Não existem rodeios por parte dos irmãos Geddel e Lúcio Vieira Lima. Eles são assim, objetivos, determinados e não têm meio-termo. Eles cobram do governador Jerônimo Rodrigues, da base de apoio ao gestor petista, que, diante da lealdade que eles têm para com o governo, não é possível pensar em outra possibilidade senão manter o MDB como partido coirmão e, por sê-lo, naturalmente, a vaga de vice continuará com a sigla, que já foi uma das principais do país, mas, de qualquer sorte, ainda permanece com fortíssima influência dentro do cenário nacional e aqui encabeçada pelos irmãos, o ex-ministro do governo Lula e o ex-deputado Lúcio Vieira Lima.

Não cremos que a mudança poderá acontecer. E, como dissemos, a dupla, os irmãos, portanto, não abrirão mão. Isso já vem sendo dito lá de trás, quando rumores apareciam, mesmo que ruídos bem distantes, mas apareciam, e aí a reação era incontinente, sempre foi: “Não, a vice é nossa, nem ousamos discutir”.

Aliás, eles diziam: “Eu nunca ouvi falar nisso, portanto, não cabe a nenhum de nós trazer esse assunto pra pauta”. Mais recentemente, o Avante, por ser detentor de algumas prefeituras no estado da Bahia, esboçou o desejo e requereu do governo que fosse prestigiado, quem sabe com a vice, o Avante de Ronaldo Carletto.

Mas, de repente, esfriou. Ninguém sabe se, contrastando com a efervescência do Carnaval, que, pra festa, a prioridade é o trio elétrico, é a folia, são os blocos afros, fica tudo pra depois do Carnaval. Mas creio que não. Realmente, os irmãos estão decididos e não abrem mão, sob pena de que, quem sabe, também passar a discutir a política de 2026 em outra situação.

Não cremos que isso ocorrerá!