:: ‘Política’
Wagner Alves: “foram mais de 70 mil votos dados a candidatos que não são de Conquista e só vieram aqui nas eleições passadas e depois sumiram”.

Há verdades que precisam ser ditas, e uma delas foi colocada de forma direta por Wagner Alves, advogado, pré-candidato a deputado estadual, filho de Vitória da Conquista, alguém que conhece a realidade da nossa terra e vive o dia a dia da nossa população.
Em uma conversa durante uma caminhada, ele trouxe um dado que chama atenção e que precisa, de fato, ser refletido por todos nós. Segundo levantamento mencionado por ele, mais de 70 mil votos de conquistenses foram destinados a candidatos que não têm ligação com a cidade, que aparecem no período eleitoral e, após as urnas, simplesmente desaparecem.
Esse é um ponto central do debate político local. Não se trata de ideologia, não se trata de esquerda ou direita, mas de representação. A cidade precisa entender o peso do seu voto e o impacto que essa escolha tem no futuro do município e de toda a região sudoeste.
Hoje, quando se fala em deputados estaduais com presença efetiva na cidade, alguns nomes são lembrados, como Fabrício Falcão e Zé Raimundo. Mas, diante do volume de votos que sai daqui, a pergunta é inevitável: onde estão os demais representantes que receberam votos da população conquistense? :: LEIA MAIS »
Luiz Inácio Lula da Silva define sua chapa em São Paulo: ao seu lado, Fernando Haddad, Marina Silva e Simone Tebet. Avaliação interna aponta um time competitivo para enfrentar Tarcísio de Freitas.

O presidente Lula, candidato à reeleição, começa a mostrar, de forma clara, a sua estratégia política para um dos principais palcos eleitorais do país: o estado de São Paulo. Fazendo uma analogia com o futebol, é como se estivesse utilizando a prorrogação para definir o jogo logo nos primeiros minutos, escalando um time que, segundo o seu núcleo mais próximo e a militância, reúne condições de enfrentar com força o atual governador Tarcísio de Freitas.
O movimento não é simples. Ele envolve, inclusive, mudanças importantes dentro do próprio governo, com ajustes no ministério e a consolidação de nomes que extrapolam o Partido dos Trabalhadores. Marina Silva e Simone Tebet, por exemplo, não são quadros históricos do PT, mas passaram a integrar o núcleo político mais próximo do presidente, reforçando uma estratégia de ampliação de alianças.
Esse desenho revela uma tentativa clara de construir uma frente mais ampla, capaz de dialogar com diferentes segmentos do eleitorado. Marina Silva, que já foi candidata à Presidência da República em outras ocasiões, retorna agora como uma aliada importante dentro desse projeto. Simone Tebet, que também trilhou um caminho político inicialmente distante do campo petista, hoje ocupa espaço relevante e participa ativamente desse processo. :: LEIA MAIS »
Aécio Neves sinaliza para Ciro Gomes; centro-direita já observa possível composição com Romeu Zema. População tenta escapar da polarização.

A política é uma arte. É um jogo complexo, dinâmico, que se movimenta como um verdadeiro tabuleiro de xadrez. As peças são mexidas constantemente, e nada permanece estático por muito tempo. Como dizia o mineiro Magalhães Pinto, política é como nuvem: muda de lugar a qualquer instante. E é exatamente isso que estamos assistindo no cenário nacional.
Embora exista uma parcela que insiste na polarização, esse embate interessa diretamente aos dois extremos. De um lado, os que apoiam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição; do outro, aqueles que orbitam o campo ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Cada grupo mantém uma base consolidada, que gira em torno de aproximadamente 30% do eleitorado, o que deixa uma fatia significativa da população ainda em aberto, observando, analisando e esperando novas alternativas.
É justamente nesse espaço que surgem movimentos como esse que começa a ser desenhado. A sinalização de Aécio Neves em direção a Ciro Gomes não é um gesto isolado. Já existem leituras dentro da centro-direita que enxergam, com interesse, uma possível composição envolvendo Ciro e Romeu Zema, governador de Minas Gerais, um estado estratégico do ponto de vista eleitoral. :: LEIA MAIS »
Eleições 2026: não existe disputa ideológica, a busca é pelo poder, ou pela manutenção nele. É ocupação de espaço, tudo junto e misturado.

Meus amigos, minhas amigas, essa manchete não significa, de forma alguma, uma negação da existência de correntes ideológicas. Eu não seria irresponsável a esse ponto. Sabemos perfeitamente que existem os ideólogos, os marxistas, os conservadores em sua essência. Jamais faria uma afirmação leviana ao ponto de dizer que essas correntes deixaram de existir. Elas existem, estão presentes, têm militância, têm história.
O que ocorre, na verdade, é uma adaptação ao longo do tempo. A própria esquerda, por exemplo, compreendeu que seria inviável, em um país de dimensões continentais como o Brasil, promover transformações profundas a partir de uma lógica de enfrentamento radical, como já se pensou no passado. Alguns partidos mantiveram, por muito tempo, posições mais rígidas. O Partido dos Trabalhadores, por exemplo, já foi visto por outros setores da esquerda como mais fechado, mais ideológico, até mesmo sectário. Com o passar do tempo, no entanto, passou a abrigar também lideranças mais moderadas, ampliando seu espectro político.
Do outro lado, setores da direita também passaram por um processo de compreensão de que o mundo não se sustenta em extremos. A prática política, no fim das contas, tem exigido equilíbrio, diálogo e, sobretudo, capacidade de composição. E é nesse movimento que muitos passaram a ocupar um espaço mais ao centro, buscando soluções mais pragmáticas para os problemas da sociedade.
Com isso, o cenário foi se transformando. Aquela divisão rígida, bem definida, foi se diluindo, e hoje vemos um ambiente onde, muitas vezes, posições se aproximam, alianças se constroem de forma inesperada e interesses convergem. É o que muitos definem como um cenário “misturado”, onde a busca por espaço político e governabilidade acaba se sobrepondo às diferenças ideológicas mais puras. :: LEIA MAIS »
Cargo de confiança não é sinônimo de obediência, mas de compromisso e lealdade. O presidente Lula e um prefeito da região disseram aos seus staffs: “quem não defender o governo, peça demissão”.

O líder não é aquele que age com autoritarismo. Não é aquele que, aos berros e aos gritos, tenta impor sua vontade aos colaboradores, parceiros ou liderados. Em hipótese alguma.
Mas é preciso compreender algo fundamental: em qualquer governo, seja municipal, estadual ou federal, aqueles que são convidados a compor a gestão assumem, naturalmente, um compromisso.
Não é apenas um cargo. É uma deferência. Um gesto de confiança. Um reconhecimento de que há identidade de pensamento, convergência de ideias e disposição para trabalhar por um projeto coletivo.
Quem ocupa um cargo de confiança está ali para colaborar, participar e, sobretudo, responder nos momentos mais difíceis. Na hora em que se exige união, é esperado que todos deem as mãos.
Isso não é exigir o impossível. É o mínimo.
Não se trata de imposição absurda, mas de coerência. Quem integra um governo precisa estar disposto a defendê-lo, a sustentá-lo, inclusive nos momentos de maior pressão. :: LEIA MAIS »
Prefeita Sheila dá as boas-vindas ao ex-vereador e delegado Marcus Vinicius, que se filiou ao União Brasil e será candidato a deputado federal.

Olha aí o dinamismo da política.
No dia 04 de abril, prazo final para que os pretensos candidatos às eleições escolhessem suas siglas partidárias, mais um movimento importante foi confirmado em Vitória da Conquista.
O ex-vereador e delegado Marcus Vinicius, que tinha sua reeleição praticamente certa para a Câmara Municipal, optou por um novo desafio. Foi candidato a vice na chapa da ex-vereadora Lúcia Rocha, do MDB, alcançando cerca de 23 mil votos nas últimas eleições.
Agora, atendendo a um chamado que vinha sendo feito por muitos eleitores, decidiu dar um passo adiante e disputar uma vaga na Câmara Federal.
Para isso, filiou-se ao União Brasil, sendo recepcionado pela prefeita Sheila Lemos, que lhe deu as boas-vindas e destacou a importância de sua chegada ao partido, presidido no município por Dona Irma Lemos.
A política segue seu curso natural: dinâmica, imprevisível e cheia de movimentos estratégicos. :: LEIA MAIS »
“Eu conversei com Sheila que apoiaria Lara como deputada estadual”, me reportou Dr. Alan.

Há cerca de 15 dias, encontrei casualmente o Dr. Alan em um dos corredores da Prefeitura Municipal. Ele me convidou para irmos ao seu gabinete, onde tivemos uma conversa longa e bastante produtiva. Falamos sobre esporte, política e, claro, sobre Vitória da Conquista.
Em determinado momento, ele me confidenciou que havia conversado com a prefeita Sheila Lemos e que manifestou o apoio à sua esposa, a vereadora Lara Fernandes, como pré-candidata a deputada estadual.
Segundo ele, não faria sentido sua esposa disputar uma eleição e ele apoiar outro nome. Além disso, como presidente do Republicanos no município, e sendo ela também filiada à sigla, essa decisão seria a mais coerente. :: LEIA MAIS »
Jerônimo mostrou pulso e coerência: Geraldo Jr. é confirmado vice mais uma vez. Geddel e Lúcio estavam certos ao dizer que o “MDB não é barriga de aluguel”!

A política é uma arte. É também uma ciência, embora muitos não queiram reconhecer. É um jogo, um verdadeiro tabuleiro, onde as peças são movimentadas conforme a estratégia de quem está conduzindo a partida.
Quem conhece o pôquer sabe: o blefe faz parte do jogo. E, se o adversário não estiver atento, perde tudo.
Na política, não é diferente. Há balões de ensaio, especulações, narrativas que surgem para testar cenários ou até desestabilizar o que está posto. Mas, no meio de tudo isso, existem valores que não podem ser abandonados: lealdade, coerência, compromisso.
Companheiros de caminhada não se deixam para trás. Não se abandona quem esteve ao seu lado nas vitórias e nas derrotas. Não se abandona princípios. E, sobretudo, é preciso dar exemplo — principalmente para a juventude, que é a força motriz de qualquer sociedade.
Diante de tantos rumores que surgiram, apontando possíveis mudanças na composição da chapa governista, o que se viu foi uma reafirmação clara. :: LEIA MAIS »
Acreditem se quiser (eu não creio), mas vejam o que disse o renomado radialista Mário Kertész: “é possível que Rui seja o candidato ao governo em lugar de Jerônimo”!

Nós já dissemos aqui várias vezes, não apenas em nosso blog, em matérias anteriores, mas também em nosso programa Agito Geral, apresentado na Rádio Up de segunda a sexta-feira: a política é surpreendente. E há situações que, sinceramente, parecem difíceis de acreditar.
Não se trata de dizer que quem fala está mentindo, mas, em alguns casos, o que se ouve soa como um verdadeiro absurdo.
Pois bem.
Eu assisti e ouvi claramente o ex-prefeito de Salvador e renomado radialista Mário Kertész, da Rádio Metrópole, afirmar algo que rapidamente repercutiu por toda a Bahia e, certamente, já chegou ao conhecimento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Kertész foi direto: segundo ele, o grupo do governador Jerônimo Rodrigues estaria “querendo perder a eleição”.
E foi além. Afirmou que Geraldo Júnior não será o vice e que Rui Costa pode vir a ser o candidato ao governo do estado.
A justificativa? Rui teria um histórico de forte votação, especialmente por ter contribuído significativamente para os resultados eleitorais de Lula na Bahia. :: LEIA MAIS »
Wagner Alves escolhe o União Brasil para sua filiação. “A decisão foi do grupo, conversamos muito, inclusive, com a prefeita Sheila e Dona Irma, presidente do partido!”

O pré-candidato a deputado estadual Wagner Alves, esposo da prefeita Sheila Lemos, fez um gesto que valoriza Vitória da Conquista, sua terra, e toda a região Sudoeste.
Ao decidir se filiar ao União Brasil na própria cidade, Wagner demonstra que mantém uma relação próxima com seus conterrâneos e com a população regional. Por esse motivo, optou por realizar sua filiação de forma local, evitando os tradicionais holofotes da capital.
Enquanto muitos escolhem Salvador, a Assembleia Legislativa ou grandes eventos partidários para oficializar sua entrada em uma sigla, Wagner preferiu permanecer em Conquista. Um gesto que, segundo ele, também é valorizado pela população.
Em conversa anterior, ele já havia sinalizado possibilidades de filiação, inclusive mencionando o Partido Liberal. No entanto, avaliou que a disputa interna poderia ser mais difícil.
Segundo Wagner, não existe eleição fácil em partido nenhum. E, fazendo uma analogia com o futebol, foi direto: quem quer ser campeão não escolhe adversário. :: LEIA MAIS »














