:: ‘Maria Reis Gonçalves (Tia Nem)’
A pressa nos impede de viver momentos que não voltam mais. Tia Nem nos convida a refletir

Caros amigos, caros leitores do Blog do Agito Geral, o Blog do Massinha, vocês que acompanham sempre os textos que produzimos sabem que eu também tenho a honra e o prazer de trazer escritos que considero importantes para os nossos leitores.
Antes de ler essa pérola da minha querida amiga, essa ilustre figura da terra grapiúna, Itabuna, a Tia Nem, eu recebi de volta a minha querida filha caçula, que estava acompanhada da minha neta. Elas foram a um salão e voltaram pra casa.
A filha ficou, mas a neta precisou voltar para ficar com sua mãe, seu pai e sua irmã. E aí eu pensei: imagine se eu estivesse aqui e não me despedisse dela?
Às vezes, é assim que nos encontramos. Com tanta pressa, acabamos perdendo a oportunidade de viver momentos sagrados que não voltam mais.
E é exatamente sobre isso que trata o texto da Tia Nem: a pressa.
Ficamos atropelando tudo. Dividimos os nossos momentos sagrados entre atender um telefonema, olhar para outra coisa e não prestar atenção exatamente naquilo que está diante de nós e que realmente importa.
E vamos atropelando tudo. Passam os minutos, passam as horas, passam os dias. Daqui a pouco é uma nova semana. Logo chega o mês seguinte, vêm os anos e, quando percebemos, a vida passou.
É a pressa que, muitas vezes, nos impede de viver aquilo de que mais precisamos. Talvez seja um abraço, uma despedida, uma conversa, um olhar ou simplesmente alguns minutos ao lado de quem amamos.
E é justamente sobre isso que Tia Nem trata em mais uma pérola que escreve para os nossos leitores.
Acompanhe o texto, reflita e veja se não é uma verdade. :: LEIA MAIS »
Mais um belíssimo texto da nossa querida amiga, Tia Nem, de Itabuna

Meus amigos, minhas amigas, caros leitores do Blog do Agito Geral, eu cometi um erro ao não fazer um comentário sobre o texto que a minha querida Tia Nem nos encaminhou na terça-feira passada. Deixei passar, não comentei, mas já pedi desculpas a ela por essa omissão. Hoje, não poderia deixar de escrever algumas palavras sobre o que ela nos traz e que publicaremos em nosso blog.
Eu sempre sou chamado à atenção pela minha família, até pela caçula de quinze anos, de que a gente não precisa dar tantas explicações. E o tempo passa, a vida segue, e vamos descobrindo que isso é verdade.
A nossa intimidade, o nosso íntimo, aquilo que carregamos dentro de nós, nos pertence. Ninguém sabe exatamente o que se passa no interior de outra pessoa. Quantas vezes tentamos explicar aquilo que sentimos, aquilo que fazemos, quando, na verdade, determinadas coisas pertencem somente a nós?
E quero dizer à Tia Nem que aprendi mais um pouco com a vida depois de ler esse texto maravilhoso. É exatamente isso que uma boa leitura faz: provoca, ensina, desperta uma reflexão e, muitas vezes, nos faz enxergar algo que estava diante dos nossos olhos, mas que ainda não havíamos percebido.
Aproveito, Tia Nem, para repetir algo que já lhe disse: tenho uma admiração muito especial pelo que você escreve. Seus textos têm sensibilidade, experiência e essa capacidade tão bonita de fazer o leitor pensar sobre a vida.
Você é um verdadeiro brinde para os seus leitores aí do Centro-Sul e, agora, também para nós aqui no Sudoeste da Bahia, através do Blog do Agito Geral. :: LEIA MAIS »
A inveja e a maledicência: o incômodo diante de quem produz.

Por Maria Reis Gonçalves (Tia Nem)
Existe um tipo de pessoa que não suporta ver o brilho alheio.
Não porque lhe falte inteligência, oportunidade ou capacidade de crescer, mas porque lhe falta disposição interior para construir a própria trajetória. E quem não constrói, quase sempre passa a vigiar a construção do outro.
A inveja raramente se apresenta de forma clara. Ela se disfarça de crítica exagerada, de ironia, de opinião “sincera demais”, de comentários maldosos ditos em tom de preocupação ou superioridade moral.
O invejoso dificilmente admite a própria inferioridade emocional. Por isso, prefere diminuir aquilo que não consegue alcançar.
Há pessoas que vivem como espectadoras da vida. Não criam, não realizam, não contribuem, não produzem nada que deixe marcas positivas no mundo. Ainda assim, comportam-se como autoridades absolutas sobre tudo. São especialistas em apontar erros, julgar caminhos, condenar iniciativas e desacreditar sonhos. Possuem opinião para tudo, respostas para tudo
e certezas sobre tudo, mas quase nunca apresentam obras, atitudes ou exemplos concretos que sustentem tanta arrogância.
Enquanto alguns dedicam tempo para aprender, trabalhar, estudar, servir e evoluir, outros gastam energia observando, criticando e espalhando maledicência. E é curioso perceber que os alvos quase nunca são pessoas apagadas ou improdutivas. A inveja escolhe exatamente aqueles que se destacam em alguma área: os que possuem talento, inteligência, sensibilidade, competência, coragem ou reconhecimento.
Ninguém sente inveja de quem não desperta admiração.
Por isso, pessoas produtivas frequentemente se tornam alvo de comentários venenosos, fofocas e tentativas de desvalorização. O brilho alheio incomoda quem vive na escuridão emocional.
A dedicação de alguém evidencia a acomodação do outro. O sucesso de uma pessoa confronta diretamente as desculpas de quem desistiu de si mesmo. :: LEIA MAIS »
Mais um belo texto escrito e assinado por Maria Reis Gonçalves (Tia Nem)

Meus amigos, minhas amigas, caros leitores, os nossos seguidores que acompanham o nosso blog já estão acostumados: toda terça-feira temos uma pérola escrita por essa querida amiga da nossa terra grapiúna, Itabuna, aqui no sul do estado. E, sinceramente, já não me surpreendo mais.
Tudo o que ela faz, tudo o que escreve, é convidativo, interessante e, ao mesmo tempo, serve como um alerta e uma reflexão para todos nós. O tema que ela traz hoje é algo que nos toca profundamente: a coragem. A coragem e o medo. Ela faz um paralelo muito interessante, porque sabemos que, quando estamos de posse de um carro, de um automóvel, muitas vezes nos sentimos corajosos.
De posse de um microfone, comunicando-nos com os ouvintes, também nos sentimos corajosos. E diante de um computador igualmente podemos nos sentir corajosos ao escrever alguma coisa. Mas é preciso que também tenhamos temor, prudência e responsabilidade para não cometer injustiças, não sermos indelicados e, mais tarde, não sermos obrigados a conviver com o arrependimento por aquilo que dissemos ou escrevemos.
Mas vamos ao texto, que é o que realmente interessa. Tenho certeza de que, mais uma vez, a nossa querida Tia Nem nos convida a pensar, refletir e olhar para dentro de nós mesmos.
Grande abraço, Tia Nem, para você e para todos os nossos leitores. :: LEIA MAIS »
Tia Nem, de Itabuna: quanta leveza nos textos da minha querida amiga. Leiam!

Como é gratificante ler os textos maravilhosos da minha querida amiga Tia Nem, da nossa fantástica Itabuna. É um privilégio, minha amiga, receber essas crônicas e poder compartilhá-las com os nossos leitores, não apenas de Vitória da Conquista e da região Sudoeste, mas também de toda a região Sul da Bahia.
Tenho criado o hábito de levar as matérias do nosso blog também para o programa de rádio. Nem sempre é possível ler tudo, mas uma coisa eu posso afirmar: a cada texto seu, eu aprendo um pouco mais. Por isso, convido os nossos queridos leitores a apreciarem mais uma pérola escrita pela minha querida amiga.
Tenho um desejo muito especial: trazê-la um dia a Vitória da Conquista para que, no entardecer, início da noite, você e os poetas da nossa cidade se reúnam na Catedral das Flores, um espaço tão bonito e acolhedor, para um recital de poesia. Seria um momento inesquecível, em que pessoas com a sua sensibilidade dividiriam o palco e as emoções com o público conquistense.
É um cenário encantador. Temos a Catedral das Flores e também um belíssimo orquidário, espaços construídos na atual gestão da prefeita Sheila Lemos e que se tornaram verdadeiros convites à contemplação, à cultura e ao encontro entre pessoas que fazem da arte um instrumento de beleza e inspiração.
Leia na íntegra:
“As cicatrizes que a vida nos deu.
Por Maria Reis Gonçalves (Tia Nem)
Há pessoas que carregam cicatrizes visíveis. Outras escondem marcas que nenhum espelho é capaz de refletir. São feridas deixadas por palavras que nunca deveriam ter sido ditas, por silêncios que machucaram mais do que qualquer grito, por despedidas inesperadas, perdas irreparáveis, rejeições, traições e sonhos que morreram antes de florescer.
A vida tem o estranho hábito de nos ensinar através da dor. E, por mais que desejemos um caminho sem sofrimento, é justamente nas curvas mais difíceis que descobrimos aspectos de nós mesmos que jamais conheceríamos em tempos de calmaria.
As cicatrizes não são apenas lembranças do que aconteceu. Elas revelam que houve uma batalha. Contam, silenciosamente, que alguém caiu, chorou, pensou em desistir, mas, de alguma forma, encontrou forças para continuar. São páginas escritas na pele da alma.
Vivemos, porém, em uma sociedade que valoriza a aparência da perfeição. As pessoas escondem suas dores para parecerem fortes. Sorrimos para as fotografias enquanto, por dentro, tentamos juntar os pedaços de um coração cansado. Criamos personagens para sermos aceitos, esquecendo que é justamente a nossa humanidade que nos torna dignos de amor. :: LEIA MAIS »
Mais um belo texto da ilustre itabunense Maria Reis Gonçalves (Tia Nem).

Amigos e amigas, caros leitores do nosso blog, como é agradável, como é convidativo ler o que escreve essa figura incrível, tão simpática e tão generosa. É uma pessoa que tira de dentro de si aquilo que tem de mais nobre, busca no fundo da alma os seus melhores sentimentos e os compartilha com os outros. E, acima de tudo, transmite uma mensagem de amor às pessoas e de valorização da humildade.
A nossa querida Tia Nem, cujo nome de batismo é Maria Reis Gonçalves, tem essa capacidade de transformar palavras simples em conforto para quem as lê. Por isso, mais uma vez, trago aos nossos leitores um dos seus belos escritos. Ela já faz parte da família do nosso blog.
E, desta vez, fala de uma virtude muito importante: a humildade.
Ao ler o seu texto, lembrei-me de um episódio que vivi certa vez, quando subia a Serra do Marçal, tão conhecida pelos nossos leitores de Itabuna e de toda a região sul da Bahia, já no caminho para a minha querida Vitória da Conquista.
Subia aquela serra sinuosa e perigosa, embora belíssima para quem percorre o trajeto com prudência, quando, à minha frente, seguia um caminhão carregado com uma carga muito pesada.
Ao perceber que eu me aproximava, o motorista deslocou o caminhão para a faixa adicional, como quem dizia: “Pode passar.”
Ao ultrapassá-lo, fiz um gesto muito simples: dei uma leve buzinada em sinal de agradecimento.
Ele respondeu levantando o polegar, fazendo um sinal positivo. Naquele instante, percebi que custa tão pouco sermos gentis, educados e humildes. Imaginei aquele senhor, talvez com cinquenta ou sessenta anos de idade, viajando, quem sabe pensando na família, no trabalho, na vida. Não custava absolutamente nada agradecer aquele gesto de cortesia. Também isso é humildade.
E é exatamente sobre isso que Tia Nem escreve com tanta sensibilidade neste belíssimo texto.
Minha querida Tia Nem, mais uma vez, muito obrigado por compartilhar conosco as suas reflexões.
Aos nossos leitores, fica o convite: leiam com atenção mais esse belo texto dessa querida amiga da nossa vizinha Itabuna, a inesquecível terra grapiúna. :: LEIA MAIS »
Tia Nem traz mais um dos seus belos escritos e nos mostra que viver é muito mais simples do que pensamos.

Tia Nem, cujo nome é Maria Reis Gonçalves, é da nossa querida Itabuna, a terra grapiúna, no sul da Bahia. E é com muita satisfação que trago aos leitores do Blog do Agito Geral mais uma das suas reflexões, sempre escritas com sensibilidade e um olhar muito especial sobre a vida.
Desta vez, ela nos convida a perceber que viver é muito mais simples do que imaginamos. Muitas vezes somos nós mesmos que complicamos o caminho, quando, na verdade, a felicidade está muito mais próxima do que pensamos.
Basta olhar ao nosso redor. Basta perceber as coisas bonitas que o Criador nos deixou para contemplar e desfrutar: o correr das águas dos rios, o vento que sopra suavemente, o perfume das flores, o canto dos pássaros, o abraço de um amigo, o encontro com as pessoas que amamos e os pequenos gestos que tornam a vida tão valiosa.
Ao contrário do que muitos imaginam, a vida não é complicada por natureza. Somos nós que, muitas vezes, a tornamos assim, envolvidos por uma busca incessante de acumular conquistas materiais, preocupações e compromissos, esquecendo de olhar para o lado e valorizar quem caminha conosco.
Tudo depende de nós. Da forma como enxergamos o mundo, das escolhas que fazemos e da capacidade de perceber que a verdadeira riqueza está, quase sempre, nas coisas mais simples.
Por isso, leiam com atenção mais esse belo texto de Tia Nem. Tenho certeza de que suas palavras nos farão refletir e perceber que, muitas vezes, insistimos em procurar um norte distante, quando o verdadeiro caminho sempre esteve bem diante dos nossos olhos. :: LEIA MAIS »
Maria Reis Gonçalves, a querida tia Nem, nos convida a refletir sobre o verdadeiro sentido da vida

Meus amigos, minhas amigas, caros leitores do Blog do Agito Geral, Maria Reis Gonçalves, a nossa querida tia Nem, é uma amiga muito especial da cidade de Itabuna, por quem tenho um carinho enorme, embora já faça algum tempo que não nos falamos.
Eu gosto da tia Nem, da sua maneira de enxergar a vida, da sensibilidade que lhe é própria e da forma leve e profunda com que transforma sentimentos em palavras. É uma figura simpaticíssima, daí o apelido carinhoso pelo qual é conhecida e querida por tantos: tia Ne.
Pois bem. Faço parte de um grupo de amigos da terra grapiúna, essa imponente cidade do sul da Bahia, tão rica em história e cultura, e, de repente, me deparei com mais um escrito da tia Nem.
E, como aconteceu em outras ocasiões, fui profundamente tocado pelas suas palavras.
Mas confesso que esse texto, em especial, me chamou ainda mais a atenção. Talvez porque seja tão atual, tão verdadeiro, tão presente neste mundo em que vivemos, onde tantas vezes buscamos explicações para as inquietações da alma e, paradoxalmente, as respostas estão dentro de nós mesmos. Mas, por alguma razão, insistimos em não ouvi-las.
No seu texto, tia Nem nos lembra que viver pode ser algo muito mais simples do que imaginamos, apesar dos caminhos que o mundo moderno insiste em nos apresentar. Em tempos de internet, redes sociais e conexões instantâneas, parece que fomos condicionados a possuir mais do que a ser.
E é justamente aí que está uma das passagens mais bonitas e mais emblemáticas do seu escrito.
Ela nos convida a refletir. Por que não valorizarmos mais os almoços de domingo em família? Por que não darmos mais importância aos abraços sinceros, ao aconchego de um colo, a um afago, a uma palavra amiga, à presença daqueles que amamos? Por que não? Afinal, são essas pequenas grandezas que dão sentido à vida. :: LEIA MAIS »
COVID19: não faça do preconceito uma dor a mais!
Por Maria Reis Gonçalves
(Psicóloga)
Todos nós iremos lembrar de 2020, como o ano da Pandemia de Coronavirus! Os livros de História Geral, irão falar da doença que matou milhares de pessoas em todo mundo, no entanto, muito pouco deles, irão falar do Preconceito que sofreram as pessoas que foram acometidas pelo vírus. Uma doença que se originou no Oriente, e em pouco tempo, contaminou todo o mundo, Principalmente os países onde a maioria da população é formada por pessoas idosas.
O Brasil, tem sofrido muito com essa nova doença, as pessoas não entendem como se contaminam e de que maneira podem se curar. Não existe um remédio, uma vacina ou mesmo um paliativo, quando ela se instala. No entanto, o pior de todos os males, não está na doença, propriamente dita, mas no preconceito que surge, contra as pessoas que foram infectadas. Enquanto os profissionais de saúde lutam contra o inimigo invisível, os governos fomentam ações de isolamento, realizando testes e procurando comprar materiais que supram as necessidades básicas do combate, o medo do Covid19 está aflorando nas mentes das pessoas. A hostilidade contra os infectados está se tornando comum e episódios de natureza preconceituosa tem se alastrado por todo território nacional, como se o doente tivesse culpa de ter contraído o vírus. :: LEIA MAIS »
A ansiedade e o medo do COVID-19
Por Maria Reis Gonçalves (Tia Nem)
Psicóloga.
As pessoas demonstram medo do desconhecido, sempre foi assim, e com o Covid19, não é diferente, o mundo está com medo desse inimigo invisível, principalmente, pelo fato de que o inimigo mata sem escolha e sem critério. Temos inúmeras doenças fatais, no entanto perdemos o medo delas por sabermos das suas consequências, por serem previsíveis, no entanto o Covid19, até esse momento que escrevo, continua uma incógnita, com conseqüências variadas e inesperadas, e sendo transmitido de várias maneiras, mesmo sendo afirmações meio hipotéticas, e ainda não temos maneira de controlar esse contágio.
Na época de estudante e após aplicação profissional, aprendi que o pânico e a ansiedade, nas pessoas, tem origem nos seus medos. E na área Comportamental, observei que o medo tem a sua evolução na nossa sobrevivência. De certa maneira o medo nos ajuda a sobreviver. Na verdade, o medo é o mais antigo mecanismo, que a humanidade usa, para garantir a sua própria sobrevivência histórica. :: LEIA MAIS »
















