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blog do marcelo

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:: ‘Artigos’

Nando, Graça e Chico Costa Lima: amor que o tempo não apaga!

dr altamirando costa lima

nando da costa limaEsta foto retrata o carinho e o amor que sempre foi compartilhado entre os irmãos Nando, Graça e Chiquinho. Os três filhos de Dr. Altamirando Costa Lima e Maria Mendonça Costa Lima. Dr. Altamirando sempre foi um médico muito querido no meio da sociedade conquistense. Além dos três o casal Costa lima ainda teve quatro filhos, Zézé, Ana e Paulinho, já mortos, além de Fátima Maria. :: LEIA MAIS »

Bom Dia!

fam

*Por Massinha

Eu nunca gostei de coisas negativas. Não é do meu feitio propagar violência, desastres, crimes ou coisas parecidas. Não gosto de auto comiseração. Não acho que devemos terceirizar os nossos problemas, jogar a culpa nos outros, mesmo a gente identificando o culpado.

O que devemos mesmo é agradecer as coisas boas que acontecem. Eu penso assim e ajo assim. Mas hoje pela manhã eu vi algo que me chamou atenção: :: LEIA MAIS »

Atrás do Chiclete

1

Por Nando da Costa Lima

Até parece que foi ontem…
Deusinete e Averaldo, um casal simples que tinha muito em comum, adoravam o carnaval e tinham verdadeira paixão pelo Chiclete com Banana. Essa paixão pelo Chiclete era tão exagerada que eles faziam qualquer negócio pra estarem pre¬sentes em qualquer apresentação da banda. Quando souberam que “Béu” estaria em Conquista animando a micareta só fal¬taram endoidar, daquela vez eles iriam poder realizar um velho sonho em comum, é que tanto ela como ele pagavam caro para serem filmados pela TV, trocando um beijo apaixonado atrás do Chiclete com Banana, essa ideia era quase uma obsessão. Dessa vez eles estavam perto de casa, tinha tudo pra dar certo. Antes de começar a festa eles já sabiam todos os locais onde estavam localizadas as câmaras de televisão, só não entraram pro Massicas por¬que a grana tava curta. O jeito era seguir o Chiclete de fora das cordas, mas não tinha erro! Dentro ou fora das cordas a televisão não ia deixar passar nada. :: LEIA MAIS »

Perguntar não ofende

delegado valdir barbosa

Por Valdir Barbosa

O Brasil, como de resto grande parte do mundo assiste discussões, repetidas e exaustivas, desde quando foram divulgados áudios revelando conversas de importantes personagens do cenário nacional, em face de escutas autorizadas pelo Juiz Sergio Moro, fruto das investigações que apuram circunstancias do maior escândalo de corrupção envolvendo políticos e empresários registrado na historia do país, tratando sobre a propriedade das medidas. :: LEIA MAIS »

Condeúba 2×0

1

Por Nando da Costa Lima

Hugão era o maior trambiqueiro de carga da Bahia, ficou famoso como o caminhoneiro que mais enganou fiscal no Estado. Não tinha posto fiscal que ele não ti-vesse passado com carga sem nota. Como sabia que o pessoal da fiscalização sempre foi incomprável, nem tentava subornar dava um jeito de passar por debaixo do pano, sempre tinha um plano que dava certo. Teve uma vez que ele passou mais de 3 mil sacos de feijão sem que o posto notasse, foram várias viagens. Ele espalhava o feijão no lastro da carroceria e em cima colocava uns dez carregadores fantasiados de romeiro, os peões passavam no posto cantando hinos religiosos, os fiscais nem desconfiavam, mandavam passar direto. Quando descobriram Hugão já tinha pagado o caminhão e dado entrada numa terrinha. Este golpe só foi descoberto porque um dia os carregado¬res ficaram bêbados e na hora de atravessar o posto em vez de cantarem os hinos que todo romeiro usa, cantaram: “Mamãe eu quero mamar” com a letra modificada pra “Fiscal eu quero ma¬mar”. Além de fama, Hugo ganhou muito dinheiro com esses trambiques. Um dia ele recebeu um grande desafio, tinha um fa¬zendeiro que dava um caminhão pra quem passasse dez car¬gas sem notas no posto de Condeúba. Tava dando esse prêmio porque sua intenção era desmoralizar o fiscal responsável. :: LEIA MAIS »

Lulancâmon

7 conto

delegado valdir barbosa

Por Valdir Barbosa*

Em tempos quase imemoriais, no velho Egito, sarcófagos feitos de madeira impermeabilizada e até de ouro maciço se prestavam a guardar, entre pertences, corpos de Faraós. Tutancâmon, falecido por provável em 1.324 A.C. foi encerrado numa sepultura que trás grande significado histórico, posto estava praticamente intacta ao ser aberta, nela foram encontradas preciosidades diversas.
Pequenas esculturas de metal, em forma de múmia representando encarregados de servir ao falecido no além seguiram com o corpo de Tut, todavia é sabido, diversos soberanos da antiguidade partiam à ultima morada e eram sepultados na mesma catacumba, com escravos, sacerdotes, parentes próximos incumbidos de continuar servindo ao senhor, da forma como faziam enquanto em vida, a exemplo do Rei Djer que teria sido enterrado com 318 pessoas.
Notícia dos derradeiros dias me fez viajar nos labirintos das pirâmides e nos sarcófagos das figuras pertencentes às realezas daquelas épocas tão distantes. Pude rememorar a expedição do arqueólogo Howard Carter que em 1922 encontrou a tumba intacta de Tutancâmon, em seu ataúde dourado, ao lado de joias, objetos pessoais, ornamentos, vasos, esculturas e armas.
Montado nas facilidades da tecnologia contemporânea revi nuances de um tempo, em que aos soberanos tudo era permitido, inclusive, levar consigo para o tumulo, além de bens materiais, seres humanos, por entender serem todas as coisas que os cercava, propriedade exclusiva inapartável. Na convicção da vida após esta vida deveriam continuar sendo, objetos, homens e mulheres, servidões suas no além. :: LEIA MAIS »

Estatutos dos Partidos Políticos podem inviabilizar candidaturas de novos filiados

Diêgo Gomes Advogado

Por Diêgo Gomes*

A Constituição Federal de 1988 proporcionou aos partidos políticos, através do princípio da autonomia partidária, “definir sua estrutura interna, organização e funcionamento, devendo seus estatutos estabelecer normas de fidelidade e disciplina partidárias”. Todavia, a Lei dos Partidos Políticos impõe restrição sobre sua alteração no ano de eleição. :: LEIA MAIS »

Zôos, entre a curiosidade, o respeito ou a falta dele!

7 conto

Por Monalisa Barros*

5 de março de 2016

Hoje estivemos no Dublin Zôo. Uma das atrações mais recomendadas na Irlanda. Eles tem um profundo orgulho e respeito por este espaço. Passamos o dia! Vimos tudo que nos foi possível, pois havia alas fechadas para reforma. A primavera está chegando por aqui e é sempre a estação da renovação depois do intenso inverno. Conhecemos diversos animais que eu sequer sabia que existiam, como o bongo, o panda vermelho, o Ocapi…é um dos Zoos mais antigos do mundo, foi fundado em 1831.

Mas algumas questões começaram a me provocar a escrever este texto: :: LEIA MAIS »

Dos tipos de maternidade…

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Eu, Pedro e os netos holandeses Feije e Josse.

Por Monalisa Barros*

Há vinte anos atrás, eu trabalhava no instituto São Tarcísio como psicóloga. Um dia na sala dos professores, Bebel, professora de português, chega contando um caso de uma menina da Holanda que estava numa casa e que não estava se adaptando por que a mãe queria que ela de fato ficasse no lugar da filha que estava nos Estados unidos, isso significava que a mãe queria que ela dormisse na cama dela quando o pai fosse para a fazenda que aceitasse assistir televisão com ela fazendo cafuné, que não usasse roupas sem sutiã e que frequentasse a mesma igreja da família. Além disso, a menina tinha epilepsia e játinha sido rejeitad por isso em outros países e fampilias.

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Por que cresce a violência em Vitória da Conquista?

ivan-blog

Por Ivan Cordeiro*

Temos acompanhado diariamente as notícias sobre o aumento da violência e o número de assassinatos que fazem de Conquista uma das cidades mais violentas do país. E essa sequência de criminalidade que cresce todos os dias parece ser acompanhada de uma estranha naturalidade por parte da sociedade conquistense.

A cultura da violência invadiu o nosso cotidiano. Os homicídios acontecem habitualmente e tudo indica que o poder público perdeu a capacidade de reprimir e prevenir tamanha criminalidade. Todavia, é importante ressaltar que as políticas de segurança pública quando bem planejadas conseguem reduzir os crimes e as práticas de violência.

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alessandro tibo


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