:: ‘Política’
Zé Ronaldo fará a apresentação da chapa de oposição ao governo do estado hoje, dia 30, às 18h, no CDL de Feira de Santana.

A apresentação da chapa de oposição ao governo do estado, encabeçada pelo ex-prefeito de Salvador ACM Neto, tendo como vice o prefeito de Jequié, Zé Cocá, e João Roma como candidato ao Senado, será marcada por um forte simbolismo.
Isso porque quem fará a apresentação oficial é o prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo, que também figurava entre os nomes cotados para compor a chapa como candidato a vice.
De forma consensual, lideranças como a prefeita Sheila Lemos e o próprio José Ronaldo avaliaram o cenário, ponderaram os prós e contras e chegaram ao entendimento de que o nome de Zé Cocá representaria melhor o interior do estado nesse momento.
Assim, coube ao prefeito da chamada “joia do sertão baiano” a responsabilidade de apresentar oficialmente a chapa, em um evento que acontece hoje, às 18h, no CDL de Feira de Santana, cidade localizada a cerca de 100 km de Salvador. :: LEIA MAIS »
Otto Alencar foi contundente: “eu sou Lula, como é que eu vou estar na Bahia em um palanque que esteja Bolsonaro e também o Caiado? Não precisa ser de esquerda para defender as causas sociais”.

Já ouvimos muitas vezes que, na política, nem tudo que se fala deve ser escrito, e nem tudo que se ouve deve ser reproduzido. Mas, neste caso específico, faço questão de registrar, porque ouvi e é público.
Eu ouvi a fala do senador Otto Alencar como nunca havia ouvido antes. Sempre tive com ele uma relação de troca de mensagens, especialmente sobre política, e sei que é um homem de poucas palavras, objetivo, direto. Não costuma se alongar.
Mas, desta vez, vi uma manifestação firme, contundente.
Ele foi claro ao afirmar que não poderia, em hipótese alguma, estar em um palanque na Bahia ao lado de Jair Bolsonaro, tampouco ao lado de Ronaldo Caiado, com quem disse ter divergências políticas profundas.
Otto também destacou algo importante: não é preciso ser de esquerda para defender pautas sociais. Ele se define como um político de centro, mas com compromisso com temas fundamentais, como a defesa da universidade pública. :: LEIA MAIS »
Jerônimo admite estar conversando com Elmar Nascimento (União Brasil) para ser vice em sua chapa. Está claro: existem dois lados, mas não são duas ideologias.

O que poderia parecer improvável para alguns começa a ganhar contornos de realidade. Como já dissemos tantas vezes, a política é como nuvem, muda de lugar a qualquer instante.
A notícia mais recente é que o governador Jerônimo Rodrigues, candidato à reeleição, admite que está em diálogo com Elmar Nascimento, do União Brasil, para a possibilidade de compor sua chapa como candidato a vice nas eleições de 2026.
As conversas, segundo informações, tiveram início no último dia 27 e seguem avançando. Em declaração à imprensa, Jerônimo reconheceu que há, sim, a possibilidade de construção de um acordo político nesse sentido.
E é exatamente por isso que destacamos: existem dois lados, mas não necessariamente duas ideologias.
O cenário político nacional, sobretudo nos níveis mais elevados, como em Brasília e nas capitais, tem demonstrado um forte pragmatismo. As composições são feitas com base em estratégias eleitorais, na busca por uma chapa mais competitiva, capaz de vencer a disputa nas urnas.
A polarização existe, é real, mas nem sempre está ancorada exclusivamente em divergências ideológicas. Muitas vezes, o que prevalece é a articulação, o diálogo e a construção de alianças. :: LEIA MAIS »
Otto Alencar não se encantou com o convite para o ministério, o PSD dá sinais claros de afastamento de Lula, e o mesmo acontece com o MDB, a nível nacional.

Eu entendo que Luiz Inácio Lula da Silva, na leitura que faço, é o maior estrategista político que este país já conheceu. Um líder inconteste. Ninguém pode negar a sua trajetória: saiu do agreste pernambucano, percorreu a Rio-Bahia em um caminhão pau de arara, chegou ao ABC paulista, liderou movimentos sindicais e alcançou a Presidência da República após fundar um dos maiores partidos da América Latina, o Partido dos Trabalhadores.
O PT, no seu início, tinha uma postura mais rígida, diferenciando-se de outras siglas como o PCB e o PCdoB, que já traziam uma visão mais estratégica de composição dentro do ambiente democrático. Com o tempo, o cenário foi se ajustando, as estratégias mudaram e o partido chegou ao poder.
Não se trata aqui de julgar acertos ou erros. Trata-se de reconhecer o que representa Lula no cenário político nacional. Ainda hoje, é a maior força individual da política brasileira.
Por outro lado, não se pode ignorar o surgimento de Jair Bolsonaro, que apareceu como um fenômeno e ocupou um espaço que estava aberto. O bolsonarismo permanece vivo, com características próprias e uma base consolidada.
Lula, como estrategista, segue tentando ampliar sua base, dialogando com partidos de centro e buscando alianças. Essa movimentação, inclusive, causa desconforto em parte da sua militância mais ideológica. Mas é da política: construir maioria, ampliar apoio, garantir governabilidade. :: LEIA MAIS »
Rui Costa rebate Zé Cocá: “não, não é verdade que ele tenha sido convidado a ser vice em nossa chapa”, explica o ministro, candidato ao Senado.

Como vemos, na política nada fica sem resposta. O ministro Rui Costa se manifestou em relação às declarações do prefeito Zé Cocá, que afirmou, em entrevista a uma emissora de rádio, ter perdido valor político após definir sua pré-candidatura a vice na chapa do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto.
Rui Costa rebateu de forma direta e afirmou que, em hipótese alguma, procede a informação de que Zé Cocá teria sido convidado para compor como vice a chapa governista, que tem como candidato à reeleição o governador Jerônimo Rodrigues. O ministro destacou ainda que integra essa composição como candidato ao Senado, ao lado de Jaques Wagner.
Segundo Rui, existia, sim, uma relação política com Zé Cocá até 2022, mas não há qualquer confirmação de que ele tenha sido sondado para ocupar a vaga de vice na chapa governista.
A política, como já dissemos, é dinâmica e marcada por declarações que, muitas vezes, ganham proporções maiores do que o esperado. Palavras, uma vez ditas, seguem seu curso e podem produzir efeitos distintos ao longo do tempo. :: LEIA MAIS »
Zé Cocá: “por que hoje já não tenho valor? Porque aceitei ser vice de Neto”? Pergunta do prefeito de Jequié ao ministro Rui Costa.

Como todos sabem, o candidato ao governo da Bahia, ACM Neto, esteve na cidade de Jequié, acompanhado da prefeita Sheila Lemos, do deputado Leur Lomanto Júnior e do ex-deputado e presidente estadual do PP, Cacá Leão.
Lá, junto a outras lideranças que compõem a base política do seu grupo, participaram do convite presencial feito ao prefeito Zé Cocá para que integrasse a chapa de oposição ao governador Jerônimo Rodrigues.
Foi um movimento que chamou atenção. ACM Neto, que tenta pela segunda vez chegar ao governo do Estado, fez questão de ir pessoalmente a Jequié para formalizar o convite.
No encontro, após a conversa, veio a resposta. Diante do cenário e da urgência do grupo em dar início à pré-campanha, Zé Cocá aceitou o convite para compor a chapa como candidato a vice. :: LEIA MAIS »
Vereador eleito pelo União Brasil deixa o partido e vai para o PSDB de Tiago Correia.

Amigos, já não se faz mais política como antigamente. As regras mudam, e mudam constantemente, e nem sempre todos conseguem se adequar aos novos regulamentos, aos critérios dos partidos e aos seus estatutos.
A doutrina partidária, em tese, deveria ser seguida como um guia. É como um documento que orienta, que define identidade, propósitos, programa de governo, posicionamento ideológico, se de direita, de esquerda, de centro, socialista ou liberal. Tudo isso deveria ser levado em consideração por quem escolhe uma sigla.
O problema é que, na prática, pouca gente segue à risca o que está ali estabelecido.
A fidelidade partidária, de algum tempo para cá, foi relativizada, para não dizer banalizada. E aí surge uma pergunta que não quer calar: de quem é o mandato? Do candidato, que vai às ruas pedir voto, ou do partido que lhe deu a estrutura, a legenda, o abrigo político?
É justo o candidato conquistar os votos e depois não poder decidir seus caminhos? Ou é justo o partido exigir fidelidade sem, muitas vezes, oferecer o suporte necessário durante a campanha? Esse é um debate antigo, mas cada vez mais atual.
E os exemplos estão por toda parte. Não entrando no mérito, apenas ilustrando: vemos parlamentares apoiando candidatos de outros partidos, mesmo quando suas próprias siglas possuem nomes na disputa, mas vamos ao caso concreto. :: LEIA MAIS »
“Zé Cocá foi consenso em nosso grupo!”, disse Neto, na escolha do vice. Prefeita Sheila Lemos esteve presente.

A sucessão baiana realmente está pegando fogo — e, aliás, literalmente — porque, hoje pela manhã, em Jequié, a Cidade Sol, ACM Neto esteve por lá para pedir a Zé Cocá que aceite o convite para ser o candidato a vice da chapa que ele lidera e que estará concorrendo ao governo do Estado, enfrentando o atual governador.
Estiveram presentes o vice-prefeito de Jequié, Flavinho Santana, o deputado federal Leur Lomanto Júnior e também o presidente do PP estadual e ex-deputado Cacá Leão. Foi um encontro importante.
E lá foi batido o martelo da chapa, que agora já não tem mais como mexer. ACM Neto, em sua fala, disse e afirmou que se trata de um consenso. Um consenso construído dentro do seu grupo, que conversou demoradamente, avaliou os prós e os contras, a importância regional de cada nome, o que cada um poderia agregar e, naturalmente, as circunstâncias políticas envolvidas.
Dentro desse processo, havia nomes sendo ventilados para a vice. Entre eles, a prefeita Sheila Lemos, que, desde o início, colocou-se à disposição quando começou a se discutir a sucessão estadual.
É bom lembrar também que já havia nomes considerados fortes, inclusive com ampla visibilidade política, o que tornava a disputa ainda mais interessante.
As articulações foram acontecendo: encontros em diversas cidades, conversas, idas e vindas — Itabuna, Ilhéus, Feira de Santana — até que, enfim, a definição foi construída. :: LEIA MAIS »
Waldenor Pereira e Zé Raimundo reúnem municípios da região em Vitória da Conquista e demonstram força política

Amigos e amigas, a política já vive um momento de intensa movimentação. Não poderia ser diferente. Estamos nos aproximando das eleições de 2026, quando o Brasil irá às urnas para escolher presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e estaduais.
Nesse cenário, dois nomes tradicionais da política conquistense se movimentam com estratégia e articulação: Waldenor Pereira e José Raimundo Fontes.
Ambos, filiados ao Partido dos Trabalhadores, são figuras históricas da sigla em Vitória da Conquista e possuem uma trajetória consolidada não apenas no município, mas em toda a região sudoeste da Bahia e também na Chapada.
E foi justamente em Vitória da Conquista, principal base eleitoral dos dois parlamentares, que ocorreu um importante encontro político.
Eles reuniram aproximadamente 48 municípios, com a presença de lideranças, representantes partidários e correligionários, em um evento que teve como pauta central a discussão sobre as chamadas emendas participativas.
A proposta, como bem destacaram, é ampliar o debate sobre a destinação dos recursos públicos, ouvindo as bases, dialogando com os municípios e buscando uma aplicação mais democrática dos investimentos. :: LEIA MAIS »
PSD na crista da onda: partido ganha protagonismo nacional e Otto Alencar surge como possível ministro

Há um ditado popular muito conhecido que diz quando alguém ou alguma instituição está “na crista da onda”. E é exatamente isso que estamos vendo neste momento com o PSD.
O partido vive um momento de forte evidência no cenário político nacional.
Primeiro, pela indicação do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, como pré-candidato à Presidência da República. Um movimento que, sem dúvida, mexeu com o tabuleiro político e reposicionou a sigla no debate nacional.
E agora surge uma nova informação que amplia ainda mais esse protagonismo.
O senador Otto Alencar, uma das principais lideranças do PSD no país e comandante da sigla na Bahia, passa a ser cogitado para ocupar um ministério no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em uma eventual substituição à ministra Gleisi Hoffmann. :: LEIA MAIS »















