:: ‘Política’
Otto Alencar não se encantou com o convite para o ministério, o PSD dá sinais claros de afastamento de Lula, e o mesmo acontece com o MDB, a nível nacional.

Eu entendo que Luiz Inácio Lula da Silva, na leitura que faço, é o maior estrategista político que este país já conheceu. Um líder inconteste. Ninguém pode negar a sua trajetória: saiu do agreste pernambucano, percorreu a Rio-Bahia em um caminhão pau de arara, chegou ao ABC paulista, liderou movimentos sindicais e alcançou a Presidência da República após fundar um dos maiores partidos da América Latina, o Partido dos Trabalhadores.
O PT, no seu início, tinha uma postura mais rígida, diferenciando-se de outras siglas como o PCB e o PCdoB, que já traziam uma visão mais estratégica de composição dentro do ambiente democrático. Com o tempo, o cenário foi se ajustando, as estratégias mudaram e o partido chegou ao poder.
Não se trata aqui de julgar acertos ou erros. Trata-se de reconhecer o que representa Lula no cenário político nacional. Ainda hoje, é a maior força individual da política brasileira.
Por outro lado, não se pode ignorar o surgimento de Jair Bolsonaro, que apareceu como um fenômeno e ocupou um espaço que estava aberto. O bolsonarismo permanece vivo, com características próprias e uma base consolidada.
Lula, como estrategista, segue tentando ampliar sua base, dialogando com partidos de centro e buscando alianças. Essa movimentação, inclusive, causa desconforto em parte da sua militância mais ideológica. Mas é da política: construir maioria, ampliar apoio, garantir governabilidade. :: LEIA MAIS »
Rui Costa rebate Zé Cocá: “não, não é verdade que ele tenha sido convidado a ser vice em nossa chapa”, explica o ministro, candidato ao Senado.

Como vemos, na política nada fica sem resposta. O ministro Rui Costa se manifestou em relação às declarações do prefeito Zé Cocá, que afirmou, em entrevista a uma emissora de rádio, ter perdido valor político após definir sua pré-candidatura a vice na chapa do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto.
Rui Costa rebateu de forma direta e afirmou que, em hipótese alguma, procede a informação de que Zé Cocá teria sido convidado para compor como vice a chapa governista, que tem como candidato à reeleição o governador Jerônimo Rodrigues. O ministro destacou ainda que integra essa composição como candidato ao Senado, ao lado de Jaques Wagner.
Segundo Rui, existia, sim, uma relação política com Zé Cocá até 2022, mas não há qualquer confirmação de que ele tenha sido sondado para ocupar a vaga de vice na chapa governista.
A política, como já dissemos, é dinâmica e marcada por declarações que, muitas vezes, ganham proporções maiores do que o esperado. Palavras, uma vez ditas, seguem seu curso e podem produzir efeitos distintos ao longo do tempo. :: LEIA MAIS »
Zé Cocá: “por que hoje já não tenho valor? Porque aceitei ser vice de Neto”? Pergunta do prefeito de Jequié ao ministro Rui Costa.

Como todos sabem, o candidato ao governo da Bahia, ACM Neto, esteve na cidade de Jequié, acompanhado da prefeita Sheila Lemos, do deputado Leur Lomanto Júnior e do ex-deputado e presidente estadual do PP, Cacá Leão.
Lá, junto a outras lideranças que compõem a base política do seu grupo, participaram do convite presencial feito ao prefeito Zé Cocá para que integrasse a chapa de oposição ao governador Jerônimo Rodrigues.
Foi um movimento que chamou atenção. ACM Neto, que tenta pela segunda vez chegar ao governo do Estado, fez questão de ir pessoalmente a Jequié para formalizar o convite.
No encontro, após a conversa, veio a resposta. Diante do cenário e da urgência do grupo em dar início à pré-campanha, Zé Cocá aceitou o convite para compor a chapa como candidato a vice. :: LEIA MAIS »
Vereador eleito pelo União Brasil deixa o partido e vai para o PSDB de Tiago Correia.

Amigos, já não se faz mais política como antigamente. As regras mudam, e mudam constantemente, e nem sempre todos conseguem se adequar aos novos regulamentos, aos critérios dos partidos e aos seus estatutos.
A doutrina partidária, em tese, deveria ser seguida como um guia. É como um documento que orienta, que define identidade, propósitos, programa de governo, posicionamento ideológico, se de direita, de esquerda, de centro, socialista ou liberal. Tudo isso deveria ser levado em consideração por quem escolhe uma sigla.
O problema é que, na prática, pouca gente segue à risca o que está ali estabelecido.
A fidelidade partidária, de algum tempo para cá, foi relativizada, para não dizer banalizada. E aí surge uma pergunta que não quer calar: de quem é o mandato? Do candidato, que vai às ruas pedir voto, ou do partido que lhe deu a estrutura, a legenda, o abrigo político?
É justo o candidato conquistar os votos e depois não poder decidir seus caminhos? Ou é justo o partido exigir fidelidade sem, muitas vezes, oferecer o suporte necessário durante a campanha? Esse é um debate antigo, mas cada vez mais atual.
E os exemplos estão por toda parte. Não entrando no mérito, apenas ilustrando: vemos parlamentares apoiando candidatos de outros partidos, mesmo quando suas próprias siglas possuem nomes na disputa, mas vamos ao caso concreto. :: LEIA MAIS »
“Zé Cocá foi consenso em nosso grupo!”, disse Neto, na escolha do vice. Prefeita Sheila Lemos esteve presente.

A sucessão baiana realmente está pegando fogo — e, aliás, literalmente — porque, hoje pela manhã, em Jequié, a Cidade Sol, ACM Neto esteve por lá para pedir a Zé Cocá que aceite o convite para ser o candidato a vice da chapa que ele lidera e que estará concorrendo ao governo do Estado, enfrentando o atual governador.
Estiveram presentes o vice-prefeito de Jequié, Flavinho Santana, o deputado federal Leur Lomanto Júnior e também o presidente do PP estadual e ex-deputado Cacá Leão. Foi um encontro importante.
E lá foi batido o martelo da chapa, que agora já não tem mais como mexer. ACM Neto, em sua fala, disse e afirmou que se trata de um consenso. Um consenso construído dentro do seu grupo, que conversou demoradamente, avaliou os prós e os contras, a importância regional de cada nome, o que cada um poderia agregar e, naturalmente, as circunstâncias políticas envolvidas.
Dentro desse processo, havia nomes sendo ventilados para a vice. Entre eles, a prefeita Sheila Lemos, que, desde o início, colocou-se à disposição quando começou a se discutir a sucessão estadual.
É bom lembrar também que já havia nomes considerados fortes, inclusive com ampla visibilidade política, o que tornava a disputa ainda mais interessante.
As articulações foram acontecendo: encontros em diversas cidades, conversas, idas e vindas — Itabuna, Ilhéus, Feira de Santana — até que, enfim, a definição foi construída. :: LEIA MAIS »
Waldenor Pereira e Zé Raimundo reúnem municípios da região em Vitória da Conquista e demonstram força política

Amigos e amigas, a política já vive um momento de intensa movimentação. Não poderia ser diferente. Estamos nos aproximando das eleições de 2026, quando o Brasil irá às urnas para escolher presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e estaduais.
Nesse cenário, dois nomes tradicionais da política conquistense se movimentam com estratégia e articulação: Waldenor Pereira e José Raimundo Fontes.
Ambos, filiados ao Partido dos Trabalhadores, são figuras históricas da sigla em Vitória da Conquista e possuem uma trajetória consolidada não apenas no município, mas em toda a região sudoeste da Bahia e também na Chapada.
E foi justamente em Vitória da Conquista, principal base eleitoral dos dois parlamentares, que ocorreu um importante encontro político.
Eles reuniram aproximadamente 48 municípios, com a presença de lideranças, representantes partidários e correligionários, em um evento que teve como pauta central a discussão sobre as chamadas emendas participativas.
A proposta, como bem destacaram, é ampliar o debate sobre a destinação dos recursos públicos, ouvindo as bases, dialogando com os municípios e buscando uma aplicação mais democrática dos investimentos. :: LEIA MAIS »
PSD na crista da onda: partido ganha protagonismo nacional e Otto Alencar surge como possível ministro

Há um ditado popular muito conhecido que diz quando alguém ou alguma instituição está “na crista da onda”. E é exatamente isso que estamos vendo neste momento com o PSD.
O partido vive um momento de forte evidência no cenário político nacional.
Primeiro, pela indicação do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, como pré-candidato à Presidência da República. Um movimento que, sem dúvida, mexeu com o tabuleiro político e reposicionou a sigla no debate nacional.
E agora surge uma nova informação que amplia ainda mais esse protagonismo.
O senador Otto Alencar, uma das principais lideranças do PSD no país e comandante da sigla na Bahia, passa a ser cogitado para ocupar um ministério no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em uma eventual substituição à ministra Gleisi Hoffmann. :: LEIA MAIS »
Caiado entra na disputa presidencial pelo PSD e mexe no tabuleiro político. E na Bahia, como fica Otto Alencar?

Se tem uma coisa que a política nos ensina é que nada está definido até que esteja, de fato, decidido. E o cenário das eleições presidenciais de 2026 acaba de ganhar um novo elemento.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, surge como pré-candidato à Presidência da República pelo PSD, partido comandado nacionalmente por Gilberto Kassab.
Essa movimentação muda o ambiente político. Até então, muitos imaginavam uma disputa mais polarizada, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva buscando a reeleição e, do outro lado, um nome ligado ao campo bolsonarista, com destaque para Flávio Bolsonaro.
Mas a política, como sempre, surpreende.
Dentro do próprio PSD, dois nomes que vinham sendo ventilados para a disputa acabaram ficando pelo caminho. Ratinho Júnior e Eduardo Leite não seguirão como candidatos ao Planalto. Com isso, o partido se organiza em torno de Caiado.
Não se trata exatamente de uma terceira via tradicional, mas de uma candidatura que tenta ocupar um espaço dentro do campo da centro-direita, com forte discurso voltado ao agronegócio e à segurança pública.
Caiado representa esse perfil. Defensor do agro, de uma atuação mais rígida na segurança e de um modelo de gestão que ele afirma já aplicar em Goiás. :: LEIA MAIS »
ACM Neto anuncia que apresentará chapa completa na próxima semana e intensifica disputa pelo governo da Bahia

Meus amigos, minhas amigas, o cenário político da Bahia entra em uma nova fase.
O pré-candidato ao governo do estado, ACM Neto, afirmou que, já na próxima semana, apresentará a chapa completa que disputará as eleições de 2026. Ele enfrentará, naturalmente, o atual governador Jerônimo Rodrigues, que busca a reeleição.
O ponto central das discussões, como não poderia deixar de ser, gira em torno da escolha do candidato a vice-governador.
Segundo informações divulgadas pela assessoria de ACM Neto, o nome do prefeito de Jequié, Zé Cocá, surge como uma das possibilidades. Um nome que, segundo ele, reúne força política e pode representar um consenso dentro do grupo.
Se confirmado, será uma escolha estratégica, considerando o peso eleitoral de Cocá no interior e sua crescente influência na região sudoeste e adjacências.
O fato é que a oposição sinaliza que não pretende mais guardar segredo. A definição da chapa marca o início de uma nova etapa, abrindo caminho para a intensificação da campanha.
A partir daí, os palanques estarão montados e não temos dúvidas de que será uma disputa acirrada.
De um lado, o Partido dos Trabalhadores tenta se manter no poder após duas décadas à frente do governo estadual. Do outro, ACM Neto busca, pela segunda vez, conquistar o comando da Bahia. É uma disputa aberta. :: LEIA MAIS »
Rui Costa endurece o tom e manda recado a Zé Cocá: “ser traído uma vez eu até entendo, mas duas não”

Amigos, minhas amigas, a política baiana começa a ganhar temperatura, e os sinais de tensão já aparecem de forma clara.
Um dos nomes que, por muito tempo, foi citado como possível vice na chapa do governador Jerônimo Rodrigues, candidato à reeleição, foi o do prefeito de Jequié, Zé Cocá. E não por acaso.
Zé Cocá saiu das últimas eleições municipais com uma votação expressiva, praticamente uma unanimidade na chamada Cidade Sol. Isso, naturalmente, o credencia como uma liderança em ascensão, com influência que ultrapassa os limites de Jequié e alcança municípios da região.
É o efeito natural de uma gestão bem avaliada. As ações reverberam e ecoam nas cidades vizinhas, ampliando o capital político.
Diante desse cenário, seu nome passou a ser ventilado para compor a chapa governista, mesmo já existindo um entendimento anterior de manutenção do vice Geraldo Júnior, indicado pelo MDB.
Mas, como sabemos, na política não existe espaço vazio. A disputa por protagonismo é permanente, e os movimentos acontecem nos bastidores o tempo todo.
O que muda agora é o tom. :: LEIA MAIS »














