:: 3/jun/2026 . 12:31
Em Jacobina, ACM Neto diz que falta assistência à saúde no interior da Bahia e detalha plano para reduzir fila da regulação

O ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), defendeu nesta terça-feira (2), em Jacobina, mudanças no sistema de atendimento à saúde no estado e afirmou que casos graves não podem ficar presos à fila da regulação. A declaração foi feita durante a primeira edição do movimento Sua Voz É Nossa Voz, após questionamento feito por uma enfermeira que participou do evento sobre as propostas para a saúde, diante dos problemas enfrentados pelos baianos na área.
Ao responder à questão, Neto afirmou que a fila da regulação se tornou um dos principais problemas enfrentados por quem precisa de cirurgia, atendimento especializado, exames ou consultas no estado. Segundo ele, a situação está ligada à falta de estrutura de saúde no interior baiano.
“A verdade é que falta assistência à saúde no interior da Bahia. Faltam UTIs, faltam leitos hospitalares, faltam clínicas para fazer consultas e exames. Falta atendimento na saúde no interior do nosso estado. ‘Ah Neto, será que tem solução? Ou qualquer um que se eleja vai ser a mesma coisa?’ Eu quero dizer a vocês que tem solução sim. Não é uma só, são algumas soluções”, destacou. :: LEIA MAIS »
Audiência Pública anuncia Festival de Teatro para o final do ano. Foi uma noite fora da curva. Parabéns, presidente Ivan Cordeiro.

Amigos e amigas, caros leitores do Blog do Agito Geral, foi um espetáculo. Sim, um verdadeiro espetáculo.
Mas não se enganem. Quando utilizo a palavra espetáculo, não estou me referindo a um grande show musical, realizado em um parque de exposições ou em uma arena lotada. Não tínhamos no palco artistas como Wesley Safadão, Léo Santana, Ivete Sangalo, Bell Marques, Nattan, Dorgival Dantas ou qualquer outro ícone da música nacional.
O espetáculo foi outro.
Foi o espetáculo da cultura. Foi o espetáculo da arte. Foi o espetáculo proporcionado pelos artistas de Vitória da Conquista durante a Audiência Pública realizada na Câmara Municipal para discutir a importância do teatro amador e profissional em nossa cidade.
A noite foi marcada por emoção, sensibilidade e pela demonstração inequívoca da força que o teatro conquistense possui.
Uma das presenças que mais chamou atenção foi a do professor, ex-vereador e homem de cultura Adão Albuquerque, que assumiu a condução dos trabalhos com a maestria que lhe é característica. Rompendo formalidades e protocolos, brindou os presentes com uma declamação memorável, carregada de emoção, talento e autenticidade.
Foi um momento especial.
O plenário da Câmara Municipal transformou-se em um verdadeiro palco para a valorização da arte e da memória cultural de Vitória da Conquista. Homenagens foram prestadas a nomes que ajudaram a construir a história do teatro local, despertando sentimentos de gratidão e reconhecimento.
Peço licença para destacar dois deles. O saudoso Carlos Jeovah, que já partiu, mas permanece vivo na memória cultural da cidade. E o professor Ezequias Araújo, escritor, pesquisador e apaixonado pelas artes cênicas, que continua contribuindo para o fortalecimento da cultura conquistense. :: LEIA MAIS »
“Um aviãozinho desse”, como disse Zé Maria, poderia ser chamado de micro-ônibus voador. Ou até de um teco-teco moderno de nove lugares.

Por mais que nos esforcemos para analisar com serenidade o que está acontecendo em Vitória da Conquista, é impossível não registrar a insatisfação que tomou conta da cidade diante da nova realidade do transporte aéreo entre Conquista e Salvador.
A aeronave disponibilizada para operar a linha tem capacidade para apenas nove passageiros. E isso tem provocado uma onda de críticas não apenas em Vitória da Conquista, mas em toda a região Sudoeste e também no Norte de Minas Gerais, áreas que dependem diretamente da conectividade oferecida pelo Aeroporto Glauber Rocha.
Já dissemos e repetimos inúmeras vezes: o sentimento predominante é de indignação. Muitos consideram a situação um desrespeito à importância econômica, social e regional de Vitória da Conquista.
A cidade parece estar unida em torno dessa pauta. Empresários, profissionais liberais, estudantes, representantes da sociedade civil e cidadãos comuns manifestam preocupação com a redução da capacidade operacional da rota para Salvador.
O que a população espera é que sejam encontradas soluções que restabeleçam condições mais adequadas para a ligação aérea entre a capital do Sudoeste e a capital baiana, especialmente considerando a relevância estratégica dessa conexão para a economia regional.
As aeronaves anteriormente utilizadas comportavam cerca de setenta passageiros. Agora, a operação passa a ser realizada por um equipamento com apenas nove assentos.
É uma mudança significativa e que naturalmente desperta questionamentos.
Outro ponto que tem chamado atenção são os relatos sobre o valor das passagens, apontado por muitos usuários como excessivamente elevado em determinadas datas. Uma situação que amplia ainda mais a preocupação daqueles que dependem do transporte aéreo para compromissos profissionais, médicos, empresariais e pessoais. :: LEIA MAIS »
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