:: ‘Política’
ACM Neto leva “Sua Voz é Nossa Voz” a Jequié hoje, 30, depois de passar por Jacobina, Barra da Estiva e Alagoinhas.

Com a proximidade das eleições, os candidatos ao Governo da Bahia intensificam cada vez mais suas agendas pelo estado. É do conhecimento de todos que, hoje, aqui em Vitória da Conquista, o governador Jerônimo Rodrigues cumpre uma extensa programação, com entregas de obras e assinaturas de ordens de serviço. Enquanto isso, o candidato da oposição, o ex-prefeito de Salvador ACM Neto, amplia sua presença no interior da Bahia, fortalecendo a pré-campanha junto às lideranças e à população dos municípios baianos.
Na Região Metropolitana de Salvador e na própria capital, ACM Neto já possui uma trajetória política consolidada. Agora, volta suas atenções para o interior do estado, onde busca ampliar o diálogo e apresentar as propostas do seu projeto político.
Hoje mesmo, ele estará na cidade de Jequié, levando o projeto Sua Voz é Nossa Voz. Antes de chegar ao município, passou por Barra da Estiva, Jacobina e Alagoinhas, ouvindo lideranças, dialogando com a população e discutindo as ações que pretende desenvolver caso venha a conquistar o governo do Estado.
Ao seu lado estarão integrantes da chapa majoritária, entre eles o ex-prefeito de Jequié, Zé Cocá, candidato a vice-governador; o senador Angelo Coronel; João Roma; além de candidatos à Câmara Federal e à Assembleia Legislativa da Bahia, que também acompanham essa agenda pelo interior.
Então, meus amigos, não é brincadeira participar de uma campanha dessa dimensão. É preciso disposição, muito trabalho e capacidade de percorrer os quatro cantos da Bahia, dialogando com os mais diversos segmentos da sociedade. Mas, acima de tudo, é preciso compreender que, ao final dessa caminhada, quem dará a palavra definitiva será o povo, democraticamente, através do voto, nas eleições do próximo dia 4 de outubro. :: LEIA MAIS »
Governador Jerônimo assistiu Brasil x Japão em Conquista e hoje entrega três Colégios de Tempo Integral na cidade

O governador Jerônimo Rodrigues está em Vitória da Conquista desde ontem, quando chegou ao município e se reuniu com amigos para assistir à partida entre Brasil e Japão. Foi um compromisso descontraído, longe do ambiente formal da política. Ao lado de pessoas do seu convívio pessoal, acompanhou o jogo em clima de confraternização e, evidentemente, comemorou a vitória da Seleção Brasileira.
Aliás, o triunfo do Brasil foi comemorado por todo o país. Um jornal francês chegou a classificar o resultado sobre o Japão como uma vitória épica. Eu, particularmente, também entendo dessa forma.
Na manhã de hoje, o governador cumpre uma extensa agenda em Vitória da Conquista, com destaque para a entrega oficial de três Colégios de Tempo Integral e a assinatura de ordens de serviço para importantes obras no município.
É bom ressaltar que essas unidades escolares já estão concluídas e, inclusive, em funcionamento. Neste momento encontram-se em recesso junino, mas qualquer cidadão que tenha curiosidade de conhecer esses equipamentos poderá constatar a qualidade da estrutura oferecida. São escolas modernas, com quadras poliesportivas, teatro, salas de aula amplas e todos os espaços previstos no projeto pedagógico do ensino em tempo integral. :: LEIA MAIS »
O advogado Wagner Alves amplia alianças e formaliza parceria com a pré-candidata a deputada federal Cheila Mendes.

O advogado Wagner Alves não tem medido esforços para buscar apoios em vários municípios da região Sudoeste e também vem ampliando sua atuação em diferentes cidades do nosso estado. Agora, ele formaliza uma parceria com a pré-candidata a deputada federal Cheila Mendes.
Professora universitária, biomédica e servidora pública, Cheila Mendes é filiada ao Cidadania. E, para conquistar uma cadeira, principalmente por uma chapa ligada ao União Brasil, é preciso reunir uma expressiva votação. Vagner sabe perfeitamente que sua principal base eleitoral é Vitória da Conquista.
Afinal de contas, a sua principal apoiadora, que foi, inclusive, uma das artífices da sua pré-candidatura, é a prefeita Sheila Lemos. Ele tem consciência disso, trabalha incansavelmente e entende, assim como muitos conquistenses, que Vitória da Conquista precisa ocupar os espaços que lhe são de direito. Precisamos fortalecer a nossa representação para que as demandas da cidade e de toda a região sejam atendidas, e elas não são poucas, em nenhuma área.
Quando se trata de fortalecer a representação política, todos sabem que uma cidade do porte de Vitória da Conquista não tem votos para apenas um candidato. Há espaço para diferentes candidaturas, representando os mais variados segmentos da população. O fundamental é que os candidatos estejam preparados e dispostos a abrir mão de interesses pessoais para assumir um compromisso verdadeiro com um projeto coletivo.
Precisamos eleger representantes que, tenham ou não nascido em Vitória da Conquista, assumam um compromisso efetivo com a cidade e com a região. Quantos votos, afinal, continuam sendo destinados a candidatos que aparecem aqui apenas de quatro em quatro anos, como os chamados candidatos de Copa do Mundo? :: LEIA MAIS »
Jerônimo presta solidariedade a Wagner e chora no peito do companheiro de partido. “O seu mal é fazer bem aos baianos!”

O governador Jerônimo Rodrigues, durante agenda política na cidade de Barreiras, no oeste baiano, prestou solidariedade ao companheiro de partido, o senador Jaques Wagner. Na oportunidade, emocionado, abraçou o ex-líder do governo do presidente Lula no Senado Federal e foi às lágrimas, em uma das cenas que mais repercutiram no meio político baiano.
Como todos sabem, o presidente da República e o senador Jaques Wagner decidiram, de comum acordo, que seria melhor para ambos e para o governo que Wagner deixasse a liderança do governo no Senado Federal. A decisão foi anunciada pelo próprio senador, que reafirmou permanecer no mandato e manter sua candidatura à reeleição.
Na cidade de Barreiras, onde lideranças petistas participavam de uma agenda política, Jerônimo Rodrigues fez questão de manifestar publicamente seu apoio ao senador. Em seu pronunciamento, emocionou-se e afirmou que “o mal de Jaques Wagner é fazer o bem ao povo baiano”, numa demonstração de reconhecimento pela trajetória política do companheiro. :: LEIA MAIS »
Família Bolsonaro: a briga pelo poder expõe divergências entre Michelle e o enteado Flávio Bolsonaro.

Meus amigos, minhas amigas, assisti a um vídeo gravado pela ex-primeira-dama do país, Michelle Bolsonaro, que até então me chamava a atenção pelo fato de ser uma mulher discreta, serena e elegante no exercício da função de primeira-dama. É muito difícil que uma primeira-dama apareça mais do que o presidente da República, por mais capacidade e posições que tenha. Michelle sempre soube ocupar o seu espaço.
Confesso que me surpreendeu a gravação do vídeo que ela resolveu tornar pública. Não diria que tenha sido tardia, mas ela veio a público em um momento em que, ao que tudo indica, já existia uma definição dentro do grupo político em relação à candidatura do seu enteado, Flávio Bolsonaro, a quem, inclusive, ela declara apoio. Trata-se de uma decisão construída no âmbito do chamado clã bolsonarista, uma realidade que, de certa forma, acompanha a política brasileira desde muito tempo. O Brasil sempre conviveu com grupos familiares exercendo forte influência na política. Uns trabalham mais, outros menos, outros sequer correspondem às expectativas. Essa é uma constatação que faço com tranquilidade, e muitos leitores certamente terão suas próprias interpretações sobre esse cenário.
Agora, o que chama a atenção é a postura adotada por Michelle Bolsonaro. Apesar das divergências envolvendo o enteado Flávio Bolsonaro e também outro integrante da família que atualmente está fora do país, ela fez questão de afirmar que sua posição não decorre de questões pessoais. O que ela questiona é uma situação que considera politicamente insustentável. :: LEIA MAIS »
Wagner deixará a liderança do governo no Senado: “De comum acordo, tomamos essa decisão”!

Na manhã de ontem publicamos uma matéria em nosso blog dando conta da situação do senador Jaques Wagner, uma das principais lideranças do Partido dos Trabalhadores em todo o país. Ex-governador da Bahia, senador da República e ex-deputado federal, ele ocupa, ou ocupava até ontem, a liderança do governo do presidente Lula no Senado Federal. Também é candidato à reeleição para a Casa.
Chegou ontem ao nosso conhecimento que, conforme informações divulgadas pelo próprio senador, em nota assinada por ele e compartilhada por um militante histórico do PT de Vitória da Conquista, foi tomada uma decisão em comum acordo com o presidente da República. A seguir, traremos a nota na íntegra para que os nossos leitores possam fazer a sua própria análise.
Na manifestação, Jaques Wagner explica que, após uma conversa com o presidente Lula, ambos decidiram, de comum acordo, que ele deixará a liderança do governo no Senado Federal. O senador aproveita ainda para reafirmar que provará a sua inocência e ressalta que continuará exercendo o mandato de senador, além de manter a sua pré-candidatura à reeleição. :: LEIA MAIS »
PT, ou parte dele, entende que Jaques Wagner precisa deixar a liderança do governo: “sob pena de colocar a reeleição de Lula em risco”

Ganha cada vez mais força, dentro do Partido dos Trabalhadores, a avaliação de que o senador Jaques Wagner precisa deixar a liderança do governo do presidente Lula no Senado Federal.
Setores da militância petista, especialmente aqueles mais identificados com a história e as origens do partido, entendem que a permanência de Wagner no posto estaria gerando desgaste político ao governo. Para esses grupos, seria necessária uma mudança na condução da liderança governista para evitar impactos negativos no projeto de reeleição do presidente Lula.
Entre os defensores dessa tese estão figuras históricas do partido. Recentemente, por exemplo, o ex-deputado federal José Genoíno manifestou publicamente críticas e defendeu uma reflexão sobre os rumos da articulação política do governo. E ele não está sozinho. Há outros setores da legenda que compartilham avaliação semelhante.
Por outro lado, também existem vozes importantes dentro do PT que saem em defesa de Jaques Wagner. Para esse grupo, o senador possui uma trajetória política consolidada, marcada por décadas de militância partidária e por sua atuação como governador da Bahia, período que muitos consideram decisivo para a mudança do cenário político do estado. :: LEIA MAIS »
Wagner Alves evita xingamentos e convida o conquistense a refletir sobre a importância do voto

A aproximação das eleições de 2026 deixa cada vez mais evidente que Vitória da Conquista vive um momento de reflexão sobre os seus interesses e sobre a importância da representatividade política.
Percebe-se, entre os pré-candidatos e também entre aqueles que buscam a reeleição, um discurso cada vez mais voltado para a defesa da cidade e da região. Mais do que disputas acirradas e troca de acusações, o que a população espera é a apresentação de propostas e a capacidade de lutar pelos interesses coletivos.
Dentro desse contexto, chama a atenção a postura do advogado Wagner Alves, pré-candidato a deputado estadual, que disputará pela primeira vez uma eleição. E não é a primeira vez que observamos essa linha de atuação, razão pela qual fazemos este registro.
Wagner Alves tem procurado defender a ideia de que Vitória da Conquista e o Sudoeste da Bahia precisam fortalecer sua representatividade política, tanto na Assembleia Legislativa quanto na Câmara Federal. Segundo ele, é necessário que a região conte com parlamentares comprometidos em defender as pautas locais, independentemente das diferenças partidárias e ideológicas.
É evidente que Wagner tem posição política definida. Ele próprio não esconde isso. Todos sabem. Mas, ao mesmo tempo, procura transmitir ao eleitor uma mensagem voltada para a importância da consciência política e da valorização das lideranças que mantêm presença constante junto à população. :: LEIA MAIS »
Dra. Lara denuncia “fila da morte” e “balcão de negócios” na regulação de leitos do SUS

Em sessão realizada na manhã desta sexta-feira,19, a vereadora Lara Fernandes ocupou a tribuna para desferir duras críticas à gestão da saúde pública nas esferas estadual e federal. A parlamentar usou o caso de uma jovem paciente para denunciar o que chamou de “balcão de negócios” na regulação de leitos e distribuição de medicamentos do Sistema Único de Saúde (SUS), apontando o uso político do sistema de saúde.
A vereadora relatou a história de Larissa Mourinho Soares, natural de Itambé e residente em Vitória da Conquista. Larissa travava uma batalha contra um tipo raro de leucemia desde os 6 anos de idade. Após uma recidiva agressiva da doença, ela foi transferida para São Paulo à espera de um transplante de medula óssea.
Após não responder aos ciclos iniciais de quimioterapia, foi indicada uma imunoterapia, medicamento que já consta na lista de incorporações oficiais do SUS. Diante da demora, a família recorreu à Justiça e obteve uma liminar favorável. No entanto, segundo a vereadora, o Ministério da Saúde descumpriu a ordem judicial.
“Quem faz tratamento de câncer, o tempo faz parte do tratamento. Então ela repetiu o protocolo pesado para ganhar tempo e passou 32 dias internada com tratamentos graves como bactéria e pneumonia fúngica”, relatou a parlamentar.
Sem receber o medicamento a tempo, Larissa foi submetida a um quarto protocolo pesado de quimioterapia, mas não resistiu devido à baixa imunidade (mielodepressão) e faleceu no dia 14 de maio, deixando o marido e dois filhos pequenos, de 7 e 8 anos. Segundo Lara Fernandes, a situação não é isolada: cerca de 176 pacientes com leucemia no país enfrentam o mesmo desabastecimento da medicação.
A vereadora questionou a equidade do sistema de saúde: “Para quem serve o SUS?”. Ela relatou o diálogo com um político que teria admitido conseguir o mesmo tratamento de ponta para o próprio filho de forma célere após migrar para a base governista. :: LEIA MAIS »
Keiko Fujimori, candidata da direita no Peru, está próxima da vitória. Roberto Sánchez convoca apoiadores para protestos.

Amigos e amigas, a política latino-americana continua produzindo fatos que chamam a atenção do mundo. Desta vez, os olhos estão voltados para o Peru, país que vive há anos um cenário de intensa instabilidade política.
Segundo informações divulgadas pela Junta Eleitoral peruana, o resultado da disputa presidencial aponta para uma vitória praticamente consolidada de Keiko Fujimori, representante do campo da direita. De acordo com as projeções e a apuração em andamento, a possibilidade de reversão do quadro em favor do candidato da esquerda, Roberto Sánchez, é considerada extremamente remota.
O cenário político peruano tem sido marcado por sucessivas crises institucionais. Nos últimos anos, o país conviveu com mudanças frequentes de governo, renúncias, afastamentos e disputas que contribuíram para um ambiente de instabilidade pouco comum entre as democracias da região.
Diante da perspectiva de derrota, Roberto Sánchez passou a convocar seus apoiadores para manifestações públicas, questionando o resultado eleitoral e defendendo mobilizações populares.
Esse tipo de situação inevitavelmente remete a episódios vividos em outros países, inclusive no Brasil.
Nas eleições presidenciais brasileiras, após a derrota do então presidente Jair Bolsonaro, parte de seus apoiadores também questionou o resultado das urnas, defendendo revisões e recontagens de votos. O episódio gerou tensão política e um ambiente de insegurança institucional que se prolongou por algum tempo, até que o resultado eleitoral fosse plenamente consolidado. :: LEIA MAIS »














