WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia
pmvc pmvc casa azul cmvc cicatriclin vittasaude HSVP hospital sao vicente santa casa


setembro 2026
D S T Q Q S S
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
27282930  
blog do marcelo

labo

:: ‘Colunistas’

Nossa incapacidade em compreender a evidente catástrofe social

imagem box de assinatura J Rodrigues Vieira Agito Geral

* Por J Rodrigues Vieira

Assustados e impotentes diante uma ameaça invisível, após superarmos esse período de isolamento social, quais serão nossos estímulos proativos e retroativos? Será que proativamente seremos indenizados por todos os danos retroativos que sofremos ao longo de raízes históricas e econômicas tão profundas e injustas?

Nesse todo que me parece uma realidade fantástica, em meio à maior crise sanitária do século, ponho a me perguntar: Nessa experiencia coletiva, como poderemos entender o significado profundo da mensagem. :: LEIA MAIS »

Acumulando

SAVE_20200421_173826

Por Edvaldo Paulo de Araújo

A história humana remonta a milhares e milhares de anos. Desde todos os tempos, o homem vem aprendendo, desaprendendo, apanhando, ao longo do tempo, por sua falta de consciência e seu espírito destrutivo e ainda muito brutal.
Desde os tempos e tempos, que o homem adquiriu uma forma de autoproteção, a acumular alimentos, reservas, prevendo a escassez, dias difícieis, secas, doenças, imprevisibilidade dos tempos. Esse hábito foi-se tornando maior, foi ficando cada vez mais amplo e às vezes incontrolável.
O que mais me chama por demais a atenção não é apenas o acúmulo de riquezas, bens materiais, mas um acúmulo íntimo de diferenças destrutíveis. Vejo famílias sendo destruídas por diferenças guardadas, raivas, ciúmes, malquerenças, tudo no acúmulo íntimo de cada pessoa.
Numa relação de amor, vejo casais, que vão acumulando diferenças, pequenos desgostos, palavras ditas em momentos difícieis, gestos mal interpretados, mas o pior é o seu acúmulo, é guardar esses sentimentos negativos como se fossem um bem precioso, que faz infelicidades, destrói relação, simplesmente porque guardou, ressentiu, não perdoou, não esclareceu e, quando o casal acorda , o que existe são duas pessoas; que com a derrota de um, o outro se sentiu vitorioso, como se disse “toma, coisa boa!”, num jargão popular. :: LEIA MAIS »

A dialética da malandragem na política interiorana

imagem box de assinatura J Rodrigues Vieira Agito Geral

* Por J Rodrigues Vieira

Depois de observar participando de umas tantas campanhas eleitorais, noto: qualquer coisa que represente uma quebra de paradigma na política interiorana, quando não desacreditada e derrotada em seu desejo de nascer, deixa-se ser cooptada pela velha tradição que, anos após anos, se repete numa fórmula que mantém frequências que se repetem de eleição em eleição: a dialética da malandragem.

Toda estrutura política interiorana se desenvolve na linguagem do senso comum. Essa linguagem fácil e corrompida, serve apenas para perpetuar interesses nada coletivos de uns poucos que preservam um aparente status de poder sobre coisas e pessoas: pequenos grupos, geralmente consociados entre os que detém melhores condições econômicas, sociais e, medianos conhecimentos intelectuais, que se reúnem em torno de interesses, meramente de perspectivas pessoais e produzem uma rede de “dizquedizque” para convencer os mais desafortunados e menos informados. :: LEIA MAIS »

CIPRESTES (PARA RONALDO PINTO)

SAVE_20200418_094726

Por Valdir Barbosa

Quando o filho de Seu Zoroastro descia, logo cedo, em rápidas passadas, a Rua Coronel Gugé, para abrir a loja herdada do pai e fundada há mais de oitenta anos, antes que acessasse o famoso Beco da Tesoura era possível ver bigode farto que escondia um sorriso enigmático, próprio dele mesmo. Em verdade, durante muito tempo, a Casa Cipreste foi local onde se comprava eletrodomésticos e realizava conserto de ferros elétricos, época na qual, não eram praticamente descartáveis tais utensílios.

Sua rotina diária, de segunda a sexta e nos sábados, pela manhã, consistia na atenção aos clientes, muitos deles fidelíssimos, aos quais, durante décadas serviu com distinta educação, traço da sua polidez admirável. Às vezes, nos hiatos da atividade laboral era possível vê-lo sentado num banco, costumeiramente postado quase em frente ao seu estabelecimento, em longas conversas triviais, com velhos amigos frequentadores do lugar. :: LEIA MAIS »

Luto

_111346087_gettyimages-1094626640

Por Valéria Figueira *

Quando aconteceu o primeiro óbito em Conquista em decorrência da covid-19, muitos sentimentos passaram por nós. Percebemos que a morte está mais próxima e precisaremos ressignificá-la. Certamente essa é a mais dura lição desta pandemia.

Além da quantidade, da forma inédita em que a morte está se manifestando, precisamos lidar com a grande dor de não participarmos do sepultamento dos nossos entes queridos, como estávamos habituados. “Parece frio e desumano, não poder abraçar, é um sentimento de muita tristeza não poder prestar nenhuma homenagem na última despedida”- relatou uma amiga.

Sabemos que o luto é um importante rito de passagem, e que os ritos fazem parte da natureza humana. Eles são culturais, vêm de nossos ancestrais e estão tão arraigados, que raramente paramos pra pensar se eles fazem sentido. :: LEIA MAIS »

O desprezo de Regina Duarte para com as perdas de Moraes Moreira, Rubem Fonseca e Luiz Alfredo Garcia-Roza: artistas de inegável importância na cultura nacional

imagem box de assinatura J Rodrigues Vieira Agito Geral

* Por J Rodrigues Vieira

Nesse tempo o qual temos a clara necessidade de lermos a realidade indecisa de uma crise, em meio a vertiginosa rapidez da expansão do novo coronavírus, algumas figuras iluminadas que não nos permite viver alienados no tempo em que existimos, nos deixaram nos últimos dias: Moraes Moreira, Rubem Fonseca e Luiz Alfredo Garcia-Roza.

Em sua liberdade artística, Moraes Moreira tinha orgulho de sua baianidade e brasilidade, se tornando um dos maiores compositores da Música Popular Brasileira, cantando as alegrias e as mazelas de um povo em formação; Rubem Fonseca era um profundo conhecedor do submundo carioca e suas figuras icônicas que se reproduzem como herdeiros de uma sociedade injusta; Luiz Alfredo Garcia-Roza enveredou-se pelos romances policiais, com temas recorrentes ao tráfico de drogas e violência, dando relevo a uma narrativa de dramas pessoais mal-resolvidos.

O jogo de ideias através da palavra me fascina. Talvez, eu seja mais um leitor de literatura do que propriamente um escritor ficcionista. Na percepção de mundos imaginados e acontecidos em meus cadernos de aprendiz literário, não posso deixar de reconhecer as influências de Moraes Moreira, quando adolescente, vivi a mística e efervescente Salvador dos anos 80; de Rubem Paiva, quando a professora Artêmis, nas frias noites paulistanas no início dos anos 90, me fez descobrir e mergulhar no prazer da leitura; e ao tomar contato com a ficção policial de Luiz Alfredo Garcia-Roza, nas oficinas literárias da Escola Panamericana de Artes. :: LEIA MAIS »

Bolsonaro e a videoconferência da negação profética para lucrar com a boa fé das pessoas

imagem box de assinatura J Rodrigues Vieira Agito Geral

Por J Rodrigues Vieira*

Nesse momento indeciso, o que sabemos realmente sobre a realidade dos fatos?
Ante ao desconhecido, numa videoconferência transmitida pela TV Brasil no domingo de Páscoa, o empresário e pastor Silas Malafaia chamou a imprensa de “profetas do caos”. Em seu antropocentrismo, que nos deixa parecer ser mais financista e menos de profissão de fé, Silas Malafaia desconsidera uma pandemia que já matou milhares de pessoas no Brasil e no mundo, alegando ser as medidas de combate ao novo coronavírus, uma grande conspiração contra o presidente Jair Bolsonaro. Naquela videoconferência, além do próprio presidente Bolsonaro, também estavam o deputado Marco Feliciano, a esposa de Silvio Santos, Iris Abravanel, o padre Reginaldo Manzotti, entre outros, que ouviram “agraciados”, o empresário e pastor dizer que nenhuma previsão catastrófica acontecerá no nosso país. :: LEIA MAIS »

Ao repetir palavras de Trump, Bolsonaro recomenda o tratamento com hidroxicloroquina (?)

imagem box de assinatura J Rodrigues Vieira Agito Geral

Por J Rodrigues Vieira**

Sobre a crise em torno da pandemia do novo coronavírus, em seu pronunciamento, quarta-feira, 8 de março, o presidente Jair Bolsonaro repetiu textualmente uma frase dita pelo presidente dos EUA, Donald Trump: as consequências do tratamento não podem ser mais danosas que a própria doença. Tantas vezes, se colocando numa inferioridade voluntária, o presidente tem verdadeira veneração por tudo que é estadunidense, sem conseguir disfarçar o fascínio por uma realidade que só existe no sonho superficial daquele país.

Quem não se lembra da continência prestada à bandeira e a tentativa forçada do presidente em indicar o filho Eduardo Bolsonaro para embaixador nos Estados Unidos. Ainda que, sem legalidade e legitimidade, a evidente falta de qualificações técnicas de seu filho seria uma histórica vergonha para diplomacia brasileira. Mas, a razão desceu sobre o congresso que o impediu de lastimável ato. No entanto, o presidente Bolsonaro insiste e parece não perceber que sua adulação à Donald Trump, nos põem numa situação subalterna vexatória perante o mundo. O desejo quase fetichista de sua família, finge desconhecer o Imperium in império: a máquina política extremamente profissional dos Estados Unidos; máquina movida com muito sorriso no rosto e desprezo no pensamento. :: LEIA MAIS »

Soluções aceitáveis (Ao meu colega e amigo Márcio Alan)

delegado valdir barbosa

Por Valdir Barbosa

Nos semáforos, os palhaços estão tristes,
Os malabares, suspensos, não no ar,
Aos precisados, lhes pergunto: subsistes?
Por quanto tempo será possível suportar?

Quem tem um lar, mesmo uma casa pequenina,
Onde é possível, se abrigar na quarentena,
Mas, para quem, o sol, a lua, vento e neblina,
São o refúgio, esconderijo,
horrível cena!

O animador que lhe sorri na sinaleira,
O desvalido, que busca apenas caridade,
O catador de latas, restos, lá na feira,

Resistirão, a este quadro, os miseráveis?
Para onde irão, enquanto para a cidade?
Há de encontrar, as soluções, mais aceitáveis.

AÉLIO

delegado valdir barbosa

Por Valdir Barbosa

Talvez fosse ele o menor, em estatura, dos Tavares da Mota, muito embora, a envergadura moral de alto coturno fosse característica sua como de resto, dos filhos e filhas todos, de Dona de Doralice e Seu João Batista, casal vindo do estado de Sergipe que aportou nas terras frias do sudoeste baiano, onde ambos fizeram história, nos trilhos de honestidade, retidão e esforço, exemplos do bem seguidos pelos seus descendentes.

Ainda engatinhava como Delegado de Polícia, lotado em Itapetinga, quando pude conhecer dita figura, no crepúsculo dos anos setenta, pois passei a visitar com assiduidade Vitória da Conquista, na esteira da atividade exercida, mas, principalmente, fisgado pelos anzóis das amizades que pude construir ali e pelos amores que enredaram meu destino nas alterosas baianas, sitio que veio se tornar minha segunda urbe, vez que, soteropolitano de nascimento, consoante já afirmei em outras oportunidades. :: LEIA MAIS »

alessandro tibo


WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia