:: ‘Artigos’
Vem do sul do estado, de Itabuna, a opinião do ilustre Jorge Almeida. Ele faz referências a Manno Góes e Beliska! Por favor, peço aos leitores permissão para publicar
“Caro Massinha,
Ao ler um seu texto, publicado nesta segunda-feira de carnaval sem carnaval, intitulado
“Manno Góes abre a alma: “Beliska, não morra!, senti-me na obrigação de me manifestar sobre o que você escreve.
(A propósito, hoje fiquei orgulhoso de sua terra por ser considerada a melhor para se viver na Bahia e a segunda do nordeste.)
Não quero ser piegas (embora pareça), mas sempre que posso tenho acompanhado o seu trabalho como comunicador.
Normalmente fico muito satisfeito com o que vejo. :: LEIA MAIS »
Aline Pedreira opina sobre o momento que vivemos: “investir seriamente no professor e punir os políticos corruptos”
Considero a professora Aline Pedreira uma das mais entusiastas defensoras da educação em nossa cidade. É apaixonada pelos meninos e meninas que estão ao seu redor, cuida de todos como se fossem seus filhos e filhas, sente na pele a angústia desses jovens que buscam no saber, vencer na vida, ajudar a si mesmo e ser orgulho para a família. Existe uma relação de confiança mútua entre Aline e essa turma inquieta em busca do futuro.
O texto a seguir é da sua autoria, ela o fez na manhã de hoje, entre uma tarefa e outra. O seu tempo é muito bem distribuído, e sempre tem um espaço reservado para discutir a nossa educação, de Conquista, da Bahia e do Brasil:
“Em países que não possuem recursos naturais como Singapura, o governo instituiu a Educação do povo como prioridade, desde os primeiros passos da alfabetização até ao doutorado de muitos, nas áreas mais complexas: da medicina à tecnologia mais avançada, como? :: LEIA MAIS »
A imortalidade de uma vida
A Academia Conquistense de Letras, neste momento, cumpre o seu papel, manifestando o respeito e admiração pelo Escritor, Poeta, Dramaturgo e teatrólogo Carlos Jheovah de Brito Leite, que se foi do convívio familiar, da Entidade e de toda a comunidade conquistense no dia 31 de dezembro de 2020.
É muito difícil definir verdadeiramente, a representatividade desse homem na vida cultural de Vitória da Conquista e horizonte a fora. Quem com ele conviveu diretamente, há de entender o quanto é difícil falar, por pouco que seja, sobre a sua trajetória de vida, por onde quer que passou.
Merecidamente, admirado e homenageado por diversas Entidades Culturais, Instituições de Ensino, Associações de Bairros, Grupos de Teatro, Carlos Jheovah, em sinal de gratidão, deixava o seu sorriso e a doçura do seu olhar, como marcas profundas, no coração de todos os admiradores que o seguiam e o observavam. :: LEIA MAIS »
Um sinal de esquerda
Por Iara Damiana Campos Alves
Passageira apressada, venho observando ao longo da vida que, no percurso do dia a dia, os transeuntes cruzam-se, confrontam-se, defrontam-se, mas não se encontram. E, nessas minhas passagens de lucidez afetiva, cansada de tanta solidão voluntária, saio em busca do meu amigo caminhador para conversarmos amenidades, sob o sol moreno da primavera.
As nossas conversas apresentam sempre um produto caro, à prestação, mas nunca fiado. E, entre uma fala e outra, bisbilhotamos a folha corrida da crase – variante morfofonêmica, resultado da juntura de duas vogais iguais. :: LEIA MAIS »
Sublimação de axé na lavagem dos garimpeiros de Lençóis
Por Alexandre Aguiar*
Seguem algumas fotos da Lavagem da Igreja do Padroeiro dos Trabalhadores Artesanais das Lavras Diamantinas da Bahia na Cidade de Lençóis, que acontece desde 1852, ano da chegada da imagem católica, quando os garimpeiros, mineiros, vindos do Tejuco, Diamantina e etc, já estavam na procura e cata dos diamantes e carbonatos nos veios dos rios locais.
O culto ao Padroeiro dos Garimpeiros Artesanais continua acontecendo mesmo após a mudança de época que findou o extrativismo mineral na cidade de Lençóis, que se deu em 1996. Os garimpos artesanais, em viés de historicidade, passaram pela descoberta, ascensão, apogeu, glória e declínio até o ostracismo do garimpo manual, daí vieram os garimpos mecânicos ou predatórios.
Os garimpos mecânicos ou predatórios, por cobiça e impactos ambientais restaram interrompidos, sendo os garimpeiros artesanais, no final confundidos com os dragueiros, incompreendidos e criminalizados. A mulher também foi garimpeira, à exemplo de Chica. Entre 1845 até 1996, os garimpeiros artesanais e suas famílias influenciaram quase 2 (dois) séculos do modo de ser, criar, fazer e viver do povo nesta Chapada do Sertão, uma vereda do Brasil profundo. :: LEIA MAIS »
Isabel Allende, escritora chilena: “não se pode viver com medo, porque isso te faz imaginar o que ainda não aconteceu e isso te faz sofrer em dobro”
Trancada em casa com sua família e com dois cachorros, a escritora chilena Isabel Allende vive nos Estados Unidos há 30 anos. Perguntada sobre o principal medo que implica o vírus, que é o da morte, a escritora contou que desde que a sua filha Paula morreu, há 27 anos, perdeu o medo para sempre: “Eu a vi morrer em meus braços, e percebi que a morte é como o nascimento, é uma transição, um limiar, e perdi o medo no pessoal. Sei que se esse vírus me pegar tenho mais chance de morrer do que a média da população, já que faço parte do grupo mais vulnerável (tenho 77 anos). Então a possibilidade de morrer se apresenta muito clara para mim neste momento. Eu a vejo com curiosidade e sem medo. O que a pandemia me ensinou é a soltar coisas, a perceber o pouco que eu preciso. Não preciso comprar, não preciso de mais roupas, não preciso ir a lugar nenhum, nem viajar. Eu acho que tenho demais. Eu vejo à minha volta e digo: pra que tudo isso? Para que eu preciso de mais de dois pratos? :: LEIA MAIS »
Mais uma estrela de 1ª grandeza surge no céu
*Por Dr. Afranio Garcez.
Pelo que você, ouve, vê pode até achar que nos dias atuais o mal esteja vencendo o bem, pois as notícias que recebemos diariamente são sempre tristes, e um dos males a ser combatidos no Brasil nestes tempos de trevas, são o coronavírus, a fome, a volta da miséria extrema, e principalmente a perda dos nossos grandes amigos e mestres. O historiador Humberto Murilo Flores dos Santos, ou simplesmente Humberto Flôres morreu no último dia 23 de dezembro do corrente ano de 2020 aos 88 anos, em Vitória da Conquista/Ba, por complicações do coronavírus. Ele estava internado desde outubro no Hospital Samur, no município. :: LEIA MAIS »
Um dia de despedidas!
Por Edvaldo Paulo de Araújo
Despedidas são assim, com cara de chuva que unida.
Despedidas doem arrebatam a alma na tristeza do não mais olhar.
Transferiu para o outro lado da vida o meu grande amigo Humberto Flores. Homem educadíssimo, honesto, culto, cativante, um gentleman, amigo de todos e de uma gentileza imensa.
No nosso último encontro, a sua última frase “se eu mim for, quando tu chegar lá vou fazer uma grande festa”, na certeza da vida plena espiritual. :: LEIA MAIS »
2020: o ano que não terminou
Por Dr. Afranio Garcez*
• Dedicado à humanidade, aos meus queridos amigos, Bira Mota, Edmilson Gonçalves, Mara Porto, José Carlos Latinha, Pedro Massinha, à minha esposa Carla, e meus filhos, ao Padre Carlos Roberto Pereira, aos médicos Arnaldo Rocha e Francisco Paulo Ribeiro Rocha (Chicão), ao Prof. Coriolano Moraes, ao talentoso artista plástico, Allan Kardeck Cardoso Lessa (Allan de Kards) Beto Magno VM Filmes, ao diretor e roteirista Lázaro Faria e as confreiras e confrades da Academia Conquistense de Letras, e companheiros da Casa do Cinema da Bahia.
Uma Conquista nossa
Após ver e comentar duas postagens no Facebook, sobre a entrega de uma moção de aplauso – mais do que merecedora -, ao meu ex-professor, o advogado e intelectual Dr. Afrânio Leite Garcez, à quem costumo chamar carinhosamente de Dom Garcez, comecei a me lembrar dos inúmeros artigos por ele escrito sobre Vitória da Conquista, nossa terra natal. Relembrei que certa feita eu e minha saudosa mãe íamos atravessando a Praça Tancredo Neves, e eu desanimado, e após cumprimentar Dom Garcez, paramos um pouco e ele me disse uma frase que de profecia se transformou em realidade, e a frase foi dita com pureza, sinceridade e com todo cuidado para não me ferir a frase foi a seguinte: “Beto vá para Salvador, entre numa faculdade, Conquista é pequena para sua grandeza”. Depois de muito pensar e meses após fui de mala e cuia para Salvador, e ainda sou devedor deste bom conselho que somente pessoas com o coração nobre e repleto de generosidade pode dar. Fiz o vestibular fui aprovado num curso superior e me tornei posteriormente roteirista, diretor, e cineasta. Jamais deixei de pedir conselhos ao meu caro amigo Dom Garcez, e eu me lembro que certa feita ele elogiava tanto o crescimento de Conquista, falava tanto de diversas carências, e de planos que ele possui e todos exequíveis, que o respondi: “Dom Garcez você é um marqueteiro nato, vende facilmente a imagem de Vitória da Conquista”. Nunca perdemos o vínculo de amizade, sempre falamos por telefone ou via WhatsApp, porque ultimamente estou finalizando um filme em Cachoeira, e também pelo falecimento dos meus genitores. Nunca fiquei sem ter notícias verdadeiras sobre Vitória da Conquista. No início do mandato do prefeito reeleito Herzém Gusmão, eu comentei com Dom Garcez que estava indo para Conquista e que ele estava convidado para integrar a comitiva da família do Glauber Rocha, comandada por Paloma Rocha e primos, numa possível aquisição do imóvel onde nasceu o pai do cinema novo. Ele declinou o convite, pois tinha outros compromissos e eu entendi. :: LEIA MAIS »
























