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blog do marcelo

labo

:: ‘Política’

Vitória da Conquista precisa fortalecer a sua base parlamentar. Precisamos votar nos candidatos da cidade. Isso vale para a direita e para a esquerda.


Existem momentos na política em que precisamos fazer uma reflexão coletiva, respeitando inclusive o direito do adversário ter as suas próprias convicções. A disputa faz parte da convivência democrática, da relação humana e do jogo político. Mas também existem instantes em que é necessário dar uma pausa, olhar para a realidade e pensar no que é mais racional para o desenvolvimento de uma cidade e de uma região. No caso específico de Vitória da Conquista, essa reflexão é urgente.

Precisamos valorizar cada vez mais os nossos deputados estaduais e federais. Sem nenhum preconceito contra candidatos que venham de fora buscar votos aqui, porque isso também faz parte da democracia. Muitas vezes essas candidaturas chegam por articulação de lideranças locais, vereadores ou grupos políticos. É legítimo. Mas é fundamental que o eleitor tenha consciência de que fortalecer nomes da própria terra significa fortalecer a cidade dentro dos espaços de poder.

Quando nossos representantes chegam à Assembleia Legislativa ou à Câmara Federal, a disputa ideológica não impede o diálogo. Ao contrário. Lá existem debates civilizados, construção de consensos e pautas de interesse coletivo. Não pensem que adversários políticos não conversam. Conversam, sim. Isso é próprio do parlamento e da maturidade democrática. Aqui mesmo na Bahia já vimos exemplos claros dessa convivência respeitosa entre diferentes correntes políticas. :: LEIA MAIS »

Geddel vibra com a confirmação de Geraldinho como vice de Jerônimo. Quem anunciou foi Jaques Wagner. O governador estava na Índia com o presidente Lula.


Fizemos várias publicações aqui no nosso blog sobre a sucessão estadual e mostramos, em algumas matérias, as posições assumidas pelo MDB baiano, através dos irmãos Geddel e Lúcio Vieira Lima. Os dois sempre pontuaram que não tinham dúvida de que o partido manteria a vaga de vice na chapa governista e que o nome continuaria sendo o de Geraldo Júnior, filiado ao MDB e atual vice-governador.

Em determinados momentos, chegaram a mencionar que outros partidos da base poderiam ser contemplados em outras posições, para manter o grupo do governador Jerônimo Rodrigues coeso e sem rupturas. Surgiu, inclusive, o nome de Ronaldo Carletto, do Avante, que também demonstrava interesse em participar mais diretamente da composição majoritária.

Geddel reagiu de imediato, afirmando que jamais houve qualquer conversa nesse sentido e que tinha absoluta convicção de que o MDB permaneceria com a vice. E, de fato, o que vemos agora é a confirmação desse cenário, com o anúncio feito pelo senador Jaques Wagner de que Geraldo Júnior seguirá como vice na chapa do governador Jerônimo.

Surge então uma outra situação que exige cautela. Não podemos afirmar, como alguns setores vêm insinuando, que Jaques Wagner teria se antecipado ao governador ao fazer o anúncio enquanto Jerônimo estava fora do país, em missão oficial na Índia, acompanhando o presidente Lula. Há quem diga que o anúncio deveria partir do próprio governador, mas isso entra no campo das conjecturas. :: LEIA MAIS »

A “guerra” pela sucessão aumenta o tom. O que vale para o governo federal vale também pra Bahia. Rui é o principal alvo das munições. Aqui, ACM Neto terá que se defender.


Amigos e amigas, não temos para onde correr. A sucessão estadual, ou melhor, as sucessões nos estados brasileiros, estarão naturalmente vinculadas à sucessão presidencial. O presidente Lula busca a reeleição e, consequentemente, chegar ao seu quarto mandato. Não há como dissociar uma coisa da outra.

A disputa tende a ser plebiscitária, com o foco voltado para o Planalto Central. Vivemos em um país que já experimentou episódios políticos traumáticos, situações que talvez a juventude mais recente não tenha acompanhado, mas que marcaram profundamente a nossa história. Tivemos três ex-presidentes que deixaram o poder em circunstâncias extremas, seja por renúncia, cassação ou prisão. Collor de Mello, Lula e Jair Bolsonaro passaram por momentos que expuseram o país a crises institucionais intensas.

Todos lembramos também dos debates presidenciais recentes, carregados de acusações duras, agressões verbais e confrontos diretos. Era um cenário triste de assistir, independentemente de posições políticas. Enquanto um acusava, o outro reagia, e o país assistia perplexo àquele embate. :: LEIA MAIS »

Sheila admite que, se houver consenso, poderá ser vice de ACM Neto: “Se for pra livrar a Bahia do PT, eu aceito o desafio”, disse a prefeita de Vitória da Conquista.


Assim que a prefeita Sheila Lemos assumiu o seu segundo mandato, tive a oportunidade de visitá-la em seu gabinete. Naquela ocasião, ela ainda atendia na Zona Oeste, no Centro Cultural Glauber Rocha. Fui recebido inicialmente pela chefe de gabinete, a nossa querida amiga Lu Macário, com quem conversei por um bom tempo. Em seguida, fui convidado a entrar para falar com a prefeita.

Cumprimentei Sheila, desejei boa sorte e aproveitei o momento para fazer uma pergunta direta: Prefeita, qual será o seu destino político a partir de agora? A senhora pretende disputar algum cargo, como deputada, por exemplo? A resposta veio imediata e segura: Não. Eu ficarei no cargo até o final do mandato.

Insisti um pouco mais e perguntei se ela não temia que, distante de outras disputas eleitorais, pudesse perder espaço político no futuro, já que vivia um momento de forte aprovação popular. Mais uma vez, ela foi categórica: Ficarei à frente da Prefeitura até 2027. :: LEIA MAIS »

Coronel Ivanildo, chefe de Gabinete da prefeita Sheila, tem o seu nome lembrado como parceiro de Wagner Alves. “Minha preocupação é ajudar a nossa gestora a cuidar da cidade”, desconversa.


Há cerca de três meses foi divulgada uma pesquisa na qual a prefeita Sheila Lemos apareceu com uma notável preferência do eleitorado de Vitória da Conquista. Mais de 70% da população aprovando a sua administração. Um número expressivo, que naturalmente chama atenção e fortalece o seu capital político.

E, diante desse cenário, os analistas já fazem a leitura: uma prefeita com esse índice de aprovação tem força suficiente para influenciar diretamente na eleição de representantes do seu grupo para 2026, tanto para a Câmara Federal quanto para a Assembleia Legislativa.

Sheila já definiu o nome do seu esposo, o advogado Wagner Alves, como pré-candidato a deputado estadual, e firmou uma dobradinha com o deputado federal Léo Prates, também conquistense, fortalecendo essa parceria política.

Claro que o cenário permanece aberto. Vitória da Conquista é um colégio eleitoral robusto e estratégico. Outros nomes, naturalmente, olham para a cidade como um espaço importante para conquistar votos, seja para chegar pela primeira vez à Câmara Federal, seja para renovar mandato. :: LEIA MAIS »

Com o silêncio quase que sepulcral por parte dos irmãos Vieira Lima, do MDB, é certo que o vice de Jerônimo será mesmo do partido.


Não existem rodeios por parte dos irmãos Geddel e Lúcio Vieira Lima. Eles são assim, objetivos, determinados e não têm meio-termo. Eles cobram do governador Jerônimo Rodrigues, da base de apoio ao gestor petista, que, diante da lealdade que eles têm para com o governo, não é possível pensar em outra possibilidade senão manter o MDB como partido coirmão e, por sê-lo, naturalmente, a vaga de vice continuará com a sigla, que já foi uma das principais do país, mas, de qualquer sorte, ainda permanece com fortíssima influência dentro do cenário nacional e aqui encabeçada pelos irmãos, o ex-ministro do governo Lula e o ex-deputado Lúcio Vieira Lima.

Não cremos que a mudança poderá acontecer. E, como dissemos, a dupla, os irmãos, portanto, não abrirão mão. Isso já vem sendo dito lá de trás, quando rumores apareciam, mesmo que ruídos bem distantes, mas apareciam, e aí a reação era incontinente, sempre foi: “Não, a vice é nossa, nem ousamos discutir”. :: LEIA MAIS »

Deputado Waldenor Pereira pretende trazer o presidente Lula a Vitória da Conquista, principal berço do PT na Bahia


O Partido dos Trabalhadores, fundado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva há 46 anos, tem em Vitória da Conquista um dos seus mais importantes berços no estado da Bahia. A história política da cidade se confunde com a trajetória da sigla, que construiu aqui uma base sólida e militante.

Durante as comemorações do aniversário do partido, o presidente Lula, que governa o país pela terceira vez, esteve em Salvador cumprindo agenda institucional e partidária. E, naturalmente, cresce a expectativa para que ele também venha ao interior, especialmente a Conquista.

O deputado federal Waldenor Pereira, assim como o deputado estadual José Raimundo Fontes, demonstra de forma pública sua lealdade ao presidente. Ambos, inclusive, incorporaram oficialmente “Lula da Silva” aos seus nomes parlamentares, gesto que simboliza alinhamento político e identidade com o projeto nacional do PT.

Com a proximidade das eleições de 2026, o alinhamento entre o governo federal, o governo estadual e a base municipal torna-se estratégico. O governador Jerônimo Rodrigues buscará a reeleição. Lula também deverá disputar novo mandato. E, evidentemente, Waldenor e José Raimundo trabalharão por suas próprias reconduções, respectivamente à Câmara Federal e à Assembleia Legislativa. :: LEIA MAIS »

Bruno Reis cita Sheila Lemos como possível vice de ACM Neto. Os outros nomes elencados foram Zé Ronaldo e a deputada Rogéria. A gestora conquistense descarta.


Pelo visto, a prefeita Sheila Lemos deverá mesmo governar Vitória da Conquista até o final de 2027. Sua fala é firme, serena e determinada: cumprirá o mandato. Ela entende que precisa honrar os votos recebidos na última eleição, quando foi reconduzida ao cargo de prefeita da capital do Sudoeste da Bahia.

Não se trata de ignorar o jogo político ou de descartar possibilidades que, no mundo da política, sempre existem. Mas, por decisão pessoal, Sheila quer concluir sua gestão. Essa tem sido sua posição desde o início: foi eleita para governar e assim pretende fazer.

É verdade que, em tom elegante, ela já afirmou que soldado, quando convocado, não pode abandonar o seu comando. Mas essa declaração soa mais como cortesia política do que como sinal real de mudança de rumo. Na prática, não se percebe abertura concreta para deixar o cargo. :: LEIA MAIS »

PT vem de chapa “puro-sangue”: Jerônimo Rodrigues, Jaques Wagner e Rui Costa. Fizeram de tudo para manter Ângelo Coronel na base. O PSD fica.


É de conhecimento dos baianos que o senador Jaques Wagner é um extraordinário articulador político. Ele fez de tudo para manter Ângelo Coronel na base. Sabe que, não importa o tamanho do desfalque, qualquer perda pode significar muito no futuro, ainda mais em uma disputa acirrada como esta, que é a sucessão baiana no que se refere ao governo do Estado.

Jerônimo Rodrigues vem correndo o trecho, visitando os municípios baianos, mostrando a sua força, sobretudo por estar com a máquina na mão. Ele quer ser reeleito e, por isso mesmo, também precisa ajudar a apagar os incêndios políticos que surgem pelo caminho. Enfim, Ângelo Coronel não aceitou, em hipótese alguma, dividir o mandato de senador com Jaques Wagner.

Metade para um, metade para outro. Jaques Wagner chegou a dizer: “O que é que ele quer mais do que isso?” Paciência. Quem sou eu para dar conselho a quem quer que seja, mas, na minha avaliação, essa saída poderia ter sido boa para todos. O fato é que Ângelo Coronel já faz parte, definitivamente, da chapa de ACM Neto. Isso é irreversível.

No entanto, também está muito claro que o PSD, partido de Ângelo, permanecerá na base do governo. O responsável pela sigla na Bahia, e que tem grande força nacional, é o senador Otto Alencar, que optou por manter o partido alinhado ao projeto governista. :: LEIA MAIS »

Sheila Lemos, se quiser, poderá ser a vice de ACM Neto. Pelo que ouvi da prefeita, ela não deixará o cargo e cumprirá o mandato até o final de 2027.


Fala-se muito na possível candidatura da prefeita Sheila Lemos a vice-governadora, na chapa de ACM Neto, que hoje já temos como praticamente certa, salvo algum acidente de percurso. O que se desenha, de forma mais realista neste momento, é o seguinte cenário: ACM Neto candidato ao governo da Bahia, João Roma disputando o Senado, Ângelo Coronel também concorrendo ao Senado, e a vaga de vice ficando em aberto entre o prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo, e a prefeita Sheila Lemos.

Sinceramente, observando o panorama político, é muito mais provável que o conjunto das forças que apoiam ACM Neto recorra ao nome de Sheila Lemos do que ao de José Ronaldo. Ele próprio, evidentemente, participará das conversas que decidirão a composição final da chapa, até porque, como prefeito de Feira de Santana, deverá ouvir a população da Princesa do Sertão Baiano. E é natural que os feirenses queiram que ele permaneça à frente da Prefeitura do município.

Já Zé Cocá, que é um nome do interior e que agradaria a ACM Neto nesse aspecto, não me parece mais viável. Houve aquelas conversas, aquelas paqueras, ou até a impressão de uma aproximação com o Governo do Estado, o que enfraqueceu sua posição dentro desse tabuleiro político. :: LEIA MAIS »

alessandro tibo


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