:: ‘Política’
Será a ministra Margareth Menezes a candidata do PT à Prefeitura de Salvador? Essa é a ideia do presidente Lula. E aí, Margô?

Mulher de voz potente, artista que traduz como poucas a força da cultura negra da Bahia, Margareth Menezes é uma figura que ultrapassa o universo da música. É símbolo, é identidade, é representatividade. Uma cantora extraordinária, que já esteve conosco em diversas oportunidades aqui em Vitória da Conquista e que sempre foi recebida com carinho pelo público conquistense.
Margareth foi convidada pelo presidente Lula para assumir o Ministério da Cultura e aceitou o desafio. Desde então, passou a conduzir uma das pastas mais importantes do governo federal, justamente em um momento de reconstrução das políticas culturais no país. Mesmo com tamanha responsabilidade, ela não deixou de participar do Carnaval de Salvador, onde mantém uma relação histórica com a festa, especialmente através do seu tradicional bloco Os Mascarados.
Durante o último Carnaval, a ministra esteve em Salvador acompanhando as atividades oficiais, ao lado do governador Jerônimo Rodrigues, do presidente Lula e de outros ministros. Como sempre acontece em ambientes políticos dessa natureza, conversas surgem, ideias circulam e possibilidades começam a ser desenhadas. Foi nesse contexto que ganhou força a informação de que o presidente Lula estaria estimulando Margareth Menezes a disputar a Prefeitura de Salvador nas eleições de 2028, como candidata do Partido dos Trabalhadores. :: LEIA MAIS »
Luciano Gomes, o vereador que apresenta resultados. Amanhã, 27, ele e a prefeita Sheila recebem o deputado João Bacelar para assinatura da Ordem de Serviço de uma creche na Cabeceira do Jiboia

Ontem, quarta-feira, foi realizada mais uma sessão na Câmara Municipal de Vitória da Conquista. Saí de lá muito satisfeito com os pronunciamentos dos vereadores que foram à tribuna do nosso Legislativo, entre eles Cris Rocha, Viviane Sampaio, Bibia, Carlos Dudé, Lara Fernandes, Ricardo Babão, Ricardo Gordo, Fernando Jacaré, Subtenente Muniz, Márcio Mendes, Nelson de Vivi e Luciano Gomes.
Quero destacar, de forma especial, o vereador Luciano Gomes, do PCdoB, que desenvolve um trabalho consistente tanto na zona rural quanto na zona urbana. Seu mandato tem alcance e resultados concretos, e isso ficou evidente em sua fala na tribuna.
Luciano fez um registro importante sobre a parceria que mantém há anos com o deputado federal João Bacelar. Embora o parlamentar não tenha domicílio em Vitória da Conquista, ele retribui a votação expressiva que recebe no município, sobretudo nas regiões da Limeira, Cabeceira do Jiboia, Capinal e Duas Vendas. Essa reciprocidade se materializa em obras e investimentos que chegam à população.
Chamou atenção também a postura correta do vereador ao reconhecer publicamente o papel do Governo Municipal, na pessoa da prefeita Sheila Lemos, e do deputado João Bacelar. Amanhã, às 17 horas, na comunidade da Cabeceira do Jiboia, será assinada a Ordem de Serviço para a construção de uma creche, um equipamento aguardado há muito tempo pelos moradores da região. :: LEIA MAIS »
“Sheila é uma liderança forte, consolidada, com uma gestão bem avaliada e que representa muito bem o interior da Bahia”, diz ACM Neto

Amigos e amigas, a seguir apresentamos uma entrevista concedida ao nosso blog pelo ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto. Conversamos com ele sobre a possível participação da prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos, na chapa que disputará o governo estadual contra o atual governador Jerônimo Rodrigues.
Fizemos duas perguntas objetivas ao líder político, que também respondeu de forma direta e clara. Compartilhamos o conteúdo para que todos possam acompanhar, fazer suas próprias análises e compreender melhor o cenário que começa a se desenhar para as eleições de 2026, que se aproximam e prometem uma disputa cada vez mais acirrada.
Como é de conhecimento público, o nome da prefeita Sheila Lemos vem sendo avaliado dentro do grupo político de ACM Neto como uma possibilidade para compor a chapa majoritária. A entrevista ajuda a entender o pensamento do pré-candidato e o momento político que o estado atravessa.
Segue o conteúdo para leitura: :: LEIA MAIS »
Carlos Dudé defende nome de Sheila Lemos como vice de ACM Neto. “É a força do interior”, afirmou o vereador

A cidade de Vitória da Conquista começa a se posicionar com mais clareza em relação à possibilidade de a prefeita Sheila Lemos compor a chapa majoritária ao Governo do Estado, como candidata a vice ao lado de ACM Neto, que disputará o pleito contra o atual governador Jerônimo Rodrigues, do PT, que buscará a reeleição.
Na movimentada sessão da Câmara Municipal realizada hoje, o vereador Carlos Dudé fez uso da tribuna por quatro minutos, recebendo ainda mais dois minutos cedidos por um colega parlamentar, para ampliar o tempo de sua fala. Em seu pronunciamento, foi enfático na defesa do nome da gestora conquistense, destacando que a presença de Sheila representaria a força política do interior baiano na composição da chapa de oposição.
Dudé relembrou momentos históricos em que Vitória da Conquista esteve próxima do centro das decisões estaduais. Citou o ex-governador Régis Pacheco, que teve trajetória política ligada ao município e chegou ao comando do Estado da Bahia na década de 1950. Recordou também que o ex-prefeito Pedral Sampaio teve a oportunidade de integrar uma chapa majoritária, mas optou por declinar em favor de Nilo Coelho, que posteriormente assumiu o governo estadual após a saída de Waldir Pires para disputar a Presidência da República. :: LEIA MAIS »
Fernando Jacaré presta contas dos investimentos do Governo do Estado em Conquista. “É muita obra. Vejam as estradas de Barra do Choça e de Bate-Pé”, destacou

O vereador Fernando Jacaré, do Partido dos Trabalhadores, utilizou a tribuna na manhã de hoje, durante a sessão ordinária da Câmara Municipal de Vitória da Conquista, para apresentar um balanço das obras realizadas pelo Governo do Estado no município e na região. Segundo o parlamentar, o governador Jerônimo Rodrigues tem feito investimentos importantes, com impacto direto no desenvolvimento da capital do Sudoeste.
Jacaré foi enfático ao afirmar que muitos duvidavam da execução das obras, mas que hoje a população já começa a ver resultados concretos, citando como exemplo duas intervenções de grande relevância: a estrada que liga Vitória da Conquista a Barra do Choça e a via que conecta o município ao distrito de Bate-Pé, passando pela região de Barra do Choça. Sobre a rodovia, o vereador destacou que a qualidade do serviço pode ser percebida por quem trafega pelo local, com boa iluminação, sinalização adequada e pavimentação de alto padrão.
Ele ressaltou ainda que as obras não se limitam apenas ao trecho inicial, avançando após o trevo em direção a Barra do Choça, onde máquinas continuam trabalhando, o que demonstra, segundo ele, o compromisso do Governo do Estado com Conquista e toda a região. :: LEIA MAIS »
“A política é como nuvem, pode mudar de lugar a qualquer momento!” Aplicaria essa frase ao vereador Ivan Cordeiro, que admite que Sheila é o melhor nome para ACM?

Essa frase emblemática, atribuída a um político mineiro e repetida ao longo das décadas, tornou-se quase um mantra na política brasileira. E não deixa de ser verdadeira. A política tem um dinamismo fora do comum. É movimento, é reposicionamento, é estratégia. Como a nuvem, muda de lugar conforme o vento das circunstâncias.
Talvez essa máxima não se aplique exatamente ao presidente da Câmara Municipal de Vitória da Conquista, vereador Ivan Cordeiro. O que se percebe, de forma muito clara, é que, mesmo diante de eventuais ruídos ou desgastes pontuais dentro da base da prefeita Sheila Lemos, ele mantém identidade política com o grupo que ajudou a construir desde a eleição do saudoso prefeito Herzem Gusmão.
É natural que existam momentos de divergência. A política é uma arte, mas também uma ciência baseada no debate de ideias. Ninguém é obrigado a concordar com tudo. Ao contrário, governos só prosperam quando há diálogo, observações e até cobranças, sempre dentro do respeito institucional. Apoio verdadeiro não significa submissão. Significa lealdade, compromisso e responsabilidade com o projeto coletivo.
Sabe-se que houve um afastamento momentâneo de alguns vereadores da base, algo absolutamente comum na história política. Isso aconteceu em diversos grupos ao longo do tempo, em Vitória da Conquista, na Bahia e no Brasil. A própria prefeita, naturalmente, acompanha esses movimentos com a expectativa de que, no momento oportuno, as peças voltem a se encaixar e as arestas sejam superadas. :: LEIA MAIS »
Já tivemos Régis Pacheco e Edvaldo Flores como governadores. Pedral e Guilherme poderiam ter sido. Agora é a vez de Sheila? Só depende de ACM Neto

A manchete desta matéria pode parecer curiosa, mas ela tem fundamento histórico. Vitória da Conquista já teve dois filhos seus ocupando o cargo de governador da Bahia. Régis Pacheco chegou ao governo após disputar a eleição que originalmente teria como candidato Lauro de Freitas, que faleceu em decorrência de um acidente aéreo. Régis entrou na disputa e venceu no voto, tornando-se governador do estado.
Também tivemos Edvaldo Flores, que era vice-governador de Clériston Andrade. Com a morte de Clériston, igualmente em acidente aéreo, Edvaldo assumiu o governo da Bahia, colocando mais uma vez o nome de Vitória da Conquista no topo da política estadual.
Outras oportunidades também surgiram ao longo da história. Pedral Sampaio teve a chance de chegar ao governo quando foi convidado para compor como vice, mas preferiu indicar Nilo Coelho. Naquele contexto político, era praticamente certo que a chapa venceria, como de fato aconteceu, e Nilo acabou assumindo o governo do estado.
Mais tarde, Guilherme Menezes também foi assediado politicamente para disputar posições que poderiam levá-lo ao governo da Bahia. Recebeu convites importantes, inclusive com a presença de lideranças estaduais em Vitória da Conquista, mas optou por permanecer no projeto político local, declinando das possibilidades. :: LEIA MAIS »
Vitória da Conquista precisa fortalecer a sua base parlamentar. Precisamos votar nos candidatos da cidade. Isso vale para a direita e para a esquerda.

Existem momentos na política em que precisamos fazer uma reflexão coletiva, respeitando inclusive o direito do adversário ter as suas próprias convicções. A disputa faz parte da convivência democrática, da relação humana e do jogo político. Mas também existem instantes em que é necessário dar uma pausa, olhar para a realidade e pensar no que é mais racional para o desenvolvimento de uma cidade e de uma região. No caso específico de Vitória da Conquista, essa reflexão é urgente.
Precisamos valorizar cada vez mais os nossos deputados estaduais e federais. Sem nenhum preconceito contra candidatos que venham de fora buscar votos aqui, porque isso também faz parte da democracia. Muitas vezes essas candidaturas chegam por articulação de lideranças locais, vereadores ou grupos políticos. É legítimo. Mas é fundamental que o eleitor tenha consciência de que fortalecer nomes da própria terra significa fortalecer a cidade dentro dos espaços de poder.
Quando nossos representantes chegam à Assembleia Legislativa ou à Câmara Federal, a disputa ideológica não impede o diálogo. Ao contrário. Lá existem debates civilizados, construção de consensos e pautas de interesse coletivo. Não pensem que adversários políticos não conversam. Conversam, sim. Isso é próprio do parlamento e da maturidade democrática. Aqui mesmo na Bahia já vimos exemplos claros dessa convivência respeitosa entre diferentes correntes políticas. :: LEIA MAIS »
Geddel vibra com a confirmação de Geraldinho como vice de Jerônimo. Quem anunciou foi Jaques Wagner. O governador estava na Índia com o presidente Lula.

Fizemos várias publicações aqui no nosso blog sobre a sucessão estadual e mostramos, em algumas matérias, as posições assumidas pelo MDB baiano, através dos irmãos Geddel e Lúcio Vieira Lima. Os dois sempre pontuaram que não tinham dúvida de que o partido manteria a vaga de vice na chapa governista e que o nome continuaria sendo o de Geraldo Júnior, filiado ao MDB e atual vice-governador.
Em determinados momentos, chegaram a mencionar que outros partidos da base poderiam ser contemplados em outras posições, para manter o grupo do governador Jerônimo Rodrigues coeso e sem rupturas. Surgiu, inclusive, o nome de Ronaldo Carletto, do Avante, que também demonstrava interesse em participar mais diretamente da composição majoritária.
Geddel reagiu de imediato, afirmando que jamais houve qualquer conversa nesse sentido e que tinha absoluta convicção de que o MDB permaneceria com a vice. E, de fato, o que vemos agora é a confirmação desse cenário, com o anúncio feito pelo senador Jaques Wagner de que Geraldo Júnior seguirá como vice na chapa do governador Jerônimo.
Surge então uma outra situação que exige cautela. Não podemos afirmar, como alguns setores vêm insinuando, que Jaques Wagner teria se antecipado ao governador ao fazer o anúncio enquanto Jerônimo estava fora do país, em missão oficial na Índia, acompanhando o presidente Lula. Há quem diga que o anúncio deveria partir do próprio governador, mas isso entra no campo das conjecturas. :: LEIA MAIS »
A “guerra” pela sucessão aumenta o tom. O que vale para o governo federal vale também pra Bahia. Rui é o principal alvo das munições. Aqui, ACM Neto terá que se defender.

Amigos e amigas, não temos para onde correr. A sucessão estadual, ou melhor, as sucessões nos estados brasileiros, estarão naturalmente vinculadas à sucessão presidencial. O presidente Lula busca a reeleição e, consequentemente, chegar ao seu quarto mandato. Não há como dissociar uma coisa da outra.
A disputa tende a ser plebiscitária, com o foco voltado para o Planalto Central. Vivemos em um país que já experimentou episódios políticos traumáticos, situações que talvez a juventude mais recente não tenha acompanhado, mas que marcaram profundamente a nossa história. Tivemos três ex-presidentes que deixaram o poder em circunstâncias extremas, seja por renúncia, cassação ou prisão. Collor de Mello, Lula e Jair Bolsonaro passaram por momentos que expuseram o país a crises institucionais intensas.
Todos lembramos também dos debates presidenciais recentes, carregados de acusações duras, agressões verbais e confrontos diretos. Era um cenário triste de assistir, independentemente de posições políticas. Enquanto um acusava, o outro reagia, e o país assistia perplexo àquele embate. :: LEIA MAIS »














