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:: ‘Artigos’

Acumulando

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Por Edvaldo Paulo de Araújo

A história humana remonta a milhares e milhares de anos. Desde todos os tempos, o homem vem aprendendo, desaprendendo, apanhando, ao longo do tempo, por sua falta de consciência e seu espírito destrutivo e ainda muito brutal.
Desde os tempos e tempos, que o homem adquiriu uma forma de autoproteção, a acumular alimentos, reservas, prevendo a escassez, dias difícieis, secas, doenças, imprevisibilidade dos tempos. Esse hábito foi-se tornando maior, foi ficando cada vez mais amplo e às vezes incontrolável.
O que mais me chama por demais a atenção não é apenas o acúmulo de riquezas, bens materiais, mas um acúmulo íntimo de diferenças destrutíveis. Vejo famílias sendo destruídas por diferenças guardadas, raivas, ciúmes, malquerenças, tudo no acúmulo íntimo de cada pessoa.
Numa relação de amor, vejo casais, que vão acumulando diferenças, pequenos desgostos, palavras ditas em momentos difícieis, gestos mal interpretados, mas o pior é o seu acúmulo, é guardar esses sentimentos negativos como se fossem um bem precioso, que faz infelicidades, destrói relação, simplesmente porque guardou, ressentiu, não perdoou, não esclareceu e, quando o casal acorda , o que existe são duas pessoas; que com a derrota de um, o outro se sentiu vitorioso, como se disse “toma, coisa boa!”, num jargão popular. :: LEIA MAIS »

A dialética da malandragem na política interiorana

imagem box de assinatura J Rodrigues Vieira Agito Geral

* Por J Rodrigues Vieira

Depois de observar participando de umas tantas campanhas eleitorais, noto: qualquer coisa que represente uma quebra de paradigma na política interiorana, quando não desacreditada e derrotada em seu desejo de nascer, deixa-se ser cooptada pela velha tradição que, anos após anos, se repete numa fórmula que mantém frequências que se repetem de eleição em eleição: a dialética da malandragem.

Toda estrutura política interiorana se desenvolve na linguagem do senso comum. Essa linguagem fácil e corrompida, serve apenas para perpetuar interesses nada coletivos de uns poucos que preservam um aparente status de poder sobre coisas e pessoas: pequenos grupos, geralmente consociados entre os que detém melhores condições econômicas, sociais e, medianos conhecimentos intelectuais, que se reúnem em torno de interesses, meramente de perspectivas pessoais e produzem uma rede de “dizquedizque” para convencer os mais desafortunados e menos informados. :: LEIA MAIS »

CIPRESTES (PARA RONALDO PINTO)

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Por Valdir Barbosa

Quando o filho de Seu Zoroastro descia, logo cedo, em rápidas passadas, a Rua Coronel Gugé, para abrir a loja herdada do pai e fundada há mais de oitenta anos, antes que acessasse o famoso Beco da Tesoura era possível ver bigode farto que escondia um sorriso enigmático, próprio dele mesmo. Em verdade, durante muito tempo, a Casa Cipreste foi local onde se comprava eletrodomésticos e realizava conserto de ferros elétricos, época na qual, não eram praticamente descartáveis tais utensílios.

Sua rotina diária, de segunda a sexta e nos sábados, pela manhã, consistia na atenção aos clientes, muitos deles fidelíssimos, aos quais, durante décadas serviu com distinta educação, traço da sua polidez admirável. Às vezes, nos hiatos da atividade laboral era possível vê-lo sentado num banco, costumeiramente postado quase em frente ao seu estabelecimento, em longas conversas triviais, com velhos amigos frequentadores do lugar. :: LEIA MAIS »

Luto

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Por Valéria Figueira *

Quando aconteceu o primeiro óbito em Conquista em decorrência da covid-19, muitos sentimentos passaram por nós. Percebemos que a morte está mais próxima e precisaremos ressignificá-la. Certamente essa é a mais dura lição desta pandemia.

Além da quantidade, da forma inédita em que a morte está se manifestando, precisamos lidar com a grande dor de não participarmos do sepultamento dos nossos entes queridos, como estávamos habituados. “Parece frio e desumano, não poder abraçar, é um sentimento de muita tristeza não poder prestar nenhuma homenagem na última despedida”- relatou uma amiga.

Sabemos que o luto é um importante rito de passagem, e que os ritos fazem parte da natureza humana. Eles são culturais, vêm de nossos ancestrais e estão tão arraigados, que raramente paramos pra pensar se eles fazem sentido. :: LEIA MAIS »

O desprezo de Regina Duarte para com as perdas de Moraes Moreira, Rubem Fonseca e Luiz Alfredo Garcia-Roza: artistas de inegável importância na cultura nacional

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* Por J Rodrigues Vieira

Nesse tempo o qual temos a clara necessidade de lermos a realidade indecisa de uma crise, em meio a vertiginosa rapidez da expansão do novo coronavírus, algumas figuras iluminadas que não nos permite viver alienados no tempo em que existimos, nos deixaram nos últimos dias: Moraes Moreira, Rubem Fonseca e Luiz Alfredo Garcia-Roza.

Em sua liberdade artística, Moraes Moreira tinha orgulho de sua baianidade e brasilidade, se tornando um dos maiores compositores da Música Popular Brasileira, cantando as alegrias e as mazelas de um povo em formação; Rubem Fonseca era um profundo conhecedor do submundo carioca e suas figuras icônicas que se reproduzem como herdeiros de uma sociedade injusta; Luiz Alfredo Garcia-Roza enveredou-se pelos romances policiais, com temas recorrentes ao tráfico de drogas e violência, dando relevo a uma narrativa de dramas pessoais mal-resolvidos.

O jogo de ideias através da palavra me fascina. Talvez, eu seja mais um leitor de literatura do que propriamente um escritor ficcionista. Na percepção de mundos imaginados e acontecidos em meus cadernos de aprendiz literário, não posso deixar de reconhecer as influências de Moraes Moreira, quando adolescente, vivi a mística e efervescente Salvador dos anos 80; de Rubem Paiva, quando a professora Artêmis, nas frias noites paulistanas no início dos anos 90, me fez descobrir e mergulhar no prazer da leitura; e ao tomar contato com a ficção policial de Luiz Alfredo Garcia-Roza, nas oficinas literárias da Escola Panamericana de Artes. :: LEIA MAIS »

O coronavírus: as condições para as populações afrodescendentes no Brasil são as mesmas herdadas de oligarquias escravocratas

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Por Herberson Sonkha*

O modus vivendi das populações africanas e afro-brasileiras no mundo é perpassado pela miséria e extrema pobreza material e intelectual. Por isso, torna-se peremptoriamente vulnerável à letalidade do vírus para nossas populações negras. Vide a sua agressividade frente à ausência de terapia medicamentosa, restando apenas o isolamento social para quem tem casa como prevenção eficiente no combate à propagação da infecção.

Apesar dos enormes avanços nas ciências, tecnologias e equipamentos digitais, o mundo está às voltas com o insopitável vírus mutante (vírus RNA). O SARS-Cov-02 deu origem ao nefasto Coronavírus (Covid-19), aliás, até o momento ainda é indestrutível por meio de medicamentos. A primeira infecção confirmada ocorreu na China em 17 de novembro de 2019, na província de Hubei, desde então viralizou-se pelo mundo como uma grande pandemia que já infectou 1,9 milhão de pessoas com 114.983 mortes no mundo todo.

Antes de apresentarmos a situação de múltiplas vulnerabilidades que classifica a população negra no Brasil como portadora de perfil de alto de risco de contagio e letalidade, é preciso ampliar o olhar crítico sobre o modus vivendi de populações africanas e egressas de diásporas africanas no mundo. Deve-se abordar, sobretudo, às questões socioeconômicas e políticas da África contemporânea que possuem traços muito parecidos em alguns aspectos com o do Brasil das populações afrodescendentes.   :: LEIA MAIS »

Bolsonaro e a videoconferência da negação profética para lucrar com a boa fé das pessoas

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Por J Rodrigues Vieira*

Nesse momento indeciso, o que sabemos realmente sobre a realidade dos fatos?
Ante ao desconhecido, numa videoconferência transmitida pela TV Brasil no domingo de Páscoa, o empresário e pastor Silas Malafaia chamou a imprensa de “profetas do caos”. Em seu antropocentrismo, que nos deixa parecer ser mais financista e menos de profissão de fé, Silas Malafaia desconsidera uma pandemia que já matou milhares de pessoas no Brasil e no mundo, alegando ser as medidas de combate ao novo coronavírus, uma grande conspiração contra o presidente Jair Bolsonaro. Naquela videoconferência, além do próprio presidente Bolsonaro, também estavam o deputado Marco Feliciano, a esposa de Silvio Santos, Iris Abravanel, o padre Reginaldo Manzotti, entre outros, que ouviram “agraciados”, o empresário e pastor dizer que nenhuma previsão catastrófica acontecerá no nosso país. :: LEIA MAIS »

Oração e Ação

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Professor Luiz Ibiapaba

Assisti, com muita atenção, à entrevista do prefeito Herzem Gusmão ao Bahia Meio Dia da TV Sudoeste, no dia 06 de abril. O prefeito foi muito atencioso para com o entrevistador e, ao mesmo tempo, humilde diante da situação catastrófica gerada pelo COVID-19, em Vitória da Conquista, quando ele, Herzem Gusmão, solicitou aos conquistenses que se “unissem em um dia de orações e jejuns pela nossa cidade”.
Nesta manhã, fui honrosamente surpreendido pela iniciativa da entidade Atividades Massicas, conclamando toda sociedade conquistense a se unir – independentemente de questões políticas, partidárias, eleitorais, credos religiosos e qualquer outro elemento desagregador – no sentido de socorrer nossa cidade dos resultados nefastos gerados por esta crise.
Certa vez, Jesus propôs uma parábola, dizendo:

“Certo homem descia de Jerusalém para Jericó, e veio cair em mãos de salteadores, os quais, depois de tudo lhe roubarem e lhe causarem muitos ferimentos, retiraram-se, deixando-o semimorto. :: LEIA MAIS »

A Páscoa do Senhor e os novos sonhos

Mozart Tanajura
Por Mozart Tanajura Jr *
No primeiro Dia da semana, ainda de madrugada, quando tudo parecia tão sombrio e sem esperanças, um feixe de luz resplandece e acende a chama da fé no coração dos primeiros discípulos, que correram para ver o Mestre Ressuscitado. É a Páscoa do Senhor! É a transformação que Ele nos oferece com a vida nova Nele. A humanidade redescobre uma verdade: Há vida no pós-morte! Nossa existência não se finda neste mundo; há uma convicção de fé que nos permite expressar: “a vida venceu a morte”. Os sonhos não se desfizeram, pelo contrário, se concretizaram na Palavra do Senhor: “Eu estarei convosco sempre”(Mt 28,20). Esta é a certeza que marca a Páscoa do Senhor. Sim, Ele vive e reina! Não há porque temer a morte, as trevas, as sombras que se espalham aparentemente em pleno dia. O Senhor sempre estará conosco, se assim o cremos.

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Valéria Figueira, de Salvador, nos envia esse belíssimo texto

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A nossa amiga conquistense, tão presente em nossa vida, desde os tempos do Educandário Juvêncio Terra, nos ajudando a escrever a história do Massicas na terra da sua saudosa tia, a inesquecível professora e historiadora Heleusa Figueira Câmara, que Deus tirou do nosso convívio há um tempinho atrás.
Neste sábado Santo, silencioso, sem os fiéis participarem da tradicional procissão, um sinal quase que inaudível do celular chega aos meus ouvidos e me convida a abrir a tela. Ao fazê-lo, deparo com uma mensagem da minha querida amiga dando conta de que “tem um textinho aí pra você!“. :: LEIA MAIS »

alessandro tibo


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