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:: ‘Política’

Marcelo Melo : “DEM é um partido de oposição ao PT a nível municipal, estadual e federal”

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Foto: Reprodução Google

O advogado e presidente do Partido Democratas (DEM), em Vitória da Conquista, Marcelo Melo, obteve uma expressiva votação no último processo eleitoral em que se candidatou a Deputado Federal. Apesar de não ter sido eleito, Marcelo, já figura como pré-candidato da sua sigla a prefeitura do maior município do sudoeste.

BM: Marcelo qual sua expectativa diante desse quadro político que se apresenta em nossa cidade ?

MM: Eu fui candidato a vice-prefeito no ano de 2000 e de lá para cá vim me preparando, estudei, fiz agrotécnica, hoje sou técnico em agropecuária, cursei Administração com habilitação em gestão de negócios e depois fiz o curso de Direito, terminei no ano passado e conclui o curso de especialização em direito público e privado. Eu vim me preparando para os desafios que a minha cidade queira me dar, sou natural daqui de Vitória da Conquista, filho do ex-vereador Valmir Santos e da professora Telma, aposentada pelo Estado. Tenho minha raiz e minha família constituída aqui, fui candidato a deputado federal convocado pelo líder do meu partido, o prefeito de Salvador ACM Neto. E a população respondeu bem nas urnas, isso porque a gente vê os sentimentos das pessoas no desejo de mudança, de políticos sem “ranço” e que possam apresentar propostas. Nosso partido quer para Vitória da Conquista, o modelo de gestão com responsabilidade, onde a gente possa ver e construir um melhor ambiente para nosso povo. Acho que política é um dom e nasci com essa herança de meu pai, o acompanhei quando era candidato e também depois quando já participava da política. Sempre vivi o ambiente político, está no sangue. Coloquei meu nome à disposição de Conquista e da região e tive uma resposta positiva. Muitos eleitores entenderam a proposta do novo e se Deus permitir vamos apresentar isso ano que vem novamente.

BM: O principal líder nacionalmente de seu partido, diria que é o prefeito de Salvador ACM Neto, que exercita uma gestão hoje pelo menos para os baianos tida como vitoriosa, onde há um percentual de aceitação incrível. Isso estimula a você para o lançamento de sua candidatura e também simboliza um ponto positivo por ter ACM Neto como principal liderança de seu partido? 

MM: Sim, sem dúvida. Trabalhei com ACM Neto por mais de seis anos como assessor dele e tive próximo desde a primeira eleição que participei como apoiador e liderança, depois me tornei assessor. Ele é o modelo que a gente precisa em um político, um gestor que quando assume o cargo, olha para a população, cuida do dinheiro público com ética e honestidade aplicando bem os recursos. Um jovem que se preparou e teve um grande desempenho como parlamentar sempre figurando entre os políticos de destaque, assumiu a prefeitura da maior cidade de nosso Estado quando todos duvidavam da capacidade dele, justamente por ser jovem demais, e não ter assumido um cargo executivo que mostrasse sua capacidade de gerir. Pegou a prefeitura de um município que vinha de uma situação ruim com seu antigo prefeito, equilibrou as contas públicas e começou a fazer investimentos. São poucos recursos do governo estadual ou federal, em sua essência ele tem trabalhado com recursos próprios. Ele conseguiu fazer o enxugamento da máquina, tirar os desperdícios e aplicar bem os recursos. Tem arrecadado receitas para o município com o carnaval e o réveillon e tudo que é conseguido está sendo revertido para população. :: LEIA MAIS »

Executiva Estadual da Rede convoca filiados e militantes para evento em Salvador

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 Foto: Divulgação

Caro filiado e filiada,

Desde o dia 16 de fevereiro de 2013, milhares de pessoas – entre filiados, militantes e simpatizantes se engajaram em busca do apoio necessário para que a Rede conseguisse seu registro como partido junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Foram mais de um milhão de assinaturas de apoio coletadas a partir dessa data até a entrada do novo pedido de registro, no dia 28 de maio deste ano. E a nossa mobilização foi muito intensa.

Muitos ainda trabalharam incessantemente durante eventos e vestindo a nossa camisa. E foi com o empenho e muita determinação de todos que conseguimos vencer esta etapa no dia 22 de setembro de 2015, com a aprovação da Rede no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). :: LEIA MAIS »

José Itamário explica implantação do partido Rede em Conquista

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Foto: Divulgação

José Itamário, uma figura ilustre com raízes em nossa cidade, é um dos integrantes da implantação da Rede Sustentabilidade em Vitória da Conquista. O partido foi criado pela ex-candidata à presidência Marina Silva.

BM: Qual é a situação da Rede hoje em nosso município?

JI: A situação da Rede em Vitória da Conquista parte pelo início que chamamos de núcleo vivo, composto por todos aqueles que estão militando e pré-organizando o partido. Depois deste núcleo, vem o elo municipal, que corresponderá exatamente ao diretório estadual. A Rede não funciona como um partido comum, portanto, não tem presidente e sim porta-voz, tem em sua executiva a organização, a tesouraria, temos outras funções de mulheres e jovens que compõem exatamente o diretório da Rede. Todos no mesmo nível, porém, tudo é decidido não pelo voto, mas sim por um consenso progressivo entre seus membros. E daí, vem o porta- voz que divulgará o resultado desses consensos. O nosso grupo está a passos largos em Vitória da Conquista no sentido de ter uma candidatura própria, como a exemplo da de vereadores. Estamos em fase de preparação de nossa convenção estadual e, após este evento, estaremos implantando os elos municipais. As prioridades de candidatura são nos municípios de Salvador, Feira de Santana e Vitória da Conquista.

BM:  A Rede tem demonstrado para o país inteiro que vai ou quer ser diferente. Essa diferença começa na aceitação e recebimento de filiados, inclusive há uma peneirada muito grande com aqueles políticos que ainda tem mandatos. O que significa isso, Zé?

JI: Significa que algumas pessoas ainda estão com alguns sentimentos da velha política impregnada em seu dia dia, e a Rede, não tem dono. Recebemos muitas ligações de vice-prefeitos e vereadores nos solicitando que eles sejam representantes ou donos da Rede. Nós vimos de um movimento para fazer uma nova política, temos dentro do grupo vários segmentos, o empresarial, o social e todos eles iremos abraçar. Temos um formato horizontal, de modo que, não temos presidente e as decisões sejam horizontais. Outro obstáculo é a questão da ficha limpa, esse é um dos pontos em que nós bloqueamos o pretende a ingressar na Rede. :: LEIA MAIS »

Alexandre explica qual o motivo de sua saída do PT e afiliação ao PSB

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 Foto: Ascom Câmara

Alexandre Pereira é  advogado, ex-vereador com quatro mandatos e ex-presidente da Câmara Municipal de Vitória da Conquista . Eu fui recebido em seu escritório para falar dentre outros assuntos de sua saída do Partido dos Trabalhadores (PT) e sua recém afiliação ao Partido Socialista Brasileiro.

BM: Como você vê a sucessão do doutor Gutemberg Macedo ?

AP: Um processo importante para cidade o doutor Gutemberg que fez um trabalho reconhecido tanto nas categorias dos advogados como também nas lutas sociais. Acho que é normal a disputa eleitoral em qualquer segmento, mas, penso que essa campanha na Ordem extrapolou um pouco aquilo que considero limite do razoável. O embate deve ser sempre das ideias, propostas e de como construir, porém, como todo processo eleitoral devemos trabalhar a lógica de que após todo esse processo do qual foi a eleição a categoria possa sair unida.

BM: Conhecemos sua história na cidade você teve uma participação política no PDT, logo em seguida, ingressa no Partido dos Trabalhadores (PT) e consegue fazer uma história vitoriosa de mandatos, inclusive presidindo a Câmara e liderando a bancada do prefeito. Qual análise que você faz em disputas políticas eleitorais?

AP: Massa, sou extremamente grato a população de Vitória da Conquista pela oportunidade e confiança que eles me deram, me elegendo e reelegendo vereador no município por quatro vezes e presidindo a Câmara por duas oportunidades. Tenho a consciência tranquila que nós buscamos dar a nossa contribuição, seja a frente da presidência da Câmara ou na condição de vereador defendendo os grandes projetos de interesse da cidade e ajudando que o município avançasse, foi com certeza extremamente honroso ter participado desse processo. Ao longo desses anos fiz parte da bancada de apoio ao governo na Câmara, mas, sempre ressalvado que nunca abri mão do meu direito de pensar, da minha autonomia e de criticar  interna ou externamente quando necessário. Penso que a política seja isso tem que ter espaço para as divergências e convergências internas e eu sempre busquei ter essa conduta, mas, acho que nós sempre conseguimos chegar a um denominador comum e realmente aprovar o que de fato sempre foi melhor para cidade. Portanto, lhe digo com satisfação que após esses quatro anos de cumprimento de mandato não há nada do que tenha feito neste exercício que me envergonhe. Fiz aquilo que sempre achei o melhor a ser feito, dialogando com a sociedade e demais forças políticas, penso que a política tem que ser sobretudo educadora e transformadora. Só interessa estar no âmbito político se pudermos defender e pregar aquilo que realmente acreditamos e ter o voto das pessoas por apoiarem e acreditarem naquilo que a gente faz. :: LEIA MAIS »

Herzem: “A cidade não tem sido tratada como deveria ser, nossa força política é mansa e omissa”

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   Foto: Blog da Resenha

Herzem Gusmão, pré-candidato do PMDB, é uma das figuras de destaques da atual política de Vitória da Conquista e irá concorrer mais uma vez ao cargo de prefeito do terceiro maior município do sudoeste baiano.

BM: O que você enxerga nesse tabuleiro da nossa política em 2016 ?

HG: Vitória da Conquista vem sinalizando que desde 2008 quer mudar, naquela ocasião foram três candidatos. A “Frente Conquista Popular” lançou seu candidato, enquanto a oposição se dividiu entre mim e o candidato Esmeraldino. Nós somamos juntos mais de 60 mil votos e se tivéssemos chegado naquela época unidos, e quase chegamos a esta possibilidade, teríamos vencido a eleição. O sentimento de mudança já vem de muito tempo e isso é natural da fadiga do poder. O PT completa vinte anos em 2016, governa desde o século passado, no final da década de 90. Estamos vivendo agora um momento ímpar, as forças que integram a “Frente Conquista Popular” estão fragmentadas pela fragilidade do PT e que afetou a política nacional. Todos os candidatos que participarão das próximas eleições, o próprio Partido dos Trabalhadores reconhece a dificuldade que irá encontrar. E aqui em Vitória da Conquista estamos vendo uma aparente fragmentação pelos partidos aliados que buscam espaço para o próximo pleito. A sua densidade e musculatura para somar no fragilizado PT. O partido tem ainda atração, pois, é poder, e governa o Brasil, Bahia e a nossa cidade. Tem essa atração graças aos cargos, secretarias e nomeações, nós entendemos que os partidos aliados a ele ainda não demonstraram vigor de lançar uma candidatura para valer. Os candidatos que surgiram nesse momento tem uma data de validade, então, precisamos em que pese essa oportunidade aproveitar essa situação. Elaboramos em 2012 um grande programa de governo e que agora estou colocando com os demais pré-candidatos que nós temos, o PSDB deve apresentar, o Grupo Independência já tem o Romilson, o PROS tem Arlindo Rebouças, o DEM apresentou Marcelo Melo, Esmeraldino Correia busca um partido, o Solidariedade com Armênio Santos, inclusive tenho me apresentado como pré-candidato não impondo meu voto. No próximo ano teremos que nos reunir, discutindo e debatendo o projeto Conquista e elaborando os requisitos para que possamos escolher a melhor chapa e mais competitiva que irá elaborar esse projeto para apreciação da nossa querida Vitória da Conquista, terceiro colégio eleitoral da Bahia.

BM: O deputado Herzem Gusmão recebeu a visita da Nadjara que é um dos membros do PSB e essa visita mexeu com o ânimo político da cidade. O que você teria a falar desse encontro?

HG: Foi uma visita cordial, recebi a doutora Nadjara muito bem. O que eu soube é que ela estaria indo para um partido de oposição e é verdade, foi convidada. É um grande quadro e pode contribuir para que a gente possa elaborar um grande projeto. Eu sei que repercutiu muito na cidade até pelo que ela representa e torço para que este partido que eu não estou autorizado a falar, mas, é coirmão, consiga colocá-la porque é uma alternativa que nós passaremos a ter para debater e discutir Conquista. :: LEIA MAIS »

Grupo Independente se mobiliza para eleições municipais de 2016

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Foto: Reprodução

Romilson Filho preside o Grupo Independente que tem também como um dos integrantes o vice-presidente do Partido Trabalhista Cristão (PTC) Marcelo Guerra.

BM: Você conseguiu uma coisa que dentro da avaliação de algumas pessoas parecia impossível dentro do cenário político de Vitória da Conquista. O seu ideal, a sua imaginação é algo hoje palpável, o Grupo Independente existe.

RF: O que motivou a gente a criar esse grupo foi a necessidade de buscar também essa juventude e formar novas lideranças em Vitória da Conquista. O que estava acontecendo aqui era mais ou menos carta marcada para Câmara de Vereadores, onde pouco se mudava e o poder aquisitivo que mandava. Daí, que veio a necessidade de se formar um grupo político intitulado Grupo Independente, juntamos várias siglas partidárias e tivemos a ideia de que esse grupo fosse maior que qualquer nome ou sigla partidária. Isso para buscar uma unidade, e conseguimos, as pessoas entenderão que se a gente formasse um grupo político onde a maioria tivesse uma média de 400 a 800 votos que esse grupo dificilmente teria condições de se eleger disputando com um vereador que tivesse recebido acima de 2mil votos. Era preciso mudar o panorama atual formando um grupo,por exemplo, se na eleição passada existisse esse grupamento e se cada um dos candidatos tivesse 500 votos, ele somaria um potencial de 21 mil votos e com isso se elegeriam três vereadores pelo grupo. Desta forma daríamos oportunidade para essas novas gerações e este é nosso maior desejo, trazer os estudantes de volta à política, novas lideranças com novas ideias, pois, só assim a cidade começa a mudar de verdade.

BM: Você poderia estar dentro de outra sigla que tenha uma musculatura política, como o PMDB, o PSDB, PDT ou DEM. Diferente disso você busca siglas que não tenham ainda uma consistência, o que foi que você viu nisso?

RF: A gente foi atrás de partidos ditos nanicos, porém, com uma grande liberdade e independência, por essa razão surgiu o nome de nosso grupo. Porque é melhor você fazer parte de um grupo de pessoas líderes do que fazer parte de um grupamento com pessoas lideradas. Quando se cria um grupo onde você ouve e todos tem voz e vez, se torna um grupo pensante com várias cabeças pensando e sugerindo. A gente quer independência e essa proposta de buscar um partido que possa seguir e marchar foi uma ideia em comum de todos que fazem parte do GI. :: LEIA MAIS »

“Precisamos de alguém plural que analise o município por todos os ângulos”, diz Onildo

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Foto: Blog do Anderson

Doutor Onildo Pereira de Oliveira Filho traz no DNA a história do pai, política e da medicina, bioquímico e fundador do laboratório de análises clínicas ,Labo, em Vitória da Conquista, hoje preside o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB).

BM: O seu nome é uma das novidades no cenário político partidário. O que te levou a presidir o PSDB local?

OP: Como você mesmo salientou acho que tem haver um pouco com a história de meu pai que sempre gostou de discutir política, mas nunca se propôs a colocar seu nome a disposição de qualquer cargo público. Eu também sigo a mesma linha, não podemos deixar a situação da cidade se degradar, temos que pelo menos ter um rumo e não podemos ficar sendo o município do improviso. Estamos começando a ter grandes problemas, no que diz respeito a mobilidade urbana, segurança e educação, se pensamos Vitória da Conquista quanto ao futuro esse último quesito é primordial. Por isso mesmo, não pude mais ficar fora do debate político, eu penso que a cidade não pode ficar na mão de alguém que seja o “salvador da pátria”, precisamos de alguém plural que analise o município por todos os ângulos. Necessitamos que a população discuta cada um desses temas para que se comprometam e isso possa acontecer. Foi nesse sentido que me propus a assumir a presidência do partido e em momento algum coloquei meu nome como possibilidade a uma candidatura. Quero discutir a mobilidade urbana, a educação e outros temas importantes para nosso município.

BM: Nas duas eleições passadas o seu nome foi colocado na ordem do dia como candidato à prefeitura. Hoje, mesmo esse tempo passado o seu nome continua em pauta e há uma expectativa no PSDB que o seu nome seja lançado como candidato do partido em Vitória da Conquista. Existe essa possibilidade ou é completamente inviável?

OP: Eu não me disponho a estar nessa linha de frente completamente e também não me sinto preparado para exercer um cargo nessa função. A primeira coisa que acho que se precisa para ser prefeito dessa cidade é abdicar de sua privada ou praticamente 90 % dela, dos seus negócios e se dedicar exclusivamente à cidade. A nossa cidade é um local que tomou um corpo e exige um gestor ou grupo de gestores com dedicação exclusiva. Acho também completamente errado, e isso faz parte do momento em que vivemos de que exista um “salvador da pátria”, coisa que não existe, pois, ninguém consegue isoladamente decidir o futuro da cidade e o destino das pessoas que estão nascendo hoje. Temos que pensar o que queremos deixar de legado para essas pessoas no futuro. :: LEIA MAIS »

PSB realiza seminário com participação de Alexandre Pereira neste sábado (12)

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                                              Foto: Divulgação

O Partido Socialista Brasileiro (PSB) realiza no próximo sábado (12), na Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista, um seminário sobre reforma política. Dentre os convidados está o advogado e recém-filiado ao partido Alexandre Pereira.

A solenidade está marcada para se iniciar às 8h30 e com término previsto para as 12h. O evento é aberto ao público e deve contar com a presença de  pré-candidatos a vereador pelo PSB e demais partidos.

Florisvaldo: “Ainda temos muito oferecer a sociedade porque não identificamos algo novo nas forças de oposição”

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                            Foto: Ascom Câmara

Natural de São Miguel das Matas, no recôncavo baiano, o vereador Florisvaldo Bittencourt sempre esteve à frente de movimentos sociais ligados a Igreja Católica, especialmente nas Comunidades Eclesiais de Base (CEB’S) e Movimento Familiar Cristão (MFC). O edil iniciou sua trajetória na política no PT e integrou a equipe do Governo Participativo na Coordenação de Serviços Básicos.

BM: A primeira coisa que pude notar foi a sua atenção com as pessoas que lhe abordavam na escada, vejo que o mandato do vereador é uma entrega, um sacerdócio.

FB: Primeiramente o vereador precisa compreender que ele foi eleito pelos eleitores e a Câmara Municipal é a representação máxima do povo. Nós temos que ouvir, mesmo que em determinada situação o cidadão não tem uma posição mais correta e temos que orientar estas pessoas porque estamos a serviço da sociedade.

BM: Você por muitas vezes é um vereador inquieto força às vezes a discussão política onde a sua ideologia se faz presente. Esse seu comportamento a que se atribui?

FB: A minha formação vem a partir das comunidades eclesiais de base da Igreja Católica, dos movimentos sociais, e foi isto que me formou em um militante político antes mesmo de me filiar ao PT e chegar ao cargo de vereador. Meu perfil é o mesmo da inquietação da sociedade, ela eu entendo que é inquieta por natureza. Se fui eleito por esse povo inquieto então tenho que demonstrar sempre a inquietação destes cidadãos. Isso por vezes incomoda as pessoas que acabam não compreendendo e achando que é um perfil polêmico. Só que como vamos mudar a sociedade se não atacarmos os vícios do sistema? Então, entendo que o papel do vereador é de inquietude e de provocar discussões. :: LEIA MAIS »

PSB vê momento como oportuno para tentar candidatura a prefeito

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Foto: Ascom Câmara

Joás Meira, vice-prefeito, uma das figuras ilustres da sociedade conquistense, médico conceituado, político por uma opção de vida e extremamente dedicado à Vitória da Conquista.

BM: Gostaria que você analisasse em nossa cidade o quadro sucessório para 2016?

JM: Vitória da Conquista é uma cidade politizada e vem ao longo dos anos dando exemplo de que política é coisa séria, e quando bem feita, com boa intenção e seriedade é algo transformador. O prefeito Guilherme Menezes em seu quarto mandato, o PT e os outros partidos envolvidos no projeto durante esses cinco mandatos vem promovendo ao longo desses vinte anos uma grande transformação no município. Só que ele enquanto prefeito encerra um ciclo como gestor municipal, claro, que sua idade e sua bagagem lhe permitem alcançar outros cargos. Eu creio que em termo municipal fecha-se um ciclo Guilherme Menezes. E agora o governo procura um sucessor assim como os outros partidos, inclusive a oposição busca também possíveis representantes para tentar assumir o cargo nas próximas eleições. O bom da democracia é isso, quem está governando e quem não está apresentam suas alternativas para governar.  O próximo gestor deverá ter uma grande dificuldade justamente pela melhora significativa de nosso município nesses últimos mandatos. O próximo governante de Vitória da Conquista irá encontrar uma cidade que mantém uma boa parceria público privada com empresários, industriais, comerciantes e empreendedores que a partir do momento que veem uma melhoria na qualidade de vida vêm aqui instalar seus negócios. Vamos ter uma eleição muito disputada, onde Guilherme terá um peso importante do lado governamental, mas, também existem outras forças que mesmo de oposição vão tentar apresentar suas alternativas. Além disso, partidos da base do governo que veem neste momento, a chance de estarem protagonizando a administração.

BM: Ao longo de todos esses anos o PT sempre foi cabeça de chapa, o PSB, em duas oportunidades apareceu com vice-prefeitos. Seria o momento do PSB ou qualquer outro partido da base ter o seu candidato encabeçando uma candidatura?

JM: A alternância faz parte de um processo de construção até político. O PSB entende que é o momento dele apresentar seu nome para se disputar esse processo, não é de forma algum um desconhecimento ou desrespeito ao projeto que ajudamos a construir, mas sim, um momento de oportunizar os novos talentos e as novas possibilidades que outros partidos tenham. Esse processo deve acontecer de forma civilizada e com todos que pleiteiam ao cargo apresentando suas propostas para nosso município e fazendo com que a população enxergue o que cada representante almeja nos próximos anos para a cidade. :: LEIA MAIS »

alessandro tibo


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