:: ‘Colunistas’
O engenheiro civil Gilberto Luna traz mais uma importante reflexão para os nossos leitores

Amigos e amigas, caros leitores, o Brasil inteiro respira futebol. E poderíamos dizer que o mundo também. Mesmo aqueles que não são apaixonados pelo esporte mais popular do planeta acabam acompanhando, ainda que de longe, os acontecimentos da Copa do Mundo, a maior competição esportiva do futebol mundial.
E esta edição da Copa já entrou para a história por diversos aspectos, despertando debates, análises e reflexões que vão muito além das quatro linhas.
É dentro desse contexto que trazemos mais uma contribuição do engenheiro civil Gilberto Ferreira Luna, colaborador do nosso blog e uma figura bastante conhecida em Vitória da Conquista. Gilberto foi um dos pioneiros da construção civil no município, através da Ecosane, e ao longo dos anos tem compartilhado suas análises sobre temas diversos, sempre buscando provocar reflexão entre os leitores.
Desta vez, ele volta o olhar para o futebol e faz uma interessante comparação com a histórica Copa do Mundo de 1970, considerada por muitos especialistas, jornalistas e torcedores como o momento em que o Brasil apresentou a melhor seleção de sua história.
Foi uma equipe formada por jogadores extraordinários, atletas que superaram desafios, romperam barreiras e construíram uma trajetória que permanece viva na memória dos apaixonados pelo futebol.
Gilberto também resgata aspectos políticos daquele período, lembrando que o contexto da época era muito diferente do atual. Havia uma forte influência do ambiente político sobre diversos setores da sociedade, inclusive sobre o futebol, e determinadas decisões acabavam repercutindo muito além dos gramados.
Ao trazer essa análise para os dias atuais, ele estabelece um paralelo com o trabalho desenvolvido pelo técnico Carlo Ancelotti.
Segundo a reflexão apresentada, Ancelotti chegou ao comando da Seleção Brasileira com um projeto que vai além desta Copa do Mundo. Trata-se de um planejamento voltado para o futuro, visando consolidar uma equipe competitiva e preparada para os próximos ciclos do futebol mundial, inclusive pensando na Copa de 2030. :: LEIA MAIS »
No paraíso da consciência

Por Edvaldo Paulo de Araújo
Na cruxificação de Jesus, na dor mais terrível que o corpo humano pode passar,apregoado na cruz, o ladrão ao lado dele também crucificado, ao ver a situação de Jesus, o olha penalizado e diz..”eu mereço mas esse homem é um justo..”, Jesus infinitamente sensitivo, percebe os murmúrios na dor do pobre homem e diz “hoje mesmo estarás comigo no reino dos céus”.Jesus na sua imensidão infinita espiritual, sua força de perdão e entendimento absoluta quanto ao ser humano, percebe ali a chamada de consciência daquele homem, que através do sofrimento, menciona sem rodeios e na mais grandiosa humildade..”eu mereço” e o mestre o perdoa em cima da sua imensa grandeza e poder.
Josehp Glaber, no livro transcrito pelo médio Robson Pinheiro, diz que a consciência nada tem a ver com o cérebro e que é imensurável a sua grandeza. Para dar importância, só através do conhecimento, do crescimento espiritual, que passa pelo entendimento das leis que verdadeiramente nos rege.
A consciência é o único território que ninguém invade sem sua devida permissão. É imensa, incalculável, mas pode viver trancada num quarto escuro.
Consciência bruta é aquela que só reage. Bateu,bateu.Xingou, xingou. Não pergunta “por que”, só executa o programa que recebeu do porque e cabe inteira no próprio umbigo. É medíocre porque se contenta com migalhas de razão.
E quanta tragédia nasce dali: guerra traição, abandono, corrupção.Não muitas vezes por maldade pura.Por falta de luz.Olho sem luz não vê, mesmo com paisagem na frente.
A consciência lapidada pergunta antes de agir” isso é útil?isso honra quem eu quero ser?”. Sente o outro, como a dor do amigo doente, que vira tua dor. Ao ver pessoas em sofrimento, sente a dor delas, como se sua fosse. Desigualdade deixa de ser estatística. Vê o invisível: enxerga consequência, enxerga legado, enxerga as futuras gerações.
Paulo chamou isso de “mente de Cristo”.Robson Pinheiro chama de “consciência cósmica”.Daniel viveu isso:numa Babilonia corrupta, escolheu não se contaminar. Não porque era santo, mas porque a consciência dele já era grande demais para caber no prato do rei.
O drama humano, tem tecnologia para ir a lua, mas consciência para brigar por coisas tão fúteis. Tem bomba atômica , mas não tem freio pra língua em casa. Elevar a consciência doe , é martelo e cinzel. É preferir silencio quando pode lacrar. É visitar um amigo em vez de rolar feed. É admitir “eu tô errado|||”. :: LEIA MAIS »
Mundo real ou mundo simbólico?

Por Edvaldo Paulo de Araújo
Recentemente vi um vídeo extraordinário sobre o tema “mundo real e mundo simbólico”, apesar de toda pesquisa, não achei quem fora o autor. O tema e distinção dele é do psicanalista francês Jacques Lacan, que para ele o “mundo “é compreendido através de três registros interligados – o Real, o simbólico e o imaginário (a tríade RSI) – E NÃO APENAS UM “REAL” VS “SIMBOLICO. O sujeito humano é constituído pela intersecção desses três campos.
Ele coloca esse tema no vídeo dizendo: ” que o problema do Brasil recentemente é uma sandália e para simplificar.
O mundo simbólico tentando fugir do mundo real.
A sandália vira pauta, manchete, treta de rede social. Enquanto isso, o real continua doendo: fila do SUS, escola sem professor, comida cara, amigos em dificuldades de saúde sem comprar remédios tão caros, absurdamente caros no Brasil.
É um mecanismo antigo. Roma tinha “pão e circo”. A gente tem “lacração e sandália|”. Quando os problemas são grandes e complexos, o cérebro coletivo busca algo simples paradescarregar. Discutir símbolo dá sensação de controle. Discutir saúde, educação, corrupção, dá trabalho e cobra de todo mundo.
O perigo do simbólico:
O valor do real: É chão, gente, minuto vivido. Évocê visitando o amigo esquecido. É o professor que não falta. É o médico que atende sem pressa. É quem paga o boleto do outro sem postar.
Não é que símbolo não importe. Importa. Mas símbolo sem substancia vira idolatria vazia – igual Daniel se recusou a comer.
O Brasil muda quando mais gente escolhe o caminho que você escolhe trilhar com grandeza: menos tempo discutindo sandálias, mais tempo sendo sandália no pé cansado de alguém. Presença real em mundo real.
Na minha visão, temos problemas graves e muito graves, que merecem mais energia nas discussões, que gastamos com coisas meramente simbólicas. :: LEIA MAIS »
Otimismo, instrumento do amor

Por Edvaldo Paulo de Araújo
Um sorriso, um bom dia, um cumprimento alegre, uma palavra gentil no seu caminho só soma e eleva o irmão. Todos nós caminhamos com nossas cargas, ninguém sabe o peso do outro, a dor do outro, por isso é importante a gentileza, pois alivia a carga e não sabemos o peso.
Somos aprendizes da felicidade, muitos comprometidos com nossa carga e com nosso passado.
O otimismo é o evangelho em mangas de camisa.
Ninguém sabe o peso que o outro carrega. Ocaixa do mercado pode ter enterrado a mãe. O motorista pode estar com o filho doente. Oamigo pode estar só, com ansiedade, triste, preocupado, dividas, luto. Aí entra nós instrumento do amor. Sem sermão. Semteologia. Só presença.
Porque o otimismo é instrumento de amor? Não nega a dor, mas nega que a dor seja o fim. Consciência sublime na pratica: “Eu vejo seu caos, mas te lembro que ainda existe luz. Eu sou a prova”. O mundo viciou em reclamar, cancelar, expor, fofocar. Seu sorriso altivo quebra o feitiço. É você e sua altivez com Jesus se recusando a comer na mesa do rei.
Você tem 5 pães e 2 peixes de energia hoje. Dá um “bom dia” verdadeiro, uma palavra gentil, e Deus multiplica no coração do outro. Você alivia sem nem saber. Cristo mostrou que o céu pode ser os outros, quando a gente vira ponte.
Igual a verdade de Sócrates, o otimismo que alivia de verdade tem 3 peneiras também: :: LEIA MAIS »
O analista político Gilberto Luna traz sua opinião independente e sensata sobre o combate ao narcotráfico. Leiam e reflitam.

Meus amigos, minhas amigas, caros leitores do nosso blog, mais uma vez o engenheiro civil, empresário e analista político Gilberto Ferreira Luna traz a sua colaboração para enriquecer o debate e estimular a reflexão dos nossos leitores.
Como já é de conhecimento de muitos, Gilberto acompanha atentamente os acontecimentos nacionais e internacionais, observando os desdobramentos políticos, econômicos e geopolíticos que influenciam diretamente a vida das sociedades contemporâneas. E, naturalmente, o Brasil está inserido nesse contexto.
Na análise que apresentamos a seguir, o autor propõe uma reflexão sobre um tema extremamente sensível e complexo: o combate ao narcotráfico. Trata-se de uma questão que ultrapassa fronteiras, envolve interesses diversos e desafia governos em várias partes do mundo.
Os acontecimentos recentes relacionados ao governo americano e seus posicionamentos sobre o enfrentamento ao crime organizado internacional voltaram a colocar esse debate em evidência. E é justamente nesse cenário que a contribuição de Gilberto Luna ganha relevância, ao provocar questionamentos e estimular uma análise mais ampla sobre o assunto.
Por isso, não seria adequado alongarmos demasiadamente esta introdução. O texto fala por si. É uma reflexão que convida ao debate e à avaliação crítica dos fatos, sem abrir mão da responsabilidade que temas dessa natureza exigem.
O que podemos afirmar é que a sociedade brasileira precisa discutir, cada vez mais, questões que impactam diretamente a segurança pública, a estabilidade institucional e a vida dos cidadãos. O avanço das organizações criminosas, a exemplo do PCC e do Comando Vermelho, continua sendo um dos grandes desafios enfrentados pelo país. :: LEIA MAIS »
Beijo de velório

Por Edvaldo Paulo de Araújo
Outro dia muito sentido, estava presente no enterro de um velho amigo querido, com quem caminhei junto, longos anos, sempre presente um na vida do outro, sem renegar jamais em momentos difíceis. Ao lado de dois dos seus filhos, avistei e ele me viu, vindo me cumprimentar o filho que mora em São Paulo. Todo choroso me estendeu a mão e mal-educadamente não retribui. Disparando a pergunta doída, “Você veio fazer o que aqui? ” Prontamente ele respondeu: “ Ué a morte de pai!”. Depois de 10 anos, sem um telefonema, sem uma carta, sem um aceno, depois de muita dor no coração dele, você veio limpar a consciência? Você é muito cara de pau…todos olhavam boquiabertos e saiu de fininho o filho ingrato. Quando saiu os irmãos que estava ao meu lado, vibraram com o que eu disse e eles não disseram.
Assim é velório! Fui em dois velórios nesses três anos, observei tonto, todos falando de roça de café, preço do gado, contando piadas, quando eu tentava orar. Todos aqueles que ali estavam nunca foram amigos de ninguém. Onde estavam quando meus amigos estavam no hospital sofrendo? Onde estavam quando meus amigos passaram por tantas dificuldades? Ouso responder: Todos dentro do egoísmo de suas lutas. Sempre na busca do ter, esquecendo o ser. Aí no velório aparecem com suas lagrimas limpa consciência.
Recentemente fui num velório de outro amigo, vi cantoria, homenagens, discursos, em mim não calava a pergunta, quando ele estava sofrendo com a doença, onde estavam a maioria? Quando hospitalizado, sofrendo, onde eles estavam?
Eles estavam……
Anos de silencio e a poeira no portão. Nenhuma carta, nenhum como vai irmão. As vezes a estrada é longa, a pressa é tamanha, para trazer o luto que a alma não acompanha.
Cruzou fronteiras, ignorou o cansaço, para vir medir a dor, centímetro por braço. Velório é o palco da hipocrisia, onde a lagrima enseada vira poesia. Para limpar a mancha do que nunca se fez, vem beijar a testa pela última vez. O cheiro das flores, não esconde o vazio de quem deu as costas e agora sente frio. Não houve em vida um copo na mesa, nem uma partilha, nem uma franqueza, mas agora a roupa preta parece tão justa, para pagar a ausência que lhe custa. Um aceno de longe, o silencio no bar, agora não falta motivo para chorar. A consciência é um bicho cruel que só se acalma no toque do veo. Tão longe no abraço e tão perto do adeus, julgando os motos e esquecendo os seus.
Há alguns dias ouvi uma canção e fiquei emocionado, confesso que chorei. O nome da canção é a “vida é uma casa alugada”. Meu neto viu e disse que era feita por inteligência artificial. Disse ao meu neto, que ela é tão verdadeira e linda, ela é assim:
A vida não nos pertence não! Somos só visita nesse mundo.
Hoje estamos aqui e amanhã? Ninguém sabe.
Vivemos como dono da estrada, como reis sentados na varanda.
Fazemos planos para cem anos, sem saber se amanhã ainda acordamos. Decoramos casa emprestada, pintamos sonhos na madrugada, mas o tempo passa sem pedir licença e leva tudo sem dar sentença. :: LEIA MAIS »
Brasileiros “entre a cruz e a espada”! Leia a opinião do engenheiro Gilberto Luna sobre a polarização no país.

Amigos e amigas, caros leitores do Blog do Agito Geral, como é do conhecimento de todos, o ilustre engenheiro civil Gilberto Ferreira Luna sempre colabora aqui com o nosso blog, trazendo opiniões e reflexões para a sociedade conquistense e regional. Ele escreve sobre fatos relevantes do momento político que vivemos e também retoma acontecimentos marcantes da história do nosso país.
Desta vez, Gilberto traz uma importante reflexão sobre o momento atual do Brasil. A questão política, ideológica e partidária, marcada por uma polarização nacional que, conforme ele observa, acaba cegando muitos brasileiros, impedindo uma reflexão mais ampla sobre a situação danosa que atravessamos.
Vivemos uma polarização absurda, em que parte da população parece não conseguir seguir um norte, pensar em uma terceira via ou sair dessa disputa ideológica que, muitas vezes, deixa o país sem alternativa quando não há renovação de nomes e lideranças.
Ninguém quer, absolutamente, que sejam esquecidas as figuras que, ao longo da história, contribuíram para o desenvolvimento econômico, social e político do nosso país. Mas também não é possível imaginar que novos nomes, novas forças e novas lideranças não possam surgir.
Enquanto isso, o país vai deixando a água escorrer entre os dedos. Um Brasil tão rico, tão próspero, tão presente na vida mundial, com uma economia forte, belezas naturais extraordinárias e riquezas imensas, precisa encontrar caminhos que estejam acima da simples disputa entre extremos. :: LEIA MAIS »
“Entramos pela porta dos fundos. Que vergonha para o nosso país”, diz Gilberto Ferreira Luna em novo artigo publicado no Blog do Agito Geral

Mais um artigo do engenheiro Gilberto Ferreira Luna chega ao Blog do Agito Geral trazendo uma reflexão profunda sobre o atual momento político e social vivido pelo Brasil.
Com o título forte e provocativo “Entramos pela porta dos fundos. Que vergonha para o nosso país”, o texto apresenta um olhar crítico sobre os rumos da política nacional, o comportamento das lideranças públicas e o sentimento de frustração de parte significativa da população brasileira diante dos acontecimentos recentes do país.
Gilberto Luna, amigo de longas datas e colaborador frequente do blog, mais uma vez encaminha uma análise carregada de preocupação com o cenário nacional, sobretudo no que se refere à divisão política, ao desgaste institucional e à maneira como os debates públicos vêm sendo conduzidos nos últimos anos.
O artigo também traz reflexões sobre o povo nordestino, sua história de luta, migração e resistência, destacando o vínculo afetivo que muitos brasileiros mantêm com suas origens, mesmo quando deixam suas cidades em busca de melhores oportunidades em outras regiões do país.
Ao longo do texto, o autor demonstra preocupação com o clima de radicalização política e com o impacto que determinados comportamentos públicos acabam provocando sobre a sociedade, especialmente entre os jovens que acompanham o cenário político nacional.
A crítica apresentada por Gilberto Luna não se restringe a partidos ou grupos específicos, mas se amplia para uma análise mais abrangente sobre o ambiente político brasileiro e sobre a necessidade de retomada do diálogo, do equilíbrio e do respeito institucional.
O artigo convida o leitor à reflexão, defendendo uma leitura mais cuidadosa e menos apressada dos acontecimentos políticos e sociais do país.
Fica o registro e o agradecimento ao engenheiro Gilberto Ferreira Luna pela deferência em compartilhar mais uma vez suas reflexões com os leitores do Blog do Agito Geral. :: LEIA MAIS »
Gilberto Luna alerta: falta interpretação, sobra fanatismo

Em conversa ontem com meu amigo Gilberto Luna, engenheiro civil e uma das figuras responsáveis pela verticalização de Vitória da Conquista ao longo de quase meio século, através da Ecosane, falávamos sobre a internet, sobre as redes sociais e sobre a tecnologia, algo de que nenhum país do mundo hoje consegue sobreviver sem.
A ciência evoluiu muito, mas, por vezes, essas ferramentas são utilizadas de forma equivocada. Podemos até afirmar, ou nem seria necessário afirmar, que essa utilização é completamente equivocada e, em muitos casos, até criminosa. Alguns o fazem por desconhecimento, repetem informações falsas recebidas, proliferam conteúdos e enviam para grupos de forma inadvertida, por ignorância. Outros, infelizmente, agem com maldade, algo que ainda existe em parte do ser humano em todo o planeta.
Não estou falando apenas de Vitória da Conquista, da Bahia ou do Brasil. Trata-se de um fenômeno mundial, em que ferramentas criadas pela inteligência humana, que deveriam servir para o bem, acabam sendo utilizadas de forma distorcida, dentro daquilo que, na minha visão, está sob a ótica do grande arquiteto universal, que é Deus.
E, trazendo essa reflexão para o campo local, discutíamos o nível de conflito que se vê nas redes sociais, um verdadeiro clima de guerra, de belicismo, entre dois polos, dois extremos que dividem o Brasil como se fossem torcidas organizadas, como se estivéssemos em arenas romanas, onde gladiadores se enfrentavam. O que se observa, na prática, é uma disputa quase bélica, em que as redes sociais se transformaram em campos de confronto, semelhantes a clubes de futebol, com torcedores apaixonados que não medem as consequências nem refletem sobre o que pode vir depois.
Diante de tudo isso, Gilberto Luna, com a sua inteligência e capacidade de interpretação, construiu uma análise que considero extremamente importante e que merece ser compartilhada com os nossos leitores.
Segue, portanto, a matéria do meu querido amigo, que, mesmo estando em Vitória do Espírito Santo, permanece conectado com a nossa querida Vitória da Conquista. :: LEIA MAIS »
Sheila Lemos: O Desafio das Reconstruções e o Equilíbrio do Poder

Assistia ao jogo do Brasil contra a Croácia, em que a Seleção venceu de forma convincente por três tentos a um. Enquanto isso, com o outro olho, lia atentamente o texto do meu querido amigo Gilberto Luna, engenheiro civil e pensador político, no qual ele relata os próximos passos que deverão ser dados pela ilustre prefeita Sheila Lemos.
Depois desses últimos dias, em que foi definida a chapa para que ACM Neto dispute as eleições e tente chegar ao governo do estado, enfrentando o atual governador Jerônimo Rodrigues, que busca a reeleição, o cenário político se reorganiza.
E, nesse contexto, a prefeita passa a ter, segundo a análise de Gilberto Luna, aqui publicada e subscrita em nosso blog, uma responsabilidade ainda maior: cuidar da sua cidade, da sua casa, do seu quintal, da sua sala de estar, da sua sala de visita. Ou seja, olhar para Vitória da Conquista com atenção redobrada.
Ela terá que agir com rapidez para construir ou reconstruir a cidade que os conquistenses querem, precisam e, sem dúvida, merecem.
O texto é muito interessante. Vale a leitura para que cada um possa tirar as suas próprias conclusões: :: LEIA MAIS »














