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UMA VIDA MAIS LEVE: “O pior cego é aquele que não quer ver”


Autor Edvaldo Paulo de Araújo
Diz-se da pessoa que não quer ver o que está bem na sua frente. Nega-se a ver a verdade. Conta que em 1647, em Nimes, na França, na universidade local, o doutor Vicent de Paul D’Argenrt fez o primeiro transplante de córnea em um aldeão de nome Angel. Foi um sucesso da medicina da época, menos para Angel, que assim que passou a enxergar ficou horrorizado com o mundo que via. Disse que o mundo que ele imagina era muito melhor. Pediu ao cirurgião que arrancasse seus olhos. O caso foi acabar no tribunal de Paris e no Vaticano. Angel ganhou a causa e entrou para a história como o cego que não quis ver.
A vinda de Jesus foi um dos maiores acontecimentos da historia humana, justamente para fazer as pessoas enxergarem a grande verdade: não somos da terra, estamos de passagem pura e simplesmente. É importante que cresçamos em bondade, compreensão, visão de mundo e o espírito da compaixão em prol dos irmãos.O tempo de cada um aqui é imprevisível e a qualquer hora, a qualquer momento estamos partindo, muitas vezes abruptamente.
Meras Formalidades
Por Diego Andóliver
Pai, esposo, psicólogo, ator, implicado.
O cunho informativo e elucidativo das redes sociais tem proporcionado aos “usuários” a possibilidade de estar por dentro de assuntos das mais variadas temáticas, situação que não seria possível em outros contextos justamente por não oferecerem acesso dinâmico e imediato. :: LEIA MAIS »
Tudo mudou!
“Interessante: O rouge virou blush. O pó-de-arroz virou pó-compacto. O brilho virou gloss. O rímel virou máscara.
A Lycra virou stretch. Anabela virou plataforma. O corpete virou porta-seios. Que virou sutiã. Que virou silicone. :: LEIA MAIS »
“Esta é a minha opinião”
Outro ponto que os defensores da ditadura comunista costumam fugir é o fato de que o tão propalado embargo, na verdade, é uma consequência e não a causa dos desastres sociais!
Os filhos esquecerão
O tempo, pouco a pouco, me liberará da extenuante fadiga de ter filhos pequenos, das noites sem dormir e dos dias sem repouso. Das mãos gordinhas que não param de me agarrar, que me escalam pelas costas, que me pegam, que me buscam sem cuidados, nem vacilos. Do peso que enche meus braços e curva minhas costas. Das vezes que me chamam e não permitem atrasos nem esperas. :: LEIA MAIS »
Não somos o umbigo do mundo!!!


Por Monalisa Barros*
Dia: 19 de fevereiro de 2016
Local: Mesa do Café Tarnstua, no Vinterpark em Oslo, Noruega.
Eu estava só a mesa. Júlia, 22 anos, minha filha, orientava e filmava o irmão Pedro, 12 anos, a esquiar. Chegou um senhor de uns 70 anos e solicitou permissão par assentar-se a mesa do outro lado, com um casal da Hungria. Assenti, pois o café estava cheio e é praxe conceder os lugares não ocupados de uma mesa a quem chega precisando se sentar. O senhor então puxa conversa. Me pergunta de onde eu sou, digo que sou do Brasil. Ele então começa uma conversa, apresenta seus companheiros, um casal bem mais jovem da Hungria. Cumprimento-os e digo a nossa presidenta é descente de Húngaros. O senhor prontamente fez uma exclamação: a Dilma Roussef? Sim, falei. Me surpreendi que ele, um norueguês, soubesse o nome da nossa presidenta. Exclamei: Você sabe o nome da nossa presidenta! Ele respondeu: Uma das mulheres mais poderosas do mundo, não viu na Forbes!!! :: LEIA MAIS »


















