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blog do marcelo

labo

:: ‘Política’

Nesta foto aparecem José Ronaldo, ACM Neto, ACM Magalhães Jr. e João Roma. Ângelo Coronel, conforme conversas, deverá pousar logo após o Carnaval.


Todas as tentativas foram feitas pelo ministro Rui Costa, pelo senador Jaques Wagner e também, claro, pelo governador Jerônimo Rodrigues, para que Ângelo Coronel permanecesse na base do governo. As conversas, porém, não prosperaram. A fotografia que está postada nesta matéria mostra exatamente o cenário atual da política baiana.

O registro foi feito ontem, na localidade de Humildes, próximo a Feira de Santana, durante uma tradicional festa da região. Na imagem, vemos José Ronaldo, prefeito de Feira de Santana; ACM Neto, pré-candidato ao governo do Estado, que concorrerá com Jerônimo Rodrigues; ACM Magalhães Júnior, ex-senador; e João Roma.

As especulações, pelo visto, não mentem. A fotografia confirma o que já vinha sendo comentado nos bastidores. João Roma é, de fato, candidato ao Senado. Naturalmente, Ângelo Coronel deverá ser o outro nome na disputa. Já José Ronaldo, prefeito de Feira de Santana, vinha sendo apontado em algumas conversas reservadas como alguém que poderia dialogar com o Governo do Estado para eventual adesão à base governista. :: LEIA MAIS »

O Avante de Carletto segue a sua “Rota”, em busca da vice que já está com o MDB dos irmãos Vieira Lima. Isso vai dar confusão.


A cada vinte minutos surge um fato novo na política baiana, especialmente no que diz respeito à definição da chapa majoritária que pretende levar o governador Jerônimo Rodrigues à reeleição. Todos vêm acompanhando, inclusive aqui pelo nosso blog, os fatos sucessivos que surgem como surpresa, como uma avalanche, como um meteoro que cai sobre a Terra e assusta todo mundo.

E tudo isso depois que começou a confusão em torno da definição da chapa puro-sangue do Partido dos Trabalhadores, que não abre mão, isso ficou muito claro, das presenças de Rui Costa e Jacques Wagner como candidatos ao Senado pelo PT. Essa decisão abriu um cenário de incertezas e deixou evidente que ainda há muita coisa por acontecer até as eleições do mês de outubro vindouro.

Todos sabem que, com Rui Costa e Jacques Wagner definidos como candidatos ao Senado, o senador Ângelo Coronel, do PSD, figura respeitada, com forte prestígio político e até então peça importante da base governista, passou a se sentir preterido. Ângelo sempre teve grande influência dentro do PSD, é próximo de Otto Alencar e, até pouco tempo, essa relação era vista como sólida. No entanto, pelo desenrolar dos fatos, é possível que essa amizade tenha sofrido abalos.

Ângelo Coronel, ao que tudo indica, não ficou satisfeito com a postura de Otto Alencar, que teria contribuído ou, no mínimo, se omitido no processo que acabou deixando o seu nome fora da disputa ao Senado em favor dos nomes do PT. Otto preferiu manter a lealdade ao projeto liderado pelas duas principais figuras do petismo baiano, com forte influência também no cenário nacional. :: LEIA MAIS »

Gedel tentou levar Ângelo Coronel para o MDB: “Coronel, venha para o MDB, você será o deputado federal mais votado e o seu filho será o vice”, disse o ex-ministro


O ex-ministro
Geddel Vieira Lima, que também já foi deputado federal, é daqueles nomes que ninguém pode subestimar no xadrez da política. Experiente, articulador, conhecedor dos bastidores, segue firme e muito presente, tanto na política baiana quanto na nacional.

Dentro do MDB, ele continua sendo uma força viva. Ao lado do irmão, Lúcio, mantém uma postura de lealdade ao governo Jerônimo Rodrigues. E, para ele, lealdade é via de mão dupla. Apoia, mas também cobra.

Nos últimos dias, Geddel fez um movimento daqueles típicos de estrategista. Tentou atrair o senador Ângelo Coronel para os quadros do MDB.

Coronel, como todos sabem, sentiu-se preterido na formação da chapa governista e acabou se aproximando do grupo de ACM Neto. Esse gesto mexeu com todo o tabuleiro político da sucessão estadual.

Foi aí que Geddel entrou em campo.

Segundo relato do próprio ex-ministro, ele foi direto ao ponto. Nada de rodeios. Chamou Coronel para a conversa e fez uma proposta ousada: filiar-se ao MDB, disputar vaga de deputado federal com grande estrutura partidária e, mais do que isso, ter o filho indicado para vice na chapa de Jerônimo, no lugar de Geraldo Júnior. :: LEIA MAIS »

ACM Neto admite publicamente que buscará Ângelo Coronel para compor a chapa majoritária visando derrotar o governador Jerônimo Rodrigues, que concorre à reeleição.

Já está claro, já está praticamente definido que Ângelo Coronel deve compor a chapa do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, que tenta derrotar o governador Jerônimo Rodrigues, hoje à frente do governo baiano, dentro de um ciclo que já dura vinte anos, desde que Jaques Wagner derrotou Paulo Souto.

De lá pra cá, o Partido dos Trabalhadores construiu essa hegemonia e, sem dúvida alguma, vai lutar para mantê-la, fortalecendo seus aliados e tentando, inclusive, buscar adesões dentro do grupo liderado por ACM Neto.

E isso mostra uma coisa muito clara: ideologia, nessa campanha de 2026, pesa pouco. O que conta, dos dois lados, é fortalecer grupo, somar forças, ampliar palanques e chegar em outubro em condições reais de vitória.

Ângelo Coronel já esteve no grupo de ACM, lá atrás, com raízes no carlismo. Depois foi abrigado na base petista, dentro de uma aliança que lhe deu musculatura política e capital eleitoral, sustentado pelo grupo do governo. Agora, retorna ao campo da oposição.

Portanto, Coronel já aparece, definitivamente, como peça importante na engrenagem da chapa de ACM Neto. :: LEIA MAIS »

Wagner Alves segue consolidando apoios importantes. Agora foi o professor Cori, ex-vereador do PT e ex-secretário de Educação do governo Guilherme Menezes. O empresário e desportista José Falcão também firmou compromisso.


De forma silenciosa, o pré-candidato a deputado estadual Wagner Alves, advogado, vem conseguindo, de maneira espontânea, apoios importantes para sua pré-candidatura.

Wagner tem assumido uma postura de abrir o debate, promover discussões. Sem pedir votos, naturalmente, ele vem se reunindo, conversando, ouvindo e, principalmente, construindo pontes com diversos segmentos da sociedade conquistense.

Vimos, nesta semana, um apoio considerável e significativo: o do renomado engenheiro agrônomo Abel Rebouças, ex-reitor da Uesb, um dos quadros mais preparados da sua área. Político experiente, já teve o nome ventilado em outras eleições para disputar a Prefeitura de Vitória da Conquista, mas preferiu, à época, não seguir adiante. Agora, apertou a mão de Wagner Alves, fortalecendo ainda mais o projeto.

O esposo da prefeita Sheila Lemos também recebeu, nos últimos dias, dois apoios de peso, que certamente somarão nessa caminhada rumo a uma vaga na Assembleia Legislativa. :: LEIA MAIS »

Jerônimo Rodrigues tenta segurar Ângelo Coronel na base do governo, embora o senador do PSD já tenha decidido ir para o União Brasil. Ou seja: o leite já derramou.


A política é, sem dúvida alguma, algo apaixonante. As movimentações acontecem o tempo todo e, a cada dia, a cada semana e a cada mês, surge uma novidade. E a gente não pode dar como definitiva uma coisa que se fala ontem, hoje ou amanhã. Tudo é imprevisível, porque os movimentos são muitos, ainda mais quando se trata de segurar a base de um governo que, há vinte anos, está à frente da administração de um estado tão importante quanto a Bahia.

Jaques Wagner e Rui Costa têm suas razões em querer deixar tudo resolvido. Eles sabem que a situação envolvendo o afastamento de Coronel já vinha se desenhando há algum tempo, seja por ter sido preterido, seja por não ter conseguido se entender com o PT e os demais partidos da base.

Aceitar uma suplência, ficar na espera de uma vaga eventual, depender de cenários futuros… isso não combina com o perfil de quem quer disputar voto, andar nas ruas, pedir confiança ao eleitor. E Coronel pensa assim. Ele acredita no próprio capital político e quer ir para a urna. É um direito legítimo.

Só que política não é como a gente quer, nem como imagina que deva ser. Política é surpresa.

Ao mesmo tempo, há quem precise agir. E Jerônimo cumpre o papel dele. Como governador e líder do projeto, tenta conter a saída. Sabe que perder Coronel agora significa muito mais do que perder um nome. É perder musculatura política, perder tempo de televisão, perder capilaridade no interior.

E não se trata nem de ideologia. Vamos ser francos. Não é debate ideológico. É projeto de poder. :: LEIA MAIS »

Ângelo Coronel deixa a base do governo Jerônimo e vai para o ninho de ACM Neto. Será que o PT contava com essa?


Amigos, é provável até que o PT já esperasse por esse movimento. E digo isso com todo respeito a Ângelo Coronel, porque, na política, essas mudanças fazem parte do jogo. Infelizmente, ou naturalmente, elas acontecem.

Ao contrário do que eu pergunto, “será que o PT contava com essa?”, pode ser que, nos bastidores, o partido já estivesse preparado. Não diria “comemorando”, para não ser agressivo ou desrespeitoso com o próprio Coronel, que foi, sim, um aliado do governo. Mas talvez o pensamento interno seja o seguinte: “A chapa puro-sangue está mantida, cada um segue seu caminho, e vida que segue”.

Definitivamente, Ângelo Coronel já não faz mais parte da base do governo Jerônimo Rodrigues. Ele voou para o ninho de ACM Neto e poderá ajudar a compor uma nova chapa de oposição. Fala-se em ACM Neto candidato ao governo, Coronel ao Senado, ao lado de João Roma.

Enquanto isso, o senador Otto Alencar permanece com postura mais firme e leal ao governo petista, pelo menos até aqui, mantendo a linha de compromisso histórico com o grupo. :: LEIA MAIS »

Geddel reage à notícia de que o MDB perderia a vice para o PSD, de Ângelo Coronel: “Prefiro não comentar, não nos convidaram pra essa reunião”!

Amigos e amigas, está muito claro o que está acontecendo na política da Bahia, eu diria brasileira, mas vamos nos prender aqui ao nosso universo, tão próximo da gente, que é o nosso cotidiano. Portanto, importa falarmos mais disso do que estarmos voltando os olhos para o mapa brasileiro. É claro que faz parte e nos norteia, nas nossas falas e também nas nossas escritas.

Vejam vocês o que acontece com a política. A questão é meramente eleitoral. Ideologia não se discute. Trata-se de hegemonia de grupo, não de ideias, não de princípios partidários, nada disso. Aliás, longe disso. Quando eu falo isso, trata-se de trazer mais uma vez essa matéria, uma matéria que fala da sucessão estadual e que o PT trouxe uma chapa puro-sangue, que, a priori, pra sua militância, poderia parecer o retorno do PT dos anos oitenta, quando anuncia a chapa puro-sangue, com Jaques Wagner e Rui Costa, além do governador Jerônimo Rodrigues buscando a reeleição.

Para parte da militância, isso soa como um resgate simbólico do PT das décadas passadas. Ainda assim, a composição não excluiu totalmente aliados. O Movimento Democrático Brasileiro mantém espaço na chapa governista com o vice-governador Geraldo Júnior. O MDB baiano segue sob influência de Geddel Vieira Lima e de seu irmão, Lúcio Vieira Lima. :: LEIA MAIS »

Abel Rebouças, ex-reitor da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, engenheiro agrônomo, é um reconhecido intelectual e político progressista. Ele declarou apoio ao advogado Wagner Alves, pré-candidato da prefeita Sheila Lemos.


Com a proximidade das eleições de 2026, os pré-candidatos a deputado estadual e federal, ao Senado e ao Governo do Estado da Bahia intensificam suas movimentações. Em Vitória da Conquista não é diferente. Ao contrário, as articulações, as buscas por apoio e também as adesões espontâneas estão cada vez mais presentes no cotidiano político da cidade.

Chega agora uma informação que já é de conhecimento público: o engenheiro agrônomo Abel Rebouças, ex-reitor da Uesb, reconhecido pela sua capacidade técnica e atuação intelectual, com participação em eventos e palestras no Brasil e no exterior, manifestou apoio ao advogado Wagner Alves, nome apresentado pela prefeita Sheila como pré-candidato a deputado estadual.

Abel já teve seu nome citado em outros momentos do cenário político local como possível alternativa em disputas majoritárias e também integrou composições políticas em nível estadual, figurando como suplente em chapa ao Senado no passado. :: LEIA MAIS »

“Aqui na Bahia não tem palanque do PSD para Caiado. Já falei com Kassab. Vamos apoiar o presidente Lula, com todas as letras”, afirma Otto Alencar sobre as eleições de 2026.


Olha, são reuniões e mais reuniões, encontros e mais encontros, discussões aprofundadas. O clima é tenso quando se fala em sucessão presidencial e, claro, para nós aqui da Bahia, na sucessão ao governo do Estado. A cada dia surge um novo fato, uma nova declaração, que mexe com políticos da esquerda, da direita, do centro e, sobretudo, com os eleitores, que são os verdadeiros protagonistas desse processo democrático.

São eles que vão às urnas e, com a sua vontade soberana, escolhem seus representantes nas câmaras de vereadores, assembleias legislativas, Senado, Presidência da República, governos estaduais, prefeitos e prefeitas.

Na Bahia, o vai e vem de pronunciamentos é intenso. Discute-se quem será o sucessor do governador Jerônimo Rodrigues, que é candidato à reeleição, ou se a disputa se dará novamente com ACM Neto. Houve, ainda, um lampejo, que já se dissipa, em torno do nome do senador Ângelo Coronel, que chegou a ser cogitado, ainda que de forma remota, para a sucessão estadual.

Hoje, o cenário está mais definido. O nome de Ângelo Coronel já não figura entre as opções para compor a chapa majoritária ao Senado. Como é de conhecimento público, o Partido dos Trabalhadores caminha para uma chapa puro-sangue, com Jerônimo Rodrigues, Rui Costa e o senador Jaques Wagner. :: LEIA MAIS »

alessandro tibo


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