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Gilberto Luna escreve e assina uma importante análise da política conquistense, com o conhecimento que lhe é próprio e com total isenção

O meu querido amigo Gilberto Ferreira Luna, amigo de longas datas. Jogamos futebol juntos, brincamos carnavais. Ele foi um dos meus maiores incentivadores, um apoiador através da sua marca. Ele, que é engenheiro civil e criador da empresa Ecosane.
Gilberto é um querido irmão, gosta de política, é um humanista e sempre está nos mandando textos incríveis, que eu tenho a honra e o privilégio de transcrever aqui para o nosso Blog do Agito Geral.
Desta feita, Gilberto traz uma análise da atual conjuntura política de Vitória da Conquista, quando nós temos agora, em outubro, uma eleição dificílima para quem busca uma cadeira na Assembleia Legislativa do Estado, ou mesmo para aqueles que buscam renovar o mandato, e também para quem disputa uma vaga na Câmara Federal.
Ele traz um elenco de nomes que fazem parte desse contexto.
Poderá, talvez, ter esquecido algum, mas não foi proposital. Até porque nós pensamos que todo e qualquer candidato, independentemente de você gostar ou não, precisa ser respeitado como tal. Não podemos cometer um erro gravíssimo de trazer para o pessoal aquele ou aquela que a gente entende que não seria um candidato ideal.
Só de se inscrever como alguém que aspira a um cargo eletivo, ele precisa ser considerado, sob pena de cometermos um erro de indiferença ou de deselegância.
Dito isso, vocês verão que o que vai a seguir, nessa sua análise, chega até o ano de 2028, quando ocorrerá a sucessão municipal em Vitória da Conquista. Ou seja, o agora vai influenciar, e muito, no futuro lá na frente.
Vamos, portanto, acompanhar a análise de Gilberto Luna, um olhar de quem conhece a política conquistense, mas que procura fazê-lo com independência e, acima de tudo, com total isenção.
“A FORÇA DO PROJETO COLETIVO
Este diagnóstico político é fruto de profundas reflexões e diálogos com o professor Wilton Cunha, um velho amigo, um dos fundadores históricos do Partido dos Trabalhadores (PT) em Vitória da Conquista e região. Como cientista social especializado em estatística eleitoral e sociólogo político, Wilton encontra-se hoje ausente das disputas partidárias diretas, mas mantém um domínio analítico tão afiado sobre os fatos municipais, estaduais e nacionais que lhe permite emitir pareceres quase cabalísticos sobre qualquer cenário. É sob a ótica dessa rica bagagem conceitual e empírica que se torna possível compreender o DNA eleitoral de Vitória da Conquista, um colégio vibrante de 250.000 eleitores onde as urnas historicamente consolidaram uma premissa clara: candidaturas isoladas caminham com o risco, enquanto nomes vinculados a projetos coletivos sólidos tendem ao sucesso. O eleitor conquistense desenvolveu uma forte cultura de identificação partidária e programática, exigindo dos novos blocos uma sintonia fina com essa tradição.
A emblemática eleição de Guilherme Menezes em 2002 é o caso definitivo de como uma candidatura se agiganta quando sintonizada com um projeto de grupo. Guilherme não venceu apenas pelo seu carisma ; ele era a face visível de um modo de governar implantado desde 1997. Quando renunciou à prefeitura em 2002 para buscar uma vaga na Câmara Federal, o grupo político (PT) marchou de forma monolítica. A máquina municipal continuou gerando lembranças positivo sob o comando do vice, José Raimundo Fontes, enquanto a nível nacional a “Onda Lula” impulsionava o projeto. O resultado foram aproximadamente 50.000 votos unificados dentro de Conquista. Ficou provado que o voto não era apenas nominal, mas sim de adesão a um projeto político continuado.
Longe de ser uma força coadjuvante, o Bloco Governista Local entra na disputa em absoluta paridade e pé de igualdade com a esquerda tradicional. Sob a liderança direta da prefeita Sheila Lemos e de seu vice-prefeito, Dr. Aloísio Alan, o grupo governista demonstra um engajamento total de suas estruturas para consagrar novos nomes e consolidar a guinada política do município através da força da máquina municipal e da identidade ideológica nacional. :: LEIA MAIS »
A pressa nos impede de viver momentos que não voltam mais. Tia Nem nos convida a refletir

Caros amigos, caros leitores do Blog do Agito Geral, o Blog do Massinha, vocês que acompanham sempre os textos que produzimos sabem que eu também tenho a honra e o prazer de trazer escritos que considero importantes para os nossos leitores.
Antes de ler essa pérola da minha querida amiga, essa ilustre figura da terra grapiúna, Itabuna, a Tia Nem, eu recebi de volta a minha querida filha caçula, que estava acompanhada da minha neta. Elas foram a um salão e voltaram pra casa.
A filha ficou, mas a neta precisou voltar para ficar com sua mãe, seu pai e sua irmã. E aí eu pensei: imagine se eu estivesse aqui e não me despedisse dela?
Às vezes, é assim que nos encontramos. Com tanta pressa, acabamos perdendo a oportunidade de viver momentos sagrados que não voltam mais.
E é exatamente sobre isso que trata o texto da Tia Nem: a pressa.
Ficamos atropelando tudo. Dividimos os nossos momentos sagrados entre atender um telefonema, olhar para outra coisa e não prestar atenção exatamente naquilo que está diante de nós e que realmente importa.
E vamos atropelando tudo. Passam os minutos, passam as horas, passam os dias. Daqui a pouco é uma nova semana. Logo chega o mês seguinte, vêm os anos e, quando percebemos, a vida passou.
É a pressa que, muitas vezes, nos impede de viver aquilo de que mais precisamos. Talvez seja um abraço, uma despedida, uma conversa, um olhar ou simplesmente alguns minutos ao lado de quem amamos.
E é justamente sobre isso que Tia Nem trata em mais uma pérola que escreve para os nossos leitores.
Acompanhe o texto, reflita e veja se não é uma verdade. :: LEIA MAIS »
China x Estados Unidos: o engenheiro e empresário Gilberto Luna escreve sobre a escolha que o Brasil fará

É com muito prazer e honra que, mais uma vez, trazemos para os leitores do Blog do Agito Geral uma reflexão assinada pelo nosso amigo, empresário e engenheiro Gilberto Luna, um dos pioneiros da construção civil em Vitória da Conquista.
Gilberto traz uma reflexão sobre um tema que ultrapassa fronteiras e que tem importância direta para o futuro do Brasil: as relações do nosso país com duas das maiores potências econômicas do mundo, China e Estados Unidos.
É uma discussão que exige cautela, equilíbrio e, sobretudo, estudo. O Brasil precisa observar seus interesses, avaliar as oportunidades e compreender as transformações que estão acontecendo no cenário internacional para não ficar apenas assistindo às mudanças enquanto outros países avançam.
O mundo se modernizou e as relações econômicas também mudaram profundamente. A China ocupa hoje uma posição de enorme relevância no comércio internacional e se tornou uma das principais parceiras comerciais do Brasil. Ao mesmo tempo, os Estados Unidos continuam exercendo uma influência econômica, política e tecnológica indiscutível no cenário mundial.
São países com modelos, interesses e estratégias diferentes, e é justamente diante desse cenário que surge a reflexão proposta por Gilberto Luna.
Qual deve ser o posicionamento do Brasil? É necessário escolher um lado ou o caminho mais adequado seria preservar relações estratégicas com as duas potências, sempre colocando os interesses nacionais em primeiro lugar?
São questões importantes e que merecem ser discutidas sem paixões ou conclusões precipitadas.
Por isso, convidamos você a ler o texto de Gilberto Luna, conhecer os argumentos apresentados pelo autor e fazer a sua própria reflexão.
Leia, analise e veja se concorda ou não.
O debate está aberto. :: LEIA MAIS »
Mais um belíssimo texto da nossa querida amiga, Tia Nem, de Itabuna

Meus amigos, minhas amigas, caros leitores do Blog do Agito Geral, eu cometi um erro ao não fazer um comentário sobre o texto que a minha querida Tia Nem nos encaminhou na terça-feira passada. Deixei passar, não comentei, mas já pedi desculpas a ela por essa omissão. Hoje, não poderia deixar de escrever algumas palavras sobre o que ela nos traz e que publicaremos em nosso blog.
Eu sempre sou chamado à atenção pela minha família, até pela caçula de quinze anos, de que a gente não precisa dar tantas explicações. E o tempo passa, a vida segue, e vamos descobrindo que isso é verdade.
A nossa intimidade, o nosso íntimo, aquilo que carregamos dentro de nós, nos pertence. Ninguém sabe exatamente o que se passa no interior de outra pessoa. Quantas vezes tentamos explicar aquilo que sentimos, aquilo que fazemos, quando, na verdade, determinadas coisas pertencem somente a nós?
E quero dizer à Tia Nem que aprendi mais um pouco com a vida depois de ler esse texto maravilhoso. É exatamente isso que uma boa leitura faz: provoca, ensina, desperta uma reflexão e, muitas vezes, nos faz enxergar algo que estava diante dos nossos olhos, mas que ainda não havíamos percebido.
Aproveito, Tia Nem, para repetir algo que já lhe disse: tenho uma admiração muito especial pelo que você escreve. Seus textos têm sensibilidade, experiência e essa capacidade tão bonita de fazer o leitor pensar sobre a vida.
Você é um verdadeiro brinde para os seus leitores aí do Centro-Sul e, agora, também para nós aqui no Sudoeste da Bahia, através do Blog do Agito Geral. :: LEIA MAIS »
Existem textos que são atemporais. Por isso, publico hoje a linda homenagem que o professor Durval Menezes recebeu do seu filho no Dia dos Pais.

Meus amigos, minhas amigas, caros leitores do Blog do Agito Geral, eu não poderia, de forma alguma, deixar de publicar esta homenagem, mesmo hoje sendo dia 11 de agosto e o Dia dos Pais tendo sido comemorado no último domingo.
Recebi o texto somente ontem, segunda-feira, e, por essa razão, não foi possível publicá-lo na data exata. Mas existem escritos que são atemporais. Não pertencem apenas a um domingo, a uma comemoração ou a uma determinada ocasião. São palavras que permanecem para o resto da vida.
E este texto, sem dúvida alguma, é um deles.
Um dos filhos do nosso querido historiador, memorialista e professor Durval Menezes escreveu uma homenagem ao pai que toca profundamente todos nós que temos ou tivemos a felicidade de conviver com essa figura tão importante em nossas vidas.
O texto é maravilhoso. Leiam e vejam se não estamos diante de palavras que Durval certamente guardará para sempre, não apenas pelo que dizem, mas principalmente por terem sido escritas por um filho que reconhece a presença, a dedicação e o exemplo do pai ao longo da vida.
E Durval é merecedor desse carinho. Pela criação dos filhos, pela dedicação à família e pela maneira como construiu sua trajetória, certamente esta não é a primeira demonstração de amor que recebe da sua prole e também não será a última.
Mas cada homenagem tem o seu valor. Cada palavra de um filho dirigida a um pai carrega uma história que somente aquela família conhece por inteiro.
Por isso, mesmo depois do Dia dos Pais, fazemos questão de publicar.
Existem homenagens que não têm prazo de validade. Esta é uma delas.
Leiam, por favor, o que ficou escrito e registrado para o resto da vida. :: LEIA MAIS »
Poema escrito e assinado pelo engenheiro Gilberto Luna.

O Tempo Não Cabe no Meu Peito
Autor: um jovem idoso…
Dedico este poema a todos os que descobriram que o tempo é uma ilusão do calendário, e que a verdadeira juventude não se mede pelos anos vividos, mas pelos projetos que ainda faremos nascer.
Carrego no peito os janeiros dos meus setenta e tantos,
Mas na mente, o brilho dos meus vinte e cinco.
Não sou o espelho que me mostra ancião,
Sou o horizonte aberto que se renova por dentro, até o infinito.
Se me perguntam os anos, repito o sábio antigo:
Tenho apenas os dez ou doze que me faltam viver,
Pois o amanhã é meu único tempo real,
E a juventude é o pulsar que não aceita morrer.
O calendário na parede insiste em marcar o compasso,
Mas minha mente ignora as folhas que o tempo levou. :: LEIA MAIS »
A inveja e a maledicência: o incômodo diante de quem produz.

Por Maria Reis Gonçalves (Tia Nem)
Existe um tipo de pessoa que não suporta ver o brilho alheio.
Não porque lhe falte inteligência, oportunidade ou capacidade de crescer, mas porque lhe falta disposição interior para construir a própria trajetória. E quem não constrói, quase sempre passa a vigiar a construção do outro.
A inveja raramente se apresenta de forma clara. Ela se disfarça de crítica exagerada, de ironia, de opinião “sincera demais”, de comentários maldosos ditos em tom de preocupação ou superioridade moral.
O invejoso dificilmente admite a própria inferioridade emocional. Por isso, prefere diminuir aquilo que não consegue alcançar.
Há pessoas que vivem como espectadoras da vida. Não criam, não realizam, não contribuem, não produzem nada que deixe marcas positivas no mundo. Ainda assim, comportam-se como autoridades absolutas sobre tudo. São especialistas em apontar erros, julgar caminhos, condenar iniciativas e desacreditar sonhos. Possuem opinião para tudo, respostas para tudo
e certezas sobre tudo, mas quase nunca apresentam obras, atitudes ou exemplos concretos que sustentem tanta arrogância.
Enquanto alguns dedicam tempo para aprender, trabalhar, estudar, servir e evoluir, outros gastam energia observando, criticando e espalhando maledicência. E é curioso perceber que os alvos quase nunca são pessoas apagadas ou improdutivas. A inveja escolhe exatamente aqueles que se destacam em alguma área: os que possuem talento, inteligência, sensibilidade, competência, coragem ou reconhecimento.
Ninguém sente inveja de quem não desperta admiração.
Por isso, pessoas produtivas frequentemente se tornam alvo de comentários venenosos, fofocas e tentativas de desvalorização. O brilho alheio incomoda quem vive na escuridão emocional.
A dedicação de alguém evidencia a acomodação do outro. O sucesso de uma pessoa confronta diretamente as desculpas de quem desistiu de si mesmo. :: LEIA MAIS »
Leiam o texto escrito e assinado pelo arquiteto e ambientalista Oscar, integrante do Grupo Pensando Bem e residente em Salvador.

É um privilégio fazer parte do Grupo Pensando Bem, o PB, formado por homens e mulheres de reconhecida capacidade intelectual. Ali convivem profissionais do Direito, arquitetos, professores, escritores, advogados, agentes públicos, pesquisadores e pessoas que fazem da reflexão um exercício permanente de cidadania. É, sem dúvida, uma verdadeira academia de ideias.
Sinto-me plenamente acolhido nesse universo, onde o conhecimento é compartilhado diariamente e o respeito às diferentes opiniões fortalece o debate. Participar desse grupo é construir uma trajetória de aprendizado contínuo, ampliando horizontes e compreendendo melhor os desafios da sociedade.
O Pensando Bem já existe há muitos anos. Não arrisco precisar a data, mas certamente já se aproxima de uma década, talvez até mais. O grupo nasceu em Vitória da Conquista, mas ultrapassou as fronteiras da nossa cidade. Hoje reúne participantes de diversas regiões da Bahia, de Sergipe e até do exterior. Temos, por exemplo, a querida Jane, que reside na França, além de integrantes em Salvador, Aracaju e tantos outros lugares, formando uma verdadeira rede de troca de conhecimentos.
Entre esses participantes está o arquiteto e ambientalista Oscar, radicado em Salvador. Trata-se de uma pessoa inquieta, profundamente comprometida com as questões ambientais e que, de forma firme, respeitosa e fundamentada, manifesta suas preocupações diante dos desafios enfrentados pelo meio ambiente.
O texto que ele assina é mais uma demonstração desse compromisso. Não se trata apenas de uma opinião, mas de uma reflexão construída a partir do olhar de quem acompanha atentamente as transformações ambientais e acredita que o desenvolvimento precisa caminhar ao lado da preservação da natureza.
Convido todos os nossos leitores a fazerem essa leitura com atenção. Tenho certeza de que encontrarão argumentos, informações e reflexões importantes para compreender melhor as inquietações do autor e, acima de tudo, pensar sobre a responsabilidade que cada um de nós tem na construção de um futuro ambientalmente mais equilibrado. :: LEIA MAIS »
Em defesa da advocacia: mandamento constitucional e pilar do Estado de Direito

Por Suilane Novais Lima, Advogada.
A advocacia não é privilégio de uma categoria. É garantia do cidadão.
O artigo 133 da Constituição Federal é taxativo e não deixa margem para interpretações casuísticas:
“O advogado é indispensável à administração da justiça, sendo inviolável por seus atos e manifestações no exercício da profissão, nos limites da lei.”
Três pilares se extraem desse comando constitucional:
1. Indispensabilidade
Não há Justiça sem defesa. Não há devido processo legal sem contraditório. Não há Estado Democrático de Direito sem advogado. Suprimir ou constranger a advocacia é suprimir o direito do cidadão de se defender, de falar, de ser ouvido. É silenciar a sociedade perante o Estado.
2. Inviolabilidade
A inviolabilidade por atos e manifestações no exercício da profissão é a blindagem que a Constituição dá não ao advogado, mas ao seu constituinte. É a garantia de que o defensor poderá sustentar teses impopulares, questionar autoridades, enfrentar arbitrariedades, sem medo de represália pessoal. Advogado intimidado é cidadão indefeso.
3. Exercício nos limites da lei
A Constituição não concede carta branca para ilegalidades. Concede liberdade para o exercício técnico, combativo e independente da defesa. Confundir a defesa técnica com o mérito da causa é o primeiro passo para a tirania.
Por isso, devemos repudiar com veemência qualquer tentativa de criminalização da advocacia. :: LEIA MAIS »
Mais um belo texto escrito e assinado por Maria Reis Gonçalves (Tia Nem)

Meus amigos, minhas amigas, caros leitores, os nossos seguidores que acompanham o nosso blog já estão acostumados: toda terça-feira temos uma pérola escrita por essa querida amiga da nossa terra grapiúna, Itabuna, aqui no sul do estado. E, sinceramente, já não me surpreendo mais.
Tudo o que ela faz, tudo o que escreve, é convidativo, interessante e, ao mesmo tempo, serve como um alerta e uma reflexão para todos nós. O tema que ela traz hoje é algo que nos toca profundamente: a coragem. A coragem e o medo. Ela faz um paralelo muito interessante, porque sabemos que, quando estamos de posse de um carro, de um automóvel, muitas vezes nos sentimos corajosos.
De posse de um microfone, comunicando-nos com os ouvintes, também nos sentimos corajosos. E diante de um computador igualmente podemos nos sentir corajosos ao escrever alguma coisa. Mas é preciso que também tenhamos temor, prudência e responsabilidade para não cometer injustiças, não sermos indelicados e, mais tarde, não sermos obrigados a conviver com o arrependimento por aquilo que dissemos ou escrevemos.
Mas vamos ao texto, que é o que realmente interessa. Tenho certeza de que, mais uma vez, a nossa querida Tia Nem nos convida a pensar, refletir e olhar para dentro de nós mesmos.
Grande abraço, Tia Nem, para você e para todos os nossos leitores. :: LEIA MAIS »














