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:: ‘Política’

Eleições 2026: não existe disputa ideológica, a busca é pelo poder, ou pela manutenção nele. É ocupação de espaço, tudo junto e misturado.


Meus amigos, minhas amigas, essa manchete não significa, de forma alguma, uma negação da existência de correntes ideológicas. Eu não seria irresponsável a esse ponto. Sabemos perfeitamente que existem os ideólogos, os marxistas, os conservadores em sua essência. Jamais faria uma afirmação leviana ao ponto de dizer que essas correntes deixaram de existir. Elas existem, estão presentes, têm militância, têm história.

O que ocorre, na verdade, é uma adaptação ao longo do tempo. A própria esquerda, por exemplo, compreendeu que seria inviável, em um país de dimensões continentais como o Brasil, promover transformações profundas a partir de uma lógica de enfrentamento radical, como já se pensou no passado. Alguns partidos mantiveram, por muito tempo, posições mais rígidas. O Partido dos Trabalhadores, por exemplo, já foi visto por outros setores da esquerda como mais fechado, mais ideológico, até mesmo sectário. Com o passar do tempo, no entanto, passou a abrigar também lideranças mais moderadas, ampliando seu espectro político.

Do outro lado, setores da direita também passaram por um processo de compreensão de que o mundo não se sustenta em extremos. A prática política, no fim das contas, tem exigido equilíbrio, diálogo e, sobretudo, capacidade de composição. E é nesse movimento que muitos passaram a ocupar um espaço mais ao centro, buscando soluções mais pragmáticas para os problemas da sociedade.

Com isso, o cenário foi se transformando. Aquela divisão rígida, bem definida, foi se diluindo, e hoje vemos um ambiente onde, muitas vezes, posições se aproximam, alianças se constroem de forma inesperada e interesses convergem. É o que muitos definem como um cenário “misturado”, onde a busca por espaço político e governabilidade acaba se sobrepondo às diferenças ideológicas mais puras. :: LEIA MAIS »

Cargo de confiança não é sinônimo de obediência, mas de compromisso e lealdade. O presidente Lula e um prefeito da região disseram aos seus staffs: “quem não defender o governo, peça demissão”.


O líder não é aquele que age com autoritarismo. Não é aquele que, aos berros e aos gritos, tenta impor sua vontade aos colaboradores, parceiros ou liderados. Em hipótese alguma.

Mas é preciso compreender algo fundamental: em qualquer governo, seja municipal, estadual ou federal, aqueles que são convidados a compor a gestão assumem, naturalmente, um compromisso.

Não é apenas um cargo. É uma deferência. Um gesto de confiança. Um reconhecimento de que há identidade de pensamento, convergência de ideias e disposição para trabalhar por um projeto coletivo.

Quem ocupa um cargo de confiança está ali para colaborar, participar e, sobretudo, responder nos momentos mais difíceis. Na hora em que se exige união, é esperado que todos deem as mãos.

Isso não é exigir o impossível. É o mínimo.

Não se trata de imposição absurda, mas de coerência. Quem integra um governo precisa estar disposto a defendê-lo, a sustentá-lo, inclusive nos momentos de maior pressão. :: LEIA MAIS »

Prefeita Sheila dá as boas-vindas ao ex-vereador e delegado Marcus Vinicius, que se filiou ao União Brasil e será candidato a deputado federal.


Olha aí o dinamismo da política.

No dia 04 de abril, prazo final para que os pretensos candidatos às eleições escolhessem suas siglas partidárias, mais um movimento importante foi confirmado em Vitória da Conquista.

O ex-vereador e delegado Marcus Vinicius, que tinha sua reeleição praticamente certa para a Câmara Municipal, optou por um novo desafio. Foi candidato a vice na chapa da ex-vereadora Lúcia Rocha, do MDB, alcançando cerca de 23 mil votos nas últimas eleições.

Agora, atendendo a um chamado que vinha sendo feito por muitos eleitores, decidiu dar um passo adiante e disputar uma vaga na Câmara Federal.

Para isso, filiou-se ao União Brasil, sendo recepcionado pela prefeita Sheila Lemos, que lhe deu as boas-vindas e destacou a importância de sua chegada ao partido, presidido no município por Dona Irma Lemos.

A política segue seu curso natural: dinâmica, imprevisível e cheia de movimentos estratégicos. :: LEIA MAIS »

“Eu conversei com Sheila que apoiaria Lara como deputada estadual”, me reportou Dr. Alan.


Há cerca de 15 dias, encontrei casualmente o Dr. Alan em um dos corredores da Prefeitura Municipal. Ele me convidou para irmos ao seu gabinete, onde tivemos uma conversa longa e bastante produtiva. Falamos sobre esporte, política e, claro, sobre Vitória da Conquista.

Em determinado momento, ele me confidenciou que havia conversado com a prefeita Sheila Lemos e que manifestou o apoio à sua esposa, a vereadora Lara Fernandes, como pré-candidata a deputada estadual.

Segundo ele, não faria sentido sua esposa disputar uma eleição e ele apoiar outro nome. Além disso, como presidente do Republicanos no município, e sendo ela também filiada à sigla, essa decisão seria a mais coerente. :: LEIA MAIS »

Jerônimo mostrou pulso e coerência: Geraldo Jr. é confirmado vice mais uma vez. Geddel e Lúcio estavam certos ao dizer que o “MDB não é barriga de aluguel”!


A política é uma arte. É também uma ciência, embora muitos não queiram reconhecer. É um jogo, um verdadeiro tabuleiro, onde as peças são movimentadas conforme a estratégia de quem está conduzindo a partida.

Quem conhece o pôquer sabe: o blefe faz parte do jogo. E, se o adversário não estiver atento, perde tudo.

Na política, não é diferente. Há balões de ensaio, especulações, narrativas que surgem para testar cenários ou até desestabilizar o que está posto. Mas, no meio de tudo isso, existem valores que não podem ser abandonados: lealdade, coerência, compromisso.

Companheiros de caminhada não se deixam para trás. Não se abandona quem esteve ao seu lado nas vitórias e nas derrotas. Não se abandona princípios. E, sobretudo, é preciso dar exemplo — principalmente para a juventude, que é a força motriz de qualquer sociedade.

Diante de tantos rumores que surgiram, apontando possíveis mudanças na composição da chapa governista, o que se viu foi uma reafirmação clara. :: LEIA MAIS »

Acreditem se quiser (eu não creio), mas vejam o que disse o renomado radialista Mário Kertész: “é possível que Rui seja o candidato ao governo em lugar de Jerônimo”!


Nós já dissemos aqui várias vezes, não apenas em nosso blog, em matérias anteriores, mas também em nosso programa
Agito Geral, apresentado na Rádio Up de segunda a sexta-feira: a política é surpreendente. E há situações que, sinceramente, parecem difíceis de acreditar.

Não se trata de dizer que quem fala está mentindo, mas, em alguns casos, o que se ouve soa como um verdadeiro absurdo.

Pois bem.

Eu assisti e ouvi claramente o ex-prefeito de Salvador e renomado radialista Mário Kertész, da Rádio Metrópole, afirmar algo que rapidamente repercutiu por toda a Bahia e, certamente, já chegou ao conhecimento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Kertész foi direto: segundo ele, o grupo do governador Jerônimo Rodrigues estaria “querendo perder a eleição”.

E foi além. Afirmou que Geraldo Júnior não será o vice e que Rui Costa pode vir a ser o candidato ao governo do estado.

A justificativa? Rui teria um histórico de forte votação, especialmente por ter contribuído significativamente para os resultados eleitorais de Lula na Bahia. :: LEIA MAIS »

Wagner Alves escolhe o União Brasil para sua filiação. “A decisão foi do grupo, conversamos muito, inclusive, com a prefeita Sheila e Dona Irma, presidente do partido!”


O pré-candidato a deputado estadual Wagner Alves, esposo da prefeita Sheila Lemos, fez um gesto que valoriza Vitória da Conquista, sua terra, e toda a região Sudoeste.

Ao decidir se filiar ao União Brasil na própria cidade, Wagner demonstra que mantém uma relação próxima com seus conterrâneos e com a população regional. Por esse motivo, optou por realizar sua filiação de forma local, evitando os tradicionais holofotes da capital.

Enquanto muitos escolhem Salvador, a Assembleia Legislativa ou grandes eventos partidários para oficializar sua entrada em uma sigla, Wagner preferiu permanecer em Conquista. Um gesto que, segundo ele, também é valorizado pela população.

Em conversa anterior, ele já havia sinalizado possibilidades de filiação, inclusive mencionando o Partido Liberal. No entanto, avaliou que a disputa interna poderia ser mais difícil.

Segundo Wagner, não existe eleição fácil em partido nenhum. E, fazendo uma analogia com o futebol, foi direto: quem quer ser campeão não escolhe adversário. :: LEIA MAIS »

ACM Neto está entre a Cruz e a Espada: ficará com Flávio Bolsonaro ou Ronaldo Caiado? Ou deixará o eleitor escolher?


A disputa pelo governo do estado está acirradíssima.

O pré-candidato ACM Neto, da União Brasil, como destacamos em nossa chamada de capa, está entre a cruz e a espada. Ele precisa decidir qual será o seu posicionamento político diante de um cenário nacional que impacta diretamente a eleição estadual.

Hoje, há pelo menos duas forças representando o campo da centro-direita. De um lado, o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, ex União Brasil, hoje PSD, lançado como pré-candidato à Presidência da República, inclusive com participação ativa de ACM Neto no ato realizado em Salvador.

Do outro lado, o Partido Liberal, que tem como pré-candidato ao Planalto o senador Flávio Bolsonaro.

E aí surge a pergunta inevitável: como ficará o palanque na Bahia? Não é simples. Para quem deseja governar o estado, como é o caso de ACM Neto, essa é uma equação delicada. Afinal, em um cenário de múltiplas candidaturas no mesmo campo político, cada movimento precisa ser calculado.

A política hoje permite uma grande liberdade de articulação. Os partidos têm autonomia para se movimentar conforme seus interesses, tanto no plano nacional quanto nos estados e municípios. :: LEIA MAIS »

“O MDB não é barriga de aluguel. Temos história, temos tamanho”, diz o ex-ministro Geddel Vieira Lima, em relação ao vice de Jerônimo.


Continua pegando fogo a definição do vice na chapa do governador Jerônimo Rodrigues, candidato à reeleição pelo Partido dos Trabalhadores, que conta com uma ampla frente de partidos aliados.

Até pouco tempo, o cenário parecia tranquilo — ou quase — no que diz respeito à permanência do MDB na indicação do vice da chapa governista.

Os irmãos Geddel Vieira Lima e Lúcio Vieira Lima foram categóricos ao afirmar que não faria sentido o MDB participar de uma composição que não refletisse a sua realidade política. Segundo eles, o partido continuará indicando o vice, e o nome permanece sendo o do atual vice-governador Geraldo Júnior.

No entanto, a cada momento o cenário muda. O anúncio da chapa, que parecia certo para ontem, foi adiado. Agora, cresce a expectativa de que a definição ocorra com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que estará na Bahia.

Geddel foi enfático ao dizer que o MDB não é “barriga de aluguel”, destacando que se trata de um partido com história, tamanho, compromisso e lealdade. :: LEIA MAIS »

“Ainda que Geraldo Júnior não seja o vice, eu não teria razão para apoiar ACM Neto”, afirma Geddel Vieira Lima, convicto de que a vaga continuará com o MDB.


Meus amigos, minhas amigas, em matéria anterior publicada aqui em nosso blog, dissemos que logo mais deverá ser anunciada a chapa oficial que concorrerá às eleições de 2026, liderada pelo governador Jerônimo Rodrigues, que disputa a reeleição.

Já estavam definidos nomes importantes, como o próprio governador, além dos senadores Jaques Wagner e Rui Costa.

O nome que sempre esteve em evidência, tratado como certo ao longo de todo esse processo, é o do atual vice-governador Geraldo Júnior.

Ontem, recebi uma informação de uma fonte que, diga-se de passagem, me informa muito bem e em quem confio plenamente. Ainda assim, preferi agir com cautela. Disse a essa fonte que não anteciparia a informação, para não correr o risco de cometer um equívoco ou parecer que estaria plantando notícia, mas os sinais são claros.

O MDB, liderado na Bahia pelos irmãos Geddel Vieira Lima e Lúcio Vieira Lima, sempre manteve a convicção de que a vaga de vice permaneceria com o partido e que a indicação, mais uma vez, seria — ou será — a de Geraldo Júnior. :: LEIA MAIS »

alessandro tibo


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