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Elomar, os irmãos Minotauro e Minotouro, Xangai e Glauber Rocha. Agora, o piloto conquistense Diogo Cruz poderá dar visibilidade nacional a Vitória da Conquista.


Há poucos dias assisti, e tenho certeza de que muita gente também assistiu, a um vídeo do cantor Bell Marques, no qual ele trazia, com muita alegria, uma mensagem que nos encheu de orgulho. Nós, que somos amigos pessoais, contratantes e fãs do artista, ficamos felizes ao ouvi-lo dizer que nunca devemos deixar de acreditar nos nossos sonhos. Ele citava a própria trajetória como exemplo de perseverança e superação.

Mas o que quero destacar aqui é outra coisa.

Sempre procuro, dentro do possível, dar visibilidade aos talentos que a nossa cidade possui nas mais diversas áreas. Seja no esporte, na cultura, na música, na educação ou mesmo entre jovens estudantes que muitas vezes passam despercebidos, mas que carregam dentro de si potencial para se tornarem grandes profissionais, cientistas, artistas ou atletas. É comum que a gente valorize apenas aquilo que já está consolidado e não perceba os talentos que estão surgindo ao nosso redor.

No nosso programa de rádio e também aqui no blog, temos procurado dar essa notoriedade. Já falamos de inúmeros atletas e talentos locais: Claudir, Tidão, Piolho, Naldo, Rafaela das Pedrinhas, os professores Rauldenis, Dalmarcio do Carmo, Hudson Castro, a corredora Suzi Ruas, entre tantos outros. São pessoas que carregam sonhos e que, com apoio, certamente irão brilhar ainda mais.

Vitória da Conquista já revelou nomes que deram visibilidade nacional à nossa terra. Elomar, Xangai, Glauber Rocha e os irmãos Minotauro e Minotouro são exemplos claros disso. Cada um em sua área projetou o nome da cidade para o Brasil e para o mundo. :: LEIA MAIS »

Vitória da Conquista precisa fortalecer a sua base parlamentar. Precisamos votar nos candidatos da cidade. Isso vale para a direita e para a esquerda.


Existem momentos na política em que precisamos fazer uma reflexão coletiva, respeitando inclusive o direito do adversário ter as suas próprias convicções. A disputa faz parte da convivência democrática, da relação humana e do jogo político. Mas também existem instantes em que é necessário dar uma pausa, olhar para a realidade e pensar no que é mais racional para o desenvolvimento de uma cidade e de uma região. No caso específico de Vitória da Conquista, essa reflexão é urgente.

Precisamos valorizar cada vez mais os nossos deputados estaduais e federais. Sem nenhum preconceito contra candidatos que venham de fora buscar votos aqui, porque isso também faz parte da democracia. Muitas vezes essas candidaturas chegam por articulação de lideranças locais, vereadores ou grupos políticos. É legítimo. Mas é fundamental que o eleitor tenha consciência de que fortalecer nomes da própria terra significa fortalecer a cidade dentro dos espaços de poder.

Quando nossos representantes chegam à Assembleia Legislativa ou à Câmara Federal, a disputa ideológica não impede o diálogo. Ao contrário. Lá existem debates civilizados, construção de consensos e pautas de interesse coletivo. Não pensem que adversários políticos não conversam. Conversam, sim. Isso é próprio do parlamento e da maturidade democrática. Aqui mesmo na Bahia já vimos exemplos claros dessa convivência respeitosa entre diferentes correntes políticas. :: LEIA MAIS »

Geddel vibra com a confirmação de Geraldinho como vice de Jerônimo. Quem anunciou foi Jaques Wagner. O governador estava na Índia com o presidente Lula.


Fizemos várias publicações aqui no nosso blog sobre a sucessão estadual e mostramos, em algumas matérias, as posições assumidas pelo MDB baiano, através dos irmãos Geddel e Lúcio Vieira Lima. Os dois sempre pontuaram que não tinham dúvida de que o partido manteria a vaga de vice na chapa governista e que o nome continuaria sendo o de Geraldo Júnior, filiado ao MDB e atual vice-governador.

Em determinados momentos, chegaram a mencionar que outros partidos da base poderiam ser contemplados em outras posições, para manter o grupo do governador Jerônimo Rodrigues coeso e sem rupturas. Surgiu, inclusive, o nome de Ronaldo Carletto, do Avante, que também demonstrava interesse em participar mais diretamente da composição majoritária.

Geddel reagiu de imediato, afirmando que jamais houve qualquer conversa nesse sentido e que tinha absoluta convicção de que o MDB permaneceria com a vice. E, de fato, o que vemos agora é a confirmação desse cenário, com o anúncio feito pelo senador Jaques Wagner de que Geraldo Júnior seguirá como vice na chapa do governador Jerônimo.

Surge então uma outra situação que exige cautela. Não podemos afirmar, como alguns setores vêm insinuando, que Jaques Wagner teria se antecipado ao governador ao fazer o anúncio enquanto Jerônimo estava fora do país, em missão oficial na Índia, acompanhando o presidente Lula. Há quem diga que o anúncio deveria partir do próprio governador, mas isso entra no campo das conjecturas. :: LEIA MAIS »

A “guerra” pela sucessão aumenta o tom. O que vale para o governo federal vale também pra Bahia. Rui é o principal alvo das munições. Aqui, ACM Neto terá que se defender.


Amigos e amigas, não temos para onde correr. A sucessão estadual, ou melhor, as sucessões nos estados brasileiros, estarão naturalmente vinculadas à sucessão presidencial. O presidente Lula busca a reeleição e, consequentemente, chegar ao seu quarto mandato. Não há como dissociar uma coisa da outra.

A disputa tende a ser plebiscitária, com o foco voltado para o Planalto Central. Vivemos em um país que já experimentou episódios políticos traumáticos, situações que talvez a juventude mais recente não tenha acompanhado, mas que marcaram profundamente a nossa história. Tivemos três ex-presidentes que deixaram o poder em circunstâncias extremas, seja por renúncia, cassação ou prisão. Collor de Mello, Lula e Jair Bolsonaro passaram por momentos que expuseram o país a crises institucionais intensas.

Todos lembramos também dos debates presidenciais recentes, carregados de acusações duras, agressões verbais e confrontos diretos. Era um cenário triste de assistir, independentemente de posições políticas. Enquanto um acusava, o outro reagia, e o país assistia perplexo àquele embate. :: LEIA MAIS »

Câmara e Secretaria de Saúde se reuniram para intermediar impasse que interrompeu o atendimento SUS pelo Hospital Unimec


A população de Vitória da Conquista recebeu com preocupação a notícia de que os atendimentos pelo SUS no Hospital Unimec poderão ser suspensos a partir do próximo dia 28 de fevereiro. O comunicado gerou apreensão, sobretudo entre as camadas mais simples da população, que dependem diretamente desses serviços de saúde.

Diante da gravidade da situação, a Secretaria Municipal de Saúde e a administração pública reagiram imediatamente, buscando alternativas para evitar a interrupção dos atendimentos. A secretária Fernanda Maron participou de uma reunião com membros da Comissão de Saúde da Câmara Municipal, quando também houve diálogo com representantes do Hospital Unimec, na tentativa de construir uma solução consensual que permita a continuidade do serviço. :: LEIA MAIS »

Gilberto Luna é empresário, engenheiro civil, pensador e analista político. Acompanha a cena conquistense desde os tempos de Pedral. Vejam o que ele escreve sobre a prefeita Sheila.


Eu conheço Gilberto Luna desde os meus tempos de juventude. É, sem dúvida alguma, uma das figuras que têm participação ativa na política conquistense. Acompanha a cena da capital do Sudoeste do Estado, Vitória da Conquista, há décadas. Presenciou gestões importantes, desde Orlando Leite, Fernando Spínola, Nilton Gonçalves, Pedral Sampaio, Jadiel Matos, Raul Ferraz, Hélio Ribeiro, José Raimundo, Guilherme Menezes, até o retorno da centro-direita ao comando administrativo do município, com Herzem Gusmão e, agora, com a prefeita Sheila Lemos.

Gilberto é um observador atento da política. Não é partidário. Gosta da política como ciência, como arte e como instrumento de transformação social. Em muitos momentos decisivos da história política da cidade, esteve presente, acompanhando de perto articulações e debates importantes.

Lembro perfeitamente de um episódio emblemático. Jaymiltinho Gusmão, então presidente da Coopmac, recebeu em seu apartamento, que serviu como palco de uma reunião política relevante, a presença do ex-prefeito Guilherme Menezes e do então vice-governador da Bahia, João Leão. Naquela ocasião, em nome do governo estadual liderado por Rui Costa, foi formalizado o convite para que Jaymiltinho fosse candidato a prefeito de Vitória da Conquista, compondo a frente política que tinha nomes como Guilherme Menezes, Waldenor Pereira, Zé Raimundo e outros partidos aliados.

A ideia era anunciar oficialmente a candidatura durante a abertura da Exposição Agropecuária, evento tradicional promovido pela Coopmac com apoio da Prefeitura. O convite foi reiterado publicamente por João Leão, mas Jaymiltinho optou por não aceitar. As razões são conhecidas por alguns e, naturalmente, compreensíveis dentro do contexto político daquele momento.

Esse episódio ilustra bem como Gilberto Luna sempre esteve próximo dos bastidores das decisões políticas importantes da cidade. E é nessa condição de observador experiente que ele nos encaminha agora mais uma reflexão, desta vez sobre a prefeita Sheila Lemos.

Sheila ascendeu à condição de liderança não apenas municipal, mas regional. Seu nome já ecoa por todo o estado da Bahia e surge com força no cenário político estadual, inclusive como possível candidata a vice-governadora em uma chapa liderada por ACM Neto.

Leiam, portanto, a análise que nos foi enviada por Gilberto Luna: :: LEIA MAIS »

José Maria Caires alerta: concessão da Rio-Bahia poderá sair sem viadutos. É preciso a sociedade reagir enquanto é tempo.


Vitória da Conquista já não suporta mais ouvir falar na concessão para duplicação da Rio-Bahia, a nossa BR-116. O sentimento que toma conta da população é de indignação e cansaço. O descaso com o nosso município e com toda a região Sudoeste já ultrapassou os limites do aceitável. É impressionante como um tema de tamanha importância avança sem a devida mobilização institucional e, pior, sob um silêncio quase sepulcral.

As representações políticas da cidade precisam reagir. Deputados estaduais, deputados federais, senadores, o Governo do Estado e, principalmente, o Governo Federal devem assumir o protagonismo dessa cobrança. A Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista também precisa se posicionar com firmeza, de forma veemente, exigindo providências urgentes. Estamos falando de uma cidade com porte de metrópole regional, que cresce, que atrai investimentos, que gera riqueza e que não pode ser tratada com descaso.

É lamentável constatar que, a cada notícia que surge, cresce o temor de que a concessão avance sem contemplar obras essenciais, especialmente os viadutos no perímetro urbano. A BR-116 é uma das principais rodovias do país, responsável pelo transporte de cargas que movimentam a economia nacional. Portanto, é obrigação da União garantir investimentos compatíveis com a importância estratégica dessa via.

Se a duplicação total ainda demandará tempo, décadas talvez, não se pode admitir que Vitória da Conquista fique novamente prejudicada, correndo o risco de repetir experiências negativas como a que vivemos com a Via Bahia. O mínimo necessário é assegurar a construção dos viadutos, fundamentais para a mobilidade urbana e, sobretudo, para preservar vidas.

Alguns questionam se o município poderia assumir parte dessas obras. Poder até poderia, mas não seria justo nem razoável retirar recursos do orçamento municipal, que já possui inúmeras demandas sociais, para executar uma obrigação que é claramente federal. O exemplo de Feira de Santana mostra que a mobilização política e institucional pode gerar resultados. Portanto, é preciso união e pressão legítima.

O alerta feito por José Maria Caires, do Movimento Duplica Sudoeste, é oportuno e necessário. Ainda há tempo de reagir, de mobilizar a sociedade, antes que as decisões sejam consolidadas pelo Ministério dos Transportes e que percamos a oportunidade de garantir intervenções fundamentais para a segurança da população. :: LEIA MAIS »

Sheila admite que, se houver consenso, poderá ser vice de ACM Neto: “Se for pra livrar a Bahia do PT, eu aceito o desafio”, disse a prefeita de Vitória da Conquista.


Assim que a prefeita Sheila Lemos assumiu o seu segundo mandato, tive a oportunidade de visitá-la em seu gabinete. Naquela ocasião, ela ainda atendia na Zona Oeste, no Centro Cultural Glauber Rocha. Fui recebido inicialmente pela chefe de gabinete, a nossa querida amiga Lu Macário, com quem conversei por um bom tempo. Em seguida, fui convidado a entrar para falar com a prefeita.

Cumprimentei Sheila, desejei boa sorte e aproveitei o momento para fazer uma pergunta direta: Prefeita, qual será o seu destino político a partir de agora? A senhora pretende disputar algum cargo, como deputada, por exemplo? A resposta veio imediata e segura: Não. Eu ficarei no cargo até o final do mandato.

Insisti um pouco mais e perguntei se ela não temia que, distante de outras disputas eleitorais, pudesse perder espaço político no futuro, já que vivia um momento de forte aprovação popular. Mais uma vez, ela foi categórica: Ficarei à frente da Prefeitura até 2027. :: LEIA MAIS »

Festival Suíça Baiana já tem inscrições de vários países. É mais um grande evento realizado pela prefeitura, que movimenta a economia e dá visibilidade ao município.


Cada vez mais, Vitória da Conquista se firma como uma cidade que manifesta, de forma clara, a sua vocação musical e cultural. Basta observar a quantidade de eventos de entretenimento, festivais e manifestações artísticas que são realizados em nosso município ao longo do ano.

Temos o Festival de Inverno Bahia, que já ultrapassou fronteiras e colocou a cidade definitivamente no mapa dos grandes eventos nacionais. Temos o Arraiá da Conquista, que movimenta a economia e resgata tradições nordestinas. Temos também a Miconquista, os eventos carnavalescos de bairros, como o São João da Patagônia, além de tantas outras iniciativas culturais que mostram a efervescência da nossa terra.

Em outras vertentes, há eventos que já fazem parte do calendário consolidado da cidade, como a Festa de Nossa Senhora das Vitórias, o Celebra Conquista, do segmento evangélico, e a Semana Espírita, realizada no Centro de Convenções Divaldo Franco. Tudo isso demonstra que Vitória da Conquista é plural, diversa e culturalmente ativa.

E dentro desse cenário cresce, de forma consistente, o Festival Suíça Baiana, que já se firma como um dos mais importantes eventos voltados à música autoral e à diversidade artística. O festival reúne artistas locais, regionais e, agora, também internacionais. Para a edição que acontecerá nos dias 17 e 18 de outubro, já são quase trezentas inscrições confirmadas, incluindo participantes de várias partes do mundo, como África do Sul e países da Europa.

Isso é motivo de orgulho. Mostra que o evento ultrapassou as fronteiras regionais e passou a despertar interesse internacional. A música, afinal, precisa ser diversa, e a arte, sobretudo, precisa dialogar com diferentes culturas.

Outro ponto que merece destaque é o caráter social e inclusivo do festival. Segundo a organização, o edital prevê ações que tragam benefícios à sociedade e ao meio ambiente, além de estabelecer uma exigência considerada extremamente relevante: a presença feminina nas atrações. Pelo menos uma mulher deve compor cada projeto inscrito, o que fortalece a representatividade e promove equidade no cenário musical.

Parabéns à Prefeitura de Vitória da Conquista, parabéns à organização do Suíça Baiana. O festival se consolidou como um evento alternativo, democrático e em crescimento constante. E há um detalhe que torna tudo ainda mais especial: a entrada é gratuita, permitindo que toda a população tenha acesso à cultura de qualidade. :: LEIA MAIS »

Ivete ganha o título de melhor música em votação promovida pelo Bahia Folia! Tony Salles ficou em segundo lugar e O Kanalha em terceiro.


O Carnaval de Salvador é, definitivamente, o maior carnaval do país. Não temos dúvida disso. São os números que comprovam, é a grandiosidade da festa, é a forma como ela se organiza e a dimensão que alcança dentro e fora do Brasil. Observem que, nas principais capitais brasileiras, a festa acontece com força, movimentando a economia local, gerando trabalho temporário, renda e empregos diretos e indiretos.

Queiramos ou não, o Carnaval é um momento de rara participação popular. Pode-se discutir se ele ou o São João é a maior festa do país. No Nordeste, muitos defendem o São João, mas no Brasil como um todo, não há contestação: o Carnaval ocupa esse lugar. E é importante lembrar que o Carnaval da Bahia está presente em todos os estados brasileiros.

Os trios elétricos, uma das maiores invenções do mundo musical e artístico, nasceram na Bahia. Dois gênios, Dodô e Osmar, já nos deixaram, mas eternizaram a guitarra baiana e esse caminhão sonoro que leva alegria por todos os cantos, transformando ruas e avenidas em verdadeiros palcos a céu aberto.

E não é exagero dizer que essa influência ultrapassou fronteiras. Países como Itália, Espanha, Estados Unidos e tantos outros já experimentaram não apenas a música baiana, mas também a presença do trio elétrico como formato de espetáculo. Isso demonstra a força do axé, da criatividade e da ousadia dos empresários e artistas baianos. Invadimos praças e avenidas do Brasil inteiro, inclusive das capitais mais conservadoras, e o trio elétrico está lá, firme, presente, mais vivo do que nunca. :: LEIA MAIS »

alessandro tibo


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