WhatsApp Image 2021-02-16 at 11.21.16

“Caro Massinha,

Ao ler um seu texto, publicado nesta segunda-feira de carnaval sem carnaval, intitulado

“Manno Góes abre a alma: “Beliska, não morra!, senti-me na obrigação de me manifestar sobre o que você escreve.

(A propósito, hoje fiquei orgulhoso de sua terra por ser considerada a melhor para se viver na Bahia e a segunda do nordeste.)

Não quero ser piegas (embora pareça), mas sempre que posso tenho acompanhado o seu trabalho como comunicador.

Normalmente fico muito satisfeito com o que vejo.

Seja quando faz uma homenagem a um artista ou personalidade da sua terra (ou mesmo a um estrangeiro); seja quando fala de um evento ou discute assuntos da cidade/região/estado; seja quando se “despede” de um amigo ou conhecido seu ou de outrem.

A mim tudo parece muito intenso, verdadeiro, sentido profundamente…

Vejo em tudo que você escreve o desejo da valorização daquilo que as pessoas são capazes de realizar. Sempre há um incentivo àqueles que estão sob a sua mira, sejam elas pessoas, lugares ou acontecimentos.

Sinto que você escreve como se portasse uma pena, e, ao invés de colocá-la dentro do tinteiro, extrai do seu coração as tintas que vão – mesmo nos instantes tristes – colorir as folhas de papel (mesmo as virtuais).

Confesso que fico com sentimentos misturados, não sei se de admiração ou de uma “boa inveja”, se é que esta existe.

Agora, por exemplo, trazer a tona um depoimento amoroso como que acabou de publicar, vale muito e para muitos, não somente para o Manno Góes ou o Beliska – a quem eu também passo a torcer para que não morra -, mas para todos os que vivenciaram as histórias contadas de modo tão preciso e conciso.

Já vi muitas “despedidas” suas de pessoas que lhes eram queridas.

É como se você recitasse a “Canção da América”, de Milton, e dissesse a cada um “Seja o que vier (seja o que vier)

Venha o que vier (venha o que vier)

Qualquer dia, amigo, eu volto

A te encontrar

Qualquer dia, amigo, a gente vai se encontrar…

Parabéns, Massinha, por suas tintas e matizes, e todos os sentimentos bons que elas traduzem.”