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:: ‘Artigos’

Luiz Ibiapaba opina

Luiz

Por Luiz Ibiapaba

Em ESCOLHER PROFUNDO, guardamos a essencialidade do que Edgard Larry quis nos dizer, utilizando-se de uma tecitura própria de palavras, dando forma aos versos, cuja luminosidade chega aos desvãos do sentimento-leitor. pode-se afirmar, sem equívocos, que esse poema traz o sinal de  um poeta cuja linguagem  é  unicamente sua. Aliás, só  os verdadeiros poetas criam a sua própria  linguagem. Nos versos sem restrição métrica, o poeta extravasa sua indignação diante dos preconceitos segregacionistas com base nos julgamentos étnicos, raciais ou das mais aversivas naturezas. :: LEIA MAIS »

Escolher profundo

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Por Edgard Larry

 

Perdemos o rumo da luz

Nas brutalidades cotidianas

Afundados na ignorância

Dos racismos epidêmicos

Que humilha, desfaz, machuca

Atropela, ignora e mata.

 

Caminhamos longos tempos

Nos quadrantes do mundo

Crendo nas promessas incumpridas

Sobre respeito ao outro

 

Há um amargo nos olhos

Nos corações das pessoas

Nos sentimentos contaminados

Na escuridão que esconde o bem

Na mente embaçada que não possibilita

Enxergar a epifania da corporalidade humana :: LEIA MAIS »

Memórias perdidas

Edvaldo
Por Edvaldo Paulo de Araújo

O tempo passou, as aflições da vida, o prosseguir sempre, a falta de estar contigo, a necessidade de estar sempre com toda espécie de barulhos, suas memórias mais lindas, mais importantes, elas se perdem.

O mundo atual e o seu modelo de vida que nos impõe, as dificuldades da sobrevivência e a farta disponibilidade   de entretenimento, o culto ao corpo sem precedentes em detrimento de cultuar a mente, estudar, ler como passatempo, tudo isso tem-noscolocado numa frenética vida, sem deixar espaço para pensarmos, oportunidade de recordamos fatos sublimes da nossa vida. Perdemos alguns hábitos,como sentar com aqueles de nossa família, principalmente com nossos pais, e recordamos a nossa infância, mesmo que difícil; é como um filme do passado a nos mostrar de onde viemos e quem somos.

Hoje meus pais estão do outro lado da vida. Imagino, muitas vezes, a oportunidade de conversar com eles, fazer-lhes algumas perguntas, saber o desenrolar daquele episódio, o final daquela história. Existe em mim apenas o arrependimento de não ter ficado mais com eles, mesmo tendo sido um filho presente, mas não tanto como gostaria. Fico triste, ás vezes, pela falta da clareza das lembranças, as quais chamo de memórias perdidas. :: LEIA MAIS »

Revisão contratual durante a pandemia

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Por Satyananda Samara Vaz*

A pandemia afetou a renda de milhões de pessoas. Sem poder trabalhar ou com trabalho reduzido, muitas famílias tiveram de rever suas prioridades financeiras. Nesse cenário, a revisão de contratos entre consumidor e fornecedor, garantida pelo Código de Defesa do Consumidor, pode ser uma solução necessária.

Esta medida vale para parcelas de empréstimos e financiamentos diversos (carro, imobiliário e de outros bens). Além disso, questões relacionadas aos cartões de crédito e consignados também podem passar por negociações e revisões, considerando a crise econômica.

Pelo Código de Defesa do Consumidor, um contrato pode ser revisado quando acontece um fato superveniente que “torne a prestação excessivamente onerosa”. Entre os fatos supervenientes estão a perda ou diminuição de renda. Isto é, as suas circunstâncias atuais não são as mesmas de quando o contrato foi firmado. Por isso, existe o direito de readequação desse contrato. :: LEIA MAIS »

COVID19: não faça do preconceito uma dor a mais!

Tia Nem

Por Maria Reis Gonçalves

(Psicóloga)

Todos nós iremos lembrar de 2020, como o ano da Pandemia de Coronavirus! Os livros de História Geral, irão falar da doença que matou milhares de pessoas em todo mundo, no entanto, muito pouco deles, irão falar do Preconceito que sofreram as pessoas que foram acometidas pelo vírus. Uma doença que se originou no Oriente, e em pouco tempo, contaminou todo o mundo, Principalmente os países onde a maioria da população é formada por pessoas idosas.

O Brasil, tem sofrido muito com essa nova doença, as pessoas não entendem como se contaminam e de que maneira podem se curar. Não existe um remédio, uma vacina ou mesmo um paliativo, quando ela se instala. No entanto, o pior de todos os males, não está na doença, propriamente dita, mas no preconceito que surge, contra as pessoas que foram infectadas. Enquanto os profissionais de saúde lutam contra o inimigo invisível, os governos fomentam ações de isolamento, realizando testes e procurando comprar materiais que supram as necessidades básicas do combate, o medo do Covid19 está aflorando nas mentes das pessoas. A hostilidade contra os infectados está se tornando comum e episódios de natureza preconceituosa  tem se alastrado por todo território nacional, como se o doente tivesse culpa de ter contraído o vírus. :: LEIA MAIS »

Educação continuada em tempos de pandemia

Dirlêi

Prof. Dirlêi A Bonfim

Educação proveniente do latim, educare, educere, cujo significado literal é conduzir para fora ou direcionar para fora, externar ou, levar a … O termo é composto pela união do prefixo ex (fora) e ducere (conduzir ou levar), à descoberta, ao conhecimento, ao saber, à sensibilidade… Assim, a educação, em sentido mais amplo, não deve levar em consideração apenas o ato de ensinar e aprender. Mas também, de desenvolver a capacidade intelectual, física, ética, moral, mística e espiritual de cada ser. A Educação extrapola ainda os atos, de instruir, motivar, estimular, buscar, fluir, descobrir; a polidez, à conduta o disciplinamento. Ainda no sentido mais formal, como um processo contínuo de formação de ensino e aprendizagem que faz parte do currículo dos estabelecimentos oficializados de ensino, sejam eles públicos ou privados. Os significados de educação, vão conduzindo a um universo de conhecimentos, diálogos e descobertas que vão adensando com o passar do tempo, na medida, em que se processe e se aprofunde tal conhecimento, nas generalidades e especificidades, seja ele filosófico, teológico, científico, técnico, artístico e cultural, para a construção e compreensão da vida. Assim, o processo educacional se confunde muitas vezes com o processo cultural, não se prende apenas ao domínio de técnicas ou conteúdos, ou ainda ao ato de transmitir e receber informações, conteúdos e saberes filosóficos, pedagógicos, didáticos e científicos cartesianos ou não. Vai muito além, do domínio dos processos, vai adentrar no campo da sensibilidade, literária, holística, teológica, artística e cultural. Assim, diz-se de uma pessoa culta, aquela que além de dominar certos conteúdos, tem a sensibilidade para apreciar, uma boa música, ou contemplar um quadro, uma pintura, uma escultura, uma partitura, a literatura, enfim, tenha um olhar humano, profundo, sensível, ao considerar o conhecimento, a educação e a cultura como um conjunto do todo ser, do labor e do fazer humano em uma sociedade num determinado período. Ao compreender a cultura como uma expressão coletiva do homem no contexto social onde atua e estabelece suas relações. :: LEIA MAIS »

Âncoras

Edvaldo

Por Edvaldo Paulo de Araújo

Na nossa vida, temos as nossas escolhas!

Muitas pessoas fazem sempre algumas escolhas, com as quais particularmente não concordo; travas para isso, bloqueio de pessoas, sempre com artimanhas que, a meu ver, não deixam a pessoa com sentimentos de liberdade. Pedalo de bike muito e participo de um aplicativo – chamado Strava – que lhe dá todos os dados da sua pedalada e possibilita você seguir pessoas nas suas atividades e de ser seguido nas que você faz. Vejo que muitas delas são cheias de restrições , impeditivos, todos eles de uma maneira para ludibriar pessoas. Consultado por que não tinha isso no meu canal, respondi: se for para evitar pessoas, bloqueá-las, prefiro não ter. Me sentiria também mentalmente restritivo e gosto de me sentir livre, gosto de acreditar, gosto de confiar, gosto de, nas pedaladas, respirar livre o ar que está disponível, uma gentileza do criador. Ele restringiu alguém? Ele fez escolhas de os que podem e os que não podem respirar a maravilha do vento e do ar?

Vejo muitos relacionamentos cheios de posso fazer isso, não posso fazer aquilo; analiso sempre como âncoras penduradas no pescoço das pessoas. “Meu marido não me deixa estudar, minha mulher não permite que saio com meus amigos, quero fazer uma viagem, mas minha mulher não permite”; e por aí vão as âncoras. :: LEIA MAIS »

Crônicas de uma década: “Urbis VI ou Pé Inchado”

Afrânio Garcez

Por Afranio Garcez*

Ao meu querido amigo e irmão/espiritual

Ubirajara Sampaio Mota (Bira Mota, ex-vereador de Conquista ).

Os anos 80, do século passado foram realmente para todos nós – que já somos sessentões, setentões etc –, anos verdadeiramente incríveis, em todos as sentidos. Anos do chamado “desbunde baiano”, ”: Caetano Veloso ia à praia usando uma sunga de crochê, Gilberto Gil emplacava um sucesso atrás do outro, a poesia e a música de WalySalomão, e do Jards Macalé, etc.

Havia no ar que respirávamos a certeza da liberdade que aconteceria formalmente no dia 05 de Maio de 1988 com a promulgação da chamada Carta Cidadã, hoje tão deploravelmente desrespeitada.

A geração vitoriosa do cinema novo, das lutas sociais, estava mais encantadas do que antes, e todos àqueles aqueles que viveram a minha geração sabem muito bem do que falo.

Os casais de namorados andavam com cabelos longos, lisos ou encaracolados, ou, ainda, “black power” pelas nossas ruas, praças e avenidas numa celebração magnifica magnífica e verdadeira da palavra LIBERDADE.  :: LEIA MAIS »

Entretenimento x Pandemia: quais são meus direitos em caso de cancelamento de eventos como shows, cinemas, teatros, serviços de viagens?

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Por Satyananda Samara Vaz*

Neste período de pandemia, muitas das relações de consumo foram afetadas. Lojas físicas foram fechadas em todo o país, produtos não foram entregues e o relacionamento entre as pessoas físicas e jurídicas mudaram. Em outra esfera, serviços já contratados foram interrompidos e aqueles que estavam previstos não serão mais realizados. O que fazer neste momento? :: LEIA MAIS »

“O governo do estado está ‘investindo’ aqui com uma dinâmica duvidosa”

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Por Igor Silva Oliveira

O Governo do Estado está “investindo” aqui com uma dinâmica duvidosa. Não amplia, não investe na estrutura física da saúde, investe através de contratos profissionais e estruturas particulares montadas para o atendimento de pacientes de todo o estado. Resumindo: quando a pandemia acabar, sobrará para Vitória da Conquista só as lembranças da crise, sem legado físico e estrutural para o município e seus habitantes, sem ganho os conquistenses ainda vão assistir propagandas  sobre os investimentos aqui realizados, muitos vão acreditar e outros até aplaudir. :: LEIA MAIS »

alessandro tibo


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