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:: ‘Artigos’

Até mais ver, Traquino

artigo

Por Valdir Barbosa

Meados da década de noventa recém-passada. Ano eleitoral. Abrigado no Luxor Regente, hotel luxuoso situado entre o posto 4 e 5 da Atlântica cuidava de investigar crime de extorsão mediante sequestro que vitimara empresário feirense. Durante meses estive por lá, monitorando ligações entre integrantes da quadrilha baseados na Cidade Maravilhosa e outros espalhados em vários municípios brasileiros, dentre eles Juiz de Fora, Vitória da Conquista e Salvador. A missão foi exitosa, todos os bandidos findaram presos tempos depois de iniciados os trabalhos apuratórios, tão logo foi liberado o refém, pois a família optou pelo pagamento do resgate, destarte, inexistiu interferência da policia baiana, enquanto não findou o calvário do cativeiro.

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A Bênção e as algemas

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*Por Sandra Carla C. Marques Martins

Há muito tempo que pensava em escrever sobre uma cena que me chocou quando trabalhava como advogada na área criminal, mas a correria do dia a dia, trabalho, casa, filhos, acabaram retardando o presente relato que agora passo a fazê-lo.
Pois bem, passados dois anos que havia me formado em Direito, diga-se de passagem, que sou fascinada pelo direito penal, encontrava-me no presídio da cidade para mais um atendimento a um cliente, na ocasião, enquanto aguardava sentada em um banco na entrada do presídio, observei logo em minha frente, uma senhora e um menino que devia ter em torno de 04 anos de idade.
Logo de cara, notei no olhar daquela mulher, um olhar de gente sofrida da labuta de uma vida voltada para o campo e para os filhos, não sei por que razão me veio isso na mente, era uma tristeza tão grande que parecia não haver força sequer para olhar para cima, a cabeça teimava em fixar os olhos para o chão. O menino, ah o menino… estava lá, junto dela e, de vez em quando, ia na porta, olhava para a rua, depois entrava, ajoelhava no chão como se estivesse brincando com um carrinho, olhava para a mulher e seguia em silêncio pra lá e pra cá. :: LEIA MAIS »

Artigo: O Azar do Homofóbico

nando da costa limaPor Nando da Costa Lima

-Alô…, é Rita? Ritinha meu amor, aqui é Bira seu noivo, tô ligando numa hora dessas, é que aconteceu um negócio chato aqui em São Paulo! Vou te contar antes que você fique sabendo pela boca de algum safado mentiroso viciado em Internet. Senta que a conversa é demorada. Como você sabe eu vim pra São Paulo pra passar um mês na casa do meu irmão, Reverendo Ernesto, até ele melhorar a saúde. Só que na chegada eu fui logo assaltado, levaram minha mala e meu violão, por sorte não levaram o dinheiro que tava bem guardado na meia. Fiquei tão retado que tomei uma meiota de pinga e entrei no primeiro ônibus que passou, só para sair daquela rodoviária! Fui parar no centro, não queria chegar na casa de Ernesto já com problema. Quando vi aquela multidão cantando e dançando, fiquei entusiasmado e a cachaça levou-me pro centro da festança, o pessoal tava animado, era confete, serpentina e purpura pra todo lado, todo mundo fantasiado, até estranhei! :: LEIA MAIS »

Romero e Juliana

 

nando da costa limaEsta e uma história de amor. Aconteceu num desses lugares que nada passa em branco. Romero era da família Pranchão e Ju­liana era dos Remoso, inimigos desde 30. Tinha mais de cinquenta anos que brigavam por causa de um bode, é que na revolução de 30 as famílias Pranchão e Remoso ainda eram amigas. Mas depois que aquele boato, inventado pelo velho Pranchão, fez o patriarca dos Remoso matar um bode pra receber o presidente Getúlio que ia passar por lá. Nunca mais se falaram. O velho Remoso esperou o Presidente de onze da manhã até meia noite, quando viu que tudo não passava de armação mandou enterrar o bode (um bode preparado pra um pre­sidente não podia ser consumido por gente comum). Isto só fez piorar a situação: os Pranchão falaram que se ele enterrou o bode era porque tava envenenado. Desse dia em diante um Pranchão só encostava num Remoso pra brigar. :: LEIA MAIS »

Nando, Graça e Chico Costa Lima: amor que o tempo não apaga!

dr altamirando costa lima

nando da costa limaEsta foto retrata o carinho e o amor que sempre foi compartilhado entre os irmãos Nando, Graça e Chiquinho. Os três filhos de Dr. Altamirando Costa Lima e Maria Mendonça Costa Lima. Dr. Altamirando sempre foi um médico muito querido no meio da sociedade conquistense. Além dos três o casal Costa lima ainda teve quatro filhos, Zézé, Ana e Paulinho, já mortos, além de Fátima Maria. :: LEIA MAIS »

Bom Dia!

fam

*Por Massinha

Eu nunca gostei de coisas negativas. Não é do meu feitio propagar violência, desastres, crimes ou coisas parecidas. Não gosto de auto comiseração. Não acho que devemos terceirizar os nossos problemas, jogar a culpa nos outros, mesmo a gente identificando o culpado.

O que devemos mesmo é agradecer as coisas boas que acontecem. Eu penso assim e ajo assim. Mas hoje pela manhã eu vi algo que me chamou atenção: :: LEIA MAIS »

Atrás do Chiclete

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Por Nando da Costa Lima

Até parece que foi ontem…
Deusinete e Averaldo, um casal simples que tinha muito em comum, adoravam o carnaval e tinham verdadeira paixão pelo Chiclete com Banana. Essa paixão pelo Chiclete era tão exagerada que eles faziam qualquer negócio pra estarem pre¬sentes em qualquer apresentação da banda. Quando souberam que “Béu” estaria em Conquista animando a micareta só fal¬taram endoidar, daquela vez eles iriam poder realizar um velho sonho em comum, é que tanto ela como ele pagavam caro para serem filmados pela TV, trocando um beijo apaixonado atrás do Chiclete com Banana, essa ideia era quase uma obsessão. Dessa vez eles estavam perto de casa, tinha tudo pra dar certo. Antes de começar a festa eles já sabiam todos os locais onde estavam localizadas as câmaras de televisão, só não entraram pro Massicas por¬que a grana tava curta. O jeito era seguir o Chiclete de fora das cordas, mas não tinha erro! Dentro ou fora das cordas a televisão não ia deixar passar nada. :: LEIA MAIS »

Perguntar não ofende

delegado valdir barbosa

Por Valdir Barbosa

O Brasil, como de resto grande parte do mundo assiste discussões, repetidas e exaustivas, desde quando foram divulgados áudios revelando conversas de importantes personagens do cenário nacional, em face de escutas autorizadas pelo Juiz Sergio Moro, fruto das investigações que apuram circunstancias do maior escândalo de corrupção envolvendo políticos e empresários registrado na historia do país, tratando sobre a propriedade das medidas. :: LEIA MAIS »

Condeúba 2×0

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Por Nando da Costa Lima

Hugão era o maior trambiqueiro de carga da Bahia, ficou famoso como o caminhoneiro que mais enganou fiscal no Estado. Não tinha posto fiscal que ele não ti-vesse passado com carga sem nota. Como sabia que o pessoal da fiscalização sempre foi incomprável, nem tentava subornar dava um jeito de passar por debaixo do pano, sempre tinha um plano que dava certo. Teve uma vez que ele passou mais de 3 mil sacos de feijão sem que o posto notasse, foram várias viagens. Ele espalhava o feijão no lastro da carroceria e em cima colocava uns dez carregadores fantasiados de romeiro, os peões passavam no posto cantando hinos religiosos, os fiscais nem desconfiavam, mandavam passar direto. Quando descobriram Hugão já tinha pagado o caminhão e dado entrada numa terrinha. Este golpe só foi descoberto porque um dia os carregado¬res ficaram bêbados e na hora de atravessar o posto em vez de cantarem os hinos que todo romeiro usa, cantaram: “Mamãe eu quero mamar” com a letra modificada pra “Fiscal eu quero ma¬mar”. Além de fama, Hugo ganhou muito dinheiro com esses trambiques. Um dia ele recebeu um grande desafio, tinha um fa¬zendeiro que dava um caminhão pra quem passasse dez car¬gas sem notas no posto de Condeúba. Tava dando esse prêmio porque sua intenção era desmoralizar o fiscal responsável. :: LEIA MAIS »

Lulancâmon

7 conto

delegado valdir barbosa

Por Valdir Barbosa*

Em tempos quase imemoriais, no velho Egito, sarcófagos feitos de madeira impermeabilizada e até de ouro maciço se prestavam a guardar, entre pertences, corpos de Faraós. Tutancâmon, falecido por provável em 1.324 A.C. foi encerrado numa sepultura que trás grande significado histórico, posto estava praticamente intacta ao ser aberta, nela foram encontradas preciosidades diversas.
Pequenas esculturas de metal, em forma de múmia representando encarregados de servir ao falecido no além seguiram com o corpo de Tut, todavia é sabido, diversos soberanos da antiguidade partiam à ultima morada e eram sepultados na mesma catacumba, com escravos, sacerdotes, parentes próximos incumbidos de continuar servindo ao senhor, da forma como faziam enquanto em vida, a exemplo do Rei Djer que teria sido enterrado com 318 pessoas.
Notícia dos derradeiros dias me fez viajar nos labirintos das pirâmides e nos sarcófagos das figuras pertencentes às realezas daquelas épocas tão distantes. Pude rememorar a expedição do arqueólogo Howard Carter que em 1922 encontrou a tumba intacta de Tutancâmon, em seu ataúde dourado, ao lado de joias, objetos pessoais, ornamentos, vasos, esculturas e armas.
Montado nas facilidades da tecnologia contemporânea revi nuances de um tempo, em que aos soberanos tudo era permitido, inclusive, levar consigo para o tumulo, além de bens materiais, seres humanos, por entender serem todas as coisas que os cercava, propriedade exclusiva inapartável. Na convicção da vida após esta vida deveriam continuar sendo, objetos, homens e mulheres, servidões suas no além. :: LEIA MAIS »

alessandro tibo


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