:: ‘Política’
Caiado entra na disputa presidencial pelo PSD e mexe no tabuleiro político. E na Bahia, como fica Otto Alencar?

Se tem uma coisa que a política nos ensina é que nada está definido até que esteja, de fato, decidido. E o cenário das eleições presidenciais de 2026 acaba de ganhar um novo elemento.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, surge como pré-candidato à Presidência da República pelo PSD, partido comandado nacionalmente por Gilberto Kassab.
Essa movimentação muda o ambiente político. Até então, muitos imaginavam uma disputa mais polarizada, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva buscando a reeleição e, do outro lado, um nome ligado ao campo bolsonarista, com destaque para Flávio Bolsonaro.
Mas a política, como sempre, surpreende.
Dentro do próprio PSD, dois nomes que vinham sendo ventilados para a disputa acabaram ficando pelo caminho. Ratinho Júnior e Eduardo Leite não seguirão como candidatos ao Planalto. Com isso, o partido se organiza em torno de Caiado.
Não se trata exatamente de uma terceira via tradicional, mas de uma candidatura que tenta ocupar um espaço dentro do campo da centro-direita, com forte discurso voltado ao agronegócio e à segurança pública.
Caiado representa esse perfil. Defensor do agro, de uma atuação mais rígida na segurança e de um modelo de gestão que ele afirma já aplicar em Goiás. :: LEIA MAIS »
ACM Neto anuncia que apresentará chapa completa na próxima semana e intensifica disputa pelo governo da Bahia

Meus amigos, minhas amigas, o cenário político da Bahia entra em uma nova fase.
O pré-candidato ao governo do estado, ACM Neto, afirmou que, já na próxima semana, apresentará a chapa completa que disputará as eleições de 2026. Ele enfrentará, naturalmente, o atual governador Jerônimo Rodrigues, que busca a reeleição.
O ponto central das discussões, como não poderia deixar de ser, gira em torno da escolha do candidato a vice-governador.
Segundo informações divulgadas pela assessoria de ACM Neto, o nome do prefeito de Jequié, Zé Cocá, surge como uma das possibilidades. Um nome que, segundo ele, reúne força política e pode representar um consenso dentro do grupo.
Se confirmado, será uma escolha estratégica, considerando o peso eleitoral de Cocá no interior e sua crescente influência na região sudoeste e adjacências.
O fato é que a oposição sinaliza que não pretende mais guardar segredo. A definição da chapa marca o início de uma nova etapa, abrindo caminho para a intensificação da campanha.
A partir daí, os palanques estarão montados e não temos dúvidas de que será uma disputa acirrada.
De um lado, o Partido dos Trabalhadores tenta se manter no poder após duas décadas à frente do governo estadual. Do outro, ACM Neto busca, pela segunda vez, conquistar o comando da Bahia. É uma disputa aberta. :: LEIA MAIS »
Rui Costa endurece o tom e manda recado a Zé Cocá: “ser traído uma vez eu até entendo, mas duas não”

Amigos, minhas amigas, a política baiana começa a ganhar temperatura, e os sinais de tensão já aparecem de forma clara.
Um dos nomes que, por muito tempo, foi citado como possível vice na chapa do governador Jerônimo Rodrigues, candidato à reeleição, foi o do prefeito de Jequié, Zé Cocá. E não por acaso.
Zé Cocá saiu das últimas eleições municipais com uma votação expressiva, praticamente uma unanimidade na chamada Cidade Sol. Isso, naturalmente, o credencia como uma liderança em ascensão, com influência que ultrapassa os limites de Jequié e alcança municípios da região.
É o efeito natural de uma gestão bem avaliada. As ações reverberam e ecoam nas cidades vizinhas, ampliando o capital político.
Diante desse cenário, seu nome passou a ser ventilado para compor a chapa governista, mesmo já existindo um entendimento anterior de manutenção do vice Geraldo Júnior, indicado pelo MDB.
Mas, como sabemos, na política não existe espaço vazio. A disputa por protagonismo é permanente, e os movimentos acontecem nos bastidores o tempo todo.
O que muda agora é o tom. :: LEIA MAIS »
Prefeito de Porto Seguro desafia o Governo do Estado e diz que renuncia ao cargo se a Sesab provar o contrário do que ele afirma.

Amigos, a política tem situações que só ela mesma é capaz de oferecer. É impressionante como homens públicos, seja em palanque, em gabinete, em entrevista de rádio, em inauguração de escola ou em qualquer espaço público, às vezes pronunciam palavras como se elas fossem levadas pelo vento e desaparecessem no mesmo instante, mas não é assim.
As palavras ficam. Permanecem na memória das pessoas, ecoam na opinião pública e, muitas vezes, podem custar caro à trajetória de quem as pronuncia. Na política, mais do que em qualquer outro ambiente, é preciso medir o peso do que se diz.
E é importante lembrar que, por mais que muitos tentem desmerecê-la, a política é uma arte. Infelizmente, porém, ela também vem sendo banalizada. Hoje, muita coisa se confunde. Já não se sabe, com clareza, quem é direita, quem é esquerda, porque o mundo mudou, os interesses se embaralharam e as conveniências momentâneas falam alto.
Na política de antigamente, também existiam mudanças de rumo, é verdade. Mas hoje tudo parece mais instantâneo. Qualquer vantagem, qualquer cálculo, qualquer oportunidade parece suficiente para fazer alguém mudar de posição.
Trago esta reflexão por causa de uma declaração que merece atenção. :: LEIA MAIS »
Leo Prates chega ao Republicanos com força e meta ambiciosa de eleger 6 deputados federais

Meus amigos, minhas amigas, domingo não é apenas dia de descanso, de almoço em família ou de futebol. Em ano pré-eleitoral, é também dia de fazer política e de articulações que definirão os rumos das eleições de 2026.
E a semana foi movimentada.
Um dos assuntos mais comentados foi a saída do deputado federal Leo Prates do PDT. Como é de conhecimento público, o partido passou a integrar a base do governador Jerônimo Rodrigues, enquanto Léo mantém alinhamento político com ACM Neto.
Diante desse cenário, a saída tornou-se inevitável. O destino já era esperado. O Republicanos.
A filiação foi confirmada e celebrada pelo presidente do partido na Bahia, Márcio Marinho, que recebeu Leo Prates com entusiasmo e projeção de crescimento para a sigla. A meta é ousada. Eleger seis deputados federais. :: LEIA MAIS »
Secretário Loyola defende o nome de Geraldo Júnior para continuar como vice na chapa de Jerônimo Rodrigues. “Não creio que haverá mudança”, apostou.

Uma coisa é certa no cenário político da Bahia: hoje existem duas candidaturas consolidadas ao governo do estado.
De um lado, o governador Jerônimo Rodrigues, que busca a reeleição. Do outro, ACM Neto, seu principal adversário. Fora disso, somente um fato extraordinário poderia alterar esse cenário.
O que, de fato, ainda movimenta os bastidores políticos é a definição das chapas, especialmente no que diz respeito ao cargo de vice-governador.
No campo governista, tudo indicava — e ainda indica — que o atual vice, Geraldo Júnior, permaneceria na composição ao lado de Jerônimo Rodrigues, repetindo a chapa vitoriosa das últimas eleições.
Esse entendimento sempre foi tratado como um acordo político firmado com o MDB, partido liderado na Bahia por Geddel Vieira Lima e Lúcio Vieira Lima.
Para o MDB, a manutenção de Geraldo Júnior na vice é questão de compromisso firmado. Tanto Geddel quanto Lúcio sempre deixaram claro que desconhecem qualquer tentativa de mudança nessa composição. :: LEIA MAIS »
Rui Costa releva episódio com Geraldo Jr. e sinaliza pragmatismo no jogo político

A política é dinâmica — e, como bem diz o ditado, é como nuvem: muda de lugar a qualquer instante.
O recente episódio envolvendo o ministro da Casa Civil, Rui Costa, e o vice-governador da Bahia, Geraldo Júnior, ilustra bem esse cenário.
Geraldo Jr. fez críticas públicas ao ministro, utilizando as redes sociais, em um gesto considerado por muitos como deselegante. A reação estaria ligada à percepção de que Rui Costa não apoiaria sua permanência na chapa majoritária para as próximas eleições, repetindo a composição anterior.
Esse movimento ocorre em um contexto mais amplo, onde também se comenta, nos bastidores, sobre um certo distanciamento entre Rui Costa e Jaques Wagner. Ainda que oficialmente negado, é natural que, em espaços de grande protagonismo político, haja disputas internas por influência e liderança.
Estamos falando de figuras centrais do Partido dos Trabalhadores, lideranças que construíram trajetórias sólidas e que, naturalmente, disputam espaço dentro de um projeto político maior. :: LEIA MAIS »
Wagner Alves: para qual partido irá o pré-candidato a deputado estadual? União Brasil, Republicanos ou PL?

Meus amigos, minhas amigas, caros leitores: essa é uma das grandes perguntas da política conquistense neste momento.
Para qual partido irá o advogado Wagner Alves, esposo da prefeita Sheila Lemos e pré-candidato a deputado estadual nas eleições de 2026? Quem souber, avise — merece até prêmio.
A verdade é que essa definição ainda é uma incógnita e tem movimentado os bastidores, as rodas de conversa e os analistas políticos mais atentos.
O União Brasil, partido da prefeita Sheila, surge como uma possibilidade natural. No entanto, é uma legenda que já conta com nomes experientes, com histórico eleitoral consolidado, o que torna a disputa interna mais difícil, especialmente para um candidato de primeira viagem.
Por isso, existe também uma leitura estratégica: talvez seja mais interessante que Wagner não esteja no mesmo partido da prefeita, ampliando o campo de articulação política do grupo.
Outra alternativa que aparece com força é o PL, partido de João Roma e ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Uma sigla com identidade política definida e espaço competitivo no cenário estadual.
Mas há ainda o Republicanos, que ganha relevância nesse cenário, sobretudo após a filiação do deputado federal Leo Prates. Inclusive, tudo indica que Leo será o principal nome para fazer dobradinha com Wagner Alves na disputa eleitoral. :: LEIA MAIS »
Entre indefinições e posicionamentos: Zé Cocá silencia enquanto Sheila Lemos reafirma lado ao lado de ACM Neto

Meus amigos, minhas amigas, a política é feita de posicionamentos. E, muitas vezes, o silêncio também fala.
O prefeito de Jequié, Zé Cocá, saiu das últimas eleições com um índice de aprovação impressionante. Uma votação expressiva, que beira a unanimidade, legitimando sua gestão diante da população da chamada Cidade Sol.
E é justamente por isso que, desde o início, causou estranheza ver seu nome sendo ventilado como possível vice em uma chapa alinhada ao governador Jerônimo Rodrigues, considerando que, anteriormente, esteve ao lado de ACM Neto.
A pergunta que naturalmente surge é: como ficaria essa relação com o eleitor? Como explicar uma possível mudança de posicionamento político sem gerar dúvidas ou desgaste?
É claro que a política permite revisões de caminho. Mudar de lado pode ser fruto de reflexão, de amadurecimento ou de novas leituras de cenário. Mas isso exige clareza, diálogo e, sobretudo, transparência com a população. :: LEIA MAIS »
Após deixar o PDT, Leo Prates é recebido com festa no Republicanos e fortalece o partido para 2026

O deputado federal Leo Prates inicia um novo capítulo na sua trajetória política. Após deixar o PDT, partido ao qual se filiou em defesa da candidatura de Ciro Gomes à Presidência da República, o parlamentar foi oficialmente recebido no Republicanos, em um ato marcado por entusiasmo e forte simbolismo político.
Leo Prates construiu uma trajetória sólida na vida pública. Foi vereador em Salvador, presidiu a Câmara Municipal, exerceu mandato como deputado estadual e ganhou projeção estadual ao assumir a Secretaria de Saúde da capital baiana, especialmente durante o período mais crítico da pandemia.
Naquele momento, sua atuação foi amplamente reconhecida. Ao lado do então governador Rui Costa, esteve à frente de ações importantes de enfrentamento à crise sanitária, participando ativamente da orientação à população e das estratégias de proteção à vida.
Com a mudança de cenário político — e o reposicionamento de forças na Bahia — Leo deixou o PDT, que passou a integrar a base do governador Jerônimo Rodrigues. Desde então, já se comentava nos bastidores que seu destino seria o Republicanos, o que agora se confirma.
A filiação ocorreu em clima festivo, no Centro de Cultura, em Salvador, reunindo lideranças políticas e reforçando o peso da chegada do deputado à nova legenda.
Leo é considerado um quadro preparado, com formação acadêmica em engenharia, mas com forte atuação na gestão pública e na política. Sua entrada no Republicanos representa um reforço importante para o partido, que se organiza visando as eleições de 2026.
Nesse novo cenário, o Republicanos amplia sua musculatura política na Bahia, enquanto Leo Prates passa a ter um novo espaço para consolidar sua atuação e projetar seus próximos passos.
A política, como sempre, segue em movimento. E 2026 já começa a desenhar seus contornos.
Leia na íntegra a nota enviada pela sua assessoria: :: LEIA MAIS »















