:: ‘Esportes’
Vitória da Conquista sediará a XXV edição do Torneio de Xadrez do Nordeste em homenagem a Dário Ciacci. O evento acontece no dia 26 de abril, no SESC.

Meus amigos, minhas amigas, chega até nós uma notícia que enche de orgulho a nossa cidade. O meu amigo e irmão Gilvan Quadros, hoje radicado em Salvador, nos traz essa informação que merece todo destaque: Vitória da Conquista será palco de um dos mais tradicionais eventos do xadrez nordestino.
Trata-se da 25ª edição do Torneio de Xadrez do Nordeste, que neste ano presta uma justa e emocionante homenagem a Dário Ciacci, uma figura marcante da nossa história esportiva. Dário já nos deixou, mas permanece vivo na memória de todos aqueles que conviveram com ele, seja no esporte, seja na vida cotidiana. Era um homem de elegância, de trato fino e, acima de tudo, de espírito esportivo admirável.
O xadrez, esporte que ele tanto amava, é um verdadeiro exercício de inteligência e equilíbrio emocional. Não é apenas um jogo de peças, mas uma disputa estratégica que exige raciocínio, paciência e capacidade de antecipação. Dário representava tudo isso com maestria. Foi um dos nomes que levaram o nome de Conquista adiante, participando de competições importantes como os Jogos do Café, defendendo equipes locais com orgulho. :: LEIA MAIS »
Brasil 3 x 1 Croácia: o time croata não é uma França, longe disso, mas a nossa seleção foi convincente e está no caminho certo.

Amigos e amigas, valeu a pena ficar até um pouco mais tarde para assistir à segunda partida amistosa da Seleção Brasileira antes da Copa do Mundo, que começa no mês de junho e já movimenta o coração do torcedor.
O brasileiro já entra em estado de êxtase e, assim como eu, vibra com a possibilidade de trazermos mais um título de campeão do mundo para o nosso país. Eu sempre fui um otimista.
Acredito nas nossas potencialidades, nos nossos talentos e no nosso país — um país soberano, rico, de um povo hospitaleiro, alegre, solidário e que carrega um forte sentimento de pertencimento.
E com o futebol não poderia ser diferente. O futebol é combustível. Ele nos renova, nos conecta com sentimentos puros, daqueles tempos de juventude, quando jogávamos bola com alegria e paixão. E mesmo quem não joga mais continua vivendo esse sentimento, seja na arquibancada, seja em frente à televisão, vibrando com cada lance da nossa seleção. :: LEIA MAIS »
Seleção Brasileira sem Neymar? Com ele, o time fica muito mais competitivo. Ainda há uma chance na última convocação antes da Copa

Ao falar da Seleção Brasileira sem Neymar, me vem à memória a Copa do Mundo de 1970, no México. Naquela época, o então presidente da República tentou interferir na convocação e pediu ao técnico João Saldanha que chamasse Dario, centroavante do Atlético Mineiro. Um jogador folclórico, bom no jogo aéreo, mas limitado tecnicamente.
João Saldanha não aceitou a imposição. Depois veio Zagalo e, dentro de outra leitura, acabou cedendo. Futebol é assim, sempre cercado de histórias, pressões e bastidores.
E, nos tempos modernos, não é diferente. Muitas vezes empresários tentam influenciar decisões, levando jogadores de um lado para o outro, movimentando cifras que, por vezes, superam até os ganhos dos próprios atletas.
Mas, ao que tudo indica, o técnico Carlo Ancelotti não se curva a esse tipo de pressão. É um treinador experiente, criterioso, que toma decisões com base no desempenho e, sobretudo, na condição física dos jogadores.
E foi exatamente por isso que Neymar ficou de fora da última convocação. Não por falta de talento, porque disso ninguém duvida, mas por não estar, neste momento, em condições físicas ideais.
Particularmente, considero Neymar um dos maiores jogadores do mundo. Um talento raro, capaz de decidir partidas, de desequilibrar, de mudar completamente o rumo de um jogo.
Alguns criticam seu comportamento fora de campo. Mas é preciso reconhecer que o futebol moderno mudou, e muitos atletas também vivem sob os holofotes de uma forma completamente diferente de outras gerações. :: LEIA MAIS »
Em jogo único, sem torcida rubro-negra, o Bahia vence o Vitória de virada, com a Fonte Nova lotada

Quase 50 mil torcedores lotaram a Arena Fonte Nova para acompanhar a grande final do Campeonato Baiano, disputada em jogo único e sem a presença da torcida rubro-negra. Esse fator acabou sendo, naturalmente, uma vantagem para a equipe tricolor, que contou com o apoio maciço de sua torcida durante toda a partida.
Apesar disso, o Vitória não se intimidou diante do ambiente adverso e fez um primeiro tempo muito superior ao do Bahia. A equipe rubro-negra foi mais organizada, criou melhores oportunidades e conseguiu abrir o placar, fazendo 1 a 0 e levando a vantagem para o intervalo.
No segundo tempo, o Bahia voltou mais determinado. A equipe passou a explorar melhor sua qualidade técnica, embora sem apresentar uma superioridade clara sobre o adversário. Mesmo assim, o fator torcida fez diferença. Empurrado pelos milhares de torcedores presentes na Fonte Nova, o tricolor cresceu na partida e conseguiu a virada, vencendo o clássico por 2 a 1.
Nos minutos finais, o Vitória partiu para o ataque em busca do empate. No abafa, quase conseguiu levar a decisão para os pênaltis. Caso isso acontecesse, seria a repetição de um episódio histórico: a última vez em que Bahia e Vitória decidiram um título estadual nas penalidades foi em 1977. :: LEIA MAIS »
Marcelo Moreira, Alexandrino e Paulo Lorena, atletas conquistenses, brilham em maratona realizada em Tóquio. “Vivi um mundo diferente”, assegura Marcelo.

Recebo com muita alegria uma notícia que orgulha Vitória da Conquista. Três atletas conquistenses, apaixonados pela maratona, participaram de uma importante corrida realizada em Tóquio, no Japão. Marcelo Moreira, Alexandrino e Paulo Lorena levaram o nome da nossa cidade para um dos maiores palcos do atletismo mundial.
Ao conversar com Marcelo, ele me disse algo que traduz bem a experiência vivida. Segundo ele, “hoje estamos em Kyoto. Ainda não sei exatamente como será o nosso retorno, porque passaremos por Dubai e Bahrein”. Ou seja, os nossos atletas estão justamente em uma região que vive um momento delicado no cenário internacional. Mas esperamos, com fé em Deus, que tudo transcorra em paz e que Marcelo e seus colegas retornem em segurança para a nossa querida Vitória da Conquista.
Marcelo é um verdadeiro entusiasta do esporte. É um dos praticantes mais ativos da maratona em nossa cidade. Corre com disciplina, dedicação e, acima de tudo, com entusiasmo contagiante. Para ele, correr não é apenas uma atividade física, mas também uma forma de inspirar pessoas, especialmente os jovens, mostrando que o esporte pode transformar vidas.
Esse espírito também está presente em sua família, que compartilha a mesma visão de que o esporte educa, disciplina e abre caminhos.
Ao lado dele esteve também o nosso amigo Alexandrino, empresário e igualmente apaixonado pela corrida, além de Paulo Lorena, conquistense que hoje reside em Feira de Santana, mas que continua carregando no peito o orgulho de suas origens. :: LEIA MAIS »
Elomar, os irmãos Minotauro e Minotouro, Xangai e Glauber Rocha. Agora, o piloto conquistense Diogo Cruz poderá dar visibilidade nacional a Vitória da Conquista.

Há poucos dias assisti, e tenho certeza de que muita gente também assistiu, a um vídeo do cantor Bell Marques, no qual ele trazia, com muita alegria, uma mensagem que nos encheu de orgulho. Nós, que somos amigos pessoais, contratantes e fãs do artista, ficamos felizes ao ouvi-lo dizer que nunca devemos deixar de acreditar nos nossos sonhos. Ele citava a própria trajetória como exemplo de perseverança e superação.
Mas o que quero destacar aqui é outra coisa.
Sempre procuro, dentro do possível, dar visibilidade aos talentos que a nossa cidade possui nas mais diversas áreas. Seja no esporte, na cultura, na música, na educação ou mesmo entre jovens estudantes que muitas vezes passam despercebidos, mas que carregam dentro de si potencial para se tornarem grandes profissionais, cientistas, artistas ou atletas. É comum que a gente valorize apenas aquilo que já está consolidado e não perceba os talentos que estão surgindo ao nosso redor.
No nosso programa de rádio e também aqui no blog, temos procurado dar essa notoriedade. Já falamos de inúmeros atletas e talentos locais: Claudir, Tidão, Piolho, Naldo, Rafaela das Pedrinhas, os professores Rauldenis, Dalmarcio do Carmo, Hudson Castro, a corredora Suzi Ruas, entre tantos outros. São pessoas que carregam sonhos e que, com apoio, certamente irão brilhar ainda mais.
Vitória da Conquista já revelou nomes que deram visibilidade nacional à nossa terra. Elomar, Xangai, Glauber Rocha e os irmãos Minotauro e Minotouro são exemplos claros disso. Cada um em sua área projetou o nome da cidade para o Brasil e para o mundo. :: LEIA MAIS »
Flamengo amarga derrota para o Corinthians com o Estádio Mané Garrincha lotado: 2 a 0 e poderia ter sido mais

As duas maiores torcidas do futebol brasileiro atravessaram o país e foram até Brasília decidir a Copa Rei. Casa cheia, arquibancadas pulsando, bandeira pra todo lado, aquele clima de final que a gente já conhece: emoção antes mesmo da bola rolar.
E a festa começou cedo, com show do baiano João Gomes, hoje um dos nomes mais comentados da música popular. Carisma, voz marcante, repertório que conversa com o povão. Gostem ou não, o menino está estourado, e merecidamente. Levantou o público e esquentou o ambiente pra decisão.
Mas vamos ao jogo.
No papel, o favoritismo era todo do Flamengo. Elenco estrelado, folha salarial altíssima, banco de reservas que parece time titular. Sai um craque, entra outro. Um luxo que poucos clubes do Brasil podem ter. É o time que revelou Zico, acostumado a decisões, acostumado a títulos, acostumado a impor respeito.
Por isso mesmo a pergunta ecoa: como um time com essa estrutura toda pode perder assim? E perder sem contestação. :: LEIA MAIS »
Vasco x Corinthians: para vencer, não basta a garra e a vontade. É preciso entender que, do outro lado, existe uma equipe com o mesmo objetivo. A equipe paulista mereceu o título.

Amigos, confesso que também tinha a expectativa de que a nossa equipe, o Vasco da Gama, pelo qual sou apaixonado, como todo verdadeiro torcedor, pudesse conquistar esse título. Eu tinha quase certeza disso. Acompanho futebol, pratiquei futebol, e entendi que o Vasco, com esse elenco, poderia sim chegar lá.
Os jogadores tinham motivos de sobra para vencer. Seria uma homenagem ao trabalho sério e correto do Pedrinho, uma homenagem ao técnico Diniz e, acima de tudo, uma auto-homenagem a eles próprios, que conseguiram devolver ao torcedor a esperança de ver o Vasco novamente figurando entre as grandes equipes do país e do mundo, como sempre representou a gloriosa Cruz de Malta.
Seria também uma homenagem à memória de Roberto Dinamite, o maior craque que passou por São Januário. Uma homenagem a Romário, a Edmundo e, principalmente, à torcida mais fervorosa e apaixonada do futebol mundial: a torcida do Vasco da Gama.
Mas, apesar de tudo isso, era preciso entender que o futebol é imprevisível. O futebol surpreende. E quem entende de futebol sabe que o Corinthians é uma grande equipe. Uma equipe que respeita a própria história e que tem, sim, um plantel mais qualificado do que o do Vasco neste momento. :: LEIA MAIS »
Hoje é um dia sagrado para a torcida mais apaixonada e fiel do planeta Terra: viva os torcedores do VASCO! Vamos sair do Maracanã campeões da Copa do Brasil!

Screenshot
É evidente que respeitamos a força do Corinthians, a sua tradição, até porque ali também existem profissionais, assim como no Vasco da Gama, pessoas que lutam, trabalham e vêm se dedicando para alcançar êxito na disputa dessa Copa do Brasil, que, sem dúvida alguma, é uma das principais competições do futebol brasileiro. Eu diria até do futebol mundial.
O Corinthians é uma grande equipe, mas nós não podemos, sob hipótese nenhuma, deixar de valorizar os nossos jogadores. Esse plantel que está aí, comandado pelo treinador Diniz, um excelente profissional, correto, que assume responsabilidades, mas entende que os verdadeiros protagonistas dessa disputa memorável são aqueles que entram em campo e também os que ficam no banco, prontos para entrar se necessário.
É uma disputa que enobrece o campeonato, ou melhor, enobrece o futebol brasileiro. O Vasco precisa dar esse título à sua torcida incansável, batalhadora, fiel e apaixonada. É o décimo segundo jogador, e essa não é apenas uma frase de efeito. É uma verdade absoluta, reconhecida por todos: não existe torcida mais apaixonada do que a do Vasco da Gama. :: LEIA MAIS »
Flamengo defendeu o futebol brasileiro, teve chance de comemorar o título, mas esbarrou na muralha adversária: o goleiro do PSG.

Ontem, o Flamengo, evidentemente, não defendia apenas as suas cores nem somente a sua torcida, espalhada pelos quatro cantos do país. Ressalvando, claro, aqueles torcedores ferrenhos que jamais abririam mão de secar a equipe rubro-negra, o Flamengo representava, sim, o futebol brasileiro.
E falo isso com toda certeza e com a franqueza que se faz necessária: o Flamengo honrou o futebol que, sem dúvida alguma, ocupa lugar de destaque no cenário internacional. Falamos isso diante de tudo o que o futebol brasileiro conquistou ao longo da história, sendo detentor do maior número de títulos de Copa do Mundo.
A alegria que fica é perceber que, muito embora a equipe francesa tenha jogadores reconhecidamente craques, com toda honestidade, não vi uma diferença tão grande entre o PSG e o Flamengo. O time jogou de igual para igual. :: LEIA MAIS »
















