:: ‘Política’
Adolpho Loyola, Gabriela Garrido e Rosemberg Pinto: nova articulação política movimenta o cenário para 2026.

Já dissemos e fazemos questão de repetir: política é dinâmica, é movimento constante, é como nuvem, muda de lugar a qualquer instante. Essa máxima, consagrada ao longo do tempo, se confirma mais uma vez diante dos acontecimentos recentes no cenário político da Bahia.
O secretárioAdolpho Loyola desponta como uma das figuras centrais dessa engrenagem. Homem de confiança do governador Jerônimo Rodrigues, ele tem atuado nos bastidores com habilidade, construindo pontes, articulando alianças e promovendo aproximações que, muitas vezes, surpreendem até os mais atentos observadores da política.
E foi exatamente isso que vimos com a movimentação envolvendo a vereadora e delegada Gabriela Garrido, filiada ao Partido Verde. A sua posição, agora mais claramente alinhada com a base do governo estadual, chamou atenção e gerou repercussão significativa, especialmente em Vitória da Conquista.
A decisão da vereadora não deixa de ser estratégica dentro do contexto político. Ao se posicionar dessa forma, ela se insere em um projeto maior, com projeção para 2026, quando deverá disputar uma vaga na Câmara Federal. Nesse cenário, surge também a composição com o deputado estadual Rosemberg Pinto, líder do governo na Assembleia Legislativa, formando uma dobradinha que fortalece o campo governista na região. :: LEIA MAIS »
Wagner Alves amplia articulação regional sem abrir mão da sua base em Vitória da Conquista e intensifica agenda em Poções.

Se existe algo que não pode ser subestimado na política, é o voto. Conquistar votos, seja para um parlamento municipal, para uma assembleia legislativa, para a Câmara Federal ou até mesmo para o comando de uma cidade, exige esforço contínuo, presença e, acima de tudo, credibilidade.
Não é uma tarefa simples. É preciso percorrer caminhos, participar de reuniões, dialogar com diferentes segmentos da sociedade, estar presente em sindicatos, escolas, assembleias, clínicas, comunidades rurais, ouvir e ser ouvido. A política exige proximidade, clareza no discurso e, principalmente, a capacidade de transmitir confiança sem cair na armadilha de parecer apenas mais um político tradicional.
Dentro desse cenário, Wagner Alves tem demonstrado compreender bem essa dinâmica. Pré-candidato a deputado estadual, ele tem em Vitória da Conquista a sua principal base eleitoral, onde construiu sua trajetória profissional e mantém suas raízes. No entanto, sem abrir mão dessa base, passou a ampliar sua atuação, buscando diálogo em municípios vizinhos, como Poções, onde esteve duas vezes apenas na última semana.
Essa movimentação mostra uma estratégia clara: consolidar sua força local e, ao mesmo tempo, expandir sua presença regional. Trata-se de um movimento natural para quem pretende disputar uma vaga na Assembleia Legislativa, ampliando o alcance do seu nome e se apresentando como uma opção também para outras cidades do sudoeste. :: LEIA MAIS »
Jerônimo Rodrigues, Geraldo Júnior, Jaques Wagner e Rui Costa formam o quarteto que lidera a estratégia para manter o PT no comando político da Bahia em 2026.

Meus amigos, minhas amigas, a política baiana segue em ebulição. A disputa pelo governo do estado já se desenha de forma clara e, mais uma vez, tende a ser polarizada entre o atual governador Jerônimo Rodrigues, que busca a reeleição, e ACM Neto, principal nome da oposição.
Nos últimos meses, o centro das atenções esteve voltado para a definição da chapa governista, especialmente em relação à escolha do candidato a vice. Havia um ambiente inicialmente tranquilo dentro do grupo, com a convicção, principalmente por parte do MDB, de que a vaga permaneceria com o partido. Nesse contexto, o nome de Geraldo Júnior sempre foi tratado como natural para a composição.
Os irmãos Geddel Vieira Lima e Lúcio Vieira Lima demonstravam segurança quanto à manutenção desse espaço político, sustentando a posição do MDB dentro da aliança. No entanto, como é próprio da dinâmica política, surgiram especulações, movimentações e tentativas de reconfiguração da chapa. :: LEIA MAIS »
ACM Neto prestigia o prefeito Valderico Júnior durante homenagens a São Jorge, padroeiro de Ilhéus.

Quem acompanha a política baiana percebe claramente que os últimos meses foram marcados por uma intensa movimentação em todo o estado. Lideranças do governo, como o governador Jerônimo Rodrigues, o ministro Rui Costa e o senador Jaques Wagner, percorreram importantes municípios baianos, levando ações, anunciando obras e fortalecendo a presença institucional do grupo governista.
Cidades estratégicas como Juazeiro, Barreiras, Itabuna, Vitória da Conquista e Jequié receberam essas agendas, o que naturalmente alimentou especulações políticas, sobretudo em relação ao posicionamento de prefeitos e lideranças locais.
No caso de Ilhéus, por exemplo, chegou-se a cogitar uma possível aproximação do prefeito Valderico Júnior com o governo estadual. No entanto, em nenhum momento houve declaração pública que indicasse mudança de alinhamento político. Ao contrário, com o passar do tempo, o cenário foi se ajustando e as posições foram ficando mais claras.
Enquanto isso, outros municípios também mantiveram suas características próprias de relacionamento institucional. Vitória da Conquista, por exemplo, segue com uma relação republicana com o governo do estado, como demonstrado em eventos institucionais, a exemplo da entrega da Avenida Presidente Vargas e de equipamentos públicos, com a presença da prefeita Sheila Lemos ao lado do governador. :: LEIA MAIS »
Waldenor Pereira e Zé Raimundo: amigos de longa data e fundadores do PT conquistense seguem juntos na busca pela renovação dos mandatos.

Se existe algo que pode ser considerado uma constante na política de Vitória da Conquista ao longo das últimas décadas, é a parceria entre Waldenor Pereira e Zé Raimundo. Trata-se de uma dobradinha consolidada dentro do Partido dos Trabalhadores, construída com base em uma trajetória comum, que remonta aos tempos mais difíceis da militância, quando o partido ainda buscava espaço e reconhecimento.
São companheiros de caminhada desde o início, desde o chamado tempo das vacas magras, quando a política era feita com idealismo, com mobilização popular e com a participação de um grupo que acreditava em um projeto coletivo. Ao lado deles, nomes como Geraldo Reis, Wilton Cunha, além de tantos outros militantes que ajudaram a estruturar o partido no município, contribuíram para a formação de uma base política sólida.
A construção desse projeto passou por momentos importantes, inclusive pela necessidade de ampliar alianças e dialogar com outras forças políticas. Foi nesse contexto que surgiu a articulação que levou Guilherme Menezes à prefeitura, em uma composição que envolveu partidos como o PV, o PSB e o PCdoB, marcando um novo ciclo político na cidade. :: LEIA MAIS »
Wagner Alves e Léo Prates: dobradinha ganha corpo e se consolida no cenário político conquistense.

Essa é uma composição que já começa a se firmar no imaginário político de Vitória da Conquista. De um lado, Wagner Alves, pré-candidato do União Brasil, que mesmo sendo estreante em disputas eleitorais, já atua com desenvoltura e postura de quem conhece o caminho. Do outro, Léo Prates, um nome já consolidado, com experiência e trajetória política reconhecida.
Wagner tem surpreendido muita gente. Aqueles que o conheciam apenas no meio jurídico, como um profissional mais reservado, passaram a enxergar um novo perfil, mais atuante, mais presente, mais comunicativo. Sem abrir mão da sua característica pessoal, ele tem ocupado espaços importantes, discutido temas relevantes e mostrado disposição para representar a cidade.
A sua pré-candidatura surge dentro de um contexto que vem sendo defendido há bastante tempo em Conquista: a necessidade de fortalecer nomes locais, candidatos que tenham vínculo com a cidade, que estejam presentes no dia a dia e que conheçam de perto as demandas da população. Esse é um discurso que ganha força a cada eleição e que encontra eco em diversos setores da sociedade. :: LEIA MAIS »
Mais dois pré-candidatos a deputado federal: Marcus Vinícius e Augusto Cândido entram na disputa.

Meus amigos, minhas amigas, registramos aqui mais dois nomes que se colocam à disposição do eleitor conquistense para disputar uma vaga na Câmara Federal. Trata-se do ex-vereador e delegado Marcus Vinícius e do médico Augusto Cândido. Faço questão de esclarecer que ambos me comunicaram diretamente suas pré-candidaturas, o que, por deferência e respeito, nos leva a dar publicidade ao fato.
O nosso compromisso sempre foi esse: tratar com isenção todos aqueles que se apresentam ao processo eleitoral. Ao longo do tempo, este espaço tem sido aberto a candidatos a prefeito, vice-prefeito, vereadores e agora também aos que disputam cargos estaduais e federais. Não se trata de privilegiar nomes, mas de reconhecer e divulgar aqueles que, de forma direta, fazem questão de comunicar suas intenções políticas.
No caso do delegado Marcus Vinícius, filiado ao União Brasil, ele também adiantou que em breve definirá a sua dobradinha para deputado estadual, estratégia comum no processo eleitoral, buscando fortalecer sua candidatura com apoio mútuo dentro do grupo político. :: LEIA MAIS »
Lara Fernandes é pré-candidata a deputada estadual em dobradinha com Márcio Marinho.

A vereadora doutora Lara Fernandes, esposa do vice-prefeito Dr. Alan, surge como pré-candidata a deputada estadual pelo Republicanos. Sua pré-candidatura vem acompanhada de uma articulação importante: a dobradinha com o deputado federal Márcio Marinho, que também preside a sigla na Bahia e tem forte influência política no estado.
Trata-se de mais um nome colocado à disposição do eleitor conquistense, dentro de um cenário que já começa a ganhar forma para as eleições de 2026. E é exatamente nesse momento que precisamos fazer uma reflexão clara e objetiva sobre o papel do voto e o destino que damos a ele.
Vitória da Conquista não pode continuar abrindo mão da sua força política. Não podemos permitir que votos expressivos da nossa população sejam destinados a candidatos que não têm vínculo com a cidade, que aparecem em períodos eleitorais, firmam compromissos e, depois, desaparecem sem deixar resultados concretos para a população. :: LEIA MAIS »
Wagner Alves: “foram mais de 70 mil votos dados a candidatos que não são de Conquista e só vieram aqui nas eleições passadas e depois sumiram”.

Há verdades que precisam ser ditas, e uma delas foi colocada de forma direta por Wagner Alves, advogado, pré-candidato a deputado estadual, filho de Vitória da Conquista, alguém que conhece a realidade da nossa terra e vive o dia a dia da nossa população.
Em uma conversa durante uma caminhada, ele trouxe um dado que chama atenção e que precisa, de fato, ser refletido por todos nós. Segundo levantamento mencionado por ele, mais de 70 mil votos de conquistenses foram destinados a candidatos que não têm ligação com a cidade, que aparecem no período eleitoral e, após as urnas, simplesmente desaparecem.
Esse é um ponto central do debate político local. Não se trata de ideologia, não se trata de esquerda ou direita, mas de representação. A cidade precisa entender o peso do seu voto e o impacto que essa escolha tem no futuro do município e de toda a região sudoeste.
Hoje, quando se fala em deputados estaduais com presença efetiva na cidade, alguns nomes são lembrados, como Fabrício Falcão e Zé Raimundo. Mas, diante do volume de votos que sai daqui, a pergunta é inevitável: onde estão os demais representantes que receberam votos da população conquistense? :: LEIA MAIS »
Luiz Inácio Lula da Silva define sua chapa em São Paulo: ao seu lado, Fernando Haddad, Marina Silva e Simone Tebet. Avaliação interna aponta um time competitivo para enfrentar Tarcísio de Freitas.

O presidente Lula, candidato à reeleição, começa a mostrar, de forma clara, a sua estratégia política para um dos principais palcos eleitorais do país: o estado de São Paulo. Fazendo uma analogia com o futebol, é como se estivesse utilizando a prorrogação para definir o jogo logo nos primeiros minutos, escalando um time que, segundo o seu núcleo mais próximo e a militância, reúne condições de enfrentar com força o atual governador Tarcísio de Freitas.
O movimento não é simples. Ele envolve, inclusive, mudanças importantes dentro do próprio governo, com ajustes no ministério e a consolidação de nomes que extrapolam o Partido dos Trabalhadores. Marina Silva e Simone Tebet, por exemplo, não são quadros históricos do PT, mas passaram a integrar o núcleo político mais próximo do presidente, reforçando uma estratégia de ampliação de alianças.
Esse desenho revela uma tentativa clara de construir uma frente mais ampla, capaz de dialogar com diferentes segmentos do eleitorado. Marina Silva, que já foi candidata à Presidência da República em outras ocasiões, retorna agora como uma aliada importante dentro desse projeto. Simone Tebet, que também trilhou um caminho político inicialmente distante do campo petista, hoje ocupa espaço relevante e participa ativamente desse processo. :: LEIA MAIS »














