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blog do marcelo

labo

:: 22/fev/2026 . 15:30

Vitória da Conquista precisa fortalecer a sua base parlamentar. Precisamos votar nos candidatos da cidade. Isso vale para a direita e para a esquerda.


Existem momentos na política em que precisamos fazer uma reflexão coletiva, respeitando inclusive o direito do adversário ter as suas próprias convicções. A disputa faz parte da convivência democrática, da relação humana e do jogo político. Mas também existem instantes em que é necessário dar uma pausa, olhar para a realidade e pensar no que é mais racional para o desenvolvimento de uma cidade e de uma região. No caso específico de Vitória da Conquista, essa reflexão é urgente.

Precisamos valorizar cada vez mais os nossos deputados estaduais e federais. Sem nenhum preconceito contra candidatos que venham de fora buscar votos aqui, porque isso também faz parte da democracia. Muitas vezes essas candidaturas chegam por articulação de lideranças locais, vereadores ou grupos políticos. É legítimo. Mas é fundamental que o eleitor tenha consciência de que fortalecer nomes da própria terra significa fortalecer a cidade dentro dos espaços de poder.

Quando nossos representantes chegam à Assembleia Legislativa ou à Câmara Federal, a disputa ideológica não impede o diálogo. Ao contrário. Lá existem debates civilizados, construção de consensos e pautas de interesse coletivo. Não pensem que adversários políticos não conversam. Conversam, sim. Isso é próprio do parlamento e da maturidade democrática. Aqui mesmo na Bahia já vimos exemplos claros dessa convivência respeitosa entre diferentes correntes políticas. :: LEIA MAIS »

Geddel vibra com a confirmação de Geraldinho como vice de Jerônimo. Quem anunciou foi Jaques Wagner. O governador estava na Índia com o presidente Lula.


Fizemos várias publicações aqui no nosso blog sobre a sucessão estadual e mostramos, em algumas matérias, as posições assumidas pelo MDB baiano, através dos irmãos Geddel e Lúcio Vieira Lima. Os dois sempre pontuaram que não tinham dúvida de que o partido manteria a vaga de vice na chapa governista e que o nome continuaria sendo o de Geraldo Júnior, filiado ao MDB e atual vice-governador.

Em determinados momentos, chegaram a mencionar que outros partidos da base poderiam ser contemplados em outras posições, para manter o grupo do governador Jerônimo Rodrigues coeso e sem rupturas. Surgiu, inclusive, o nome de Ronaldo Carletto, do Avante, que também demonstrava interesse em participar mais diretamente da composição majoritária.

Geddel reagiu de imediato, afirmando que jamais houve qualquer conversa nesse sentido e que tinha absoluta convicção de que o MDB permaneceria com a vice. E, de fato, o que vemos agora é a confirmação desse cenário, com o anúncio feito pelo senador Jaques Wagner de que Geraldo Júnior seguirá como vice na chapa do governador Jerônimo.

Surge então uma outra situação que exige cautela. Não podemos afirmar, como alguns setores vêm insinuando, que Jaques Wagner teria se antecipado ao governador ao fazer o anúncio enquanto Jerônimo estava fora do país, em missão oficial na Índia, acompanhando o presidente Lula. Há quem diga que o anúncio deveria partir do próprio governador, mas isso entra no campo das conjecturas. :: LEIA MAIS »

A “guerra” pela sucessão aumenta o tom. O que vale para o governo federal vale também pra Bahia. Rui é o principal alvo das munições. Aqui, ACM Neto terá que se defender.


Amigos e amigas, não temos para onde correr. A sucessão estadual, ou melhor, as sucessões nos estados brasileiros, estarão naturalmente vinculadas à sucessão presidencial. O presidente Lula busca a reeleição e, consequentemente, chegar ao seu quarto mandato. Não há como dissociar uma coisa da outra.

A disputa tende a ser plebiscitária, com o foco voltado para o Planalto Central. Vivemos em um país que já experimentou episódios políticos traumáticos, situações que talvez a juventude mais recente não tenha acompanhado, mas que marcaram profundamente a nossa história. Tivemos três ex-presidentes que deixaram o poder em circunstâncias extremas, seja por renúncia, cassação ou prisão. Collor de Mello, Lula e Jair Bolsonaro passaram por momentos que expuseram o país a crises institucionais intensas.

Todos lembramos também dos debates presidenciais recentes, carregados de acusações duras, agressões verbais e confrontos diretos. Era um cenário triste de assistir, independentemente de posições políticas. Enquanto um acusava, o outro reagia, e o país assistia perplexo àquele embate. :: LEIA MAIS »

alessandro tibo


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