:: ‘Artigos’
Não se trata cachorro como se fosse gente
Por Eduardo Afonso
Cachorro é cachorro, gente é gente.
Cachorro tem que ser tratado como cachorro – com respeito à sua fidelidade, ao seu caráter, ao seu amor e sua pureza…
Cachorro não finge, não trai, não julga, não mente…
Cachorro te ama pelo que você é, seja lá quem você for, milionário ou indigente…
Cachorro é emocionalmente inteligente, não guarda mágoas. Perdoa sem que você tenha que implorar perdão.
E, uma vez perdoado, o perdão é permanente.
Por que haveríamos de tratar um ser assim como se fosse gente?
Gente a gente também não deve tratar como cachorro… porque não é qualquer um que merece carinho na barriga, cafuné na orelha, demonstração de amor sem motivo aparente. :: LEIA MAIS »
O abjecto trabalho infantil no Brasil
Trabalho infantil é toda forma de trabalho realizado por crianças e adolescentes abaixo da idade mínima permitida, de acordo com a legislação de cada país. São os mais variados vídeos enviado por Criança Livre de Trabalho Infantil, O trabalho infantil pode ser uma prática mais comum do que se imagina! O trabalho infantil é altamente prejudicial ao desenvolvimento da criança e do adolescente¹O trabalho infantil é altamente prejudicial ao desenvolvimento da criança e do adolescente, começa quando uma criança começa a trabalhar com menos de 16 anos de idade. Essa prática é proibida no Brasil e pode provocar a prisão dos pais ou dos responsáveis, assim como da pessoa que realizou a contratação da criança. :: LEIA MAIS »
Nada melhor que um abraço!
“Mas o melhor do abraço não é a ideia dos braços facilitarem o encontro dos corpos. O melhor do abraço é a sutileza dele. A mística dele. A poesia. O segredo de literalmente aproximar um coração do outro para conversarem no silêncio que dá descanso à palavra. O silêncio onde tudo é dito sem que nenhuma letra precise se juntar à outra. :: LEIA MAIS »
“Por toda parte as lágrimas denunciam a presença da dor ou o estilete da saudade, a agonia da separação ou perda de algo valioso”
“Por toda parte as lágrimas denunciam a presença da dor ou o estilete da saudade, a agonia da separação ou a perda de algo valioso.
Em todas as épocas da história, fez parte das lutas humanas e vazando pelos olhos, eclipsa a visão do caminho ou areja a estrada da evolução, dependendo das causas que a provocam.
Tem quem as promova, desencadeando forças contrárias ao progresso e ao bem, respondendo pelas mesmas ante a cobrança das leis de justiça, das quais Espírito algum pode se evadir.
A viuvez que pranteia a cripta fria, a ocultar o ser amado que a morte furtou do convívio.
As lágrimas da orfandade, que se renovam a cada dia, na esperança de que os genitores desaparecidos regressem, trazendo nas mãos braçadas de flores. :: LEIA MAIS »
08 de março, Dia Internacional da Mulher!
“Estão por toda parte.
Anônimas ou célebres, deixaram em seu tempo a aragem suave da presença materna.
Submetidas ao talante da dominação do macho alfa, se viram pisoteadas nos sentimentos e responderam com silêncio e lágrimas, que o mundo não viu.
Arrastadas como troféus de guerra ou vendidas como alimárias raras, deixaram para trás o torrão natal e foram constrangidas a respirarem diferentes culturas, ofertando os ventres para procriação forçada.
Atrás de reis e imperadores, papas e dominadores cruéis, ali estavam, submissas e silenciosas, carregando vassouras na limpeza de aposentos faustosos ou escravizadas a panelas e talheres, pias e tanques, onde se faziam servas da higiene de imundos morais. :: LEIA MAIS »
Diversidade religiosa, liberdade de crença, culto e fé
Por Alexandre Aguiar
Ainda sobre a visita de sexta-feira na Igreja do Bonfim. Por um momento retirei a máscara para registrar um retrato com a lembrança das fitinhas amarradas no átrio da Igreja à Senhor do Bonfim, que também é Oxalá.
Estas fitinhas afirmam o laço sincretico afetivo religioso do povo brasileiro na nossa crença. Então, no dia 21 de janeiro de 2022, comemorei o Dia Contra a Intolerância Religiosa, na Cidade do Salvador, Bahia de Todos os Santos. :: LEIA MAIS »
“Não pergunte o que seu país pode fazer por você, pergunte o que você pode fazer por seu país”, diz a professora Aline Pedreira Andrade
Recebi na manhã de hoje o texto que publicarei a seguir enviado pela ilustre professora Aline Pedreira Andrade, que merece a sua leitura:
“Eu escolhi FHC uma vez e não me arrependo, votei novamente e aceitei o resultado ruim, tbm me culpando, mas segui trabalhando, pagando meus impostos, contribuindo com a nação e esperando por um Brasil melhor;
Eu não escolhi Lula por duas vezes, mas aceitei o resultado e continuei a trabalhar por um país melhor. E sempre tive fé. Morria de vontade de estar errada, pq amo o país que é nosso teto e chão. :: LEIA MAIS »
























