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blog do marcelo

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:: ‘Política’

Com o silêncio quase que sepulcral por parte dos irmãos Vieira Lima, do MDB, é certo que o vice de Jerônimo será mesmo do partido.


Não existem rodeios por parte dos irmãos Geddel e Lúcio Vieira Lima. Eles são assim, objetivos, determinados e não têm meio-termo. Eles cobram do governador Jerônimo Rodrigues, da base de apoio ao gestor petista, que, diante da lealdade que eles têm para com o governo, não é possível pensar em outra possibilidade senão manter o MDB como partido coirmão e, por sê-lo, naturalmente, a vaga de vice continuará com a sigla, que já foi uma das principais do país, mas, de qualquer sorte, ainda permanece com fortíssima influência dentro do cenário nacional e aqui encabeçada pelos irmãos, o ex-ministro do governo Lula e o ex-deputado Lúcio Vieira Lima.

Não cremos que a mudança poderá acontecer. E, como dissemos, a dupla, os irmãos, portanto, não abrirão mão. Isso já vem sendo dito lá de trás, quando rumores apareciam, mesmo que ruídos bem distantes, mas apareciam, e aí a reação era incontinente, sempre foi: “Não, a vice é nossa, nem ousamos discutir”. :: LEIA MAIS »

Deputado Waldenor Pereira pretende trazer o presidente Lula a Vitória da Conquista, principal berço do PT na Bahia


O Partido dos Trabalhadores, fundado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva há 46 anos, tem em Vitória da Conquista um dos seus mais importantes berços no estado da Bahia. A história política da cidade se confunde com a trajetória da sigla, que construiu aqui uma base sólida e militante.

Durante as comemorações do aniversário do partido, o presidente Lula, que governa o país pela terceira vez, esteve em Salvador cumprindo agenda institucional e partidária. E, naturalmente, cresce a expectativa para que ele também venha ao interior, especialmente a Conquista.

O deputado federal Waldenor Pereira, assim como o deputado estadual José Raimundo Fontes, demonstra de forma pública sua lealdade ao presidente. Ambos, inclusive, incorporaram oficialmente “Lula da Silva” aos seus nomes parlamentares, gesto que simboliza alinhamento político e identidade com o projeto nacional do PT.

Com a proximidade das eleições de 2026, o alinhamento entre o governo federal, o governo estadual e a base municipal torna-se estratégico. O governador Jerônimo Rodrigues buscará a reeleição. Lula também deverá disputar novo mandato. E, evidentemente, Waldenor e José Raimundo trabalharão por suas próprias reconduções, respectivamente à Câmara Federal e à Assembleia Legislativa. :: LEIA MAIS »

Bruno Reis cita Sheila Lemos como possível vice de ACM Neto. Os outros nomes elencados foram Zé Ronaldo e a deputada Rogéria. A gestora conquistense descarta.


Pelo visto, a prefeita Sheila Lemos deverá mesmo governar Vitória da Conquista até o final de 2027. Sua fala é firme, serena e determinada: cumprirá o mandato. Ela entende que precisa honrar os votos recebidos na última eleição, quando foi reconduzida ao cargo de prefeita da capital do Sudoeste da Bahia.

Não se trata de ignorar o jogo político ou de descartar possibilidades que, no mundo da política, sempre existem. Mas, por decisão pessoal, Sheila quer concluir sua gestão. Essa tem sido sua posição desde o início: foi eleita para governar e assim pretende fazer.

É verdade que, em tom elegante, ela já afirmou que soldado, quando convocado, não pode abandonar o seu comando. Mas essa declaração soa mais como cortesia política do que como sinal real de mudança de rumo. Na prática, não se percebe abertura concreta para deixar o cargo. :: LEIA MAIS »

PT vem de chapa “puro-sangue”: Jerônimo Rodrigues, Jaques Wagner e Rui Costa. Fizeram de tudo para manter Ângelo Coronel na base. O PSD fica.


É de conhecimento dos baianos que o senador Jaques Wagner é um extraordinário articulador político. Ele fez de tudo para manter Ângelo Coronel na base. Sabe que, não importa o tamanho do desfalque, qualquer perda pode significar muito no futuro, ainda mais em uma disputa acirrada como esta, que é a sucessão baiana no que se refere ao governo do Estado.

Jerônimo Rodrigues vem correndo o trecho, visitando os municípios baianos, mostrando a sua força, sobretudo por estar com a máquina na mão. Ele quer ser reeleito e, por isso mesmo, também precisa ajudar a apagar os incêndios políticos que surgem pelo caminho. Enfim, Ângelo Coronel não aceitou, em hipótese alguma, dividir o mandato de senador com Jaques Wagner.

Metade para um, metade para outro. Jaques Wagner chegou a dizer: “O que é que ele quer mais do que isso?” Paciência. Quem sou eu para dar conselho a quem quer que seja, mas, na minha avaliação, essa saída poderia ter sido boa para todos. O fato é que Ângelo Coronel já faz parte, definitivamente, da chapa de ACM Neto. Isso é irreversível.

No entanto, também está muito claro que o PSD, partido de Ângelo, permanecerá na base do governo. O responsável pela sigla na Bahia, e que tem grande força nacional, é o senador Otto Alencar, que optou por manter o partido alinhado ao projeto governista. :: LEIA MAIS »

Sheila Lemos, se quiser, poderá ser a vice de ACM Neto. Pelo que ouvi da prefeita, ela não deixará o cargo e cumprirá o mandato até o final de 2027.


Fala-se muito na possível candidatura da prefeita Sheila Lemos a vice-governadora, na chapa de ACM Neto, que hoje já temos como praticamente certa, salvo algum acidente de percurso. O que se desenha, de forma mais realista neste momento, é o seguinte cenário: ACM Neto candidato ao governo da Bahia, João Roma disputando o Senado, Ângelo Coronel também concorrendo ao Senado, e a vaga de vice ficando em aberto entre o prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo, e a prefeita Sheila Lemos.

Sinceramente, observando o panorama político, é muito mais provável que o conjunto das forças que apoiam ACM Neto recorra ao nome de Sheila Lemos do que ao de José Ronaldo. Ele próprio, evidentemente, participará das conversas que decidirão a composição final da chapa, até porque, como prefeito de Feira de Santana, deverá ouvir a população da Princesa do Sertão Baiano. E é natural que os feirenses queiram que ele permaneça à frente da Prefeitura do município.

Já Zé Cocá, que é um nome do interior e que agradaria a ACM Neto nesse aspecto, não me parece mais viável. Houve aquelas conversas, aquelas paqueras, ou até a impressão de uma aproximação com o Governo do Estado, o que enfraqueceu sua posição dentro desse tabuleiro político. :: LEIA MAIS »

Nesta foto aparecem José Ronaldo, ACM Neto, ACM Magalhães Jr. e João Roma. Ângelo Coronel, conforme conversas, deverá pousar logo após o Carnaval.


Todas as tentativas foram feitas pelo ministro Rui Costa, pelo senador Jaques Wagner e também, claro, pelo governador Jerônimo Rodrigues, para que Ângelo Coronel permanecesse na base do governo. As conversas, porém, não prosperaram. A fotografia que está postada nesta matéria mostra exatamente o cenário atual da política baiana.

O registro foi feito ontem, na localidade de Humildes, próximo a Feira de Santana, durante uma tradicional festa da região. Na imagem, vemos José Ronaldo, prefeito de Feira de Santana; ACM Neto, pré-candidato ao governo do Estado, que concorrerá com Jerônimo Rodrigues; ACM Magalhães Júnior, ex-senador; e João Roma.

As especulações, pelo visto, não mentem. A fotografia confirma o que já vinha sendo comentado nos bastidores. João Roma é, de fato, candidato ao Senado. Naturalmente, Ângelo Coronel deverá ser o outro nome na disputa. Já José Ronaldo, prefeito de Feira de Santana, vinha sendo apontado em algumas conversas reservadas como alguém que poderia dialogar com o Governo do Estado para eventual adesão à base governista. :: LEIA MAIS »

O Avante de Carletto segue a sua “Rota”, em busca da vice que já está com o MDB dos irmãos Vieira Lima. Isso vai dar confusão.


A cada vinte minutos surge um fato novo na política baiana, especialmente no que diz respeito à definição da chapa majoritária que pretende levar o governador Jerônimo Rodrigues à reeleição. Todos vêm acompanhando, inclusive aqui pelo nosso blog, os fatos sucessivos que surgem como surpresa, como uma avalanche, como um meteoro que cai sobre a Terra e assusta todo mundo.

E tudo isso depois que começou a confusão em torno da definição da chapa puro-sangue do Partido dos Trabalhadores, que não abre mão, isso ficou muito claro, das presenças de Rui Costa e Jacques Wagner como candidatos ao Senado pelo PT. Essa decisão abriu um cenário de incertezas e deixou evidente que ainda há muita coisa por acontecer até as eleições do mês de outubro vindouro.

Todos sabem que, com Rui Costa e Jacques Wagner definidos como candidatos ao Senado, o senador Ângelo Coronel, do PSD, figura respeitada, com forte prestígio político e até então peça importante da base governista, passou a se sentir preterido. Ângelo sempre teve grande influência dentro do PSD, é próximo de Otto Alencar e, até pouco tempo, essa relação era vista como sólida. No entanto, pelo desenrolar dos fatos, é possível que essa amizade tenha sofrido abalos.

Ângelo Coronel, ao que tudo indica, não ficou satisfeito com a postura de Otto Alencar, que teria contribuído ou, no mínimo, se omitido no processo que acabou deixando o seu nome fora da disputa ao Senado em favor dos nomes do PT. Otto preferiu manter a lealdade ao projeto liderado pelas duas principais figuras do petismo baiano, com forte influência também no cenário nacional. :: LEIA MAIS »

Gedel tentou levar Ângelo Coronel para o MDB: “Coronel, venha para o MDB, você será o deputado federal mais votado e o seu filho será o vice”, disse o ex-ministro


O ex-ministro
Geddel Vieira Lima, que também já foi deputado federal, é daqueles nomes que ninguém pode subestimar no xadrez da política. Experiente, articulador, conhecedor dos bastidores, segue firme e muito presente, tanto na política baiana quanto na nacional.

Dentro do MDB, ele continua sendo uma força viva. Ao lado do irmão, Lúcio, mantém uma postura de lealdade ao governo Jerônimo Rodrigues. E, para ele, lealdade é via de mão dupla. Apoia, mas também cobra.

Nos últimos dias, Geddel fez um movimento daqueles típicos de estrategista. Tentou atrair o senador Ângelo Coronel para os quadros do MDB.

Coronel, como todos sabem, sentiu-se preterido na formação da chapa governista e acabou se aproximando do grupo de ACM Neto. Esse gesto mexeu com todo o tabuleiro político da sucessão estadual.

Foi aí que Geddel entrou em campo.

Segundo relato do próprio ex-ministro, ele foi direto ao ponto. Nada de rodeios. Chamou Coronel para a conversa e fez uma proposta ousada: filiar-se ao MDB, disputar vaga de deputado federal com grande estrutura partidária e, mais do que isso, ter o filho indicado para vice na chapa de Jerônimo, no lugar de Geraldo Júnior. :: LEIA MAIS »

ACM Neto admite publicamente que buscará Ângelo Coronel para compor a chapa majoritária visando derrotar o governador Jerônimo Rodrigues, que concorre à reeleição.

Já está claro, já está praticamente definido que Ângelo Coronel deve compor a chapa do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, que tenta derrotar o governador Jerônimo Rodrigues, hoje à frente do governo baiano, dentro de um ciclo que já dura vinte anos, desde que Jaques Wagner derrotou Paulo Souto.

De lá pra cá, o Partido dos Trabalhadores construiu essa hegemonia e, sem dúvida alguma, vai lutar para mantê-la, fortalecendo seus aliados e tentando, inclusive, buscar adesões dentro do grupo liderado por ACM Neto.

E isso mostra uma coisa muito clara: ideologia, nessa campanha de 2026, pesa pouco. O que conta, dos dois lados, é fortalecer grupo, somar forças, ampliar palanques e chegar em outubro em condições reais de vitória.

Ângelo Coronel já esteve no grupo de ACM, lá atrás, com raízes no carlismo. Depois foi abrigado na base petista, dentro de uma aliança que lhe deu musculatura política e capital eleitoral, sustentado pelo grupo do governo. Agora, retorna ao campo da oposição.

Portanto, Coronel já aparece, definitivamente, como peça importante na engrenagem da chapa de ACM Neto. :: LEIA MAIS »

Wagner Alves segue consolidando apoios importantes. Agora foi o professor Cori, ex-vereador do PT e ex-secretário de Educação do governo Guilherme Menezes. O empresário e desportista José Falcão também firmou compromisso.


De forma silenciosa, o pré-candidato a deputado estadual Wagner Alves, advogado, vem conseguindo, de maneira espontânea, apoios importantes para sua pré-candidatura.

Wagner tem assumido uma postura de abrir o debate, promover discussões. Sem pedir votos, naturalmente, ele vem se reunindo, conversando, ouvindo e, principalmente, construindo pontes com diversos segmentos da sociedade conquistense.

Vimos, nesta semana, um apoio considerável e significativo: o do renomado engenheiro agrônomo Abel Rebouças, ex-reitor da Uesb, um dos quadros mais preparados da sua área. Político experiente, já teve o nome ventilado em outras eleições para disputar a Prefeitura de Vitória da Conquista, mas preferiu, à época, não seguir adiante. Agora, apertou a mão de Wagner Alves, fortalecendo ainda mais o projeto.

O esposo da prefeita Sheila Lemos também recebeu, nos últimos dias, dois apoios de peso, que certamente somarão nessa caminhada rumo a uma vaga na Assembleia Legislativa. :: LEIA MAIS »

alessandro tibo


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