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:: ‘Edvaldo Paulo’

A fita amarela

Edvaldo

Por Edvaldo Paulo de Araújo

Ano 1960, morava em Potenza, Itália. Em nossa cidade, os jovens, ambiciosos, partiam cedo em busca de melhores dias para eles e suas famílias. Há muito, sonhava com essa possibilidade, só não o fazendo por amor a uma ragazza amada, minha primeira namorada e primeiro amore, Nina Chiarelli, além de deixar minha querida e amada mãe. Já não tinha o meu papa, que se fora cedo para o outro lado da vida, deixando-me ainda pequeno, fui criado pela minha mama. Minha madre sempre me apoiava e dizia, “vá, filho mio, não se preocupe comigo, em busca de dias melhores para tu e tua família que virá, sabes que aqui não terás muita chance e dizem que, no Brasil, tem muita fartura e todos que para lá partem se enriquecem”. Tinha alguns patrícios nos Estados Unidos e também no Brasil, sendo este o país que mais me atraía.
A ideia de partir e deixar Nina não me cabia, meu coração não aceitava, meus olhos marejam de lágrimas quando pensava na falta que sentiria dela, mas o assunto muito me atraía. Não procurava falar muito, pois era motivo de nossas brigas e por não querer isso, procurava me silenciar. Quando falava do assunto, procurava embalar junto com nossos sonhos de um dia podermo-nos casar, ter uma bela casa, sermos respeitados em Potenza e ver os “bambinos” crescerem sem as necessidades que nos acometiam. Dizia da minha preferência pelo Brasil, especificamente São Paulo, onde tinha primos, filhos do tio Antônio. E as notícias que chegavam eram que estavam muito bem. :: LEIA MAIS »

Não, não, não, não, não!

Edvaldo
Por Edvaldo Paulo de Araújo

Não sou um homem de “talvez”. Às vezes, fico quieto. Posso ser evasivo. Às vezes, irei adiar ou tentar evitar dizer. Mas, no fim, não irei dizer o que você quer ouvir só porque é o que você deseja.
Mesmo que tenhamos um instinto quase sobrenatural para agradar, mesmo que odeie desapontar as pessoas, sejamos adeptos de dizer “não” quando for “não”. Há momentos em que podemos dizer, “deixe-me pensar sobre isso”, mas quando soubermos que a resposta é “não”, devemos dizer. Sei que isso não é tão fácil ou simples quanto parece. Não esqueçamos que “não” é uma sentença completa e definitiva.
Não gosto de dizer essa palavra e acho que ninguém gosta. Muitas vezes, lutamos para dizê-la de modo cortês. O preço de não dizer “não” agora torna-o ainda maior e mais difícil de dizê-lo depois. Melhor desapontar alguém logo. Não vou impingir o custo disso a outra pessoa; quando digo, sou claro e definitivo. Oferecer esperanças é deixar a porta entreaberta. Se esta é a decisão, por que não fechar a porta?
Fernando Nascimento sempre me dizia que não gostava de emprestar dinheiro a amigos, pois o risco era de perder os dois. Que era melhor ficar com vergonha um minuto, quando se proferia o “não”, do que ficar com ele engasgado por toda a vida por ter dito “sim”.
Tenho dito muitos “nãos” em minha vida. ”Desculpe, mas a resposta é não”. Não devemos desperdiçar os “nãos” quando não o forem (risos). Nas nossas vidas, temos dito muitos “nãos” no momento em que era preciso. Não digo “não” quando não tenho que dizer. Muitas vezes, fui estratégico nas “negativas”.
Sempre, em recrutamento, tenho que apreciar currículos; nunca engano, pois não gosto de dar falsas esperanças. A maioria das pessoas diz: – “depois te ligo”, “vou apreciar com calma”, etc. Não faço isso. Digo sempre de maneira clara e direta, quando é negativa – “Existem pessoas mais preparadas e que tiveram uma melhor performance que a sua. Estude. Melhore. Talvez se saia melhor em uma outra oportunidade”. Outro dia, vi um currículo de que não gostei e, na entrevista, gostei menos ainda. Devolvi o currículo ao rapaz e disse claramente a ele o que pensava, de maneira direta e firme. Ele foi embora. Passaram-se uns dois anos e, num belo dia, esse mesmo rapaz solicitou falar comigo. Chegou bem vestido, usando gravata. Foi logo dizendo – “vim lhe agradecer a lição que o senhor me deu um tempo atrás. Quando saí daqui, saí bastante zangado; minha esposa me pediu calma, como se dissesse que o senhor tinha razão e, hoje, reconheço que tinha. Tomei a atitude de ouvir o seu conselho e hoje me encontro em uma situação privilegiada, graças à sua negativa, graça ao seu ‘não”. :: LEIA MAIS »

Um novo olhar

Edvaldo

Por Edvaldo Paulo de Araújo

Segundo Ramatis, em seu livro o Sublime Peregrino (Editora Conhecimento Editorial,17ªedição de 2006), a vinda de Jesus levou mais de 1.000 anos terrenos em preparação, e que o espírito do Mestre é tão grande, que, comparativamente, fora como pegar o sol e colocar numa garrafa ou em um jarro.
É tão importante a vinda dele, tão grandiosa, que o calendário se separa em duas épocas: antes e depois dele. A missão de Jesus, infinito, grandioso e sublime Mestre, fora indicar os rumos para uma humanidade, antes tão bruta e com um viver tão banal, à procura de um norte verdadeiro. A sua energia era e é grandiosa. Ramatis ressalta que, embora ele tenha vivido numa época em que não havia jornal, TV e rádio, sua palavra tornou-se referência de amor, modelo de vida, da verdade absoluta para humanidade errante. Seus ensinamentos foram registrados por seus discípulos, que conviveram com Ele.
Quando ainda bebê, quem O visitava impressionava-se com tamanha beleza. As pessoas ao seu redor saíam abastecidas de uma energia e felicidade que não sabiam explicar, pela tamanha beleza, a harmonia, luz, divindade e a força daquela criança em um berço tão humilde. Em sua humilde residência em Nazaré, formavam-se filas enormes de pessoas querendo o conhecer, tocar, sentir e estar na sua inigualável presença. Assim o fora durante toda a sua passagem pelo Planeta, até o retorno para a vida espiritual.
Segundo Ramatis, Ele teve dificuldades na escola, pois lá não tinha nada a aprender e, sim, apenas e humildemente ensinar. Há um episódio descrito no Evangelho que, um certo dia, José e Maria O levaram, como era costume entre os judeus, para a apresentação no templo, aos 12 anos. Lá O perderam de vista. Depois de O procurar por todos os lugares, viu um aglomerado de doutores e, entre eles, O encontraram dando-lhes lições sobre a vida e as Escrituras. Ainda muito jovem, já encantava a todos ao discutir com aqueles senhores temas atinentes ao Evangelho. José e Maria ficaram impressionados com seu filho amado. Esse era Jesus quase adolescente. :: LEIA MAIS »

Quando eu for embora

Edvaldo

Por Edvaldo Paulo de Araújo

Quando eu for embora, espero e luto para que seja em paz comigo, com meu espírito e com Deus. Espero que tenha cumprido a minha missão. Que tenha obtido, nesta passagem, o crescimento esperado e que esteja voltando melhor do que quando aqui cheguei. Espero que seja um belo dia de sol. Que os pássaros que alimento em meu jardim cantem e exaltem a alegria da viagem. E que alguém deixe descer uma lágrima doída de despedida.
Quando eu for embora para o outro lado da vida, quero que alguma parte do meu corpo seja doada para servir a uma outra pessoa, meu irmão. Que ele usufrua dessa dádiva da ciência e que saiba quem fui. Saiba que amei, chorei, lutei minhas lutas e fui bastante feliz na minha caminhada. Saiba que tive diversos mestres com os quais muito aprendi, tendo sido o maior deles, a quem amei e amo, minha referência de vida, Jesus.
Quando for embora, vou levar muita saudade. Espero encontrar o apoio dos amigos espíritos de luz, a força da compaixão e o consolo necessário para suportar a saudade dos que amei. Que o vento sopre a sua brisa mais acolhedora, e que o sol, que a todos ilumina, faça com que uma pequenina fagulha dos seus raios penetre por alguma fenda e deixe iluminar a minha face final.
Quando for embora, espero que alguém, em minha homenagem, recite um poema qualquer, contanto que fale da vida, da importância de viver e amar, servir e abençoar, compreender e não julgar. Que saiba apreciar o canto dos pássaros no silêncio da floresta. Que saiba ser amigo sempre, que procure amar a criança e o velho, como se amasse o Mestre sublime Jesus. Que busque, no ser humano, irmandade. E, que a cada dia que nasça, realizando o milagre da criação, sorria e agradeça a Deus por mais um dia, pela oportunidade de estar cumprindo a sua missão. :: LEIA MAIS »

Padrinhos

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Por Edvaldo Paulo de Araújo

O que é serem padrinhos?
O nosso povo, na sua maioria, professa a fé católica, cujo sacramento do batismo alberga uma figura tradicional que é os padrinhos. Um casal, por consideração, aproximação e respeito, convida outro para que batize seu filho e, muitas vezes, sem noção do real significado. Numa época difícil para a religião católica, dominada por filosofias outras de vida, ideologias, nasce a figura dos padrinhos, há muitos séculos, querendo, além dos compromissos dos pais, mais um casal com a responsabilidade de conduzir o rebento nessa fé e ser para a vida, na falta dos genitores, a substituição dos mesmos para a vida.
A Igreja, através do seu Código do Direito Canônico, criou algumas normas para que se escolham os padrinhos do batizando. Obviamente que sejam católicos confirmados e já tenham recebido a Santíssima Eucaristia, e leve uma vida com fé e o conhecimento do que irá desempenhar.
Padrinhos são como pais, como segundos pais, com as devidas obrigações e devem-se manter sempre e para sempre na vida dos afilhados. :: LEIA MAIS »

Eu me lembro

Edvaldo

Por Edvaldo Paulo de Araujo

Menino de nove anos de idade, ano de 1964. O Brasil vivia o momento do golpe militar. Arrumam suas poucas roupas humildes, simples, todas feitas pela mãe, algumas de ultima hora e se prepara para ir estudar na cidade grande. É forte a curiosidade ao novo, os medos, a apreensão de viver na casa alheia. Lembra de uma pequena viagem, que foram tão poucas na sua vida e se recorda da falta que sentiu da sua casa e do que rodeava esta humilde morada. Só em pensar já começa a sentir saudade do seu cavalo, dos animais de estimação, do jogo de futebol no campinho com os amigos no final da tarde.De joelhos numa cadeira olhava pela janela os campos, as florestas,a pequena e tão querida Veredinha. Duvidas e as palavras do seu pai e sua mãe quanto ao futuro, quanto à estrada que ele tinha que percorrer. Não era fácil despedir do afeto dos seus.

Ao longe vislumbra o veiculo caçamba, que o transportaria para a cidade onde iria estudar. As ultimas recomendações da mãe Nede e do pai Chico.A benção e o abraço apertado, complementado com a voz embargada de Da Nede dizendo: “Deus te abençoe e te guarde meu filho”.As lagrimas corria em seu rosto pequeno,nunca tinha vivido um minuto sequer sem a sua família,sem a liberdade da fazenda, sem a sua casa,sem a sua cama companheira de olhares para o teto, sonhando acordado.

A voz do pai chamou atenção pela chegado do caminhão. Da Nede segurou em sua mão e percorreu o caminho até o veículo e mesmo com pouca distancia, foi difícil esse percurso. Subiu na caçamba que logo partiu. Ficou olhando até a imagem da sua mãe ser encoberta pela montanha.A pergunta sem resposta não calava na sua mente, porque tenho que ir?Por quê?Nem a curiosidade de morar num lugar cheio de gente, com novidades, cinema, carros, lojas, não conseguia tirar o pensamento do rosto cheio de lagrimas da sua mãe. :: LEIA MAIS »

Uma vida mais leve

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Por Edvaldo Paulo de Araújo

Diz-se da pessoa que não quer ver o que está bem à sua frente. Nega-se a ver a verdade. Conta-se que, em 1647, em Nimes, na França, na universidade local, o doutor Vicent de Paul D’Argenrt fez o primeiro transplante de córnea em um aldeão de nome Angel. Foi um sucesso da medicina da época, menos para Angel, que assim que passou a enxergar ficou horrorizado com o mundo que via. Disse que o mundo que ele imaginava era muito melhor. Pediu ao cirurgião que arrancasse seus olhos. O caso foi acabar no tribunal de Paris e no Vaticano. Angel ganhou a causa e entrou para a história como o cego que não quis ver.
A vinda de Jesus foi um dos maiores acontecimentos da historia humana, justamente para fazer as pessoas enxergarem a grande verdade: não somos da Terra, estamos de passagem pura e simplesmente. É importante que cresçamos em bondade, compreensão, visão de mundo e o espírito da compaixão em prol dos irmãos. O tempo de cada um aqui é imprevisível e, a qualquer hora, a qualquer momento estamos partindo, muitas vezes abruptamente.
Apegamo-nos a coisas e planos que nos escravizam, rouba a nossa saúde e nossa felicidade. Criamos um círculo vicioso de consumo que não nos permite enxergar a grande verdade, não precisamos de tanto! Não precisamos de uma mala tão grande, tão cheia de quinquilharias e tão difícil de carregar.
Que bom que posso enxergar!
Quero uma vida mais leve, mais sentida, mais curtida e mais simples pra mim. Tirei quase tudo de minha mala, a ponto de caber em uma mochila de simples condução. :: LEIA MAIS »

Preocupação

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Por Edvaldo Paulo de Araújo

Ao longo dos dias, podemos verificar e, com certeza, estamos sempre usando esse substantivo, sem a devida análise do que significa esta palavra tão cotidiana: preocupar. Pré-ocupar-se é ocupar-se previamente com o que ainda não aconteceu e pode vir a não acontecer. Em geral, preocupamo-nos porque ansiamos evitar o desagradável ou alcançar o agradável. O nosso ego é uma parcela a que cada um de nós se apega, deseja, detesta, odeia, briga e teme. Tudo isso nos estressa e nos desgasta. Ao nos preocuparmos, estamos antecipando ou vivenciando uma situação antes do devido tempo, que geralmente nos faz despender energia sem a menor necessidade. Das muitas causas de doenças e envelhecimento precoce, esse é um dos fatores. Nossa mente é muito ansiosa e sente necessidade de nos dominar, por isso vivemos esse estado de busca por fatores futuros do que nos agrada, nos desconforta ou ameaça, mesmo não estando presentes. É preciso ter ações inteligentes e não se desgastar com acontecimentos simplesmente mentais.

“Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal. ”
Mt. 6:34
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As Sirenes

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Por Edvaldo Paulo de Araújo

Num domingo de Junho, estava sentado na Avenida Paulista em São Paulo capital, apreciando a movimentação, quando de repente uma sirene soava cada vez mais alta à medida que se aproximava do lugar em que estava, chamando atenção de todos. O transito consciente abria e ela passava incólume seguindo o seu roteiro de urgência.Era uma viatura do corpo de bombeiros na sua importante labuta diária e correndo para socorrer algo ou alguém.

Ao passar, fiquei pensando naquela sirene que chamou a atenção de todos, quebrando a harmonia da bela avenida naquela manhã fria de domingo onde um tímido sol no céu da bela São Paulo tentava chegar. Na minha condição de pensador passei a meditar e me perguntar quantas sirenes são apitadas em nossas vidas e para escutar há a fremente necessidade do seu aumento a cada dia e mesmo assim,muitas vezes não a escutamos devido a tanto barulho e prioridades as vezes supérfluas.

Sentada perto de mim e mesmo não querendo, estava escutando a conversa de uma senhora em torno do sofrimento que o seu filho estava lhe causando. Afirmava ela do envolvimento com drogas a que o pobre rapaz estava se entregando.Fiz uma analogia entre a sirene que passava e o sofrimento daquela senhora.Quantas vezes dentro de sua casa, as amostras e sinais aconteceram e como uma sirene foi alarmada, sua família não prestou atenção a tempo, para que pudesse corrigir os rumos do que estava acontecendo ao seu filho. Nesses casos, não acontece de um dia pra outro, vem lentamente e na maioria das vezes adiamos as atitudes ou então priorizamos outros acontecimentos e depois choramos eternamente por não ter escutado as sirenes dos alarmes. :: LEIA MAIS »

Até porque.

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Por Edvaldo Paulo de Araújo

No aeroporto, o serviço de chamada anunciava o meu vôo.Apreensivo e acomodado com o dia-a-dia, que estabeleceu um certo comodismo em mim,precisava entrar naquele avião e fazer a minha viagem, até porque a vida tem que ser de movimentos,deslocamentos quaisquer e a busca eterna pelo conhecimento.
No seu texto “ai que preguiça” o Dr.Drauzio Varela, diz que o corpo humano é feito para se movimentar:

“O corpo humano é uma máquina desenhada para o movimento”.

É dotado de dobradiças, músculos que formam alavancas capazes de deslocar o esqueleto em qualquer direção, ossos resistentes, ligamentos elásticos que amortecem choques, e sistemas de alta complexidade para mobilizar energia, consumir oxigênio e manter a temperatura interna constante.

Em seis milhões de anos, a seleção natural se encarregou de eliminar os portadores de características genéticas que dificultavam a movimentação necessária para ir atrás de alimentos, construir abrigos e fugir de predadores”.

Acordamos pela manhã e a vontade de ficar na cama é imensa. No aconchego dos cobertores, muitas vezes pensamos sempre em ficar mais um pouquinho, mas as atividades diárias nos chamam, até porque não é nada bom ficar deitado o dia inteiro quando se tem uma vida cheia de energia, cheia de oferecimentos bonitos para viver. :: LEIA MAIS »

alessandro tibo


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