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:: ‘Maria Reis Gonçalves (Tia Nem)’

Tia Nem, de Itabuna: quanta leveza nos textos da minha querida amiga. Leiam!


Como é gratificante ler os textos maravilhosos da minha querida amiga Tia Nem, da nossa fantástica Itabuna. É um privilégio, minha amiga, receber essas crônicas e poder compartilhá-las com os nossos leitores, não apenas de Vitória da Conquista e da região Sudoeste, mas também de toda a região Sul da Bahia.

Tenho criado o hábito de levar as matérias do nosso blog também para o programa de rádio. Nem sempre é possível ler tudo, mas uma coisa eu posso afirmar: a cada texto seu, eu aprendo um pouco mais. Por isso, convido os nossos queridos leitores a apreciarem mais uma pérola escrita pela minha querida amiga.

Tenho um desejo muito especial: trazê-la um dia a Vitória da Conquista para que, no entardecer, início da noite, você e os poetas da nossa cidade se reúnam na Catedral das Flores, um espaço tão bonito e acolhedor, para um recital de poesia. Seria um momento inesquecível, em que pessoas com a sua sensibilidade dividiriam o palco e as emoções com o público conquistense.

É um cenário encantador. Temos a Catedral das Flores e também um belíssimo orquidário, espaços construídos na atual gestão da prefeita Sheila Lemos e que se tornaram verdadeiros convites à contemplação, à cultura e ao encontro entre pessoas que fazem da arte um instrumento de beleza e inspiração.

Leia na íntegra:

As cicatrizes que a vida nos deu.

Por Maria Reis Gonçalves (Tia Nem)

Há pessoas que carregam cicatrizes visíveis. Outras escondem marcas que nenhum espelho é capaz de refletir. São feridas deixadas por palavras que nunca deveriam ter sido ditas, por silêncios que machucaram mais do que qualquer grito, por despedidas inesperadas, perdas irreparáveis, rejeições, traições e sonhos que morreram antes de florescer.

A vida tem o estranho hábito de nos ensinar através da dor. E, por mais que desejemos um caminho sem sofrimento, é justamente nas curvas mais difíceis que descobrimos aspectos de nós mesmos que jamais conheceríamos em tempos de calmaria.

As cicatrizes não são apenas lembranças do que aconteceu. Elas revelam que houve uma batalha. Contam, silenciosamente, que alguém caiu, chorou, pensou em desistir, mas, de alguma forma, encontrou forças para continuar. São páginas escritas na pele da alma.

Vivemos, porém, em uma sociedade que valoriza a aparência da perfeição. As pessoas escondem suas dores para parecerem fortes. Sorrimos para as fotografias enquanto, por dentro, tentamos juntar os pedaços de um coração cansado. Criamos personagens para sermos aceitos, esquecendo que é justamente a nossa humanidade que nos torna dignos de amor. :: LEIA MAIS »

Mais um belo texto da ilustre itabunense Maria Reis Gonçalves (Tia Nem).


Amigos e amigas, caros leitores do nosso blog, como é agradável, como é convidativo ler o que escreve essa figura incrível, tão simpática e tão generosa. É uma pessoa que tira de dentro de si aquilo que tem de mais nobre, busca no fundo da alma os seus melhores sentimentos e os compartilha com os outros. E, acima de tudo, transmite uma mensagem de amor às pessoas e de valorização da humildade.

A nossa querida Tia Nem, cujo nome de batismo é Maria Reis Gonçalves, tem essa capacidade de transformar palavras simples em conforto para quem as lê. Por isso, mais uma vez, trago aos nossos leitores um dos seus belos escritos. Ela já faz parte da família do nosso blog.

E, desta vez, fala de uma virtude muito importante: a humildade.

Ao ler o seu texto, lembrei-me de um episódio que vivi certa vez, quando subia a Serra do Marçal, tão conhecida pelos nossos leitores de Itabuna e de toda a região sul da Bahia, já no caminho para a minha querida Vitória da Conquista.

Subia aquela serra sinuosa e perigosa, embora belíssima para quem percorre o trajeto com prudência, quando, à minha frente, seguia um caminhão carregado com uma carga muito pesada.

Ao perceber que eu me aproximava, o motorista deslocou o caminhão para a faixa adicional, como quem dizia: “Pode passar.”

Ao ultrapassá-lo, fiz um gesto muito simples: dei uma leve buzinada em sinal de agradecimento.

Ele respondeu levantando o polegar, fazendo um sinal positivo. Naquele instante, percebi que custa tão pouco sermos gentis, educados e humildes. Imaginei aquele senhor, talvez com cinquenta ou sessenta anos de idade, viajando, quem sabe pensando na família, no trabalho, na vida. Não custava absolutamente nada agradecer aquele gesto de cortesia. Também isso é humildade.

E é exatamente sobre isso que Tia Nem escreve com tanta sensibilidade neste belíssimo texto.

Minha querida Tia Nem, mais uma vez, muito obrigado por compartilhar conosco as suas reflexões.

Aos nossos leitores, fica o convite: leiam com atenção mais esse belo texto dessa querida amiga da nossa vizinha Itabuna, a inesquecível terra grapiúna. :: LEIA MAIS »

Tia Nem traz mais um dos seus belos escritos e nos mostra que viver é muito mais simples do que pensamos.


Tia Nem, cujo nome é Maria Reis Gonçalves, é da nossa querida Itabuna, a terra grapiúna, no sul da Bahia. E é com muita satisfação que trago aos leitores do Blog do Agito Geral mais uma das suas reflexões, sempre escritas com sensibilidade e um olhar muito especial sobre a vida.

Desta vez, ela nos convida a perceber que viver é muito mais simples do que imaginamos. Muitas vezes somos nós mesmos que complicamos o caminho, quando, na verdade, a felicidade está muito mais próxima do que pensamos.

Basta olhar ao nosso redor. Basta perceber as coisas bonitas que o Criador nos deixou para contemplar e desfrutar: o correr das águas dos rios, o vento que sopra suavemente, o perfume das flores, o canto dos pássaros, o abraço de um amigo, o encontro com as pessoas que amamos e os pequenos gestos que tornam a vida tão valiosa.

Ao contrário do que muitos imaginam, a vida não é complicada por natureza. Somos nós que, muitas vezes, a tornamos assim, envolvidos por uma busca incessante de acumular conquistas materiais, preocupações e compromissos, esquecendo de olhar para o lado e valorizar quem caminha conosco.

Tudo depende de nós. Da forma como enxergamos o mundo, das escolhas que fazemos e da capacidade de perceber que a verdadeira riqueza está, quase sempre, nas coisas mais simples.

Por isso, leiam com atenção mais esse belo texto de Tia Nem. Tenho certeza de que suas palavras nos farão refletir e perceber que, muitas vezes, insistimos em procurar um norte distante, quando o verdadeiro caminho sempre esteve bem diante dos nossos olhos. :: LEIA MAIS »

Maria Reis Gonçalves, a querida tia Nem, nos convida a refletir sobre o verdadeiro sentido da vida


Meus amigos, minhas amigas, caros leitores do Blog do Agito Geral, Maria Reis Gonçalves, a nossa querida tia Nem, é uma amiga muito especial da cidade de Itabuna, por quem tenho um carinho enorme, embora já faça algum tempo que não nos falamos.

Eu gosto da tia Nem, da sua maneira de enxergar a vida, da sensibilidade que lhe é própria e da forma leve e profunda com que transforma sentimentos em palavras. É uma figura simpaticíssima, daí o apelido carinhoso pelo qual é conhecida e querida por tantos: tia Ne.

Pois bem. Faço parte de um grupo de amigos da terra grapiúna, essa imponente cidade do sul da Bahia, tão rica em história e cultura, e, de repente, me deparei com mais um escrito da tia Nem.

E, como aconteceu em outras ocasiões, fui profundamente tocado pelas suas palavras.

Mas confesso que esse texto, em especial, me chamou ainda mais a atenção. Talvez porque seja tão atual, tão verdadeiro, tão presente neste mundo em que vivemos, onde tantas vezes buscamos explicações para as inquietações da alma e, paradoxalmente, as respostas estão dentro de nós mesmos. Mas, por alguma razão, insistimos em não ouvi-las.

No seu texto, tia Nem nos lembra que viver pode ser algo muito mais simples do que imaginamos, apesar dos caminhos que o mundo moderno insiste em nos apresentar. Em tempos de internet, redes sociais e conexões instantâneas, parece que fomos condicionados a possuir mais do que a ser.

E é justamente aí que está uma das passagens mais bonitas e mais emblemáticas do seu escrito.

Ela nos convida a refletir. Por que não valorizarmos mais os almoços de domingo em família? Por que não darmos mais importância aos abraços sinceros, ao aconchego de um colo, a um afago, a uma palavra amiga, à presença daqueles que amamos? Por que não? Afinal, são essas pequenas grandezas que dão sentido à vida. :: LEIA MAIS »

COVID19: não faça do preconceito uma dor a mais!

Tia Nem

Por Maria Reis Gonçalves

(Psicóloga)

Todos nós iremos lembrar de 2020, como o ano da Pandemia de Coronavirus! Os livros de História Geral, irão falar da doença que matou milhares de pessoas em todo mundo, no entanto, muito pouco deles, irão falar do Preconceito que sofreram as pessoas que foram acometidas pelo vírus. Uma doença que se originou no Oriente, e em pouco tempo, contaminou todo o mundo, Principalmente os países onde a maioria da população é formada por pessoas idosas.

O Brasil, tem sofrido muito com essa nova doença, as pessoas não entendem como se contaminam e de que maneira podem se curar. Não existe um remédio, uma vacina ou mesmo um paliativo, quando ela se instala. No entanto, o pior de todos os males, não está na doença, propriamente dita, mas no preconceito que surge, contra as pessoas que foram infectadas. Enquanto os profissionais de saúde lutam contra o inimigo invisível, os governos fomentam ações de isolamento, realizando testes e procurando comprar materiais que supram as necessidades básicas do combate, o medo do Covid19 está aflorando nas mentes das pessoas. A hostilidade contra os infectados está se tornando comum e episódios de natureza preconceituosa  tem se alastrado por todo território nacional, como se o doente tivesse culpa de ter contraído o vírus. :: LEIA MAIS »

A ansiedade e o medo do COVID-19

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Por Maria Reis Gonçalves (Tia Nem)

Psicóloga.
As pessoas demonstram medo do desconhecido, sempre foi assim, e com o Covid19, não é diferente, o mundo está com medo desse inimigo invisível, principalmente, pelo fato de que o inimigo mata sem escolha e sem critério. Temos inúmeras doenças fatais, no entanto perdemos o medo delas por sabermos das suas consequências, por serem previsíveis, no entanto o Covid19, até esse momento que escrevo, continua uma incógnita, com conseqüências variadas e inesperadas, e sendo transmitido de várias maneiras, mesmo sendo afirmações meio hipotéticas, e ainda não temos maneira de controlar esse contágio.
Na época de estudante e após aplicação profissional, aprendi que o pânico e a ansiedade, nas pessoas, tem origem nos seus medos. E na área Comportamental, observei que o medo tem a sua evolução na nossa sobrevivência. De certa maneira o medo nos ajuda a sobreviver. Na verdade, o medo é o mais antigo mecanismo, que a humanidade usa, para garantir a sua própria sobrevivência histórica. :: LEIA MAIS »

Tenha cuidado com o que toleras!

Tia Nem

Por Maria Reis Gonçalves (Tia Nem)

Não devemos nos incomodar com tudo o que nos desagrada, se isso acontecer, vamos passar todo o nosso tempo zangados, emburrados, chateados com o mundo. Pois, é muito difícil você passar todo o dia sem ouvir algo que o desagrade, sem dar de cara com uma pessoa mal educada, sem que nos frustremos com alguma coisa que não saiu como queríamos, com uma pessoa amiga que não agiu como estávamos esperando. Por isso, há uma grande necessidade que filtremos, com sabedoria, o que nos chega, para não ficarmos impregnados de coisas que não nos fazem bem. Ignorar certas situações, nos poupará de vários momentos ruins, tendo em vista que será inútil tentar argumentar com pessoas que não sabem ouvir, mas sabem condenar, julgar e até mesmo se fazerem de vitimas, para que possamos nos sentir culpados. Então, tenha cuidado com o que você tolera de certas pessoas, você estará ensinando-as como devem tratá-la.

Tem pessoas que vão continuar sendo como são, mesmo que você passe todo o tempo alertando-as, conversando, aconselhando, tentando orientar, mostrando que o que elas estão fazendo não é o certo. Elas estão sempre a maltratar alguém, a achar que o mundo tem obrigação de compensá-la, por alguma coisa e acha que vida não presta, simplesmente pelos fatos não acontecerem do jeito que ela quer. Se nega a entender que a vida é imprevisível. E começa a atacar quem está por perto, principalmente os amigos que tentam ajudá-las. Para essas pessoas a vida é um martírio, que só trás sofrimento e que todos tem culpa da situação que elas se encontram. Mesmo assim, não podemos ser condescendentes com tudo ou a situação termina nos engolindo e passivamente vamos nos deixar maltratar. :: LEIA MAIS »

SOLIDARIEDADE: A alegria de poder ajudar.

Tia Nem

Por Maria Reis Gonçalves (Tia Nem)

Ontem, uma amiga me falou que presenciou uma cena interessante: uma tartaruga ficou virada com o casco para baixo e as perninhas para o ar,  estava se mexendo muito, dificilmente ela voltaria à posição normal, sem ajuda. Foi aí que, a minha amiga,percebeu, uma outra tartaruga, chegando perto da que estava virada e, com esforço, conseguiu desvirar a companheira. A minha amiga, falou que queria ajudar, mas não interferiu, pois percebeu que ali, estava uma lição de solidariedade. E é uma grande verdade! No gesto da tartaruga amiga, podemos observar o desejo de ajudar. Assim é a solidariedade, é o desejo que temos, todos nós voluntários, de ajudar as pessoas que necessitam de apoio. Solidariedade, é a maneira que encontramos de estender a mão ao outro, colaborar com os que necessitam sem querermos nada em troca. Essas são as atitudes que revestem as pessoas solidárias, pessoas que se preocupam com o próximo.

Ser solidário é muito importante em uma sociedade tão desigual. Através da nossa ajuda, muitas necessidades são supridas e até para o solidário as coisas ficam bem melhores. No momento em que você ajuda ao seu semelhante, você começa a enxergar a sua própria existência. A solidariedade sempre fez parte das sociedades, é graças a várias pessoas, solidárias, que muita gente tem recebido ajuda, seja na educação, na habitação, alimentação, até mesmo na capacitação de profissionais, muitas empresas e seus gestores, tem ajudado a melhorar a qualidade de vida das pessoas, sem que recebam nada em troca. Todos os anos surgem campanhas, que são lançadas no intuito de ajudar famílias que perderam tudo no decorrer da sua vida e passam a necessitar da solidariedade das outras pessoas. E vemos que na maioria das vezes, essas campanhas faz sempre o maior sucesso frente à bondade dos doadores. Claro que não é todos que se preocupam com o próximo, pois existem alguns que somente se preocupam com seu próprio bem-estar, porém nem todos agem como essas pessoas. :: LEIA MAIS »

O homem é lobo do homem

Tia Nem

Por Maria Reis Gonçalves

Thomas Hobbes, filósofo inglês e, um dos fundadores da filosofia política, utilizou a frase em sua obra “De Cive” ( Do Cidadão), por estar vivendo em tempos conturbados para a coroa de seu país, e suas ideias estavam condizentes com o clima de incerteza que marcou aquele período. Essa frase, vem  martelando em minha cabeça há dias, desde que o Candidato a presidente do Brasil, o Capitão Reformado do Exercito, Jair Bolsonaro, recebeu uma facada, na cidade de Juiz de Fora, no Estado de Minas Gerais, em plena campanha política. Na frase, o autor tenta exprimir um comportamento antropológico característico do ser humano: a capacidade que temos de julgar e excluir todos aqueles que não fazem parte do nosso grupo, das nossas ideias, dos nossos anseios.

Esse comportamento abre caminhos para a violência contra todos aqueles que não fazem parte do nosso meio, seja social, seja político e, ao mesmo tempo nos obriga a buscar uma “paz” entre os nossos pares, que nos dê certa segurança, representada pelos ideais sociais ou políticas do grupo. No entanto, para Hobbes, o ser humano é incapaz de manter essa paz sem uma liderança forte e centralizadora, e se alguma outra pessoa, diferente ao meio, ousa ameaçar essa liderança, seria automaticamente rechaçada. Mesmo vivendo no século XVII, sua frase, ainda possui o dom de nos fazer refletir e continua atemporal. :: LEIA MAIS »

Amores que matam!

Tia Nem

Por Maria Reis Gonçalves (Tia Nem)

Costumamos ouvir, de maneira geral, que o amor tem a capacidade de mover montanhas, e isso nos faz querer conhecer um amor que tenha competência para modificar o nosso mundo. No entanto, por mais que venhamos a analisar o amor, nunca poderemos defini-lo totalmente. Existem os amores que são uma tormenta e os que são um idílico sem fim, tudo vai depender da maneira que o casal se comporta diante do sentimento que começa a nutrir, um pelo outro.

Cada ser humano tem a sua própria ideia do que seja o amor, e infelizmente, nem sempre essas ideias são sadias, muitas são equivocadas, o que pode transformar o relacionamento em uma verdadeira armadilha perigosa, na qual a vida perde todo o sentido. No dia a dia, temos observado casos em que o amor é confundido com dependência, fazendo com que as relações fiquem tóxicas. Essa é a primeira demonstração que a pessoa tem a sua autoestima muito baixa e tende a acreditar que é preciso ir em busca de um amor fora de si mesmo, ainda que isso custe a sua dignidade.

No entanto existem relações recheadas de bom humor, alegres, dinâmica, bem movimentada. Claro que um casal, onde convivem juntos pessoas que foram criadas totalmente diferentes, vai surgir alguns conflitos, isso é natural, no entanto, esses conflitos terminam por divertir os dois, pois, são absorvidos como aprendizados e lições a não serem repetidas no futuro. Ao contrário dos amores trágicos, o relacionamento baseado no respeito, admiração, confiança e bom humor, leva o casal a usufruir momentos agradáveis e de grande durabilidade. :: LEIA MAIS »

alessandro tibo


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