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blog do marcelo

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:: ‘Destaques’

José Maria Caires alerta: concessão da Rio-Bahia poderá sair sem viadutos. É preciso a sociedade reagir enquanto é tempo.


Vitória da Conquista já não suporta mais ouvir falar na concessão para duplicação da Rio-Bahia, a nossa BR-116. O sentimento que toma conta da população é de indignação e cansaço. O descaso com o nosso município e com toda a região Sudoeste já ultrapassou os limites do aceitável. É impressionante como um tema de tamanha importância avança sem a devida mobilização institucional e, pior, sob um silêncio quase sepulcral.

As representações políticas da cidade precisam reagir. Deputados estaduais, deputados federais, senadores, o Governo do Estado e, principalmente, o Governo Federal devem assumir o protagonismo dessa cobrança. A Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista também precisa se posicionar com firmeza, de forma veemente, exigindo providências urgentes. Estamos falando de uma cidade com porte de metrópole regional, que cresce, que atrai investimentos, que gera riqueza e que não pode ser tratada com descaso.

É lamentável constatar que, a cada notícia que surge, cresce o temor de que a concessão avance sem contemplar obras essenciais, especialmente os viadutos no perímetro urbano. A BR-116 é uma das principais rodovias do país, responsável pelo transporte de cargas que movimentam a economia nacional. Portanto, é obrigação da União garantir investimentos compatíveis com a importância estratégica dessa via.

Se a duplicação total ainda demandará tempo, décadas talvez, não se pode admitir que Vitória da Conquista fique novamente prejudicada, correndo o risco de repetir experiências negativas como a que vivemos com a Via Bahia. O mínimo necessário é assegurar a construção dos viadutos, fundamentais para a mobilidade urbana e, sobretudo, para preservar vidas.

Alguns questionam se o município poderia assumir parte dessas obras. Poder até poderia, mas não seria justo nem razoável retirar recursos do orçamento municipal, que já possui inúmeras demandas sociais, para executar uma obrigação que é claramente federal. O exemplo de Feira de Santana mostra que a mobilização política e institucional pode gerar resultados. Portanto, é preciso união e pressão legítima.

O alerta feito por José Maria Caires, do Movimento Duplica Sudoeste, é oportuno e necessário. Ainda há tempo de reagir, de mobilizar a sociedade, antes que as decisões sejam consolidadas pelo Ministério dos Transportes e que percamos a oportunidade de garantir intervenções fundamentais para a segurança da população. :: LEIA MAIS »

Sheila admite que, se houver consenso, poderá ser vice de ACM Neto: “Se for pra livrar a Bahia do PT, eu aceito o desafio”, disse a prefeita de Vitória da Conquista.


Assim que a prefeita Sheila Lemos assumiu o seu segundo mandato, tive a oportunidade de visitá-la em seu gabinete. Naquela ocasião, ela ainda atendia na Zona Oeste, no Centro Cultural Glauber Rocha. Fui recebido inicialmente pela chefe de gabinete, a nossa querida amiga Lu Macário, com quem conversei por um bom tempo. Em seguida, fui convidado a entrar para falar com a prefeita.

Cumprimentei Sheila, desejei boa sorte e aproveitei o momento para fazer uma pergunta direta: Prefeita, qual será o seu destino político a partir de agora? A senhora pretende disputar algum cargo, como deputada, por exemplo? A resposta veio imediata e segura: Não. Eu ficarei no cargo até o final do mandato.

Insisti um pouco mais e perguntei se ela não temia que, distante de outras disputas eleitorais, pudesse perder espaço político no futuro, já que vivia um momento de forte aprovação popular. Mais uma vez, ela foi categórica: Ficarei à frente da Prefeitura até 2027. :: LEIA MAIS »

Festival Suíça Baiana já tem inscrições de vários países. É mais um grande evento realizado pela prefeitura, que movimenta a economia e dá visibilidade ao município.


Cada vez mais, Vitória da Conquista se firma como uma cidade que manifesta, de forma clara, a sua vocação musical e cultural. Basta observar a quantidade de eventos de entretenimento, festivais e manifestações artísticas que são realizados em nosso município ao longo do ano.

Temos o Festival de Inverno Bahia, que já ultrapassou fronteiras e colocou a cidade definitivamente no mapa dos grandes eventos nacionais. Temos o Arraiá da Conquista, que movimenta a economia e resgata tradições nordestinas. Temos também a Miconquista, os eventos carnavalescos de bairros, como o São João da Patagônia, além de tantas outras iniciativas culturais que mostram a efervescência da nossa terra.

Em outras vertentes, há eventos que já fazem parte do calendário consolidado da cidade, como a Festa de Nossa Senhora das Vitórias, o Celebra Conquista, do segmento evangélico, e a Semana Espírita, realizada no Centro de Convenções Divaldo Franco. Tudo isso demonstra que Vitória da Conquista é plural, diversa e culturalmente ativa.

E dentro desse cenário cresce, de forma consistente, o Festival Suíça Baiana, que já se firma como um dos mais importantes eventos voltados à música autoral e à diversidade artística. O festival reúne artistas locais, regionais e, agora, também internacionais. Para a edição que acontecerá nos dias 17 e 18 de outubro, já são quase trezentas inscrições confirmadas, incluindo participantes de várias partes do mundo, como África do Sul e países da Europa.

Isso é motivo de orgulho. Mostra que o evento ultrapassou as fronteiras regionais e passou a despertar interesse internacional. A música, afinal, precisa ser diversa, e a arte, sobretudo, precisa dialogar com diferentes culturas.

Outro ponto que merece destaque é o caráter social e inclusivo do festival. Segundo a organização, o edital prevê ações que tragam benefícios à sociedade e ao meio ambiente, além de estabelecer uma exigência considerada extremamente relevante: a presença feminina nas atrações. Pelo menos uma mulher deve compor cada projeto inscrito, o que fortalece a representatividade e promove equidade no cenário musical.

Parabéns à Prefeitura de Vitória da Conquista, parabéns à organização do Suíça Baiana. O festival se consolidou como um evento alternativo, democrático e em crescimento constante. E há um detalhe que torna tudo ainda mais especial: a entrada é gratuita, permitindo que toda a população tenha acesso à cultura de qualidade. :: LEIA MAIS »

Ivete ganha o título de melhor música em votação promovida pelo Bahia Folia! Tony Salles ficou em segundo lugar e O Kanalha em terceiro.


O Carnaval de Salvador é, definitivamente, o maior carnaval do país. Não temos dúvida disso. São os números que comprovam, é a grandiosidade da festa, é a forma como ela se organiza e a dimensão que alcança dentro e fora do Brasil. Observem que, nas principais capitais brasileiras, a festa acontece com força, movimentando a economia local, gerando trabalho temporário, renda e empregos diretos e indiretos.

Queiramos ou não, o Carnaval é um momento de rara participação popular. Pode-se discutir se ele ou o São João é a maior festa do país. No Nordeste, muitos defendem o São João, mas no Brasil como um todo, não há contestação: o Carnaval ocupa esse lugar. E é importante lembrar que o Carnaval da Bahia está presente em todos os estados brasileiros.

Os trios elétricos, uma das maiores invenções do mundo musical e artístico, nasceram na Bahia. Dois gênios, Dodô e Osmar, já nos deixaram, mas eternizaram a guitarra baiana e esse caminhão sonoro que leva alegria por todos os cantos, transformando ruas e avenidas em verdadeiros palcos a céu aberto.

E não é exagero dizer que essa influência ultrapassou fronteiras. Países como Itália, Espanha, Estados Unidos e tantos outros já experimentaram não apenas a música baiana, mas também a presença do trio elétrico como formato de espetáculo. Isso demonstra a força do axé, da criatividade e da ousadia dos empresários e artistas baianos. Invadimos praças e avenidas do Brasil inteiro, inclusive das capitais mais conservadoras, e o trio elétrico está lá, firme, presente, mais vivo do que nunca. :: LEIA MAIS »

Governador Jerônimo Rodrigues investiu em 152 municípios baianos para realização do Carnaval. Sem contar a capital do Estado, claro!


Em entrevistas concedidas pelo governador Jerônimo Rodrigues, pelo vice-governador Geraldo Júnior e também pelo secretário de Cultura do Estado, Maurício Bacelar, foi informado que o Governo da Bahia investiu recursos para a realização do Carnaval 2026 em 152 municípios baianos, além, evidentemente, da capital Salvador.

Essa decisão parte de um princípio e de um entendimento coletivo dentro do governo de que a festa não significa apenas diversão, lazer ou entretenimento para a população. Existe também a projeção cultural, sobretudo da música baiana, que volta a ganhar protagonismo depois de um longo período em que, de forma silenciosa, assistiu outros ritmos dominarem o cenário nacional e até mesmo ocuparem espaço dentro do próprio território baiano.

Mas o que queremos ressaltar, verdadeiramente, é a postura do governo em compreender, sem qualquer preconceito, que a realização de festas populares vai muito além da celebração, dos encontros, reencontros e da alegria coletiva. Trata-se também de um momento em que as cidades vivem uma verdadeira ebulição econômica, com geração de emprego, renda, trabalhos temporários e oportunidades para milhares de pessoas. A economia local recebe uma injeção de ânimo, um combustível necessário, e a população reconhece isso, independentemente de posicionamentos partidários.

Pode até haver divergências políticas, mas o reconhecimento existe. Basta observar o que aconteceu recentemente em cidades como Itabuna, Brumado, Caetité e tantas outras do interior baiano. A força da música e do entretenimento movimenta a sociedade, especialmente o grande povo, que também precisa de momentos de diversão, porque a vida não é feita apenas de trabalho. :: LEIA MAIS »

Waldenor destina 500 mil reais para o Carnaval de Brumado e participa da festa ao lado do governador Jerônimo


O deputado federal Waldenor Pereira, talvez poucos saibam, é um carnavalesco das antigas. Foi fundador do bloco Broquetes, nos tradicionais carnavais realizados em Vitória da Conquista, que saíam do Clube Social e seguiam até a Praça da Igreja Batista, hoje conhecida como Praça do Índio.

Ao lado dele, existiam outros blocos marcantes, como o Tengo Tengo, dirigido por Hidelbrando Oliveira; o Brocão, de Carlos Alberto Oliveira, o Tatal, um dos irmãos investidores do Shopping Boulevard; o Bló Café, de Edvaldo Ferreira, e tantos outros que animavam os carnavais dos anos 70 na cidade.

O deputado nos enviou uma matéria informando que destinou 500 mil reais, por meio do seu mandato, para o Carnaval de Brumado, realizado no último final de semana. A festa, mais um carnaval fora de época, retorna com força, seguindo o movimento observado em diversas cidades do entorno de Vitória da Conquista, do norte de Minas Gerais e de várias regiões do país, impulsionado pela retomada do axé. :: LEIA MAIS »

Bell Marques, o rei da avenida. Muitos afirmam que ele não pode parar, senão o Carnaval acaba. O melhor é aproveitar antes que ele pense nisso


O Carnaval de Salvador é, como todos afirmam, a maior festa aberta do planeta Terra. E a folia baiana apresenta, a cada ano, uma novidade. É um povo criativo, é uma pipoca efervescente, são camarotes suntuosos, bandas que surgem, rádios e canais de televisão que se renovam, apresentando, em seus estúdios ao longo dos circuitos, grandes comunicadores com belas produções. Portanto, é uma festa altamente profissional.

A segurança é algo impressionante. É muita gente envolvida: Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Guarda Municipal. Enfim, é uma festa grandiosa e que, apesar de toda essa magnitude, transcorre, na maioria das vezes, em clima de paz, guardadas as devidas proporções. São milhões de pessoas espalhadas ao longo dos circuitos, vivendo a alegria que só o Carnaval da Bahia proporciona.

Mas uma coisa é certa: existe um artista que, a cada ano que passa, parece estar começando a carreira. O seu profissionalismo, a preparação que antecede a folia, a entrega pessoal e a energia com que sobe no trio elétrico fazem parecer que ele é um estreante, mesmo após décadas de sucesso. Estamos falando de Bell Marques. :: LEIA MAIS »

Ivete Sangalo é surreal. A cantora reina de forma absoluta no Carnaval da Bahia e se supera a cada ano


Ivete Sangalo é uma artista que, a cada ano que passa, consegue se apresentar ainda melhor no Carnaval da Bahia. É indiscutível que ela reina de forma absoluta no universo feminino da axé music e permanece como uma das principais atrações da festa, em cima do trio elétrico, arrastando multidões.

Ela e Bell Marques, não obstante a grandiosidade de tantos outros artistas, formam uma dupla praticamente imbatível quando o assunto é Carnaval baiano. Ivete é incrível. O público já sabe que ela sempre virá com uma música forte, contagiante, pronta para ser cantada em coro pelos foliões. Ela se renova constantemente. A energia, o carisma, a potência vocal e a forma segura com que se posiciona revelam uma mulher decidida, consciente do seu papel e que utiliza sua voz também para defender respeito, pluralidade e valorização das mulheres.

É uma artista que fala quando necessário, sem exageros, sem superficialidades. Ao mesmo tempo, mantém o seu lado brincalhão, espontâneo, que é uma de suas marcas registradas. A presença de espírito de Ivete é reconhecida por todos. O que ela diz diverte, emociona e repercute naturalmente. E, claro, existem opiniões divergentes, como é saudável em qualquer sociedade democrática. São justamente os questionamentos que permitem que as diferenças convivam e avancem com respeito. :: LEIA MAIS »

Vendedores ambulantes são parte integrante das festas populares. É a oportunidade de ganhar dinheiro. “O que se ganha em um grande evento é renda para seis meses”, afirma um profissional da área.


Meus amigos, minhas amigas, as festas populares movimentam uma verdadeira cadeia econômica em qualquer município. Imaginem vocês a movimentação durante o Carnaval de Salvador, com seis dias de festas oficiais. Mas é bom lembrar que tudo isso começa bem antes, ainda no mês de novembro, com os ensaios, eventos preparatórios e toda a engrenagem que antecede a folia.

Definitivamente, Salvador depende muito do turismo. E, se não fosse o turismo, como seria para a administração municipal cumprir suas obrigações e atender às inúmeras demandas da cidade? É preciso olhar com atenção para quem faz parte dessa corrente econômica, quem ganha dinheiro com ela e quem realmente depende dessas festas, como o Carnaval, o São João e tantos outros eventos realizados em nosso estado.

Observem os vendedores ambulantes nos circuitos da festa momesca em Salvador. É muita gente. São famílias inteiras que se deslocam para trabalhar. Vivemos em um país desigual, onde a riqueza ainda está concentrada nas mãos de poucos, e uma parcela significativa da população depende diretamente desse tipo de oportunidade para sobreviver. :: LEIA MAIS »

Prefeitura suspendeu taxa de cobrança da Zona Azul. Medida não tem prazo para retornar.


Os conquistenses receberam uma notícia que certamente vai agradar a muitos. Pagar impostos, pagar taxas, enfim, os compromissos das famílias brasileiras já são enormes. Tudo é taxação, tudo que se compra já vem com imposto embutido. A reação do brasileiro, normalmente, é imediata, mas com o tempo acaba diluindo, esquecendo e normalizando situações que inicialmente geram insatisfação.

Vitória da Conquista viveu dias de grande desconforto em relação à cobrança da Zona Azul. Sabemos que a prefeitura ficou pressionada, buscando uma resposta objetiva para a população. Felizmente, a prefeita, como boa ouvinte, se debruçou sobre o problema, sentou com seus secretários, reuniu o setor jurídico e chegou à conclusão de que seria necessário fazer um reparo na medida que havia sido adotada e que estava trazendo desgaste significativo para a administração.

Agora, a cidade já tem conhecimento de que a prefeitura, por meio de decisão sem prazo determinado para retorno, suspendeu por tempo indeterminado a cobrança da taxa da Zona Azul. Sem dúvida, é uma notícia positiva e demonstra a sensibilidade da gestão quando percebe que algo não está funcionando como deveria e que pode gerar prejuízos tanto para o contribuinte quanto para a própria administração pública.

É importante fazer a leitura da matéria que nos foi encaminhada pela Secom. Reiteramos que é um gesto de maturidade administrativa quando o agente político reconhece um equívoco, revê a decisão e aguarda o momento adequado para promover uma solução definitiva.

O mais importante, neste momento, é que a cobrança da Zona Azul está suspensa e não será paga conforme vinha sendo praticado. :: LEIA MAIS »

alessandro tibo


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