“Santo” Messi faz o “milagre” e vira o jogo sobre o espetacular Egito! “A água escorreu entre os dedos”!

Amigos e amigas, três jogadores sabiam que esta seria a última Copa do Mundo de suas carreiras. Três gênios do futebol: Cristiano Ronaldo, Neymar e Messi.
É impressionante como a Argentina, sob o comando desse extraordinário jogador que é Messi, conseguiu transformar em realidade um sonho que, por muitos momentos da partida, parecia impossível.
O Egito fez um jogo valente, aguerrido. Enfrentou a Argentina de igual para igual. Apostou nos contra-ataques, criou oportunidades, chegou a abrir dois a zero. Um dos gols acabou sendo anulado, voltou ao ataque, marcou novamente e, aos trinta e quatro minutos, tudo levava a crer que o resultado estava praticamente definido.
Mas eis que surgiu o gladiador. O bravo lutador Messi, com sua genialidade, criatividade e capacidade de decidir partidas, transformou o gramado em um palco onde parecia que tudo acontecia ao seu comando.
Sem diminuir, é claro, a importância dos seus companheiros. A seleção argentina tem um diferencial que chama a atenção. É um grupo determinado, que muitas vezes supera eventuais limitações técnicas com entrega, organização e uma enorme vontade de vencer.
Foi exatamente isso que aconteceu. “Santo” Messi fez o seu milagre. Conduziu a equipe à virada e, ao final da partida, todos nós vimos pela televisão a emoção estampada em seu rosto. Chorando, parecia agradecer silenciosamente: “Muito obrigado, meu Deus. Conseguimos.”
Enquanto isso, para o Egito, a água escorreu entre os dedos.
Mais uma lição de vida para todos nós. O jogo só termina quando o árbitro apita pela última vez. Essa máxima vale para o futebol e também para a vida. Nunca podemos desistir. A fé, a determinação e a perseverança muitas vezes nos levam a superar aquilo que parecia impossível. Esta Copa do Mundo tem proporcionado lições extraordinárias.
Mais uma vez vimos um equilíbrio impressionante entre as seleções. Algumas realmente apresentam um futebol mais consistente, como França, Espanha, Portugal e Argentina. Ainda assim, todas têm encontrado enormes dificuldades, porque esta é uma competição em que qualquer erro pode ser decisivo.
E quem errou pagou o preço de voltar para casa antes do tempo.














