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blog do marcelo

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:: ‘Política’

Sheila continua se movimentando politicamente. A prefeita esteve na residência do senador Ângelo Coronel (PSD), onde também estavam presentes nomes eleitos pelo partido Avante.


Estamos relatando aqui algo que é comum na política: as eleições passam, muitos desmontam os palanques, enquanto outros insistem em mantê-los de pé, trazendo à tona questões que, na verdade, já deveriam ser superadas. O sistema político brasileiro, para aqueles que têm um mínimo de compreensão, demonstra que, no período pós-eleitoral, não basta apenas descer dos palanques adversários; eles devem ser desfeitos por completo. Respeito, diálogo e pragmatismo são fundamentais.

Infelizmente, muitos continuam a insistir em uma política de negação e discórdia, o que acaba influenciando negativamente os jovens que estão começando na política. Esses jovens acabam perdendo a real noção do que é democracia, das ações republicanas e do espírito democrático que deveria reger as disputas. A política e os enfrentamentos devem se limitar às urnas. Assim que os votos são apurados e o resultado é conhecido, os políticos devem agir com pragmatismo e trabalhar para que as cidades sigam seu curso normal. :: LEIA MAIS »

Prefeita Sheila, de olho em Brasília, festeja vitória parcial após manifestação do MPE. Com um leve sorriso, ela comentou: “vamos aguardar o resultado final”.


A prefeita Sheila Lemos passou o dia de hoje em uma agenda de atividades cívicas e momentos importantes para a cidade, incluindo temas religiosos. Pela manhã, ela esteve acompanhada de autoridades do governo, vereadores e cidadãos em uma missa festiva na Catedral Metropolitana Nossa Senhora das Vitórias, que reuniu centenas de fiéis.

Logo em seguida, a prefeita foi até a sede da Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista, onde participou de uma cerimônia cívica com a presença de vereadores, membros do seu governo, a Guarda Municipal e a Polícia Militar. Foi um ato bonito que também atraiu cidadãos comuns, reunidos em frente à Prefeitura para essa celebração.

Mais tarde, a prefeita participou da Marcha para Jesus, que partiu da Praça Norberto Aurich e seguiu até o Centro Cultural Glauber Rocha, onde encerrou ou está por encerrar as atividades. Apesar dos compromissos do dia, Sheila Lemos recebeu um comunicado do seu corpo jurídico sobre as movimentações em Brasília referentes à impugnação da sua candidatura. Eleita com 60% dos votos da população de Vitória da Conquista, ela e seu vice, Dr. Alan, comemoram o parecer favorável da Procuradoria Geral Eleitoral ao seu recurso no TSE. Com um sorriso discreto, mas satisfeito, Sheila demonstrou esperança de que o desfecho seja positivo.

Desde o início, a prefeita se mostrou confiante e reforçou que esse é apenas um passo parcial, aguardando que a decisão final permita sua diplomação em dezembro.

Os leitores do nosso blog e ouvintes do programa Agito Geral estão acompanhando os desdobramentos desse caso, aguardando ansiosamente uma definição para saber quem governará Vitória da Conquista a partir de janeiro de 2025. Pessoas próximas à prefeita e seus correligionários, mesmo sem entenderem todos os aspectos jurídicos, acreditam na continuidade de sua gestão. Se necessário, a possibilidade de uma nova eleição é considerada, mas há confiança de que, caso ocorra, Sheila Lemos poderá novamente vencer nas urnas. :: LEIA MAIS »

Sheila emerge como a grande liderança da centro-direita no interior do estado, principalmente no sudoeste. Ela e seu grupo têm a chance de governar Vitória da Conquista por um bom tempo.


Primeiro, foi Pedral, com toda a sua liderança, força e carisma, sobretudo por seu poder de atrair as populações da periferia, plantando sementes que germinaram e se espalharam por todos os cantos da cidade. Com o tempo, por um cansaço natural e pela fadiga que o poder encontra, salvo nas ditaduras, que impõem suas vontades ao povo, o cenário mudou. Em um determinado momento, o PT chegou ao poder e governou a cidade por 20 anos. Após esse período, veio o prefeito Herzem Gusmão, e em seguida a prefeita Sheila, que, com sua recente vitória nas urnas, se consolida como uma nova liderança no interior do estado.

Embora sua posse e diplomação ainda não estejam oficialmente definidas, Sheila já se destaca como uma voz forte que ecoa até Salvador, a capital do estado. Ela se mostra, sem sombra de dúvidas, como um nome a ser observado para 2026, embora tenha afirmado repetidamente que seu foco é governar Vitória da Conquista pelos próximos quatro anos. Caso venha a assumir o cargo, Sheila promete escrever uma nova página na política baiana, especialmente no sudoeste do estado. :: LEIA MAIS »

Guilherme, Zé Raimundo e Nonô não são eternos. Para quem eles passarão o bastão do PT? Ou outras siglas assumirão o protagonismo da chamada esquerda?


Guilherme Menezes, Waldenor Pereira e José Raimundo Fontes, entre outros nomes, remontam aos anos 1980 como líderes que começaram a escrever uma história ainda com Pedral, o principal líder político do interior do estado e um dos maiores nomes da política da Bahia, representando a esquerda ou centro-esquerda naquela época. Esse trio de líderes se consolidou como as figuras mais destacadas do Partido dos Trabalhadores em nossa cidade e as principais do interior do estado. Vitória da Conquista, a partir dessas três lideranças, foi, sem dúvida, a cidade que inspirou o PT Nacional a administrar, servindo como exemplo de resistência. Tanto é que o Partido dos Trabalhadores esteve no poder por 20 anos, com participações de outros partidos de esquerda como PCdoB, PSB e PV.

Mas tudo na vida passa. Ninguém é eterno. É evidente que jamais se deve esquecer daqueles que abriram os caminhos, desbravaram novas trilhas e foram responsáveis por novos pensamentos políticos. No entanto, também não se pode ignorar a necessidade de renovação, de preparar quadros para eventuais demandas futuras. Novos nomes têm surgido, e é possível destacar os vereadores Fernando Jacaré, Viviane Sampaio, Valdemir Dias e, mais recentemente, Alexandre Xandó. Referimos-nos aos nomes do PT, mas há outras figuras que serviram como vanguarda da política de esquerda em Vitória da Conquista, embora optemos por não citá-las neste momento.

Agora, com o desempenho de Waldenor Pereira nesta eleição, e considerando que já são quase três décadas de protagonismo, surge a questão: quem assumirá a liderança em uma eventual aposentadoria política de Waldenor, José Raimundo e Guilherme? Fica o questionamento e a incógnita. Ou será que outros partidos, como o PCdoB, PSB e PV, assumirão a vanguarda da esquerda em nossa cidade?

Ivan nega, mas o “martelo foi batido” na manhã de hoje: ele será mesmo o próximo presidente do legislativo conquistense. Sheila liderou a reunião.


Nesta manhã, estive na Casa Legislativa de Conquista e tive a oportunidade de presenciar parte da sessão, que contou com a presença de poucos vereadores. Estamos ainda na ressaca das eleições; alguns vereadores retornam a partir de 2025, enquanto outros começam a arrumar suas gavetas. Isso tudo é natural em um processo eleitoral: há aqueles que vencem e aqueles que perdem, mas isso não significa que estão fora da política.

A próxima legislatura será de grande importância, especialmente para definir o novo presidente da Câmara. É bom lembrar que existe a possibilidade de uma nova eleição municipal, pois há uma pendência judicial em relação à prefeita Sheila Lemos, eleita no primeiro turno com quase 60% dos votos da cidade. No entanto, ainda não há uma decisão definitiva da justiça. Vamos aguardar. A prefeita também aguarda com tranquilidade, contando com o apoio de seu corpo jurídico, que está sempre em contato e a tranquiliza. A gestora conquistense confia que a justiça lhe dará a condição de governar Conquista por mais quatro anos. Mas, como mencionamos, existe a chance de uma nova eleição, e, caso ocorra, o próximo presidente da Câmara Municipal poderá assumir o Executivo.

Hoje, conversei com o vereador Ivan Cordeiro, que é um dos postulantes à presidência. Além dele, Carlos Dudé e Edvaldo Ferreira Júnior também estão na disputa. Contudo, apesar de Ivan Cordeiro negar, o fato é que, nesta manhã, com a presença da prefeita Sheila Lemos, que liderou a reunião, ficou definido que ele será o próximo presidente do Legislativo conquistense. A política é assim: dinâmica e imprevisível. Nem sempre as coisas acontecem como imaginamos ou como alguns desejam, mas a vida segue.

ACM Neto e Jaques Wagner se pronunciam após o resultado das eleições em Camaçari. Ambos saem satisfeitos do pleito.


Tudo está acontecendo conforme ACM Neto e Jaques Wagner esperavam. Esse é o norte da política nacional: uma polarização entre dois grupos. De um lado, a favor do presidente Lula, que, mesmo com a idade avançada, continua sendo a figura central da esquerda brasileira e, especialmente, do PT. Do outro lado, temos uma direita ou centro-direita que há muito tempo não se mostrava tão aguerrida, participativa e assumindo que, na política, é essencial ter uma militância ativa.

Enquanto do lado de Wagner tudo se concentra em torno do presidente Lula, do lado oposto, temos a figura ainda impactante do ex-presidente Jair Bolsonaro. A ascensão de Bolsonaro trouxe à tona uma direita que antes estava menos evidente. Embora ele tenha sido o catalisador desse movimento, surgem agora outros líderes, que nem sempre seguem a mesma cartilha de Bolsonaro. Alguns rejeitam o estilo do ex-presidente, enquanto outros apreciam justamente seu jeito despojado e, por vezes, duro com eleitores e adversários. Mas o fato é que o cenário está polarizado. :: LEIA MAIS »

PSD, Avante, PP… Até quando esses partidos continuarão com o PT? O MDB, por motivos óbvios, seguirá na base.


Começo essa matéria falando do MDB. O MDB de Ulisses Guimarães, Valdir Pires, Pedro Simon, Teotônio Vilela, Pedral Sampaio, Chico Pinto, Vigílio Daz de Sena, Marcelo Cordeiro, Sebastião Castro, Jadiel Matos, Evo Soares e tantos outros nomes, como Raul Ferraz. Esse MDB que, um dia, trouxe esperança e deu um sinal à população brasileira de que ele chegaria ao poder. Mas, com a partida de Ulisses Guimarães, o MDB foi se desfazendo, tornando-se, na verdade, pó. E hoje, para o MDB, é melhor ser amigo do rei do que o próprio rei. Ou seja, ele prefere gravitar em torno do poder para subsistir. Nas suas reuniões, confabulam que é melhor assim do que tentar chegar ao poder.

Falemos agora das novas siglas que surgiram e que também vieram de pensadores do velho MDB, do PSDB e de partidos que se desfizeram, cujos principais líderes migraram para outras siglas. Hoje, falaremos especialmente da Bahia: o PSD de Otto Alencar, o Avante, o PP de João Leão, entre outros. Estes partidos são, sem sombra de dúvida, o grande sustentáculo do Partido dos Trabalhadores, considerando a presidência de Lula e o governador Jerônimo na Bahia. No dia em que, principalmente, PSD e PP se rebelarem e decidirem seguir carreira solo, teremos três caminhos a seguir no país.

Primeiro, o bloco do Partido dos Trabalhadores, composto por siglas com pensamento ideológico semelhante, como PDT, PSB, PSOL, entre outros. Segundo, uma opção representada pela União Brasil e seus partidos aliados. E, por fim, um possível alinhamento de centro-direita e direita, com PSD, PP, União Brasil e outros partidos que queiram integrar essa aliança. :: LEIA MAIS »

Em São Paulo, prevalece a força da direita, e Boulos amarga uma derrota mesmo com o apoio do presidente Lula. A esquerda acende o sinal de alerta.


Com o surgimento da liderança do metalúrgico Luiz Inácio Lula da Silva, nos anos 1980, a esquerda começou a aparecer para o eleitorado brasileiro como uma força emergente, capaz de oferecer respostas aos problemas diversos que parte da população buscava resolver. Esses problemas não se limitavam apenas às pautas políticas; questões de liberdade e democracia também estavam em jogo. O Partido dos Trabalhadores (PT) se apresentou como uma esperança, tanto para a classe média quanto para a população mais pobre de São Paulo, e essa influência logo se expandiu para grande parte do país. Mesmo formando alianças com a direita e com o setor empresarial, o presidente Lula foi eleito com uma base de apoio ampla. O PT se consolidou como o maior partido organizado do país. Contudo, ao chegar ao poder, parece que muitas lideranças oriundas de bairros, sindicatos, escolas e universidades se acomodaram.

Notamos que esse movimento coincidiu, em nossa opinião, com o enfraquecimento da UNE, que deixou de ser a entidade representativa dos estudantes com voz ativa no cenário político. Algo similar ocorreu com a CNBB e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que, aos poucos, deixaram de ser guardiãs da sociedade civil organizada.

Em uma eleição disputada, com segundo turno acirrado, confusões, fake news e ameaças, o candidato de direita do MDB obteve uma vitória expressiva, com impacto provável nas eleições presidenciais de 2026. Essa vitória teve um efeito direto sobre o candidato Boulos, que representava a esquerda. O PT, principal partido de esquerda do país, não conseguiu lançar um candidato próprio em São Paulo, berço do lulismo, e precisou apoiar Boulos, que recebeu também o apoio declarado do presidente Lula. Assim, configurou-se a nova ordem na política nacional.

Após muita confusão em Camaçari, Caetano é eleito pela quarta vez como prefeito da cidade. PT respira aliviado.


O segundo turno em Camaçari, na região metropolitana de Salvador, foi marcado por grande tumulto. Desde o início da campanha política, testemunhamos uma verdadeira “guerra” nas redes sociais, protagonizada pelo ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, vice-presidente nacional do União Brasil, e pelas principais lideranças do PT na Bahia, que uniram forças para eleger Caetano pela quarta vez prefeito do município.

As tensões foram crescendo e culminaram em intervenções policiais. Na manhã de hoje, vimos abordagens policiais por suspeitas de compra de votos, distribuição de cestas básicas e acusações de ambas as partes. Felizmente, apesar do clima acirrado, não houve incidentes mais graves que preocupassem a população baiana, especialmente os moradores de Camaçari.

Ao final da apuração, uma votação apertada deu a vitória a Caetano, que já havia sido prefeito em três ocasiões, além de secretário de Estado. Agora, ele retorna com o objetivo de ser novamente o gestor dessa cidade importante, localizada nas imediações de Salvador. :: LEIA MAIS »

Após perder as eleições nas principais cidades da Bahia, o PT aposta suas fichas na cidade de Camaçari.


A leitura que o governo faz sobre o resultado das eleições no estado da Bahia, representado pelo governador Jerônimo Rodrigues e pelos partidos coligados, é de que o governo saiu vitorioso em todo o estado. O governador tem afirmado que ele não está apoiando exclusivamente as candidaturas petistas. Onde foi possível disputar com a base do governo e com o Partido dos Trabalhadores, eles o fizeram. Mas, por se tratar de uma federação, um conglomerado de partidos unidos em torno de um projeto comum, entenderam que o melhor candidato seria aquele com maiores chances de vitória, independentemente de sua filiação ao PT.

Dentro dessa estratégia, faz sentido o posicionamento do governador Jerônimo, embora petistas mais tradicionais não concordem completamente com essa postura. Em cidades importantes, como Vitória da Conquista, por exemplo, o PT não assumiu a candidatura do deputado Waldenor Pereira. Diante desse cenário, o Partido dos Trabalhadores busca, agora, vencer as eleições em Camaçari, na região metropolitana de Salvador.

Por que essa estratégia? Nas principais cidades da Bahia, como Ilhéus, Vitória da Conquista e Feira de Santana, entre outras, o PT não obteve êxito. Portanto, o partido concentra agora todos os esforços na cidade de Camaçari. Há um movimento intenso para garantir que a vitória no segundo turno seja favorável ao ex-prefeito Caetano, que concorre contra o candidato Márcio Flávio, do União Brasil. :: LEIA MAIS »

alessandro tibo


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