que vem jogando junta, possui pelo menos quatro jogadores extraordinários e apresenta um comportamento muito coletivo dentro de campo. É claro que conta com Mbappé, que é uma espécie de Messi para os franceses, assim como Cristiano Ronaldo é para Portugal.
Os companheiros jogam em função desses grandes jogadores, mas a Inglaterra entrou em campo de forma arrasadora. Logo aos três minutos, já vencia por 1 a 0. A expectativa era de que a França se recuperasse do susto, partisse em busca do empate e, naturalmente, tentasse a virada.
Nada disso aconteceu. Muito pelo contrário: vieram o segundo, o terceiro e o quarto gol da Inglaterra.
Cheguei a dizer a um amigo com quem conversava pelo celular: “Olha, o segundo tempo vai ser oito!”. Ledo engano. :: LEIA MAIS »














