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:: ‘Colunistas’

Mais um belíssimo texto da nossa querida amiga, Tia Nem, de Itabuna


Meus amigos, minhas amigas, caros leitores do Blog do Agito Geral, eu cometi um erro ao não fazer um comentário sobre o texto que a minha querida Tia Nem nos encaminhou na terça-feira passada. Deixei passar, não comentei, mas já pedi desculpas a ela por essa omissão. Hoje, não poderia deixar de escrever algumas palavras sobre o que ela nos traz e que publicaremos em nosso blog.

Eu sempre sou chamado à atenção pela minha família, até pela caçula de quinze anos, de que a gente não precisa dar tantas explicações. E o tempo passa, a vida segue, e vamos descobrindo que isso é verdade.

A nossa intimidade, o nosso íntimo, aquilo que carregamos dentro de nós, nos pertence. Ninguém sabe exatamente o que se passa no interior de outra pessoa. Quantas vezes tentamos explicar aquilo que sentimos, aquilo que fazemos, quando, na verdade, determinadas coisas pertencem somente a nós?

E quero dizer à Tia Nem que aprendi mais um pouco com a vida depois de ler esse texto maravilhoso. É exatamente isso que uma boa leitura faz: provoca, ensina, desperta uma reflexão e, muitas vezes, nos faz enxergar algo que estava diante dos nossos olhos, mas que ainda não havíamos percebido.

Aproveito, Tia Nem, para repetir algo que já lhe disse: tenho uma admiração muito especial pelo que você escreve. Seus textos têm sensibilidade, experiência e essa capacidade tão bonita de fazer o leitor pensar sobre a vida.

Você é um verdadeiro brinde para os seus leitores aí do Centro-Sul e, agora, também para nós aqui no Sudoeste da Bahia, através do Blog do Agito Geral. :: LEIA MAIS »

Poema escrito e assinado pelo engenheiro Gilberto Luna.


O Tempo Não Cabe no Meu Peito

Autor: um jovem idoso…

Dedico este poema a todos os que descobriram que o tempo é uma ilusão do calendário, e que a verdadeira juventude não se mede pelos anos vividos, mas pelos projetos que ainda faremos nascer.

Carrego no peito os janeiros dos meus setenta e tantos,
Mas na mente, o brilho dos meus vinte e cinco.

Não sou o espelho que me mostra ancião,
Sou o horizonte aberto que se renova por dentro, até o infinito.

Se me perguntam os anos, repito o sábio antigo:
Tenho apenas os dez ou doze que me faltam viver,
Pois o amanhã é meu único tempo real,
E a juventude é o pulsar que não aceita morrer.

O calendário na parede insiste em marcar o compasso,
Mas minha mente ignora as folhas que o tempo levou. :: LEIA MAIS »

A inveja e a maledicência: o incômodo diante de quem produz.


Por Maria Reis Gonçalves (Tia Nem)

Existe um tipo de pessoa que não suporta ver o brilho alheio.

Não porque lhe falte inteligência, oportunidade ou capacidade de crescer, mas porque lhe falta disposição interior para construir a própria trajetória. E quem não constrói, quase sempre passa a vigiar a construção do outro.

A inveja raramente se apresenta de forma clara. Ela se disfarça de crítica exagerada, de ironia, de opinião “sincera demais”, de comentários maldosos ditos em tom de preocupação ou superioridade moral.

O invejoso dificilmente admite a própria inferioridade emocional. Por isso, prefere diminuir aquilo que não consegue alcançar.

Há pessoas que vivem como espectadoras da vida. Não criam, não realizam, não contribuem, não produzem nada que deixe marcas positivas no mundo. Ainda assim, comportam-se como autoridades absolutas sobre tudo. São especialistas em apontar erros, julgar caminhos, condenar iniciativas e desacreditar sonhos. Possuem opinião para tudo, respostas para tudo

e certezas sobre tudo, mas quase nunca apresentam obras, atitudes ou exemplos concretos que sustentem tanta arrogância.

Enquanto alguns dedicam tempo para aprender, trabalhar, estudar, servir e evoluir, outros gastam energia observando, criticando e espalhando maledicência. E é curioso perceber que os alvos quase nunca são pessoas apagadas ou improdutivas. A inveja escolhe exatamente aqueles que se destacam em alguma área: os que possuem talento, inteligência, sensibilidade, competência, coragem ou reconhecimento.

Ninguém sente inveja de quem não desperta admiração.

Por isso, pessoas produtivas frequentemente se tornam alvo de comentários venenosos, fofocas e tentativas de desvalorização. O brilho alheio incomoda quem vive na escuridão emocional.

A dedicação de alguém evidencia a acomodação do outro. O sucesso de uma pessoa confronta diretamente as desculpas de quem desistiu de si mesmo. :: LEIA MAIS »

Mais um belo texto escrito e assinado por Maria Reis Gonçalves (Tia Nem)


Meus amigos, minhas amigas, caros leitores, os nossos seguidores que acompanham o nosso blog já estão acostumados: toda terça-feira temos uma pérola escrita por essa querida amiga da nossa terra grapiúna, Itabuna, aqui no sul do estado. E, sinceramente, já não me surpreendo mais.

Tudo o que ela faz, tudo o que escreve, é convidativo, interessante e, ao mesmo tempo, serve como um alerta e uma reflexão para todos nós. O tema que ela traz hoje é algo que nos toca profundamente: a coragem. A coragem e o medo. Ela faz um paralelo muito interessante, porque sabemos que, quando estamos de posse de um carro, de um automóvel, muitas vezes nos sentimos corajosos.

De posse de um microfone, comunicando-nos com os ouvintes, também nos sentimos corajosos. E diante de um computador igualmente podemos nos sentir corajosos ao escrever alguma coisa. Mas é preciso que também tenhamos temor, prudência e responsabilidade para não cometer injustiças, não sermos indelicados e, mais tarde, não sermos obrigados a conviver com o arrependimento por aquilo que dissemos ou escrevemos.

Mas vamos ao texto, que é o que realmente interessa. Tenho certeza de que, mais uma vez, a nossa querida Tia Nem nos convida a pensar, refletir e olhar para dentro de nós mesmos.

Grande abraço, Tia Nem, para você e para todos os nossos leitores. :: LEIA MAIS »

Mais um texto escrito e assinado pelo empresário Edvaldo Paulo.


Não, não, não, não, não!

 Por Edvaldo Paulo de Araújo

 Não sou um homem de “talvez”. Às vezes, fico quieto. Posso ser evasivo. Às vezes, irei adiar ou tentar evitar dizer. Mas, no fim, não irei dizer o que você quer ouvir só porque é o que você deseja.

Mesmo que tenhamos um instinto quase sobrenatural para agradar, mesmo que odeie desapontar as pessoas, sejamos adeptos de dizer “não” quando for “não”. Há momentos em que podemos dizer, “deixe-me pensar sobre isso”, mas quando soubermos que a resposta é “não”, devemos dizer. Sei que isso não é tão fácil ou simples quanto parece. Não esqueçamos que “não” é uma sentença completa e definitiva.

Não gosto de dizer essa palavra e acho que ninguém gosta. Muitas vezes, lutamos para dizê-la de modo cortês. O preço de não dizer “não” agora torna-o ainda maior e mais difícil de dizê-lo depois. Melhor desapontar alguém logo. Não vou impingir o custo disso a outra pessoa; quando digo, sou claro e definitivo. Oferecer esperanças é deixar a porta entreaberta. Se esta é a decisão, por que não fechar a porta?

Fernando Nascimento sempre me dizia que não gostava de emprestar dinheiro a amigos, pois o risco era de perder os dois. Que era melhor ficar com vergonha um minuto, quando se proferia o “não”, do que ficar com ele engasgado por toda a vida por ter dito “sim”.

Tenho dito muitos “nãos” em minha vida. ”Desculpe, mas a resposta é não”. Não devemos desperdiçar os “nãos” quando não o forem (risos). Nas nossas vidas, temos dito muitos “nãos” no momento em que era preciso. Não digo “não” quando não tenho que dizer. Muitas vezes, fui estratégico nas “negativas”. :: LEIA MAIS »

Tia Nem, de Itabuna: quanta leveza nos textos da minha querida amiga. Leiam!


Como é gratificante ler os textos maravilhosos da minha querida amiga Tia Nem, da nossa fantástica Itabuna. É um privilégio, minha amiga, receber essas crônicas e poder compartilhá-las com os nossos leitores, não apenas de Vitória da Conquista e da região Sudoeste, mas também de toda a região Sul da Bahia.

Tenho criado o hábito de levar as matérias do nosso blog também para o programa de rádio. Nem sempre é possível ler tudo, mas uma coisa eu posso afirmar: a cada texto seu, eu aprendo um pouco mais. Por isso, convido os nossos queridos leitores a apreciarem mais uma pérola escrita pela minha querida amiga.

Tenho um desejo muito especial: trazê-la um dia a Vitória da Conquista para que, no entardecer, início da noite, você e os poetas da nossa cidade se reúnam na Catedral das Flores, um espaço tão bonito e acolhedor, para um recital de poesia. Seria um momento inesquecível, em que pessoas com a sua sensibilidade dividiriam o palco e as emoções com o público conquistense.

É um cenário encantador. Temos a Catedral das Flores e também um belíssimo orquidário, espaços construídos na atual gestão da prefeita Sheila Lemos e que se tornaram verdadeiros convites à contemplação, à cultura e ao encontro entre pessoas que fazem da arte um instrumento de beleza e inspiração.

Leia na íntegra:

As cicatrizes que a vida nos deu.

Por Maria Reis Gonçalves (Tia Nem)

Há pessoas que carregam cicatrizes visíveis. Outras escondem marcas que nenhum espelho é capaz de refletir. São feridas deixadas por palavras que nunca deveriam ter sido ditas, por silêncios que machucaram mais do que qualquer grito, por despedidas inesperadas, perdas irreparáveis, rejeições, traições e sonhos que morreram antes de florescer.

A vida tem o estranho hábito de nos ensinar através da dor. E, por mais que desejemos um caminho sem sofrimento, é justamente nas curvas mais difíceis que descobrimos aspectos de nós mesmos que jamais conheceríamos em tempos de calmaria.

As cicatrizes não são apenas lembranças do que aconteceu. Elas revelam que houve uma batalha. Contam, silenciosamente, que alguém caiu, chorou, pensou em desistir, mas, de alguma forma, encontrou forças para continuar. São páginas escritas na pele da alma.

Vivemos, porém, em uma sociedade que valoriza a aparência da perfeição. As pessoas escondem suas dores para parecerem fortes. Sorrimos para as fotografias enquanto, por dentro, tentamos juntar os pedaços de um coração cansado. Criamos personagens para sermos aceitos, esquecendo que é justamente a nossa humanidade que nos torna dignos de amor. :: LEIA MAIS »

Leiam a opinião de Gilberto Luna sobre quem deveria ser o técnico da Seleção Brasileira.


Já é do conhecimento de todos que, mesmo antes de a Seleção Brasileira chegar aos Estados Unidos, ao México e ao Canadá para a disputa da Copa do Mundo, a CBF já havia definido a permanência de Carlo Ancelotti no comando da equipe, firmando contrato para que ele desse continuidade ao trabalho à frente da Seleção Brasileira.

A decisão foi tomada para que o treinador tenha tempo suficiente para formar uma equipe capaz de recolocar o Brasil no caminho do tão sonhado hexacampeonato. A própria CBF entendeu que o período de preparação antes desta Copa foi muito curto para que Ancelotti pudesse implantar plenamente a sua filosofia de trabalho e montar uma seleção ainda mais competitiva.

É verdade que o Brasil dispõe de uma geração de atacantes capaz de enfrentar qualquer seleção do mundo. Nesse aspecto, poucos países possuem tantos jogadores talentosos. Por outro lado, não podemos fazer a mesma afirmação em relação ao sistema defensivo e ao meio-campo, setores que ainda carecem de maior regularidade e de novos destaques. Mas haveremos de descobri-los.

Enquanto isso, o engenheiro Gilberto Luna apresenta um ponto de vista diferente. Em seu artigo, defende que o técnico ideal para comandar a Seleção Brasileira seria Luiz Felipe, atual treinador do Flamengo, e expõe as razões que sustentam essa opinião.

Fica, portanto, esse registro. Talvez Gilberto ainda não tenha tomado conhecimento de que a CBF já definiu a continuidade de Carlo Ancelotti à frente da Seleção Brasileira.

Agora é acompanhar a matéria e conhecer os argumentos apresentados pelo articulista: :: LEIA MAIS »

Mais um belo texto da ilustre itabunense Maria Reis Gonçalves (Tia Nem).


Amigos e amigas, caros leitores do nosso blog, como é agradável, como é convidativo ler o que escreve essa figura incrível, tão simpática e tão generosa. É uma pessoa que tira de dentro de si aquilo que tem de mais nobre, busca no fundo da alma os seus melhores sentimentos e os compartilha com os outros. E, acima de tudo, transmite uma mensagem de amor às pessoas e de valorização da humildade.

A nossa querida Tia Nem, cujo nome de batismo é Maria Reis Gonçalves, tem essa capacidade de transformar palavras simples em conforto para quem as lê. Por isso, mais uma vez, trago aos nossos leitores um dos seus belos escritos. Ela já faz parte da família do nosso blog.

E, desta vez, fala de uma virtude muito importante: a humildade.

Ao ler o seu texto, lembrei-me de um episódio que vivi certa vez, quando subia a Serra do Marçal, tão conhecida pelos nossos leitores de Itabuna e de toda a região sul da Bahia, já no caminho para a minha querida Vitória da Conquista.

Subia aquela serra sinuosa e perigosa, embora belíssima para quem percorre o trajeto com prudência, quando, à minha frente, seguia um caminhão carregado com uma carga muito pesada.

Ao perceber que eu me aproximava, o motorista deslocou o caminhão para a faixa adicional, como quem dizia: “Pode passar.”

Ao ultrapassá-lo, fiz um gesto muito simples: dei uma leve buzinada em sinal de agradecimento.

Ele respondeu levantando o polegar, fazendo um sinal positivo. Naquele instante, percebi que custa tão pouco sermos gentis, educados e humildes. Imaginei aquele senhor, talvez com cinquenta ou sessenta anos de idade, viajando, quem sabe pensando na família, no trabalho, na vida. Não custava absolutamente nada agradecer aquele gesto de cortesia. Também isso é humildade.

E é exatamente sobre isso que Tia Nem escreve com tanta sensibilidade neste belíssimo texto.

Minha querida Tia Nem, mais uma vez, muito obrigado por compartilhar conosco as suas reflexões.

Aos nossos leitores, fica o convite: leiam com atenção mais esse belo texto dessa querida amiga da nossa vizinha Itabuna, a inesquecível terra grapiúna. :: LEIA MAIS »

Tia Nem traz mais um dos seus belos escritos e nos mostra que viver é muito mais simples do que pensamos.


Tia Nem, cujo nome é Maria Reis Gonçalves, é da nossa querida Itabuna, a terra grapiúna, no sul da Bahia. E é com muita satisfação que trago aos leitores do Blog do Agito Geral mais uma das suas reflexões, sempre escritas com sensibilidade e um olhar muito especial sobre a vida.

Desta vez, ela nos convida a perceber que viver é muito mais simples do que imaginamos. Muitas vezes somos nós mesmos que complicamos o caminho, quando, na verdade, a felicidade está muito mais próxima do que pensamos.

Basta olhar ao nosso redor. Basta perceber as coisas bonitas que o Criador nos deixou para contemplar e desfrutar: o correr das águas dos rios, o vento que sopra suavemente, o perfume das flores, o canto dos pássaros, o abraço de um amigo, o encontro com as pessoas que amamos e os pequenos gestos que tornam a vida tão valiosa.

Ao contrário do que muitos imaginam, a vida não é complicada por natureza. Somos nós que, muitas vezes, a tornamos assim, envolvidos por uma busca incessante de acumular conquistas materiais, preocupações e compromissos, esquecendo de olhar para o lado e valorizar quem caminha conosco.

Tudo depende de nós. Da forma como enxergamos o mundo, das escolhas que fazemos e da capacidade de perceber que a verdadeira riqueza está, quase sempre, nas coisas mais simples.

Por isso, leiam com atenção mais esse belo texto de Tia Nem. Tenho certeza de que suas palavras nos farão refletir e perceber que, muitas vezes, insistimos em procurar um norte distante, quando o verdadeiro caminho sempre esteve bem diante dos nossos olhos. :: LEIA MAIS »

Maria Reis Gonçalves, a querida tia Nem, nos convida a refletir sobre o verdadeiro sentido da vida


Meus amigos, minhas amigas, caros leitores do Blog do Agito Geral, Maria Reis Gonçalves, a nossa querida tia Nem, é uma amiga muito especial da cidade de Itabuna, por quem tenho um carinho enorme, embora já faça algum tempo que não nos falamos.

Eu gosto da tia Nem, da sua maneira de enxergar a vida, da sensibilidade que lhe é própria e da forma leve e profunda com que transforma sentimentos em palavras. É uma figura simpaticíssima, daí o apelido carinhoso pelo qual é conhecida e querida por tantos: tia Ne.

Pois bem. Faço parte de um grupo de amigos da terra grapiúna, essa imponente cidade do sul da Bahia, tão rica em história e cultura, e, de repente, me deparei com mais um escrito da tia Nem.

E, como aconteceu em outras ocasiões, fui profundamente tocado pelas suas palavras.

Mas confesso que esse texto, em especial, me chamou ainda mais a atenção. Talvez porque seja tão atual, tão verdadeiro, tão presente neste mundo em que vivemos, onde tantas vezes buscamos explicações para as inquietações da alma e, paradoxalmente, as respostas estão dentro de nós mesmos. Mas, por alguma razão, insistimos em não ouvi-las.

No seu texto, tia Nem nos lembra que viver pode ser algo muito mais simples do que imaginamos, apesar dos caminhos que o mundo moderno insiste em nos apresentar. Em tempos de internet, redes sociais e conexões instantâneas, parece que fomos condicionados a possuir mais do que a ser.

E é justamente aí que está uma das passagens mais bonitas e mais emblemáticas do seu escrito.

Ela nos convida a refletir. Por que não valorizarmos mais os almoços de domingo em família? Por que não darmos mais importância aos abraços sinceros, ao aconchego de um colo, a um afago, a uma palavra amiga, à presença daqueles que amamos? Por que não? Afinal, são essas pequenas grandezas que dão sentido à vida. :: LEIA MAIS »

alessandro tibo


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