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Gedel tentou levar Ângelo Coronel para o MDB: “Coronel, venha para o MDB, você será o deputado federal mais votado e o seu filho será o vice”, disse o ex-ministro


O ex-ministro
Geddel Vieira Lima, que também já foi deputado federal, é daqueles nomes que ninguém pode subestimar no xadrez da política. Experiente, articulador, conhecedor dos bastidores, segue firme e muito presente, tanto na política baiana quanto na nacional.

Dentro do MDB, ele continua sendo uma força viva. Ao lado do irmão, Lúcio, mantém uma postura de lealdade ao governo Jerônimo Rodrigues. E, para ele, lealdade é via de mão dupla. Apoia, mas também cobra.

Nos últimos dias, Geddel fez um movimento daqueles típicos de estrategista. Tentou atrair o senador Ângelo Coronel para os quadros do MDB.

Coronel, como todos sabem, sentiu-se preterido na formação da chapa governista e acabou se aproximando do grupo de ACM Neto. Esse gesto mexeu com todo o tabuleiro político da sucessão estadual.

Foi aí que Geddel entrou em campo.

Segundo relato do próprio ex-ministro, ele foi direto ao ponto. Nada de rodeios. Chamou Coronel para a conversa e fez uma proposta ousada: filiar-se ao MDB, disputar vaga de deputado federal com grande estrutura partidária e, mais do que isso, ter o filho indicado para vice na chapa de Jerônimo, no lugar de Geraldo Júnior. :: LEIA MAIS »

Via Bahia, quem lembra? “Entre Tapas e Beijos”, golpes e mais golpes, ela tenta voltar à “cena do crime”! Leiam a angústia de Zé Maria Caires


É… a gente já tinha até esquecido o nome dela. Mas bastou surgir de novo uma notícia pra reacender aquela velha revolta de quem pega estrada todo dia. Principalmente nós, aqui de
Vitória da Conquistae de todo o Sudoeste baiano.

A famigerada ViaBahia Concessionária de Rodovias tenta, pasmem, voltar à cena. Tenta voltar justamente depois de um histórico que todo mundo conhece bem. E, se isso realmente se confirmar, é um absurdo daqueles difíceis de engolir.

A empresa foi beneficiada por um contrato cheio de brechas, frouxo, permissivo, que permitiu anos de cobrança de pedágio sem a contrapartida esperada. Resultado? Prejuízo imenso pro povo baiano, especialmente pra quem depende das estradas do Sudoeste pra trabalhar, estudar, transportar mercadorias, viver.

A Via Bahia foi um verdadeiro presente de grego. Um “presente” caro, sofrido, que custou caro demais. Cobrou pedágio na BR-116 e na BR-324, mas a duplicação, as melhorias, a segurança… tudo ficou muito aquém do prometido. Muita arrecadação, pouco retorno. Essa é a conta que ficou na memória do povo.

Mas Vitória da Conquista não se calou. Pelo contrário. A cidade reagiu. Reclamou, protestou, cobrou. Foi uma mobilização grande, legítima, que envolveu vereadores, deputados, a prefeita, entidades civis, comerciantes, trabalhadores, moradores dos bairros periféricos. Um grito coletivo. :: LEIA MAIS »

Prefeita Sheila Lemos prestigia a abertura dos trabalhos legislativos na manhã de hoje. Presidente Ivan Cordeiro e a Mesa Diretora posaram ao lado da gestora.


Conforme regem as relações institucionais e harmônicas entre os poderes Executivo e Legislativo, aconteceu, na manhã de hoje, a abertura oficial dos trabalhos na
Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista, com a presença da prefeita Sheila Lemos, que foi prestigiar a sessão solene.

A foto registra o presidente do Legislativo conquistense, Ivan Cordeiro, ao lado dos vereadores Hermínio Oliveira, Dinho do Campinhos e Cris Rocha, compondo a Mesa Diretora junto à gestora municipal.

O momento simboliza civilidade e respeito entre os dois poderes. Mesmo que existam divergências, o que é natural na política, Executivo e Legislativo precisam caminhar juntos quando o assunto é o interesse da população.

A expectativa é que, até o próximo período eleitoral, tenhamos debates importantes, propostas consistentes e ações que realmente possam ser realizadas. Assim, a capital do Sudoeste do Estado seguirá avançando em busca de dias melhores. :: LEIA MAIS »

Rui Costa sai em defesa de Luiz Inácio Lula da Silva por ter recebido Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. “A agenda do presidente é aberta a todos os segmentos”, justifica o ministro.


Hoje, um dos principais assuntos nas páginas de jornais, nas redes sociais, nos canais de rádio e televisão é, claro, o Banco Master. E há uma preocupação muito grande da sociedade brasileira em relação ao desfecho dessa notícia, que abalou o mundo econômico e também o cenário político nacional.

A pecha está sendo direcionada para os dois lados: para aqueles que defendem Lula e para os que são contrários a ele. No meio disso tudo, fica o povo brasileiro sem entender, sem saber exatamente quem está por trás dessa situação.

O que sabemos é que o caso é grave. E, por isso mesmo, todos estão céticos em relação ao futuro. Mas é preciso que haja esclarecimentos, para que a população possa, de fato, fazer uma leitura correta do que está acontecendo.

Os diversos segmentos da sociedade não podem ficar reféns de narrativas que não correspondam à verdade. Até porque o que vemos são acusações atingindo tanto pessoas ligadas a Lula quanto pessoas ligadas a Bolsonaro. E aí fica a pergunta: afinal, de quem é a culpa?

No Palácio do Planalto, em Brasília, houve um encontro do presidente Lula com o controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro. A partir daí, surgiram insinuações de todos os tipos. :: LEIA MAIS »

ACM Neto admite publicamente que buscará Ângelo Coronel para compor a chapa majoritária visando derrotar o governador Jerônimo Rodrigues, que concorre à reeleição.

Já está claro, já está praticamente definido que Ângelo Coronel deve compor a chapa do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, que tenta derrotar o governador Jerônimo Rodrigues, hoje à frente do governo baiano, dentro de um ciclo que já dura vinte anos, desde que Jaques Wagner derrotou Paulo Souto.

De lá pra cá, o Partido dos Trabalhadores construiu essa hegemonia e, sem dúvida alguma, vai lutar para mantê-la, fortalecendo seus aliados e tentando, inclusive, buscar adesões dentro do grupo liderado por ACM Neto.

E isso mostra uma coisa muito clara: ideologia, nessa campanha de 2026, pesa pouco. O que conta, dos dois lados, é fortalecer grupo, somar forças, ampliar palanques e chegar em outubro em condições reais de vitória.

Ângelo Coronel já esteve no grupo de ACM, lá atrás, com raízes no carlismo. Depois foi abrigado na base petista, dentro de uma aliança que lhe deu musculatura política e capital eleitoral, sustentado pelo grupo do governo. Agora, retorna ao campo da oposição.

Portanto, Coronel já aparece, definitivamente, como peça importante na engrenagem da chapa de ACM Neto. :: LEIA MAIS »

Wagner Alves segue consolidando apoios importantes. Agora foi o professor Cori, ex-vereador do PT e ex-secretário de Educação do governo Guilherme Menezes. O empresário e desportista José Falcão também firmou compromisso.


De forma silenciosa, o pré-candidato a deputado estadual Wagner Alves, advogado, vem conseguindo, de maneira espontânea, apoios importantes para sua pré-candidatura.

Wagner tem assumido uma postura de abrir o debate, promover discussões. Sem pedir votos, naturalmente, ele vem se reunindo, conversando, ouvindo e, principalmente, construindo pontes com diversos segmentos da sociedade conquistense.

Vimos, nesta semana, um apoio considerável e significativo: o do renomado engenheiro agrônomo Abel Rebouças, ex-reitor da Uesb, um dos quadros mais preparados da sua área. Político experiente, já teve o nome ventilado em outras eleições para disputar a Prefeitura de Vitória da Conquista, mas preferiu, à época, não seguir adiante. Agora, apertou a mão de Wagner Alves, fortalecendo ainda mais o projeto.

O esposo da prefeita Sheila Lemos também recebeu, nos últimos dias, dois apoios de peso, que certamente somarão nessa caminhada rumo a uma vaga na Assembleia Legislativa. :: LEIA MAIS »

Flamengo amarga derrota para o Corinthians com o Estádio Mané Garrincha lotado: 2 a 0 e poderia ter sido mais


As duas maiores torcidas do futebol brasileiro atravessaram o país e foram até Brasília decidir a Copa Rei. Casa cheia, arquibancadas pulsando, bandeira pra todo lado, aquele clima de final que a gente já conhece: emoção antes mesmo da bola rolar.

E a festa começou cedo, com show do baiano João Gomes, hoje um dos nomes mais comentados da música popular. Carisma, voz marcante, repertório que conversa com o povão. Gostem ou não, o menino está estourado, e merecidamente. Levantou o público e esquentou o ambiente pra decisão.

Mas vamos ao jogo.

No papel, o favoritismo era todo do Flamengo. Elenco estrelado, folha salarial altíssima, banco de reservas que parece time titular. Sai um craque, entra outro. Um luxo que poucos clubes do Brasil podem ter. É o time que revelou Zico, acostumado a decisões, acostumado a títulos, acostumado a impor respeito.

Por isso mesmo a pergunta ecoa: como um time com essa estrutura toda pode perder assim? E perder sem contestação. :: LEIA MAIS »

Medonho, quem lembra? Uma das figuras mais exóticas que Vitória da Conquista já conheceu.


Cada cidade tem seus personagens pitorescos, gente simples que, de um jeito ou de outro, também construiu a história do lugar. E não estamos falando apenas de catedráticos, literatos, advogados, empresários, professores, atletas, médicos ou artistas. Falamos também daqueles anônimos que perambulavam pelas ruas e feiras, vivendo à margem, mas presentes na memória afetiva de todos nós.

Hoje muita gente reclama, critica, aponta erros. Mas, naquele tempo, também houve maldades. Maldades, inclusive, contra os esquecidos da sorte, pessoas que precisavam mais de cuidado do que de zombaria. E, quando lembramos disso, o arrependimento bate à porta.

Entre essas figuras que marcaram época, havia o Medonho.

Quem viveu aqueles anos certamente se recorda. Ele andava pelas ruas, pelas avenidas, principalmente pelas feiras livres de Conquista. Vez ou outra, aparecia também em cidades vizinhas, como Condeúba, sempre seguindo o movimento das feiras.

Não tinha casa, não tinha destino certo. Dormia onde dava, comia o que ganhava. Vivia de pequenas esmolas, de algumas moedas colocadas na latinha que carregava. :: LEIA MAIS »

Dagmar Pedro Silva, da Merca Contabilidade, partiu.


Meus amigos, minhas amigas, é com profunda tristeza que comunicamos a partida inesperada do querido amigo Dagmar Pedro da Silva, uma figura ilustre e muito respeitada aqui em Vitória da Conquista.

Certamente, hoje à tarde, ele estaria em frente à televisão, como tantas vezes fez, assistindo a um grande clássico do futebol brasileiro, daqueles que ele não perdia por nada. Dagmar era apaixonado por futebol. Lembro-me bem da nossa juventude, ainda meninos, jogando bola no ginásio de Conquista, rindo, sonhando, vivendo a vida com leveza. Dagmar sempre por perto, sempre amigo.

Homem de família, irmão querido do ex-vereador Oswaldo Pedro, meu colega de Câmara de 1982 a 1988, e também de Antonio Pedro, esposo dedicado de Denise, pai e avô amoroso. Deixa não só parentes, mas uma legião de amigos, colegas e admiradores.

No comércio local e no meio empresarial, sua ausência será sentida profundamente. Dagmar construiu uma história sólida como um dos mais renomados contabilistas do interior da Bahia. À frente da Merca Contabilidade, formou uma equipe competente e conquistou uma clientela numerosa e fiel. Mais que um contador, era conselheiro, parceiro, quase um braço direito de muitas empresas. :: LEIA MAIS »

Jerônimo Rodrigues tenta segurar Ângelo Coronel na base do governo, embora o senador do PSD já tenha decidido ir para o União Brasil. Ou seja: o leite já derramou.


A política é, sem dúvida alguma, algo apaixonante. As movimentações acontecem o tempo todo e, a cada dia, a cada semana e a cada mês, surge uma novidade. E a gente não pode dar como definitiva uma coisa que se fala ontem, hoje ou amanhã. Tudo é imprevisível, porque os movimentos são muitos, ainda mais quando se trata de segurar a base de um governo que, há vinte anos, está à frente da administração de um estado tão importante quanto a Bahia.

Jaques Wagner e Rui Costa têm suas razões em querer deixar tudo resolvido. Eles sabem que a situação envolvendo o afastamento de Coronel já vinha se desenhando há algum tempo, seja por ter sido preterido, seja por não ter conseguido se entender com o PT e os demais partidos da base.

Aceitar uma suplência, ficar na espera de uma vaga eventual, depender de cenários futuros… isso não combina com o perfil de quem quer disputar voto, andar nas ruas, pedir confiança ao eleitor. E Coronel pensa assim. Ele acredita no próprio capital político e quer ir para a urna. É um direito legítimo.

Só que política não é como a gente quer, nem como imagina que deva ser. Política é surpresa.

Ao mesmo tempo, há quem precise agir. E Jerônimo cumpre o papel dele. Como governador e líder do projeto, tenta conter a saída. Sabe que perder Coronel agora significa muito mais do que perder um nome. É perder musculatura política, perder tempo de televisão, perder capilaridade no interior.

E não se trata nem de ideologia. Vamos ser francos. Não é debate ideológico. É projeto de poder. :: LEIA MAIS »

alessandro tibo


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