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blog do marcelo

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:: ‘Política’

Se Flávio Bolsonaro ficar fora da disputa, quem ocuparia esse espaço político? Romeu Zema, Ronaldo Caiado ou Ciro Gomes?


A política brasileira continua surpreendendo. O cenário para as eleições presidenciais de 2026 permanece completamente aberto e marcado por fortes tensões, polarização e articulações de bastidores.

Dentro desse ambiente, cresce a discussão sobre possíveis mudanças no tabuleiro político caso o nome de Flávio Bolsonaro enfrente dificuldades para seguir adiante como candidato competitivo dentro do campo conservador e bolsonarista.

O debate que começa a surgir nos bastidores da política nacional gira justamente em torno de quem poderia ocupar esse espaço caso haja necessidade de reorganização do grupo político ligado ao bolsonarismo.

Entre os nomes mais citados aparecem Romeu Zema, governador de Minas Gerais, Ronaldo Caiado, governador de Goiás, e também Ciro Gomes, figura histórica da política nacional que já transitou por diferentes campos políticos ao longo da sua trajetória.

Cada um representa um perfil bastante diferente dentro do cenário brasileiro.

Romeu Zema aparece frequentemente associado a uma imagem mais técnica e administrativa, buscando diálogo com setores empresariais e econômicos. :: LEIA MAIS »

Wagner Alves anuncia lançamento oficial da pré-candidatura no próximo dia 22 de maio, na Casa Rafiki

O advogado Wagner Alves dará mais um passo importante na sua trajetória política no próximo dia 22 de maio, quando realizará, oficialmente, o lançamento da sua pré-candidatura a deputado estadual, em evento marcado para acontecer na Casa Rafiki, em Vitória da Conquista.

O encontro reunirá apoiadores, lideranças políticas e convidados de Vitória da Conquista e de outras cidades da região, fortalecendo um movimento político que vem sendo construído nos últimos meses em torno do nome do advogado.

Wagner Alves surge no cenário político como um nome ligado ao grupo da prefeita Sheila Lemos e chega à disputa defendendo a proposta de fortalecimento de candidaturas identificadas com a cidade e com a região sudoeste.

A ideia defendida pelo grupo político é de que Vitória da Conquista amplie sua representatividade através de candidatos que mantenham ligação direta com as demandas locais e presença constante junto à população. :: LEIA MAIS »

Fabrício Falcão fortalece alianças políticas e mantém dobradinha com nomes históricos do PCdoB, como Alice Portugal e Daniel Almeida

Quem acompanha atentamente a movimentação política da Bahia, especialmente no que se refere à representação de Vitória da Conquista e da região sudoeste, percebe que o deputado Fabrício Falcão mantém, ao longo da sua trajetória, uma relação política consolidada dentro do PCdoB.

Filiado historicamente ao partido, Fabrício construiu uma atuação alinhada às principais lideranças da legenda, formando dobradinhas políticas com nomes tradicionais da política baiana e nacional, a exemplo de Alice Portugal e Daniel Almeida, ambos parlamentares do PCdoB com forte atuação no Congresso Nacional.

Fabrício Falcão sempre teve um perfil de firmeza ideológica, mantendo coerência com os princípios políticos defendidos pelo partido. Ao mesmo tempo, é reconhecido pela capacidade de dialogar com diferentes setores da sociedade e construir alianças políticas além do seu campo partidário.

Em Vitória da Conquista, o deputado conseguiu atrair importantes apoios ao longo dos anos. Entre eles, destacam-se os vereadores Luciano Gomes, Ricardo Babão e a vereadora Cris Rocha. :: LEIA MAIS »

Entre o metrô e o Uber em São Paulo, a política revela um país inquieto diante das eleições de 2026

É impressionante como as ruas falam. E, muitas vezes, falam mais do que pesquisas, números ou discursos oficiais. Basta sentar em um banco do metrô, entrar em um Uber, puxar conversa com quem trabalha o dia inteiro enfrentando o trânsito da maior cidade do país, para perceber que o Brasil vive um momento de enorme inquietação política.

Aqui em São Paulo, isso fica ainda mais evidente. A cidade pulsa política, economia, trabalho, cobranças e opiniões fortes. E o mais interessante é perceber que as pessoas, independentemente da condição social ou do grau de escolaridade, têm posições muito claras sobre o momento que o país atravessa.

Conversando com trabalhadores simples, motoristas, passageiros, comerciantes e profissionais de diferentes áreas, percebe-se que existe um sentimento coletivo de preocupação com os rumos do Brasil. Não necessariamente um pensamento único, mas uma consciência muito forte sobre o peso das próximas eleições presidenciais e estaduais.

O paulista acompanha política intensamente. Analisa economia, emprego, segurança pública, custo de vida e gestão administrativa de maneira muito prática. E isso aparece naturalmente nas conversas do cotidiano. :: LEIA MAIS »

Sheila Lemos reclama de “poucas” ações do governo Jerônimo Rodrigues em Vitória da Conquista: “Uma avenida e uma estrada vicinal”


A prefeita Sheila Lemos voltou a cobrar publicamente uma presença mais efetiva do Governo do Estado em Vitória da Conquista. Em manifestação realizada através das redes sociais, a gestora afirmou que considera pequenas as intervenções estaduais no município, resumindo as ações, segundo ela, à Avenida Presidente Vargas e à estrada que liga uma BA ao distrito de Pradoso.

A declaração reacende o debate político sobre a participação do Governo da Bahia nas obras e investimentos realizados na capital do sudoeste baiano, sobretudo em um momento de aproximação do calendário eleitoral de 2026.

Na avaliação da prefeita, Vitória da Conquista, por sua importância econômica, populacional e regional, necessita de investimentos mais amplos e de maior alcance estrutural por parte do governo estadual.

Por outro lado, a assessoria do governador Jerônimo Rodrigues reagiu às declarações afirmando que as ações do Estado no município vão além das obras mencionadas pela prefeita. O governo cita investimentos em escolas de tempo integral, habitação popular, obras de infraestrutura e outras iniciativas desenvolvidas em parceria com a administração municipal. :: LEIA MAIS »

Jaques Wagner e Rui Costa rompidos? Não creio! Pode até haver um estremecimento, mas o projeto coletivo supera as divergências pessoais


A política é dinâmica. Talvez seja exatamente essa a sua principal característica. Relações se fortalecem, estremecem, se reorganizam e, muitas vezes, passam por momentos de tensão sem que isso signifique, necessariamente, uma ruptura definitiva.

O Brasil já assistiu inúmeras vezes companheiros históricos de caminhada política seguirem caminhos diferentes ao longo do tempo. Militantes que começaram juntos, construíram partidos, movimentos sociais e projetos coletivos acabam, em determinados momentos, enfrentando divergências naturais do exercício do poder e da convivência política.

Isso acontece porque a política também é feita por seres humanos, com visões, personalidades e ambições distintas. Nem sempre o relacionamento permanece exatamente como no início da trajetória. O desgaste da convivência diária, as disputas internas e os diferentes entendimentos sobre estratégias acabam produzindo ruídos e tensões.

No caso específico de Jaques Wagner e Rui Costa, dois dos principais nomes do grupo político que governa a Bahia há quase duas décadas, muito se especula sobre possíveis divergências internas. Os bastidores políticos naturalmente alimentam interpretações, comentários e leituras sobre movimentos, declarações e posicionamentos. :: LEIA MAIS »

Ivan Cordeiro também aposta no fortalecimento de candidaturas em favor de Vitória da Conquista


Eu confesso que sempre procuro entender um pouco da psicologia, fazer leituras de momentos, de movimentos e de posturas quando se trata das relações humanas. Já faz algum tempo que entrei em um restaurante, um dos grandes de Vitória da Conquista, que comporta muitas mesas, e vi, ao fundo, de longe, duas pessoas conversando, gesticulando, trocando ideias. Ali estavam duas pessoas com identidade, dois comerciantes e também duas figuras que já estavam integradas ao mundo político.

Isso ainda antes da eleição do saudoso Herzem Gusmão para o seu primeiro mandato. Observei aquela cena, como observei outras em diferentes ambientes, e a gente fica ali fazendo conjecturas, tentando entender o que pode surgir daquelas relações. Eram Sheila Lemos e Ivan Cordeiro.

Hoje ela é prefeita de Conquista, e ele é presidente da nossa Casa Legislativa.

E é interessante como as coisas acontecem de forma continuada. Ao longo do tempo, sempre os via juntos, conversando, participando de reuniões, e ali se desenhava, de forma natural, uma construção política. Com o passar dos anos, tornaram-se parte de um mesmo projeto, e, apesar da dinâmica própria da política, continuam inseridos nesse mesmo universo.

Claro que a política muda, muda como nuvem, como gosto sempre de dizer, e isso não é de hoje. Pensando nas eleições de 2026, ainda é cedo para afirmar o que ocorrerá. Pode ser que, após o pleito, haja uma reorganização de grupos políticos na cidade, envolvendo nomes como Guilherme Menezes, Waldenor Pereira, José Raimundo Fontes, além de outros e de partidos como PSB e PV. A política tem essa característica. O que ficou no passado muitas vezes retorna como memória e pode influenciar novos arranjos. :: LEIA MAIS »

Chega uma hora em que o silêncio das ruas já não suporta mais, e o brado do povo virá como um trovão ensurdecedor


O Brasil carrega, desde sua formação histórica, marcas profundas de desigualdade, promessas não cumpridas e ciclos que parecem se repetir. Ao longo dos anos, a população segue depositando esperança a cada novo processo eleitoral, acreditando que o futuro pode, enfim, ser diferente.

Mas o que se vê, muitas vezes, é a frustração se renovando. Do cidadão mais simples ao empresário, do homem do campo ao acadêmico, do trabalhador urbano ao profissional liberal — todos, em maior ou menor grau, sentem o peso de um sistema que ainda não consegue responder plenamente às necessidades básicas da população.

Ainda assim, desistir não é o caminho. A esperança continua sendo o elemento que sustenta o amanhã. É ela que move as pessoas, que alimenta os sonhos e que mantém viva a possibilidade de transformação. O futuro só existe porque há quem acredite nele no presente.

É difícil compreender como, em plena era da tecnologia e da informação, ainda existam tantas carências estruturais. Falta de acesso a serviços essenciais, desigualdade social persistente e limitações que atingem diretamente a qualidade de vida da população seguem presentes no cotidiano de milhões de brasileiros. :: LEIA MAIS »

José Genoino: “Luiz Inácio Lula da Silva tem que chamar Jaques Wagner às falas. Aquilo é um compadrio, tapinhas nas costas de Davi Alcolumbre. É uma traição ao PT”


O ex-deputado José Genoino, uma das figuras históricas e mais identificadas com os princípios do Partido dos Trabalhadores, voltou a se manifestar de forma contundente sobre o atual cenário político nacional. Demonstrando insatisfação com os desdobramentos recentes no Congresso Nacional, ele classificou como grave o que considera uma quebra de compromisso com o governo do presidente Lula.

Segundo Genoino, houve uma ruptura no acordo de governabilidade, o que, na sua avaliação, configura uma traição política. A crítica não se limita ao comportamento do Congresso como um todo, mas atinge diretamente o líder do governo no Senado, Jaques Wagner.

Para o ex-deputado, a postura do senador baiano em interlocuções com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, foi inadequada. Ele menciona episódios que teriam demonstrado excesso de proximidade e falta de firmeza na defesa dos interesses do governo, o que considera inaceitável dentro do atual contexto político.

A reação de Genoino vai além da crítica interna. Ele defende que o presidente Lula adote uma postura mais direta com a população, reduzindo a dependência das negociações com o Congresso e buscando diálogo aberto com o povo brasileiro, apoiado em sua trajetória política, popularidade e capacidade de mobilização. :: LEIA MAIS »

Lara Fernandes ao lado de Flávio Bolsonaro em Brasília! A vereadora definiu o seu candidato à Presidência do Brasil


Brasília viveu dias intensos recentemente, com movimentações políticas que resultaram em derrotas importantes para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em meio a esse cenário, o chamado centrão demonstrou força ao impor dificuldades à base governista, evidenciando um ambiente de instabilidade e rearranjos, especialmente com o olhar voltado para as eleições de 2026.

Dentro desse contexto nacional, observa-se um movimento de tensão e reposicionamento entre partidos e lideranças. A proximidade do calendário eleitoral faz com que alianças sejam revistas e que cada grupo busque consolidar sua estratégia política, muitas vezes deixando de lado compromissos anteriores em nome da sobrevivência eleitoral.

Trazendo esse cenário para Vitória da Conquista, o ambiente político também se mostra aquecido. A cidade vive um momento de pré-campanha, com diversos nomes se colocando como pré-candidatos a deputado estadual, todos em busca do apoio do eleitorado local para fortalecer a representatividade regional.

Nesse universo, a vereadora Lara Fernandes, filiada ao Republicanos, esteve recentemente em Brasília, acompanhando de perto as movimentações políticas e participando de agendas institucionais. Durante a visita, apareceu ao lado da senadora Damares Alves e do senador Flávio Bolsonaro. :: LEIA MAIS »

alessandro tibo


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