Inglaterra e França realizaram um festival de gols na disputa pelo terceiro lugar: 6 a 4 para os ingleses

Amigos, eu confesso que acreditava que a França venceria a Inglaterra até com certa facilidade. A equipe vinha apresentando um futebol que nos levava a acreditar nisso. É verdade que esta Copa do Mundo nos ofereceu várias surpresas, mas, diante do que tínhamos visto até então, imaginávamos que a lógica prevaleceria.
Afinal de contas, a França é uma equipe que vem jogando junta, possui pelo menos quatro jogadores extraordinários e apresenta um comportamento muito coletivo dentro de campo. É claro que conta com Mbappé, que é uma espécie de Messi para os franceses, assim como Cristiano Ronaldo é para Portugal.
Os companheiros jogam em função desses grandes jogadores, mas a Inglaterra entrou em campo de forma arrasadora. Logo aos três minutos, já vencia por 1 a 0. A expectativa era de que a França se recuperasse do susto, partisse em busca do empate e, naturalmente, tentasse a virada.
Nada disso aconteceu. Muito pelo contrário: vieram o segundo, o terceiro e o quarto gol da Inglaterra.
Cheguei a dizer a um amigo com quem conversava pelo celular: “Olha, o segundo tempo vai ser oito!”. Ledo engano.
A França, no vestiário, certamente deve ter conversado muito. A equipe parecia completamente dominada, como se estivesse jogando um baba, tamanha era a superioridade inglesa. Chegou a dar a impressão de que os franceses estavam desanimados.
Mas veio o segundo tempo e a França voltou arrasadora. Fez 4 a 2. Depois, 4 a 3. E o restante vocês assistiram e sabem como aconteceu. No final, 6 a 4 para a Inglaterra.
Fez-se justiça pelo futebol apresentado pela equipe inglesa, especialmente durante o primeiro tempo. No contexto geral da partida, sem dúvida alguma, a Inglaterra foi merecedora da vitória.
Foi mais um jogaço de bola. Eu diria, inclusive, que foi uma das melhores partidas de toda a Copa do Mundo.
Agora é esperar para, logo mais, assistirmos a Argentina e Espanha. E eu já antecipo: como sempre fiz, vou torcer contra a Argentina.
Nada de revolta contra os argentinos. Mas eu torço para que o jogo termine empatado no tempo normal, continue empatado na prorrogação e, nos pênaltis, a Espanha vença. Assim, eu poderei assistir a mais um belíssimo jogo de futebol. É só por isso.
Mas há um detalhe: eu torço pelo Messi. Só por ele.












