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blog do marcelo

labo

:: 18/fev/2026 . 17:07

Ivete ganha o título de melhor música em votação promovida pelo Bahia Folia! Tony Salles ficou em segundo lugar e O Kanalha em terceiro.


O Carnaval de Salvador é, definitivamente, o maior carnaval do país. Não temos dúvida disso. São os números que comprovam, é a grandiosidade da festa, é a forma como ela se organiza e a dimensão que alcança dentro e fora do Brasil. Observem que, nas principais capitais brasileiras, a festa acontece com força, movimentando a economia local, gerando trabalho temporário, renda e empregos diretos e indiretos.

Queiramos ou não, o Carnaval é um momento de rara participação popular. Pode-se discutir se ele ou o São João é a maior festa do país. No Nordeste, muitos defendem o São João, mas no Brasil como um todo, não há contestação: o Carnaval ocupa esse lugar. E é importante lembrar que o Carnaval da Bahia está presente em todos os estados brasileiros.

Os trios elétricos, uma das maiores invenções do mundo musical e artístico, nasceram na Bahia. Dois gênios, Dodô e Osmar, já nos deixaram, mas eternizaram a guitarra baiana e esse caminhão sonoro que leva alegria por todos os cantos, transformando ruas e avenidas em verdadeiros palcos a céu aberto.

E não é exagero dizer que essa influência ultrapassou fronteiras. Países como Itália, Espanha, Estados Unidos e tantos outros já experimentaram não apenas a música baiana, mas também a presença do trio elétrico como formato de espetáculo. Isso demonstra a força do axé, da criatividade e da ousadia dos empresários e artistas baianos. Invadimos praças e avenidas do Brasil inteiro, inclusive das capitais mais conservadoras, e o trio elétrico está lá, firme, presente, mais vivo do que nunca. :: LEIA MAIS »

Governador Jerônimo Rodrigues investiu em 152 municípios baianos para realização do Carnaval. Sem contar a capital do Estado, claro!


Em entrevistas concedidas pelo governador Jerônimo Rodrigues, pelo vice-governador Geraldo Júnior e também pelo secretário de Cultura do Estado, Maurício Bacelar, foi informado que o Governo da Bahia investiu recursos para a realização do Carnaval 2026 em 152 municípios baianos, além, evidentemente, da capital Salvador.

Essa decisão parte de um princípio e de um entendimento coletivo dentro do governo de que a festa não significa apenas diversão, lazer ou entretenimento para a população. Existe também a projeção cultural, sobretudo da música baiana, que volta a ganhar protagonismo depois de um longo período em que, de forma silenciosa, assistiu outros ritmos dominarem o cenário nacional e até mesmo ocuparem espaço dentro do próprio território baiano.

Mas o que queremos ressaltar, verdadeiramente, é a postura do governo em compreender, sem qualquer preconceito, que a realização de festas populares vai muito além da celebração, dos encontros, reencontros e da alegria coletiva. Trata-se também de um momento em que as cidades vivem uma verdadeira ebulição econômica, com geração de emprego, renda, trabalhos temporários e oportunidades para milhares de pessoas. A economia local recebe uma injeção de ânimo, um combustível necessário, e a população reconhece isso, independentemente de posicionamentos partidários.

Pode até haver divergências políticas, mas o reconhecimento existe. Basta observar o que aconteceu recentemente em cidades como Itabuna, Brumado, Caetité e tantas outras do interior baiano. A força da música e do entretenimento movimenta a sociedade, especialmente o grande povo, que também precisa de momentos de diversão, porque a vida não é feita apenas de trabalho. :: LEIA MAIS »

Waldenor destina 500 mil reais para o Carnaval de Brumado e participa da festa ao lado do governador Jerônimo


O deputado federal Waldenor Pereira, talvez poucos saibam, é um carnavalesco das antigas. Foi fundador do bloco Broquetes, nos tradicionais carnavais realizados em Vitória da Conquista, que saíam do Clube Social e seguiam até a Praça da Igreja Batista, hoje conhecida como Praça do Índio.

Ao lado dele, existiam outros blocos marcantes, como o Tengo Tengo, dirigido por Hidelbrando Oliveira; o Brocão, de Carlos Alberto Oliveira, o Tatal, um dos irmãos investidores do Shopping Boulevard; o Bló Café, de Edvaldo Ferreira, e tantos outros que animavam os carnavais dos anos 70 na cidade.

O deputado nos enviou uma matéria informando que destinou 500 mil reais, por meio do seu mandato, para o Carnaval de Brumado, realizado no último final de semana. A festa, mais um carnaval fora de época, retorna com força, seguindo o movimento observado em diversas cidades do entorno de Vitória da Conquista, do norte de Minas Gerais e de várias regiões do país, impulsionado pela retomada do axé. :: LEIA MAIS »

alessandro tibo


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