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blog do marcelo

labo

:: ‘Colunistas’

Leiam a opinião de Gilberto Luna sobre quem deveria ser o técnico da Seleção Brasileira.


Já é do conhecimento de todos que, mesmo antes de a Seleção Brasileira chegar aos Estados Unidos, ao México e ao Canadá para a disputa da Copa do Mundo, a CBF já havia definido a permanência de Carlo Ancelotti no comando da equipe, firmando contrato para que ele desse continuidade ao trabalho à frente da Seleção Brasileira.

A decisão foi tomada para que o treinador tenha tempo suficiente para formar uma equipe capaz de recolocar o Brasil no caminho do tão sonhado hexacampeonato. A própria CBF entendeu que o período de preparação antes desta Copa foi muito curto para que Ancelotti pudesse implantar plenamente a sua filosofia de trabalho e montar uma seleção ainda mais competitiva.

É verdade que o Brasil dispõe de uma geração de atacantes capaz de enfrentar qualquer seleção do mundo. Nesse aspecto, poucos países possuem tantos jogadores talentosos. Por outro lado, não podemos fazer a mesma afirmação em relação ao sistema defensivo e ao meio-campo, setores que ainda carecem de maior regularidade e de novos destaques. Mas haveremos de descobri-los.

Enquanto isso, o engenheiro Gilberto Luna apresenta um ponto de vista diferente. Em seu artigo, defende que o técnico ideal para comandar a Seleção Brasileira seria Luiz Felipe, atual treinador do Flamengo, e expõe as razões que sustentam essa opinião.

Fica, portanto, esse registro. Talvez Gilberto ainda não tenha tomado conhecimento de que a CBF já definiu a continuidade de Carlo Ancelotti à frente da Seleção Brasileira.

Agora é acompanhar a matéria e conhecer os argumentos apresentados pelo articulista: :: LEIA MAIS »

Mais um belo texto da ilustre itabunense Maria Reis Gonçalves (Tia Nem).


Amigos e amigas, caros leitores do nosso blog, como é agradável, como é convidativo ler o que escreve essa figura incrível, tão simpática e tão generosa. É uma pessoa que tira de dentro de si aquilo que tem de mais nobre, busca no fundo da alma os seus melhores sentimentos e os compartilha com os outros. E, acima de tudo, transmite uma mensagem de amor às pessoas e de valorização da humildade.

A nossa querida Tia Nem, cujo nome de batismo é Maria Reis Gonçalves, tem essa capacidade de transformar palavras simples em conforto para quem as lê. Por isso, mais uma vez, trago aos nossos leitores um dos seus belos escritos. Ela já faz parte da família do nosso blog.

E, desta vez, fala de uma virtude muito importante: a humildade.

Ao ler o seu texto, lembrei-me de um episódio que vivi certa vez, quando subia a Serra do Marçal, tão conhecida pelos nossos leitores de Itabuna e de toda a região sul da Bahia, já no caminho para a minha querida Vitória da Conquista.

Subia aquela serra sinuosa e perigosa, embora belíssima para quem percorre o trajeto com prudência, quando, à minha frente, seguia um caminhão carregado com uma carga muito pesada.

Ao perceber que eu me aproximava, o motorista deslocou o caminhão para a faixa adicional, como quem dizia: “Pode passar.”

Ao ultrapassá-lo, fiz um gesto muito simples: dei uma leve buzinada em sinal de agradecimento.

Ele respondeu levantando o polegar, fazendo um sinal positivo. Naquele instante, percebi que custa tão pouco sermos gentis, educados e humildes. Imaginei aquele senhor, talvez com cinquenta ou sessenta anos de idade, viajando, quem sabe pensando na família, no trabalho, na vida. Não custava absolutamente nada agradecer aquele gesto de cortesia. Também isso é humildade.

E é exatamente sobre isso que Tia Nem escreve com tanta sensibilidade neste belíssimo texto.

Minha querida Tia Nem, mais uma vez, muito obrigado por compartilhar conosco as suas reflexões.

Aos nossos leitores, fica o convite: leiam com atenção mais esse belo texto dessa querida amiga da nossa vizinha Itabuna, a inesquecível terra grapiúna. :: LEIA MAIS »

Tia Nem traz mais um dos seus belos escritos e nos mostra que viver é muito mais simples do que pensamos.


Tia Nem, cujo nome é Maria Reis Gonçalves, é da nossa querida Itabuna, a terra grapiúna, no sul da Bahia. E é com muita satisfação que trago aos leitores do Blog do Agito Geral mais uma das suas reflexões, sempre escritas com sensibilidade e um olhar muito especial sobre a vida.

Desta vez, ela nos convida a perceber que viver é muito mais simples do que imaginamos. Muitas vezes somos nós mesmos que complicamos o caminho, quando, na verdade, a felicidade está muito mais próxima do que pensamos.

Basta olhar ao nosso redor. Basta perceber as coisas bonitas que o Criador nos deixou para contemplar e desfrutar: o correr das águas dos rios, o vento que sopra suavemente, o perfume das flores, o canto dos pássaros, o abraço de um amigo, o encontro com as pessoas que amamos e os pequenos gestos que tornam a vida tão valiosa.

Ao contrário do que muitos imaginam, a vida não é complicada por natureza. Somos nós que, muitas vezes, a tornamos assim, envolvidos por uma busca incessante de acumular conquistas materiais, preocupações e compromissos, esquecendo de olhar para o lado e valorizar quem caminha conosco.

Tudo depende de nós. Da forma como enxergamos o mundo, das escolhas que fazemos e da capacidade de perceber que a verdadeira riqueza está, quase sempre, nas coisas mais simples.

Por isso, leiam com atenção mais esse belo texto de Tia Nem. Tenho certeza de que suas palavras nos farão refletir e perceber que, muitas vezes, insistimos em procurar um norte distante, quando o verdadeiro caminho sempre esteve bem diante dos nossos olhos. :: LEIA MAIS »

Maria Reis Gonçalves, a querida tia Nem, nos convida a refletir sobre o verdadeiro sentido da vida


Meus amigos, minhas amigas, caros leitores do Blog do Agito Geral, Maria Reis Gonçalves, a nossa querida tia Nem, é uma amiga muito especial da cidade de Itabuna, por quem tenho um carinho enorme, embora já faça algum tempo que não nos falamos.

Eu gosto da tia Nem, da sua maneira de enxergar a vida, da sensibilidade que lhe é própria e da forma leve e profunda com que transforma sentimentos em palavras. É uma figura simpaticíssima, daí o apelido carinhoso pelo qual é conhecida e querida por tantos: tia Ne.

Pois bem. Faço parte de um grupo de amigos da terra grapiúna, essa imponente cidade do sul da Bahia, tão rica em história e cultura, e, de repente, me deparei com mais um escrito da tia Nem.

E, como aconteceu em outras ocasiões, fui profundamente tocado pelas suas palavras.

Mas confesso que esse texto, em especial, me chamou ainda mais a atenção. Talvez porque seja tão atual, tão verdadeiro, tão presente neste mundo em que vivemos, onde tantas vezes buscamos explicações para as inquietações da alma e, paradoxalmente, as respostas estão dentro de nós mesmos. Mas, por alguma razão, insistimos em não ouvi-las.

No seu texto, tia Nem nos lembra que viver pode ser algo muito mais simples do que imaginamos, apesar dos caminhos que o mundo moderno insiste em nos apresentar. Em tempos de internet, redes sociais e conexões instantâneas, parece que fomos condicionados a possuir mais do que a ser.

E é justamente aí que está uma das passagens mais bonitas e mais emblemáticas do seu escrito.

Ela nos convida a refletir. Por que não valorizarmos mais os almoços de domingo em família? Por que não darmos mais importância aos abraços sinceros, ao aconchego de um colo, a um afago, a uma palavra amiga, à presença daqueles que amamos? Por que não? Afinal, são essas pequenas grandezas que dão sentido à vida. :: LEIA MAIS »

Futebol: a paixão que une um país e reacende o sentimento de liberdade


Amigos e amigas, o futebol realmente é algo apaixonante. Quem poderia imaginar que países interromperiam guerras para assistir
Pelé jogar? Quem imaginaria que, mais tarde, conflitos seriam deixados de lado para que milhões de pessoas acompanhassem Ronaldo Nazário, o Fenômeno, e seus companheiros de Seleção desfilando em carros abertos?

O futebol possui uma capacidade única de unir pessoas, ultrapassar fronteiras e despertar sentimentos que poucas manifestações culturais conseguem provocar.

E, de certa forma, ele volta a unir o país, assim como aconteceu em outros momentos da nossa história, quando a população se mobilizou em busca de melhores condições de vida, mais saúde, educação de qualidade e, principalmente, liberdade.

O oxigênio da humanidade chama-se liberdade. Independentemente de crenças, opiniões ou posicionamentos, ninguém deseja viver sob dependência ou limitações que impeçam a livre manifestação de seus pensamentos e desejos.

Não importa qual seja a sua ideologia política. Cada cidadão tem o direito de fazer as suas escolhas. Mas chega um momento em que todos desejam dizer aos seus líderes: “Eu preciso ter o direito de falar”.

Quem abre mão desse direito corre o risco de tornar-se eternamente submisso, renunciando à própria capacidade de participar ativamente da construção da sociedade.

Essa reflexão nos remete a um tema muito interessante abordado por Gilberto Ferreira Luna: a forma como artistas baianos, como Gilberto Gil e Caetano Veloso, utilizaram sua arte e sua inteligência para transformar a música em um verdadeiro hino em defesa da liberdade. :: LEIA MAIS »

O engenheiro civil Gilberto Luna traz mais uma importante reflexão para os nossos leitores


Amigos e amigas, caros leitores, o Brasil inteiro respira futebol. E poderíamos dizer que o mundo também. Mesmo aqueles que não são apaixonados pelo esporte mais popular do planeta acabam acompanhando, ainda que de longe, os acontecimentos da Copa do Mundo, a maior competição esportiva do futebol mundial.

E esta edição da Copa já entrou para a história por diversos aspectos, despertando debates, análises e reflexões que vão muito além das quatro linhas.

É dentro desse contexto que trazemos mais uma contribuição do engenheiro civil Gilberto Ferreira Luna, colaborador do nosso blog e uma figura bastante conhecida em Vitória da Conquista. Gilberto foi um dos pioneiros da construção civil no município, através da Ecosane, e ao longo dos anos tem compartilhado suas análises sobre temas diversos, sempre buscando provocar reflexão entre os leitores.

Desta vez, ele volta o olhar para o futebol e faz uma interessante comparação com a histórica Copa do Mundo de 1970, considerada por muitos especialistas, jornalistas e torcedores como o momento em que o Brasil apresentou a melhor seleção de sua história.

Foi uma equipe formada por jogadores extraordinários, atletas que superaram desafios, romperam barreiras e construíram uma trajetória que permanece viva na memória dos apaixonados pelo futebol.

Gilberto também resgata aspectos políticos daquele período, lembrando que o contexto da época era muito diferente do atual. Havia uma forte influência do ambiente político sobre diversos setores da sociedade, inclusive sobre o futebol, e determinadas decisões acabavam repercutindo muito além dos gramados.

Ao trazer essa análise para os dias atuais, ele estabelece um paralelo com o trabalho desenvolvido pelo técnico Carlo Ancelotti.

Segundo a reflexão apresentada, Ancelotti chegou ao comando da Seleção Brasileira com um projeto que vai além desta Copa do Mundo. Trata-se de um planejamento voltado para o futuro, visando consolidar uma equipe competitiva e preparada para os próximos ciclos do futebol mundial, inclusive pensando na Copa de 2030. :: LEIA MAIS »

No paraíso da consciência

Por Edvaldo Paulo de Araújo

Na cruxificação de Jesus, na dor mais terrível que o corpo humano pode passar,apregoado na cruz, o ladrão ao lado dele também crucificado, ao ver a situação de Jesus, o olha penalizado e diz..”eu mereço mas esse homem é um justo..”, Jesus infinitamente sensitivo, percebe os murmúrios na dor do pobre homem e  diz “hoje mesmo estarás comigo no reino dos céus”.Jesus na sua imensidão infinita espiritual,  sua força de perdão e entendimento absoluta quanto ao ser humano, percebe ali a chamada de consciência daquele homem, que através do sofrimento, menciona sem rodeios e na mais grandiosa humildade..”eu mereço” e o mestre o perdoa em cima da sua imensa grandeza e poder.

Josehp Glaber, no livro transcrito pelo médio Robson Pinheiro, diz que a consciência nada tem a ver com o cérebro e que é imensurável a sua grandeza.  Para dar importância, só através do conhecimento, do crescimento espiritual, que passa pelo entendimento das leis que verdadeiramente nos rege.

A consciência é o único território que ninguém invade sem sua devida permissão. É imensa, incalculável, mas pode viver trancada num quarto escuro.

Consciência bruta é aquela que só reage. Bateu,bateu.Xingou, xingou. Não pergunta “por que”, só executa o programa que recebeu do  porque e cabe inteira no próprio umbigo. É medíocre porque se contenta com migalhas de razão.

E quanta tragédia nasce dali: guerra traição, abandono, corrupção.Não muitas vezes por maldade pura.Por falta de luz.Olho  sem luz não vê, mesmo com paisagem na frente.

A consciência lapidada pergunta antes de agir” isso é útil?isso honra quem eu quero ser?”. Sente o outro, como a dor do amigo doente, que vira tua dor. Ao ver pessoas em sofrimento, sente a dor delas, como se sua fosse. Desigualdade deixa de ser estatística. Vê o invisível: enxerga consequência, enxerga legado, enxerga as futuras gerações.

Paulo  chamou isso de “mente de Cristo”.Robson Pinheiro chama de “consciência cósmica”.Daniel viveu isso:numa Babilonia  corrupta, escolheu não se contaminar. Não porque era santo, mas porque a consciência dele já era grande demais para caber no prato do rei.

O drama humano, tem tecnologia para ir a lua, mas consciência para brigar por coisas tão fúteis. Tem bomba atômica , mas não tem freio pra língua em casa. Elevar a consciência doe , é martelo e cinzel. É preferir silencio quando pode lacrar. É visitar um amigo em vez de rolar feed. É admitir “eu tô errado|||”. :: LEIA MAIS »

Mundo real ou mundo simbólico?


Por Edvaldo Paulo de Araújo

Recentemente vi um vídeo extraordinário sobre o tema “mundo real e mundo simbólico”, apesar de toda pesquisa, não achei quem fora o autor. O tema e distinção dele é do psicanalista francês Jacques Lacan, que para ele o “mundo “é compreendido através de três registros interligados – o Real, o simbólico e o imaginário (a tríade RSI) – E NÃO APENAS UM “REAL” VS “SIMBOLICO. O sujeito humano é constituído pela intersecção desses três campos.

Ele coloca esse tema no vídeo dizendo: ” que o problema do Brasil recentemente é uma sandália e para simplificar.

O mundo simbólico tentando fugir do mundo real.

A sandália vira pauta, manchete, treta de rede social. Enquanto isso, o real continua doendo: fila do SUS, escola sem professor, comida cara, amigos em dificuldades de saúde sem comprar remédios tão caros, absurdamente caros no Brasil.

É um mecanismo antigo. Roma tinha “pão e circo”. A gente tem “lacração e sandália|”. Quando os problemas são grandes e complexos, o cérebro coletivo busca algo simples paradescarregar. Discutir símbolo dá sensação de controle. Discutir saúde, educação, corrupção, dá trabalho e cobra de todo mundo.

O perigo do simbólico:

1. Distrai: consome energia que podia ir para asolução concreta.
2. Divide: cria torcidas onde devia ter mutirão.
3. Mascara: faz parecer que “fizemos algo” sóporque opinamos.

O valor do real: É chão, gente, minuto vivido. Évocê visitando o amigo esquecido. É o professor que não falta. É o médico que atende sem pressa. É quem paga o boleto do outro sem postar.

Não é que símbolo não importe. Importa. Mas símbolo sem substancia vira idolatria vazia – igual Daniel se recusou a comer.

O Brasil muda quando mais gente escolhe o caminho que você escolhe trilhar com grandeza: menos tempo discutindo sandálias, mais tempo sendo sandália no pé cansado de alguém. Presença real em mundo real.

Na minha visão, temos problemas graves e muito graves, que merecem mais energia nas discussões, que gastamos com coisas meramente simbólicas. :: LEIA MAIS »

Otimismo, instrumento do amor


Por Edvaldo Paulo de Araújo

Um sorriso, um bom dia, um cumprimento alegre, uma palavra gentil no seu caminho só soma e eleva o irmão. Todos nós caminhamos com nossas cargas, ninguém sabe o peso do outro, a dor do outro, por isso é importante a gentileza, pois alivia a carga e não sabemos o peso.

Somos aprendizes da felicidade, muitos comprometidos com nossa carga e com nosso passado.

O otimismo é o evangelho em mangas de camisa.

Ninguém sabe o peso que o outro carrega. Ocaixa do mercado pode ter enterrado a mãe. O motorista pode estar com o filho doente. Oamigo pode estar só, com ansiedade, triste, preocupado, dividas, luto. Aí entra nós instrumento do amor. Sem sermão. Semteologia. Só presença.

Porque o otimismo é instrumento de amor? Não nega a dor, mas nega que a dor seja o fim. Consciência sublime na pratica: “Eu vejo seu caos, mas te lembro que ainda existe luz. Eu sou a prova”. O mundo viciou em reclamar, cancelar, expor, fofocar. Seu sorriso altivo quebra o feitiço. É você e sua altivez com Jesus se recusando a comer na mesa do rei.

Você tem 5 pães e 2 peixes de energia hoje. Dá um “bom dia” verdadeiro, uma palavra gentil, e Deus multiplica no coração do outro. Você alivia sem nem saber. Cristo mostrou que o céu pode ser os outros, quando a gente vira ponte.

Igual a verdade de Sócrates, o otimismo que alivia de verdade tem 3 peneiras também: :: LEIA MAIS »

O analista político Gilberto Luna traz sua opinião independente e sensata sobre o combate ao narcotráfico. Leiam e reflitam.

Meus amigos, minhas amigas, caros leitores do nosso blog, mais uma vez o engenheiro civil, empresário e analista político Gilberto Ferreira Luna traz a sua colaboração para enriquecer o debate e estimular a reflexão dos nossos leitores.

Como já é de conhecimento de muitos, Gilberto acompanha atentamente os acontecimentos nacionais e internacionais, observando os desdobramentos políticos, econômicos e geopolíticos que influenciam diretamente a vida das sociedades contemporâneas. E, naturalmente, o Brasil está inserido nesse contexto.

Na análise que apresentamos a seguir, o autor propõe uma reflexão sobre um tema extremamente sensível e complexo: o combate ao narcotráfico. Trata-se de uma questão que ultrapassa fronteiras, envolve interesses diversos e desafia governos em várias partes do mundo.

Os acontecimentos recentes relacionados ao governo americano e seus posicionamentos sobre o enfrentamento ao crime organizado internacional voltaram a colocar esse debate em evidência. E é justamente nesse cenário que a contribuição de Gilberto Luna ganha relevância, ao provocar questionamentos e estimular uma análise mais ampla sobre o assunto.

Por isso, não seria adequado alongarmos demasiadamente esta introdução. O texto fala por si. É uma reflexão que convida ao debate e à avaliação crítica dos fatos, sem abrir mão da responsabilidade que temas dessa natureza exigem.

O que podemos afirmar é que a sociedade brasileira precisa discutir, cada vez mais, questões que impactam diretamente a segurança pública, a estabilidade institucional e a vida dos cidadãos. O avanço das organizações criminosas, a exemplo do PCC e do Comando Vermelho, continua sendo um dos grandes desafios enfrentados pelo país. :: LEIA MAIS »

alessandro tibo


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