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blog do marcelo

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:: ‘Política’

ACM Neto realiza hoje, em Salvador, convenção do União Brasil e dos partidos coligados


Hoje, em Salvador, ACM Neto reúne o União Brasil e as demais siglas que integram a sua aliança para a convenção partidária que oficializará a chapa de oposição ao governo da Bahia. Ao lado do ex-prefeito de Salvador estarão o candidato a vice-governador, José Cocá, ex-prefeito de Jequié, e os candidatos ao Senado, João Roma e Angelo Coronel. O grupo enfrentará o atual governador, Jerônimo Rodrigues.

O encontro é cercado de expectativa, principalmente porque ACM Neto definiu apoio a Ronaldo Caiado para a Presidência da República. Essa decisão poderá provocar uma mudança importante na estratégia do candidato baiano, que, a exemplo da eleição de 2022, conta com muitos votos casados de eleitores que votam nele para o governo estadual, mas também escolhem Jerônimo Rodrigues e o presidente Lula.

Daí a importância de observar como essa posição será recebida pelo eleitorado baiano e qual será o comportamento do candidato ao longo da campanha. Vamos aguardar, portanto, os acontecimentos e os próximos passos dessa caminhada. :: LEIA MAIS »

Sheila Lemos sofre preconceito por ser empresária e, mais ainda, por ser uma líder mulher


Amigos e amigas, por mais que nós queiramos ficar limitados na condição de comunicadores, responsáveis por um blog e por um programa de rádio, precisamos reconhecer que também somos parte da sociedade e que, muitas vezes, é necessário sair um pouco da posição de simples observador para procurar compreender melhor aqueles que fazem parte da nossa vida cotidiana.

Eu tenho o dever de manter um comportamento isento, porque quero continuar sendo respeitado na condição de responsável por um programa de rádio e por escrever diariamente em nosso blog. Todos os partidos são citados nas nossas matérias e, no nosso programa, ocorre exatamente a mesma coisa. Afinal, não é necessário assumir um lado partidário para externar posições políticas ou fazer uma análise sobre a realidade da nossa cidade.

Mas é preciso também que os acadêmicos, os historiadores e os memorialistas que conhecem a história política de Vitória da Conquista reconheçam as grandes mulheres que participaram da vida pública do nosso município. Desde Henriqueta Prates, passando por Laudicéia Gusmão, pela minha ex-colega de Câmara, vereadora Ilza Matos, por Alvinea Matos, esposa de Jadiel, Margarida Oliveira, Irma Lemos e Maria Célia Ferraz, esposa do saudoso ex-prefeito Raul Ferraz, entre tantas outras mulheres que ajudaram a construir a história política da nossa cidade.

Essas mulheres ingressaram na política em uma época em que a mulher tinha ainda menos voz do que tem hoje. Eram mulheres arrojadas, determinadas e que se impuseram em uma sociedade predominantemente comandada por homens. Contudo, é preciso reconhecer que, embora tenham exercido papéis importantes, nenhuma delas conseguiu, por si só, constituir uma liderança política completamente independente da liderança de um homem. :: LEIA MAIS »

Wagner Alves está com o “Pé na Estrada”, construindo apoios e buscando se eleger para representar Conquista e região


Costumamos ouvir que o homem público não pertence a si mesmo. E essa é uma grande verdade, porque ele se coloca permanentemente sob o julgamento dos cidadãos e das cidadãs que acompanham o seu trabalho. Portanto, não está livre de críticas, aplausos ou vaias, nem pode se considerar um cidadão intocável.

Ao contrário, quem se dispõe a exercer uma função pública precisa, acima de tudo, saber ouvir. É necessário entender a diferença entre uma crítica pessoal e uma crítica construtiva, porque aquele que decide disputar um cargo eletivo, principalmente para atender às demandas de uma cidade ou de uma região, que não são poucas, precisa estar preparado para dormir pouco e trabalhar muito.

Durante o dia, é preciso compreender que todo sacrifício ainda é pouco, especialmente porque vivemos em um estado pobre e pertencemos a um município e a uma região que também enfrentam muitas dificuldades. As necessidades, portanto, são maiores do que aquelas existentes nos grandes centros. E, para chegar à Assembleia Legislativa do Estado como representante de Vitória da Conquista e da região, não basta andar pelos diversos bairros da cidade para conhecer de perto as carências da população. :: LEIA MAIS »

Do jeito que eles gostam: a política está nacionalizada. Esta é a grande verdade.


Os candidatos ao governo, ao Senado, os políticos, enfim, aqueles que estão na ponta, jogam a isca para ver se o povo acompanha. E, como o povo acompanhou, eles deram sequência.

O que eu quero dizer com isso? Como eles percebem que existe uma disputa acirrada pelo voto aqui na Bahia, vamos nos prender ao nosso Estado.

A disputa é grande. Então, o que eles fazem? Falam que Lula é o grande líder de um lado e Bolsonaro é o grande líder do outro. E, como percebem que os dois podem definir o destino administrativo do país, acabam trazendo essa disputa nacional para o âmbito estadual.

Nacionalizaram a disputa para construir um discurso e não perder a militância, porque a militância não aceita ideologicamente a derrota. Nem a militância de direita, nem a militância de esquerda.

A direita não aceita perder por causa de Bolsonaro. Estou falando do pai, mesmo que ele não seja candidato, e não é, mas o clã tem a sua representação. Do outro lado, está Lula.

A esquerda também não admite que o presidente perca para a direita, ainda mais tendo Bolsonaro como principal referência. E aí eles torcem para que essa polarização permaneça até o final da campanha. :: LEIA MAIS »

“Não teremos eleições em 2030”, esta é uma declaração de Eduardo Bolsonaro, caso o seu irmão, Flávio, não se eleja em 2026.


Amigos e amigas, caros leitores, esta afirmativa do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, do PL, é muito, muito forte. É preciso que o leitor esteja atento e a interprete da sua maneira, porque ela carrega um simbolismo bastante significativo.

É evidente que alguns a entenderão de uma forma, outros de outra. Mas chama a atenção uma declaração segundo a qual não haveria eleições em 2030 caso determinado cenário político se concretize.

Esse tipo de afirmação inevitavelmente desperta debates e diferentes interpretações. Em uma democracia, declarações dessa natureza costumam provocar preocupação e levar a sociedade à reflexão sobre a importância das instituições e do processo eleitoral.

Independentemente das preferências partidárias ou ideológicas, é fundamental que a população brasileira continue acreditando no regime democrático, no respeito às leis, à Constituição e à vontade soberana do povo expressa nas urnas.

Naturalmente, em qualquer democracia existem divergências, críticas e disputas políticas. Elas fazem parte do processo. Mas é igualmente importante que essas diferenças sejam enfrentadas dentro dos limites institucionais, preservando o diálogo, o respeito às regras democráticas e o funcionamento das instituições. :: LEIA MAIS »

“A base de Sheila não se desfaz em 2028. O projeto é o mesmo”, disse um renomado vereador.


Meus amigos, minhas amigas, fala-se muito, e é verdade, que a mesma água não passa debaixo da ponte duas vezes. Também ouvimos, de forma poética, que os castelos de areia construídos pelas crianças à beira-mar são desfeitos quando as ondas os alcançam.

Na política, há muitas frases que atravessam o tempo. Uma delas diz que a política é como nuvem: muda de lugar a qualquer instante. E isso nos ensina que o cenário de hoje nem sempre será o mesmo amanhã.

Por que estou dizendo isso? Porque, de maneira espontânea, em uma conversa amistosa, um renomado vereador fez uma observação que merece registro. Segundo ele, o que está acontecendo agora, em razão da disputa eleitoral de 2026, faz parte da dinâmica natural da política e não representa, necessariamente, uma ruptura dentro da base da prefeita Sheila Lemos.

Lembrei-me, inclusive, de uma frase muito repetida pelo saudoso José Pedral Sampaio: “Política não é colégio de freira, onde a madre superiora fala e todas obedecem.” De fato, a política é feita de diálogo, de debates e, muitas vezes, de posições diferentes. :: LEIA MAIS »

Lula x Flávio: já se discute em Brasília substituir Bolsonaro pela ex-primeira-dama Michelle.


Meus amigos, minhas amigas, a política realmente é algo fascinante. Não dá para entender como, muitas vezes, as pessoas trabalham mais os nomes, os homens e as mulheres, do que propriamente um projeto político.

Nós estamos assistindo à direita seguir por um caminho que talvez ainda passe por muitas definições. Do outro lado, também existem divergências entre os partidos que apoiam o presidente Lula, sobretudo dentro do próprio Partido dos Trabalhadores.

Na verdade, o PT talvez até desejasse, em algum momento, ter outro nome preparado para disputar a Presidência da República, até mesmo para permitir que o presidente Lula pudesse reduzir o peso dessa responsabilidade. Mas o fato é que Lula continua sendo a principal liderança do partido e, até aqui, não surgiu um nome com o mesmo alcance político e eleitoral.

É a partir dessa realidade que as diversas correntes internas acabam se unindo em torno do presidente. Somam-se a elas partidos de centro-esquerda e também legendas de outras correntes políticas que integram a base de apoio do governo. :: LEIA MAIS »

Waldenor Pereira e Zé Raimundo entregaram manifesto ao governador contendo prioridades para Conquista e região.


Meus amigos, minhas amigas, apenas para fazer um esclarecimento, porque este é também um dever nosso enquanto imprensa. Eu preciso dar conhecimento à população, em especial aos leitores do nosso blog, sobre uma informação que chegou até mim.

Hoje, anteriormente, publiquei uma matéria na qual falei que seria altamente importante se as autoridades que estiveram presentes em nossa cidade tivessem anunciado a construção dos nossos viadutos. Falei, inclusive, sobre como seria importante uma manifestação do presidente Lula garantindo aquela que considero uma das obras mais urgentes, senão a mais urgente, que Vitória da Conquista reclama há tanto tempo.

Agora, ao abrir o celular, vi uma mensagem que chegou até mim. O deputado Waldenor Pereira enviou um material. Claro, não exclusivamente para mim. Provavelmente, encaminhou para a sua lista de contatos.

E ali está uma informação que, por dever de ofício e de imparcialidade, eu preciso compartilhar com os nossos leitores.

Os deputados Waldenor Pereira e Zé Raimundo, ambos do Partido dos Trabalhadores, entregaram ao governador Jerônimo Rodrigues um manifesto, um documento contendo dez itens que eles consideram prioritários para Vitória da Conquista e para a região.

Eu li o documento e são, realmente, demandas importantes.

O manifesto cita, de forma direta, três municípios: a nossa querida Vitória da Conquista, Condeúba, minha querida terra, e também Brumado. Mas são ações que, naturalmente, podem beneficiar toda a região Sudoeste. :: LEIA MAIS »

“Sheila Lemos é importante como prefeita e como grande líder regional em nossa convenção, dia 22/7”, disse ACM Neto.


No próximo dia 22 de julho, em Salvador, acontecerá o lançamento oficial da chapa de oposição ao Governo da Bahia, liderada pelo ex-prefeito da capital baiana, ACM Neto. Na oportunidade, os partidos que integram essa frente partidária estarão reunidos na capital do Estado.

Na semana passada, a prefeita Sheila Lemos foi convidada por ACM Neto para ir a Salvador e, lá, esteve reunida com João Roma, Ângelo Coronel e Zé Cocá, candidato a vice-governador. Sentaram, conversaram, discutiram e começaram a preparar esse grande ato político que oficializará, definitivamente, ACM Neto como candidato ao Governo do Estado.

É lógico que ACM Neto, ao dialogar com os diversos setores da base partidária que o apoia e o acompanha, ouve lideranças como Zé Ronaldo, Bruno Reis e outros importantes nomes da política baiana. E, entre eles, está a prefeita Sheila Lemos e, claro, o grupo político que administra Vitória da Conquista, formado por vereadores, secretários, lideranças e presidentes de partidos.

Nós entendemos que, quando ACM Neto faz esse convite à prefeita e se expressa da forma como destacamos em nossa chamada de capa, é porque reconhece em Sheila Lemos uma liderança importante e inconteste no interior da Bahia. :: LEIA MAIS »

Foram três dias de conversas, diálogos e reencontros com a população e a militância raiz.


Nós ouvimos muito pelas ruas, lemos nos jornais, nos blogs, ouvimos pelo rádio, pela televisão e também nas conversas nos bares, nos restaurantes, enfim, em todos os lugares, que já não se faz mais política como antigamente. Isso no que se refere, principalmente, à questão partidária e ideológica.

As pessoas estão indo quase que mecanicamente, ou pelo menos parte delas, às urnas para escolher os seus representantes, seja para a Presidência da República, o Senado, o Governo do Estado, a Câmara Federal, as Assembleias Legislativas e também as Câmaras de Vereadores.

É triste a gente ouvir, por exemplo, dos dois lados, tanto daqueles que representam o atual governo Lula quanto dos que estão na oposição, hoje identificada principalmente com o campo bolsonarista, com a direita ou a centro-direita, uma frase que tem se tornado muito comum: “É, eu vou votar. Vou votar no menos pior”.

Isso deve machucar profundamente a alma dos ideólogos, daqueles que viram, por exemplo, o seu partido nascer. E, no caso do Partido dos Trabalhadores, nascer nas portas das fábricas, nos sindicatos, dentro dos grêmios estudantis, nas faculdades, nas ruas, acompanhando de perto o pulsar das aspirações do povo.

E, de repente, essas pessoas olham para o partido e percebem mudanças profundas na maneira de fazer política.

Não é mais como antigamente, quando se discutia, se conversava e se avaliava quem assinaria uma ficha partidária. Havia uma relação ideológica muito forte com a sigla, com o programa e com aquilo que se acreditava.

É por isso que, na fotografia que ilustra a capa da nossa manchete, tirada há oito anos, vemos o senador Jaques Wagner, uma liderança inconteste da esquerda baiana, ex-governador da Bahia, ao lado de figuras que ostentam a estrela do PT e que participaram ativamente dessa sigla durante praticamente toda a sua trajetória de vida.

E deve ser duro assistir aos pré-julgamentos feitos em relação ao partido.

Porque nós sabemos. Eu sei e você, que acompanha o nosso blog, também sabe. Existem oportunistas? Existem. Existem adesistas? Claro que existem, mas existe também o militante raiz. :: LEIA MAIS »

alessandro tibo


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