:: ‘Política’
Secretário Loyola defende o nome de Geraldo Júnior para continuar como vice na chapa de Jerônimo Rodrigues. “Não creio que haverá mudança”, apostou.

Uma coisa é certa no cenário político da Bahia: hoje existem duas candidaturas consolidadas ao governo do estado.
De um lado, o governador Jerônimo Rodrigues, que busca a reeleição. Do outro, ACM Neto, seu principal adversário. Fora disso, somente um fato extraordinário poderia alterar esse cenário.
O que, de fato, ainda movimenta os bastidores políticos é a definição das chapas, especialmente no que diz respeito ao cargo de vice-governador.
No campo governista, tudo indicava — e ainda indica — que o atual vice, Geraldo Júnior, permaneceria na composição ao lado de Jerônimo Rodrigues, repetindo a chapa vitoriosa das últimas eleições.
Esse entendimento sempre foi tratado como um acordo político firmado com o MDB, partido liderado na Bahia por Geddel Vieira Lima e Lúcio Vieira Lima.
Para o MDB, a manutenção de Geraldo Júnior na vice é questão de compromisso firmado. Tanto Geddel quanto Lúcio sempre deixaram claro que desconhecem qualquer tentativa de mudança nessa composição. :: LEIA MAIS »
Rui Costa releva episódio com Geraldo Jr. e sinaliza pragmatismo no jogo político

A política é dinâmica — e, como bem diz o ditado, é como nuvem: muda de lugar a qualquer instante.
O recente episódio envolvendo o ministro da Casa Civil, Rui Costa, e o vice-governador da Bahia, Geraldo Júnior, ilustra bem esse cenário.
Geraldo Jr. fez críticas públicas ao ministro, utilizando as redes sociais, em um gesto considerado por muitos como deselegante. A reação estaria ligada à percepção de que Rui Costa não apoiaria sua permanência na chapa majoritária para as próximas eleições, repetindo a composição anterior.
Esse movimento ocorre em um contexto mais amplo, onde também se comenta, nos bastidores, sobre um certo distanciamento entre Rui Costa e Jaques Wagner. Ainda que oficialmente negado, é natural que, em espaços de grande protagonismo político, haja disputas internas por influência e liderança.
Estamos falando de figuras centrais do Partido dos Trabalhadores, lideranças que construíram trajetórias sólidas e que, naturalmente, disputam espaço dentro de um projeto político maior. :: LEIA MAIS »
Wagner Alves: para qual partido irá o pré-candidato a deputado estadual? União Brasil, Republicanos ou PL?

Meus amigos, minhas amigas, caros leitores: essa é uma das grandes perguntas da política conquistense neste momento.
Para qual partido irá o advogado Wagner Alves, esposo da prefeita Sheila Lemos e pré-candidato a deputado estadual nas eleições de 2026? Quem souber, avise — merece até prêmio.
A verdade é que essa definição ainda é uma incógnita e tem movimentado os bastidores, as rodas de conversa e os analistas políticos mais atentos.
O União Brasil, partido da prefeita Sheila, surge como uma possibilidade natural. No entanto, é uma legenda que já conta com nomes experientes, com histórico eleitoral consolidado, o que torna a disputa interna mais difícil, especialmente para um candidato de primeira viagem.
Por isso, existe também uma leitura estratégica: talvez seja mais interessante que Wagner não esteja no mesmo partido da prefeita, ampliando o campo de articulação política do grupo.
Outra alternativa que aparece com força é o PL, partido de João Roma e ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Uma sigla com identidade política definida e espaço competitivo no cenário estadual.
Mas há ainda o Republicanos, que ganha relevância nesse cenário, sobretudo após a filiação do deputado federal Leo Prates. Inclusive, tudo indica que Leo será o principal nome para fazer dobradinha com Wagner Alves na disputa eleitoral. :: LEIA MAIS »
Entre indefinições e posicionamentos: Zé Cocá silencia enquanto Sheila Lemos reafirma lado ao lado de ACM Neto

Meus amigos, minhas amigas, a política é feita de posicionamentos. E, muitas vezes, o silêncio também fala.
O prefeito de Jequié, Zé Cocá, saiu das últimas eleições com um índice de aprovação impressionante. Uma votação expressiva, que beira a unanimidade, legitimando sua gestão diante da população da chamada Cidade Sol.
E é justamente por isso que, desde o início, causou estranheza ver seu nome sendo ventilado como possível vice em uma chapa alinhada ao governador Jerônimo Rodrigues, considerando que, anteriormente, esteve ao lado de ACM Neto.
A pergunta que naturalmente surge é: como ficaria essa relação com o eleitor? Como explicar uma possível mudança de posicionamento político sem gerar dúvidas ou desgaste?
É claro que a política permite revisões de caminho. Mudar de lado pode ser fruto de reflexão, de amadurecimento ou de novas leituras de cenário. Mas isso exige clareza, diálogo e, sobretudo, transparência com a população. :: LEIA MAIS »
Após deixar o PDT, Leo Prates é recebido com festa no Republicanos e fortalece o partido para 2026

O deputado federal Leo Prates inicia um novo capítulo na sua trajetória política. Após deixar o PDT, partido ao qual se filiou em defesa da candidatura de Ciro Gomes à Presidência da República, o parlamentar foi oficialmente recebido no Republicanos, em um ato marcado por entusiasmo e forte simbolismo político.
Leo Prates construiu uma trajetória sólida na vida pública. Foi vereador em Salvador, presidiu a Câmara Municipal, exerceu mandato como deputado estadual e ganhou projeção estadual ao assumir a Secretaria de Saúde da capital baiana, especialmente durante o período mais crítico da pandemia.
Naquele momento, sua atuação foi amplamente reconhecida. Ao lado do então governador Rui Costa, esteve à frente de ações importantes de enfrentamento à crise sanitária, participando ativamente da orientação à população e das estratégias de proteção à vida.
Com a mudança de cenário político — e o reposicionamento de forças na Bahia — Leo deixou o PDT, que passou a integrar a base do governador Jerônimo Rodrigues. Desde então, já se comentava nos bastidores que seu destino seria o Republicanos, o que agora se confirma.
A filiação ocorreu em clima festivo, no Centro de Cultura, em Salvador, reunindo lideranças políticas e reforçando o peso da chegada do deputado à nova legenda.
Leo é considerado um quadro preparado, com formação acadêmica em engenharia, mas com forte atuação na gestão pública e na política. Sua entrada no Republicanos representa um reforço importante para o partido, que se organiza visando as eleições de 2026.
Nesse novo cenário, o Republicanos amplia sua musculatura política na Bahia, enquanto Leo Prates passa a ter um novo espaço para consolidar sua atuação e projetar seus próximos passos.
A política, como sempre, segue em movimento. E 2026 já começa a desenhar seus contornos.
Leia na íntegra a nota enviada pela sua assessoria: :: LEIA MAIS »
Ângelo Coronel deixa base do governo e se aproxima do Republicanos. Liderança do partido diz que não foi informada

Senador Angelo Coronel (PSD-BA).
Foto: Rodrigo Viana/Senado Federal
O espaço político não é dado, ele é conquistado. Vem da força eleitoral, da representatividade, dos mandatos e da capacidade de articulação de cada liderança.
Quando uma figura como Ângelo Coronel decide mudar de lado, isso não passa despercebido. Trata-se de um movimento que mexe no tabuleiro político e, naturalmente, provoca reações.
Após deixar a base do governador Jerônimo Rodrigues, Coronel passou a integrar o grupo liderado por ACM Neto, que se posiciona como principal adversário na disputa pelo Governo do Estado. Essa mudança, sem dúvida, representa um reforço político importante para a oposição.
Além do próprio Coronel, seu grupo político também carrega peso. Seus dois filhos, um deputado estadual e outro deputado federal, caminham junto com ele e buscam a reeleição. Isso amplia ainda mais o impacto dessa movimentação.
O destino escolhido para esse novo momento político é o Republicanos, partido que já tem presença consolidada na Bahia e que vem se fortalecendo ainda mais no cenário estadual. :: LEIA MAIS »
Deputado conquistense Léo Prates deixa o PDT e anuncia saída do partido

Recebi, na manhã de hoje, um comunicado do deputado federal Léo Prates, figura atuante e respeitada na política baiana, informando a sua saída do PDT.
O parlamentar ingressou no partido em 2020, em um momento em que defendia a candidatura de Ciro Gomes à Presidência da República. Na ocasião, Léo Prates também integrava o grupo político liderado pelo ex-prefeito de Salvador, ACM Neto.
Agora, o deputado anuncia oficialmente sua desfiliação, mas ainda não revelou qual será o seu novo destino partidário. A expectativa é que essa definição ocorra nos próximos dias, quando deverá comunicar de forma mais detalhada os seus próximos passos políticos à Bahia e, em especial, à sua terra, Vitória da Conquista.
No comunicado, o próprio deputado apresenta as razões que o levaram a tomar essa decisão, sinalizando um novo momento em sua trajetória política.
Seguiremos acompanhando os desdobramentos dessa movimentação, que certamente terá impacto no cenário político estadual. :: LEIA MAIS »
Wagner Alves contesta fala do ministro Rui Costa e sai em defesa da prefeita Sheila Lemos

Com a aproximação das eleições de outubro de 2026, é natural que o clima político se intensifique. A temperatura sobe, os ânimos se acirram e, inevitavelmente, surgem debates mais firmes, confrontos de versões e diferentes narrativas.
O Brasil vive um momento de forte polarização política e isso acaba se refletindo também nos estados e nos municípios. Nesse ambiente, não é incomum que declarações públicas gerem reações imediatas de lideranças políticas.
Foi o que aconteceu recentemente após declarações do ministro da Casa Civil, Rui Costa, sobre as obras de drenagem em Vitória da Conquista. O ministro afirmou que a prefeitura teria passado informações incorretas ao comentar a situação dos projetos cadastrados no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Segundo Rui Costa, dois projetos foram enviados pela prefeitura e aceitos ainda em 2024, mas o processo teria ficado pendente por ajustes solicitados posteriormente pelo próprio município e pela necessidade de envio de documentação técnica para liberação da licitação.
Diante dessas declarações, o advogado Wagner Alves, pré-candidato a deputado estadual e aliado político da prefeita Sheila Lemos, decidiu se posicionar publicamente.
Geddel tenta atrair Zé Cocá para a base do governo. E, nesse cenário, como ficaria Geraldo Júnior?

Ainda não há nada oficial, mas chegam informações de Salvador que movimentam os bastidores da política baiana. O ex-ministro Geddel Vieira Lima, uma das figuras mais influentes do MDB nacional e também da Bahia, estaria tentando atrair o prefeito de Jequié, Zé Cocá, para a base do governo estadual.
Geddel, ao lado do seu irmão Lúcio Vieira Lima, continua sendo uma das principais lideranças do MDB no estado e acompanha de perto a formação do cenário político para as eleições de 2026.
Publicamente, Geddel sempre afirmou que não existe qualquer discussão sobre a substituição do atual vice-governador, Geraldo Júnior, na chapa que deverá disputar a reeleição ao lado do governador Jerônimo Rodrigues.
Segundo ele, esse assunto já estaria definido e não faria sentido abrir debate sobre algo que considera resolvido. Ou seja, na visão do MDB, o vice de Jerônimo para 2026 continua sendo Geraldo Júnior.
Essa posição também teria sido reforçada anteriormente pelo senador Jaques Wagner. Em determinado momento, enquanto o governador Jerônimo Rodrigues participava de missão oficial na China ao lado do presidente Lula, Wagner teria afirmado que a formação da chapa já estava praticamente definida. :: LEIA MAIS »
Vereadores vão a Salvador e se reúnem com o governador Jerônimo em busca de soluções para os problemas de Vitória da Conquista

Há quem diga que o papel do vereador seja apenas legislar, criar leis, apresentá-las ao Executivo e cobrar soluções para as demandas da população. Há também quem entenda que o universo de ação dos representantes do povo deve se limitar apenas ao território do município onde foram eleitos.
Eu discordo completamente dessa visão.
Creio que o vereador deve, sim, estar presente na vida da população que o elegeu, acompanhando de perto os problemas da cidade. Mas isso não significa que a sua atuação deva se restringir apenas às portas da prefeitura ou às discussões no plenário da Câmara Municipal.
Falando de forma objetiva, não é porque o vereador foi eleito em Vitória da Conquista que ele deve limitar sua atuação apenas à Praça Joaquim Correia, onde está localizada a Casa Rosada, sede da Prefeitura Municipal, para procurar a prefeita Sheila Lemos em busca de soluções.
Nem sempre o município tem condições financeiras ou orçamentárias para resolver todas as demandas da cidade. Essa é uma realidade conhecida em praticamente todos os municípios brasileiros.
Diante disso, é absolutamente legítimo e necessário que os vereadores também procurem o Governo do Estado e o Governo Federal. Muitas das obras estruturantes e dos investimentos que as cidades precisam dependem dessas duas esferas de poder. :: LEIA MAIS »














