:: ‘Esportes’
Não deu para o Fluminense. Houve até pênalti marcado, mas o árbitro voltou atrás. O Chelsea jogou com tranquilidade e poderia ter feito mais.

O torcedor tricolor acreditava. Havia a esperança de que o Fluminense pudesse surpreender e garantir uma vaga na final do Mundial de Clubes. O início do jogo deu razão ao otimismo: o time carioca pressionou, marcou bem a saída de bola do Chelsea e chegou a criar chances que acenderam a expectativa de um gol.
Mas do outro lado estava João Pedro, revelado pelo próprio Fluminense e agora brilhando com a camisa do Chelsea. Ele foi o nome do jogo, marcando os dois gols da vitória inglesa. O primeiro veio ainda no primeiro tempo, após jogada rápida e bem construída.
O Fluminense teve seu melhor momento quando foi marcada uma penalidade a seu favor — o que poderia mudar a história da partida. No entanto, após consulta ao VAR, o árbitro voltou atrás e anulou a marcação, esfriando a reação tricolor. :: LEIA MAIS »
Tarde de domingo sem Mundial: saudade da bola rolando! Ainda bem que terça-feira é logo ali…

Domingo de futebol? Ontem não. A ausência dos jogos do Mundial de Clubes deixou um vazio em nossas casas. Para quem, como eu, já incorporou esse campeonato à rotina dos últimos dias, foi uma tarde um tanto quanto melancólica — sem a adrenalina, a expectativa e os golaços que têm marcado essa edição histórica da competição.
A primeira edição do Mundial no novo formato caiu no gosto do torcedor. É praticamente uma Copa do Mundo de Clubes — com 32 equipes, disputas acirradas e clima de decisão a cada jogo. Aqui no Brasil, acostumados ao futebol vibrante, abraçamos o torneio com entusiasmo. Ontem, confesso, fiquei ali em frente à televisão, esperando quase por hábito… mas o domingo passou sem bola rolando. Felizmente, terça-feira está logo ali, e com ela vêm as semifinais.
A grande esperança do Brasil agora é o Fluminense, o único representante nacional ainda vivo na disputa. E não dá para negar: o Tricolor das Laranjeiras vem surpreendendo — talvez até mais do que os próprios torcedores imaginavam. É claro que os mais fanáticos já entraram no Mundial acreditando que o Fluzão poderia ser campeão do mundo. E por que não? O time chegou longe, joga bem, tem personalidade e encara qualquer adversário de igual para igual. :: LEIA MAIS »
Fluminense é o Brasil na Copa dos Campeões! Que vitória espetacular do Fluzão! Agora é esperar o Palmeiras logo mais!

Uma das minhas maiores paixões – se não a maior depois da minha família – é o futebol. Nada me encanta mais. Nem mesmo a música, que tanto me emociona, que me deu régua e compasso e que me permite produzir grandes eventos por toda a Bahia, toca minha alma como o futebol toca.
O futebol é diferente. É mágico. É visceral. É sentimento puro.
Confesso: eu temia o momento em que o corpo não mais obedecesse aos comandos da mente. Pensei que, ao parar de jogar, a vida perderia o brilho. Mas não. Descobri que a arquibancada é um lugar sagrado. Que ali, mesmo fora das quatro linhas, a emoção continua pulsando. O tempo passa, você deixa de ser jogador, passa a ser dirigente, torcedor, comentarista de sofá — e segue reverenciando o jogo com a mesma intensidade.
Hoje, sentei em frente à TV e vivi mais uma dessas emoções indescritíveis. O Fluminense — que não é o meu time de coração, mas que representa o meu Brasil — venceu, convenceu e emocionou. Que partida espetacular! 2 a 1. De arrepiar. :: LEIA MAIS »
Prefeita Sheila entrega quadra do Estádio Edvaldo Flores parcialmente revitalizada — um importante espaço para afastar os jovens do ócio

Na manhã de ontem, 1º de julho, a prefeita Sheila Lemos, acompanhada do vice-prefeito Dr. Alan, do secretário municipal de Esportes, Francisco Estrella (o popular Chico), e de outras autoridades, entregou à população a quadra do Estádio Edvaldo Flores, parcialmente revitalizada. O espaço volta a ser um ponto de encontro para a prática esportiva, especialmente para a juventude, contribuindo para manter os jovens longe do ócio e da inércia, promovendo saúde, bem-estar e cidadania.
Em conversa recente com o secretário Chico, ele compartilhou sua alegria com as melhorias também no Ginásio de Esportes Raul Ferraz, que há anos estava interditado por questões de segurança. Agora, após vistoria e liberação do Corpo de Bombeiros, o ginásio está pronto para voltar a receber atividades esportivas. Uma grande notícia para todos os amantes do esporte em Vitória da Conquista, que há tanto tempo aguardavam esse retorno. :: LEIA MAIS »
Fluminense, um GIGANTE! Venceu. Mereceu. Convenceu. Não deixou dúvidas: a vitória foi absolutamente tricolor.

Meus amigos, acabou há poucos instantes o jogo entre o Fluminense e o Inter, e o que assistimos foi uma partida de altíssimo nível. Mas o que mais nos alegra — e emociona — não é apenas a vitória em si. É o modo como ela aconteceu. O Fluminense não só venceu, como venceu com autoridade. Ganhou jogando bem, mostrando domínio e segurança. Uma vitória sem contestações, sem “poréns”, sem “e se”.
Quando um time vence assim, com justiça e com futebol bem jogado, a satisfação é ainda maior. Isso traz confiança para a sequência da competição e nos permite sonhar com mais. Sonhar alto, e com razão. Hoje, o Tricolor das Laranjeiras foi soberano. Entrou em campo com personalidade, jogando com raça, técnica e inteligência.
E olha que o adversário era forte. Mas o Fluminense mostrou que estava pronto. Mostrou que queria mais. :: LEIA MAIS »
O Flamengo perdeu. E perdeu para ele mesmo — com a colaboração, claro, do Bayern de Munique. O placar foi justo, mas o torcedor sabe que poderia ter sido melhor.

O resultado do jogo entre Flamengo e Bayern de Munique foi, sim, justo. A equipe alemã apresentou um desempenho superior, mais consistente e soube aproveitar os erros do adversário. Nos primeiros oito minutos, confesso: temi pelo pior. Mesmo não sendo torcedor do Flamengo, como já declarei aqui no blog e também no programa Agito Geral, na rádio, não vejo motivo para torcer contra qualquer time brasileiro em competições internacionais.
E ali, no começo, parecia que o Bayern atropelaria. Mas o Flamengo reagiu. Entrou no jogo e mostrou que estava vivo. O problema é que, contra times como o Bayern, você não pode errar — e o Flamengo errou. E não foi um erro qualquer: foi uma falha gritante, infantil, inadmissível para um time de alto nível. O Bayern, como manda o figurino alemão, aproveitou e fez o terceiro: 3 a 1.
Apesar de o domínio alemão não ser absoluto em termos de volume ofensivo, a posse de bola foi amplamente favorável a eles. Mas posse, como sabemos, não ganha jogo. O que ganha jogo é capricho — coisa que faltou ao Flamengo em momentos cruciais. Essa mania, cada vez mais comum, de sair tocando desde o goleiro, em passes curtos na defesa, é de matar o coração. E foi nessa teimosia que veio mais um erro e o Bayern agradeceu. :: LEIA MAIS »
Hoje é o Brasil em campo… ou nós, vascaínos, vamos nos reservar ao direito de “secar”? O problema é segurar a onda de certos torcedores.

Meus amigos, minhas amigas, desde o início do Campeonato Mundial de Clubes, tenho acompanhado tudo de perto, sentado em frente à televisão, torcendo com boa vontade. E digo mais: torci pelas quatro equipes brasileiras.
Infelizmente, o Botafogo já deixou a competição, mas saiu de cabeça erguida e tenho certeza de que será bem recebido pela sua torcida, lá em General Severiano, sede do Glorioso. Torci por eles, torci pelo Fluminense, torci pelo Flamengo e torci pelo Palmeiras. Enfim, torci pelo Brasil. Porque, para mim, quando um time brasileiro entra em campo contra clubes do exterior, é o Brasil que está jogando.
É claro que respeito quem prefere torcer só pelo seu time, independentemente da situação. Isso faz parte da paixão do futebol. Mas penso diferente: torcer por nossos clubes no exterior é torcer pelo futebol brasileiro, que precisa, mais do que nunca, de união e força para reconquistar o protagonismo mundial. Afinal, somos a única seleção que disputou todas as Copas do Mundo e ainda somos os maiores campeões do torneio.
Pois bem, hoje estou aqui, em frente à TV, contando os minutos para o jogo. A expectativa é grande, e sim, estarei torcendo pelo Flamengo — com convicção. Agora, confesso que sexta-feira conversei com um grande amigo meu, também vascaíno, o Eraldo Gusmão, e perguntei: “E aí, vai torcer pro Flamengo?” A resposta foi seca: “De jeito nenhum!” :: LEIA MAIS »
Palmeiras e Botafogo fazem jogo equilibrado, e o Verdão vence nos detalhes: 1 x 0 foi o resultado final.

O que muita gente não esperava é que as equipes brasileiras — talvez com exceção do Flamengo — pudessem se destacar tanto na Copa Mundial de Clubes. Muitos tentavam desmerecer o futebol nacional, mesmo com quatro grandes representantes: Flamengo, Palmeiras, Fluminense e Botafogo. Mas essas equipes mostraram que estão jogando de igual para igual com os melhores do mundo.
Hoje, assistimos a um verdadeiro jogaço entre Palmeiras e Botafogo. O resultado foi decidido nos detalhes. Houve lances incríveis que poderiam facilmente ter levado o Botafogo ao empate e, quem sabe, aos pênaltis. Os jogadores estavam exaustos — 90 minutos de jogo, mais a prorrogação —, mas deram tudo em campo.
O jogo foi disputado de forma leal, com algumas jogadas mais firmes, como se espera em um confronto desse nível, mas nada que comprometesse a beleza do futebol apresentado. Um dos grandes destaques foi um jovem de apenas 19 anos, que estava no banco. O técnico, corajoso, decidiu colocá-lo em campo. E o garoto, mais corajoso ainda, fez uma jogada individual brilhante.
Ele acreditou, partiu para cima, cortou para dentro e, com um toque preciso, venceu o goleiro do Botafogo. Um gol que certamente ficará marcado em sua memória por muito tempo. Pela juventude e talento, ainda terá muitas oportunidades para brilhar, mas esse gol, em um jogo tão importante, já o consagra. :: LEIA MAIS »
Palmeiras conseguiu empate com gosto de vitória. Agora teremos uma oitava de final brasileira: Verdão encara o Botafogo. “E agora, José”?

Em matéria anterior, postada em nosso blog, eu lancei uma pergunta aos nossos queridos leitores — especialmente aos especialistas em estatísticas e nos cruzamentos das tabelas das competições esportivas — sobre a possibilidade de termos duas equipes brasileiras na final desta nobre competição, o Mundial de Clubes. Pois bem, uma certeza já temos: Palmeiras e Botafogo se encontrarão nas oitavas de final. Isso é um fato consumado, resultado direto do empate heroico do Palmeiras, que arrancou o resultado contra o poderoso Inter de Miami.
O Verdão perdia por 2 a 0 até os 78 minutos do segundo tempo. E foi aí que a equipe demonstrou sua garra e determinação, conseguindo, em apenas 12 minutos, buscar um empate quase inacreditável. A emoção tomou conta dos torcedores — e tenho certeza que muitos, por mais preparados que estivessem para grandes emoções, se viram à beira de um susto diante da intensidade daquele final de jogo. O Palmeiras não só empatou, como quase virou a partida.
Esse desempenho do Verdão reforça o que já está claro para todos: as quatro equipes brasileiras no torneio já não são mais vistas como surpresas. São, de fato, representantes do futebol nacional que conquistaram a confiança dos torcedores de todo o país. Em campo, elas demonstram a força do nosso futebol e resgatam o orgulho do torcedor brasileiro. :: LEIA MAIS »
Futebol brasileiro vence mais uma: agora foi a vez do Fluzão, e de virada. Imaginem duas equipes do Brasil na final… isso é possível? Uma já seria de bom tamanho, convenhamos.

Está dando gosto assistir às equipes brasileiras no Campeonato Mundial de Clubes. Desde a estreia do Palmeiras, estamos vivendo momentos memoráveis, que renovam nossa fé no futebol nacional e nos fazem acreditar que podemos, sim, voltar ao protagonismo que sempre nos pertenceu. Afinal, o Brasil é o maior campeão de Copas do Mundo e o único país a ter participado de todas as edições do torneio.
Voltando ao Mundial de Clubes, o que estamos vendo é um verdadeiro show de bola das equipes brasileiras. Chegamos ao torneio com algum ceticismo, muitos torcedores apaixonados pelo futebol europeu logo apostavam suas fichas em times como Liverpool, Porto, PSG, entre outros gigantes do Velho Continente, esquecendo-se de que o Brasil também tem clubes grandiosos.
Hoje podemos afirmar, sem medo: Palmeiras, Botafogo, Flamengo e Fluminense estão à altura dos maiores clubes do mundo. Nossos times evoluíram, se modernizaram. É verdade que passamos por momentos difíceis, com desorganização interna e até mesmo jogadores mais preocupados com a fama e o dinheiro do que com o compromisso com a camisa. Mas parece que algo mudou. Agora vemos um futebol mais aplicado, consciente e, acima de tudo, vencedor. :: LEIA MAIS »














