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:: ‘Artigos’

Otimismo, instrumento do amor


Por Edvaldo Paulo de Araújo

Um sorriso, um bom dia, um cumprimento alegre, uma palavra gentil no seu caminho só soma e eleva o irmão. Todos nós caminhamos com nossas cargas, ninguém sabe o peso do outro, a dor do outro, por isso é importante a gentileza, pois alivia a carga e não sabemos o peso.

Somos aprendizes da felicidade, muitos comprometidos com nossa carga e com nosso passado.

O otimismo é o evangelho em mangas de camisa.

Ninguém sabe o peso que o outro carrega. Ocaixa do mercado pode ter enterrado a mãe. O motorista pode estar com o filho doente. Oamigo pode estar só, com ansiedade, triste, preocupado, dividas, luto. entra nós instrumento do amor. Sem sermão. Semteologia. Só presença.

Porque o otimismo é instrumento de amor? Não nega a dor, mas nega que a dor seja o fim. Consciência sublime na pratica: “Eu vejo seu caos, mas te lembro que ainda existe luz. Eu sou a prova”. O mundo viciou em reclamar, cancelar, expor, fofocar. Seu sorriso altivo quebra o feitiço. É você e sua altivez com Jesus se recusando a comer na mesa do rei.

Você tem 5 pães e 2 peixes de energia hoje. Dá um “bom dia” verdadeiro, uma palavra gentil, e Deus multiplica no coração do outro. Você alivia sem nem saber. Cristo mostrou que o céu pode ser os outros, quando a gente vira ponte.

Igual a verdade de Sócrates, o otimismo que alivia de verdade tem 3 peneiras também: :: LEIA MAIS »

O analista político Gilberto Luna traz sua opinião independente e sensata sobre o combate ao narcotráfico. Leiam e reflitam.

Meus amigos, minhas amigas, caros leitores do nosso blog, mais uma vez o engenheiro civil, empresário e analista político Gilberto Ferreira Luna traz a sua colaboração para enriquecer o debate e estimular a reflexão dos nossos leitores.

Como já é de conhecimento de muitos, Gilberto acompanha atentamente os acontecimentos nacionais e internacionais, observando os desdobramentos políticos, econômicos e geopolíticos que influenciam diretamente a vida das sociedades contemporâneas. E, naturalmente, o Brasil está inserido nesse contexto.

Na análise que apresentamos a seguir, o autor propõe uma reflexão sobre um tema extremamente sensível e complexo: o combate ao narcotráfico. Trata-se de uma questão que ultrapassa fronteiras, envolve interesses diversos e desafia governos em várias partes do mundo.

Os acontecimentos recentes relacionados ao governo americano e seus posicionamentos sobre o enfrentamento ao crime organizado internacional voltaram a colocar esse debate em evidência. E é justamente nesse cenário que a contribuição de Gilberto Luna ganha relevância, ao provocar questionamentos e estimular uma análise mais ampla sobre o assunto.

Por isso, não seria adequado alongarmos demasiadamente esta introdução. O texto fala por si. É uma reflexão que convida ao debate e à avaliação crítica dos fatos, sem abrir mão da responsabilidade que temas dessa natureza exigem.

O que podemos afirmar é que a sociedade brasileira precisa discutir, cada vez mais, questões que impactam diretamente a segurança pública, a estabilidade institucional e a vida dos cidadãos. O avanço das organizações criminosas, a exemplo do PCC e do Comando Vermelho, continua sendo um dos grandes desafios enfrentados pelo país. :: LEIA MAIS »

A Supressão da Mentira e a Lucidez de um Herói Absurdo


Por Luiz Cláudio Guimarães

Dedicado a Benjamin Batista, o criador de academias.

Há poucos dias, pelas mãos do amigo enxadrista e empresário Gilvan Quadros, chegou-me às mãos um objeto de densidade rara nestes tempos de superficialidade virtual: um exemplar autografado de Um Homem Contra o Sol, livro de estreia do professor de matemática aposentado Eron Sardinha Oliveira de Canaã, publicado pela Cogito Editora. Ao abrir a página da epígrafe, deparo-me com a caligrafia do autor e uma dedicatória que funciona como bússola existencial: “A grande coisa da vida é viver!”. Na página seguinte, consta a profecia de Gilvan, que com o faro aguçado de quem antecipa os movimentos no tabuleiro e nos negócios, lançou: “Este livro vai bombar!”. Ambos estão cobertos de razão.

Asseguro-lhes que a obra possui uma singularidade cortante. Nada tem de comum com as cópias pálidas, as transcrições de ideias alheias que pululam no mundo digital e que são facilmente abduzidas pelos algoritmos dos “expertos” de ocasião. Se eu pudesse resumir em poucas palavras a audácia de Eron, diria que ele esgrima de forma magistral o Sapere aude de Immanuel Kant: ouse saber, ouse pensar por conta própria. O seu método é o da desconstrução gradual das mentiras culturais que nos tomam como reféns desde a infância, bem ao espírito da exortação de Tessalonicenses trazida logo na Abertura do livro: “Examinai tudo e ficai com o que é bom”.

Essa abordagem imediatamente me transportou no tempo, resgatando um dos maiores monumentos já escritos no âmbito da psicanálise e do pensamento baiano: o livro O Homem – Sua Explicação (Vol. 2): Noiatria ou Prática Supressiva do Irreal, de Auto José de Castro. Recordo-me com precisão de quando recebi o exemplar dessa obra, um presente generoso de Chico da Presscolor, dileto amigo de José Augusto Berbert de Castro, do decano Emílton Rosa e de Aurélio Pires — sendo os dois Josés (Auto e Augusto) e Aurélio, hoje, de memória saudosa. É gratificante registrar que, graças a esses vínculos solidificados no convívio fraterno dentro da ALAS (Academia de Letras e Artes de Salvador) e pelo meu grande amor pela cultura, consigo acessar essas pérolas literárias e filosóficas.

Lembrei-me, também com precisão afetiva e intelectual, do artigo publicado no jornal A Tarde por ocasião do falecimento de Auto, escrito pelo meu saudoso professor Washington Trindade — um dos juristas e intelectuais mais probos e brilhantes que a Bahia já deu ao mundo. Para Trindade, Auto de Castro era um “gênio sublime”. Foi preciso correr àquela obra para compreender que a clínica de Auto estava centrada justamente naquilo que ele chamava de supressão gradual da mentira.

Aqui e lá, no divã de Auto de Castro e na literatura de Eron, os dois autores intentam o processo de cura do indivíduo e da sociedade através da inoculação da verdade. No caso de Eron, esse processo se dá sob o testemunho do Sol — um Sol que às vezes também se mostra mentiroso enquanto personagem e objeto mitológico, como na passagem bíblica em que Josué faz o astro parar de girar ao bel-prazer de uma conveniência bélica, como se os gigantes universais pudessem utilizá-lo como um mero arremesso de peso. :: LEIA MAIS »

Beijo de velório


Por Edvaldo Paulo de Araújo

Outro dia muito sentido, estava presente no enterro de um velho amigo querido, com quem caminhei junto, longos anos, sempre presente um na vida do outro, sem renegar jamais em momentos difíceis. Ao lado de dois dos seus filhos, avistei e ele me viu, vindo me cumprimentar o filho que mora em São Paulo. Todo choroso me estendeu a mão e mal-educadamente não retribui. Disparando a pergunta doída, “Você veio fazer o que aqui? ” Prontamente ele respondeu: “ a morte de pai!”. Depois de 10 anos, sem um telefonema, sem uma carta, sem um aceno, depois de muita dor no coração dele, você veio limpar a consciência? Você é muito cara de pau…todos olhavam boquiabertos e saiu de fininho o filho ingrato. Quando saiu os irmãos que estava ao meu lado, vibraram com o que eu disse e eles não disseram.

Assim é velório! Fui em dois velórios nesses três anos, observei tonto, todos falando de roça de café, preço do gado, contando piadas, quando eu tentava orar. Todos aqueles que ali estavam nunca foram amigos de ninguém.  Onde estavam quando meus amigos estavam no hospital sofrendo? Onde estavam quando meus amigos passaram por tantas dificuldades? Ouso responder: Todos dentro do egoísmo de suas lutas. Sempre na busca do ter, esquecendo o ser. no velório aparecem com suas lagrimas limpa consciência.

Recentemente fui num velório de outro amigo, vi cantoria, homenagens, discursos, em mim não calava a pergunta, quando ele estava sofrendo com a doença, onde estavam a maioria? Quando hospitalizado, sofrendo, onde eles estavam?

Eles estavam……

Anos de silencio e a poeira no portão. Nenhuma carta, nenhum como vai irmão. As vezes a estrada é longa, a pressa é tamanha, para trazer o luto que a alma não acompanha.

Cruzou fronteiras, ignorou o cansaço, para vir medir a dor, centímetro por braço. Velório é o palco da hipocrisia, onde a lagrima enseada vira poesia. Para limpar a mancha do que nunca se fez, vem beijar a testa pela última vez. O cheiro das flores, não esconde o vazio de quem deu as costas e agora sente frio. Não houve em vida um copo na mesa, nem uma partilha, nem uma franqueza, mas agora a roupa preta parece tão justa, para pagar a ausência que lhe custa. Um aceno de longe, o silencio no bar, agora não falta motivo para chorar.  A consciência é um bicho cruel que se acalma no toque do veo. Tão longe no abraço e tão perto do adeus, julgando os motos e esquecendo os seus.

Há alguns dias ouvi uma canção e fiquei emocionado, confesso que chorei. O nome da canção é a “vida é uma casa alugada”. Meu neto viu e disse que era feita por inteligência artificial. Disse ao meu neto, que ela é tão verdadeira e linda, ela é assim:

A vida não nos pertence não! Somos só visita nesse mundo.

Hoje estamos aqui e amanhã? Ninguém sabe.

Vivemos como dono da estrada, como reis sentados na varanda.

Fazemos planos para cem anos, sem saber se amanhã ainda acordamos. Decoramos casa emprestada, pintamos sonhos na madrugada, mas o tempo passa sem pedir licença e leva tudo sem dar sentença. :: LEIA MAIS »

Brasileiros “entre a cruz e a espada”! Leia a opinião do engenheiro Gilberto Luna sobre a polarização no país.


Amigos e amigas, caros leitores do Blog do Agito Geral, como é do conhecimento de todos, o ilustre engenheiro civil Gilberto Ferreira Luna sempre colabora aqui com o nosso blog, trazendo opiniões e reflexões para a sociedade conquistense e regional. Ele escreve sobre fatos relevantes do momento político que vivemos e também retoma acontecimentos marcantes da história do nosso país.

Desta vez, Gilberto traz uma importante reflexão sobre o momento atual do Brasil. A questão política, ideológica e partidária, marcada por uma polarização nacional que, conforme ele observa, acaba cegando muitos brasileiros, impedindo uma reflexão mais ampla sobre a situação danosa que atravessamos.

Vivemos uma polarização absurda, em que parte da população parece não conseguir seguir um norte, pensar em uma terceira via ou sair dessa disputa ideológica que, muitas vezes, deixa o país sem alternativa quando não há renovação de nomes e lideranças.

Ninguém quer, absolutamente, que sejam esquecidas as figuras que, ao longo da história, contribuíram para o desenvolvimento econômico, social e político do nosso país. Mas também não é possível imaginar que novos nomes, novas forças e novas lideranças não possam surgir.

Enquanto isso, o país vai deixando a água escorrer entre os dedos. Um Brasil tão rico, tão próspero, tão presente na vida mundial, com uma economia forte, belezas naturais extraordinárias e riquezas imensas, precisa encontrar caminhos que estejam acima da simples disputa entre extremos. :: LEIA MAIS »

“Entramos pela porta dos fundos. Que vergonha para o nosso país”, diz Gilberto Ferreira Luna em novo artigo publicado no Blog do Agito Geral


Mais um artigo do engenheiro Gilberto Ferreira Luna chega ao Blog do Agito Geral trazendo uma reflexão profunda sobre o atual momento político e social vivido pelo Brasil.

Com o título forte e provocativo “Entramos pela porta dos fundos. Que vergonha para o nosso país”, o texto apresenta um olhar crítico sobre os rumos da política nacional, o comportamento das lideranças públicas e o sentimento de frustração de parte significativa da população brasileira diante dos acontecimentos recentes do país.

Gilberto Luna, amigo de longas datas e colaborador frequente do blog, mais uma vez encaminha uma análise carregada de preocupação com o cenário nacional, sobretudo no que se refere à divisão política, ao desgaste institucional e à maneira como os debates públicos vêm sendo conduzidos nos últimos anos.

O artigo também traz reflexões sobre o povo nordestino, sua história de luta, migração e resistência, destacando o vínculo afetivo que muitos brasileiros mantêm com suas origens, mesmo quando deixam suas cidades em busca de melhores oportunidades em outras regiões do país.

Ao longo do texto, o autor demonstra preocupação com o clima de radicalização política e com o impacto que determinados comportamentos públicos acabam provocando sobre a sociedade, especialmente entre os jovens que acompanham o cenário político nacional.

A crítica apresentada por Gilberto Luna não se restringe a partidos ou grupos específicos, mas se amplia para uma análise mais abrangente sobre o ambiente político brasileiro e sobre a necessidade de retomada do diálogo, do equilíbrio e do respeito institucional.

O artigo convida o leitor à reflexão, defendendo uma leitura mais cuidadosa e menos apressada dos acontecimentos políticos e sociais do país.

Fica o registro e o agradecimento ao engenheiro Gilberto Ferreira Luna pela deferência em compartilhar mais uma vez suas reflexões com os leitores do Blog do Agito Geral. :: LEIA MAIS »

Se Conquista fosse região metropolitana, a Azul pediria para voar todos os dias


Por Wal Cordeiro

Escritor e idealizador da RMSB – Região Metropolitana do Sudoeste da Bahia

A recente redução dos voos entre Vitória da Conquista e Salvador, promovida pela Azul Linhas Aéreas Brasileiras, acendeu um alerta que vai muito além da aviação regional. O que está em jogo não é apenas a oferta de assentos ou a frequência de voos, mas o reconhecimento — ou a falta dele — da importância estratégica de Conquista para o desenvolvimento da Bahia.

A substituição de aeronaves maiores por aviões de capacidade reduzida e a diminuição na frequência de voos provocaram uma reação imediata da sociedade civil, do setor produtivo e de lideranças políticas. O sentimento predominante é de indignação, e com razão. Vitória da Conquista não é uma cidade qualquer do interior. Trata-se de um dos principais polos econômicos, educacionais e de saúde do Nordeste interiorano, com influência direta sobre mais de dois milhões de pessoas.

Diante desse cenário, uma reflexão se impõe: se Vitória da Conquista fosse reconhecida oficialmente como uma região metropolitana, essa decisão teria sido tomada?

A resposta mais provável é não.

Regiões metropolitanas consolidadas contam com maior articulação institucional, políticas públicas estruturadas e, sobretudo, capacidade de pressão junto às grandes empresas. Nessas localidades, a lógica do mercado se combina com o peso político e econômico, criando um ambiente favorável à expansão — e não à retração — dos serviços. :: LEIA MAIS »

Advogado Paulo Barra também faz coro à insatisfação dos conquistenses em relação ao descaso da Azul com Vitória da Conquista.

Realmente, Vitória da Conquista se levanta, e cada cidadão, à sua maneira, tem manifestado a sua insatisfação com o que a Azul Linhas Aéreas vem praticando em relação ao nosso município, à região Sudoeste e também ao Norte de Minas Gerais. O Aeroporto Glauber Rocha não foi construído apenas para embelezar a cidade. É, sim, uma obra de arquitetura moderna e bonita, mas, acima de tudo, foi pensado para atender à demanda de passageiros que a cidade possui.

Estamos falando de uma cidade com aproximadamente 400 mil habitantes, que funciona como capital regional e que movimenta, diariamente, um contingente próximo de dois milhões de pessoas, considerando toda a sua área de influência. Portanto, é natural que a estrutura aeroportuária esteja à altura dessa realidade.

Não se sustenta o argumento de que os altos preços das passagens são apenas resultado da lei da oferta e da procura, nem tampouco a justificativa de que a demanda é insuficiente, a ponto de reduzir a oferta de voos ou diminuir o porte das aeronaves. Isso não condiz com o histórico recente do próprio aeroporto, que, logo após a sua inauguração, operava com voos frequentes e com alta taxa de ocupação.

O que vemos agora é uma redução significativa da oferta, acompanhada de preços cada vez mais elevados, o que gera um sentimento de desrespeito com a nossa cidade. Não se trata de um questionamento isolado, mas de um movimento crescente de insatisfação que ganha força entre diversos segmentos da sociedade. :: LEIA MAIS »

Edvaldo Ferreira Júnior cobra providências diante da crise na malha aérea


Meus amigos, minhas amigas, fazendo coro à insatisfação dos conquistenses em relação à malha aérea de Vitória da Conquista, o vereador e advogado Edvaldo Ferreira Júnior também se manifestou e entrou com um requerimento solicitando providências para que seja revista essa situação.

Trata-se de uma reação necessária diante de um cenário que tem gerado insatisfação generalizada, não apenas entre os moradores da cidade, mas em toda a região Sudoeste, que depende diretamente da conectividade aérea para suas atividades econômicas, profissionais e pessoais. A redução de voos, aliada ao aumento expressivo no valor das passagens, tem penalizado a população e limitado o desenvolvimento regional.

A iniciativa do vereador reforça esse movimento coletivo que vem ganhando força, no sentido de cobrar soluções concretas das empresas responsáveis e das autoridades competentes, para que Vitória da Conquista não continue sendo prejudicada por um serviço que deveria acompanhar a importância e o crescimento da cidade.

A matéria completa está disponível no documento que nos foi encaminhado pelo próprio vereador, e estamos fazendo a sua publicação para dar conhecimento a toda a região Sudoeste, em especial à população conquistense, que acompanha de perto e sente, na prática, os efeitos dessa realidade: :: LEIA MAIS »

A advogada Suilane Lima também faz parte da corrente que sai em defesa de Vitória da Conquista. Ela diz que estamos isolados pelo chão e pelo ar.


Nós fizemos uma matéria ontem, publicamos em nosso blog e também levamos o tema ao nosso programa de rádio Agito Geral. A verdade é uma só: Vitória da Conquista precisa reagir. E isso não é opinião isolada, é praticamente uma unanimidade. Não se trata de questão partidária, não se trata de ideologia. O sentimento que hoje toma conta da cidade já ultrapassa os nossos limites e ganha força em toda a região Sudoeste.

A situação que enfrentamos, esse verdadeiro isolamento em relação a demandas fundamentais, precisa ser encarada com seriedade. Estamos falando de questões estruturantes, decisivas para que a cidade continue no seu caminho de desenvolvimento. De um lado, a BR-116, a chamada Rio-Bahia, uma luta antiga da população, que conta inclusive com o movimento Duplica Sudoeste como protagonista dessa batalha. De outro, a necessidade urgente da construção de viadutos no perímetro urbano, obra essencial para garantir segurança, mobilidade e fluidez no trânsito.

E, como se não bastasse, volta à pauta, para a tristeza de toda a região, o problema dos voos para Salvador. Chegamos ao ponto de assistir a uma redução ainda maior na oferta, com a perspectiva de aeronaves de pequeno porte, com apenas nove lugares, o que naturalmente encarece ainda mais as passagens e dificulta o deslocamento da população.

Diante desse cenário, forma-se uma corrente forte em defesa da cidade. Vereadores, a prefeita Sheila Lemos e diversos segmentos da sociedade começam a se mobilizar. E, nesse contexto, a advogada Suilane Lima também se posiciona de forma firme, trazendo um manifesto que considero extremamente pertinente, realista e oportuno. :: LEIA MAIS »

alessandro tibo


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