Como todos sabem, o candidato ao governo da Bahia, ACM Neto, esteve na cidade de Jequié, acompanhado da prefeita Sheila Lemos, do deputado Leur Lomanto Júnior e do ex-deputado e presidente estadual do PP, Cacá Leão.

Lá, junto a outras lideranças que compõem a base política do seu grupo, participaram do convite presencial feito ao prefeito Zé Cocá para que integrasse a chapa de oposição ao governador Jerônimo Rodrigues.

Foi um movimento que chamou atenção. ACM Neto, que tenta pela segunda vez chegar ao governo do Estado, fez questão de ir pessoalmente a Jequié para formalizar o convite.

No encontro, após a conversa, veio a resposta. Diante do cenário e da urgência do grupo em dar início à pré-campanha, Zé Cocá aceitou o convite para compor a chapa como candidato a vice.

Vale lembrar que outros nomes também estavam no radar, como o do prefeito de Feira de Santana, Zé Ronaldo, além da própria prefeita Sheila Lemos, que, desde o início, se colocou à disposição. Ao final, a escolha recaiu sobre Zé Cocá, de forma consensual dentro do grupo.

Após esse episódio, Zé Cocá, em entrevista a uma emissora de rádio, demonstrou incômodo com declarações do ministro Rui Costa. Segundo ele, não entende por que, de uma hora para outra, seu nome passou a ser desvalorizado.

Ele relembra que já foi sondado anteriormente para compor a chapa do governador Jerônimo Rodrigues, o que evidencia sua relevância no cenário político. E foi direto ao afirmar que cada um agora segue o seu caminho: Rui Costa cuidando do seu lado, e ele, Zé Cocá, cumprindo com a palavra assumida.

A política, como sempre dizemos, é dinâmica. Movimenta-se a cada instante, com estratégias, falas e posicionamentos que refletem o calor de uma disputa que promete ser acirrada.

Vamos aguardar os próximos capítulos. O desfecho, como sabemos, virá nas urnas, em outubro.