:: ‘Política’
E se o MDB entender que Lúcia deverá retirar a candidatura para apoiar Waldenor, ela acatará ou migrará para outro partido?

Essa possibilidade é remota, mas não pode deixar de existir, já que vivemos um sistema político completamente inseguro, onde o presidente de uma Comissão Provisória de um partido pode ser destituído a qualquer momento, é como se vivêssemos em um país sem garantia jurídica.
O caso da vereadora Lúcia Rocha foge à regra, ela conta com o apoio total e absoluto dos dirigentes da sua sigla na Bahia, que são os irmãos Geddel e Lúcio Vieira Lima. Aliás, foram eles os grandes incentivadores para que a vereadora saísse candidata à prefeitura de Vitória da Conquista e não ser vice do deputado Waldenor Pereira, como está previsto pelos partidos da base de apoio ao governador Jerônimo Rodrigues. Inclusive o PT, que dá como certa a dobradinha Waldenor cabeça de chapa e Lúcia na vice.
Nesse instante é que aparece a figura do presidente de honra do MDB, Lúcio Vieira Lima: ”que lógica é essa? Se Lúcia é a primeira colocada em todas as pesquisas, por que ela teria que ser vice? Ao contrário, ela será cabeça de chapa e teremos a honra de convidar o deputado Waldenor para ser o vice”, e Lúcio vem sustentando essa posição com muita convicção, reiterando que essa é a posição do MDB e que a vereadora terá toda a estrutura de campanha.
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Enquanto eu fazia essa matéria, com o título como está acima, recebi uma ligação de Lúcio e aproveitei o ensejo para dizer-lhe que em instantes faria a publicação conforme os leitores estão lendo, e ele, bem ao seu estilo, direto e sincero, observou: “se você coloca um título desse, parece que você está desacreditando do que eu falo, ou prefere escrever algo que venha a relevar o que é a mais pura verdade, pode escrever aí: “não existe nenhuma hipótese do MDB não assegurar a legenda para Lúcia, ela será a nossa pré-candidata à prefeitura de Conquista, pronto.” :: LEIA MAIS »
“Não passa pela minha cabeça a ideia de não ir para o segundo turno”, diz Marcos Adriano, pré-candidato à prefeito de Conquista pelo PDT

As eleições municipais se aproximam e os nomes que se colocaram como pré-candidatos à prefeito da terceira maior cidade do estado da Bahia procuram sustentar essa posição até outubro do próximo ano, mesmo sabendo que será um trabalho hercúleo. “Já passei pela primeira batalha, não foi fácil, mas venci, o PDT ficará conosco. Sabemos das investidas que foram feitas junto à direção do partido, só que prevaleceu a lógica, a direção estadual, em consonância com os dirigentes da nacional, nos credenciaram e estamos com a nossa direção municipal formada, e assim confirmamos que teremos candidatura própria à prefeitura da nossa cidade”, me confirmou o advogado Marcos Adriano.
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Aproveitei o ensejo e perguntei: Marcos, após a abertura das urnas, imaginemos que os números indiquem Sheila e Waldenor para o segundo turno, você ficará com quem? Ele foi direto na resposta: “não imagino estar fora do segundo turno, não sei qual será o meu adversário, só te digo uma coisa: eu serei o próximo prefeito de Vitória da Conquista, mostrarei que é possível governar a cidade com os recursos que ela tem”, afirmou o advogado que assessora várias prefeituras no entorno da capital do sudoeste da Bahia. :: LEIA MAIS »
Os sorrisos estampados nos rostos de Jerônimo e Geraldo não devem ser o da militância petista em Salvador

A manchete dessa matéria, segundo parte da imprensa de Salvador, ou melhor, do Correio da Bahia, é o que está acontecendo dentro do seio petista depois que o nome do vice-governador Geraldo Júnior (MDB) foi anunciado como candidato da base.
Essa situação vinha sendo debatida entre os partidos que compõem o bloco de apoio ao governador Jerônimo Rodrigues, eleito no ano passado. O PT apresentou candidatura própria, só que não deslanchou, e o Partido dos Trabalhadores não admite perder mais uma vez o comando administrativo da capital para o União Brasil, cujo líder no estado é o neto do ex-governador Antônio Carlos Magalhães, exatamente aquele que esteve à frente da prefeitura de Salvador durante dois mandatos e passou o bastão para o atual prefeito Bruno Reis, que busca a reeleição. Isso mesmo, estou falando de ACM Neto, que já tem como certa a vitória no primeiro turno, como aconteceu no pleito anterior.
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Os petistas, aqueles mais radicais, o filiado raiz, considerado “à moda antiga“, nem sonha ir às ruas pedir votos para uma “candidatura de direta”, como afirmam dirigindo-se ao nome que foi apresentado pelos líderes do MDB, Geddel e Lúcio Vieira Lima, aliás, foram os dois que levaram o nome de Geraldo Júnior para formar a chapa vitoriosa que elegeu Jerônimo Rodrigues governador do estado. :: LEIA MAIS »
Quando é preciso, o PT recua. Em Salvador foi assim, e em Conquista, como será?

“Coloco a mão no fogo” se o PT retirar a pré-candidatura de Waldenor Pereira para conciliar com o MDB de Lúcio e Geddel, que defendem o nome da vereadora Lúcia Rocha que desde a largada vem liderando as pesquisas na disputa pela prefeitura de Vitória da Conquista. E se isso acontecer, a vereadora de oito mandatos terá que buscar um vice na Feirinha do Bairro Brasil, onde ela é fortíssima, porque, de uma coisa eu tenho certeza: o deputado federal Waldenor Pereira jamais aceitará ser vice de Lúcia, eu não diria de ninguém, mas de Lúcia ele não será, nunca. É intuição? Não! Pode escrever aí: É muito mais fácil Lúcia não ser candidata do que Nonô ser vice dela. E eu explico: … não, eu te falo pessoalmente!
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Alguém poderá dizer: “porque Sheila será eleita?”. Isso aí é outra conversa, eu não posso afirmar uma coisa dessa, quem pode se manifestar assim é a militância, eu não. O que eu não tenho nenhuma dúvida de afirmar é que o deputado federal Waldenor Pereira, sob nenhuma hipótese, será ou aceitará ser candidato à vice prefeito na chapa de Lúcia Rocha. “Tire o cavalinho da chuva” quem pensar diferente.
Desde que o nome de Waldenor foi lançado pelo Partido dos Trabalhadores e com o apoio do PCdoB, PSB e PV, já vinha de um processo de discussão interna os nomes dos três vereadores petistas, Waldemir Dias, Márcia Viviane e Alexandre Xandó, que se propunham a apresentarem os seus nomes. De comum acordo abriram mão e fecharam a questão com o ex-Reitor da Uesb, e por gravidade se juntaram todas as tendências da sigla de Lula, Wagner, Rui, e, claro, Jerônimo. Zé Raimundo, esse, não precisa nem falar, é fechado com o amigo que o ajudou a fundar o partido da estrela em nossa cidade.
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Se Viviane, Waldemir, Xandó, Jacaré, todos vereadores petistas, estavam fechados com Nonô, só faltava uma peça importante, super-importante, nesse projeto de tentar ganhar a prefeitura de Conquista em 2024: faltava trazer o ex-prefeito Guilherme Menezes para dentro do carro de boi.
E ele veio, já está, inclusive, na linha de frente da campanha, troca ideias, confabula com Nonô durante as reuniões que os 13 grupos temáticos discutem uma eventual vitória do partido em 2024.
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Quando tudo parecia um “mar de rosas”, eis que surge a figura da vereadora Lúcia Rocha, alicerçada pelo MDB, anunciando que será candidata a prefeita de Conquista. Aí, como dizem alguns no nosso cotidiano: “entrou água”, o que parecia “céu de brigadeiro” virou um percurso turbulento, a base tremeu, literalmente, não há quem faça a ex-feirante desistir da ideia de aspirar sentar na cadeira que hoje é ocupada pela prefeita Sheila Lemos. “Nós estamos na frente, Lúcia é líder nas pesquisas, o meu amigo Nonô, se quiser, pode ser o nosso vice”, convidou o presidente de honra do MDB. :: LEIA MAIS »
E o vice de Sheila, quem será? O futuro da cidade estará em suas mãos, caso ela vença

Nunca, na história política de Vitória da Conquista, a escolha de um vice foi tão importante, isso quando se trata da escolha do companheiro de chapa da prefeita Sheila Lemos, que busca a reeleição em 2024. Tudo isso porque imagina-se que a gestora conquistense continuará na política e, sendo assim, em 2026, se ela vencer a disputa eleitoral nas urnas no próximo pleito, ela terá que passar o cargo para o seu vice para concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa, ou na Câmara Federal. Portanto, aquele que ascender ao cargo de prefeito terá que merecer a confiança da população no que se refere a probidade, lealdade e competência.
A escolha da prefeita Sheila reveste-se de uma importância enorme, não é apenas trazer para junto de si um nome que contribua com votos, é muito mais do que isso, é passar o bastão para um vice que mereça a confiança de todos, da prefeita e dos conquistenses. :: LEIA MAIS »
Governador diz que tem municípios que os nomes dos candidatos só serão definidas bem mais à frente

O governador Jerônimo Rodrigues, em coletiva à imprensa, assegurou que em alguns municípios baianos a decisão para definir o nome que disputará a prefeitura da sua respectiva cidade, como representante da base, só ocorrerá em fevereiro, talvez. “Tem o momento certo, precisamos ter o nome de consenso, porque tem alguns companheiros que começam bem, mas nem sempre conseguem manter o nome na dianteira até o final”, argumenta o governador petista, que de forma surpreendente venceu as eleições, quando o cenário se mostrava totalmente favorável à ACM Neto e na reta de chegada os números foram revertidos. E Jerônimo cita o seu próprio exemplo:
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“Vejam o meu caso: comecei a disputa muito abaixo do esperado, as pesquisas me traziam com um percentual pequeno, só que tínhamos um grupo, vereadores, deputados, prefeitos, associações de bairros, e isso mostra a força do grupo”, argumenta o mandatário baiano que não quer que o prefeito Bruno Reis continue “nadando de braçada”, como afirmam setores da imprensa em Salvador. É possível que nos próximos dias o grupo governista indique o nome do vice-governador, Geraldo Júnior (MDB), como candidato à prefeito da capital baiana. Enquanto isso, ontem em Vitória da Conquista, o presidente de honra do MDB, Lúcio Vieira Lima, veio se reunir com a vereadora Lúcia Rocha, e mais uma vez reiterou o apoio do partido para sua caminhada rumo a prefeitura da cidade.
O cardápio político está convidativo, para antes e depois do carnaval.
Chico respira aliviado, TRE o inocenta por suposta compra de votos

Ele tem sido um bravo defensor da gestão da prefeita Sheila Lemos, não poupa esforços e nem palavras para defender as ações da gestora do nosso município, é como se diz popularmente: “Chico não tem papas na língua”, ele não só defende como contra-ataca, dizem os frequentadores da Câmara Municipal em dias de sessões.
Chico foi um ferrenho crítico do ex-prefeito Herzem Gusmão, seu grande amigo nas jornadas esportivas na Rádio Clube de Conquista, antes das eleições municipais de 2016.
Também como se diz popularmente: “entrou água na relação de amizade entre os dois”, realmente, não dá pra entender o que aconteceu entre os dois amigos, “coisas da vida”, é melhor não buscar culpados. :: LEIA MAIS »
PT realiza reunião do diretório estadual em Conquista. Jerônimo e Wagner virão, o objetivo é fortalecer a candidatura de Nonô

No próximo dia 17 de dezembro, domingo, na casa de eventos Roma, o Partido dos Trabalhadores estará reunido em Vitória da Conquista, quando, dentre outros assuntos, o PT fará uma avaliação dos governos Lula e Jerônimo nesse primeiro ano de gestão.
O encontro contará com as principais lideranças políticas que virão a nossa cidade dar respaldo a pré-candidatura do deputado federal Waldenor Pereira à prefeitura da capital do sudoeste da Bahia.
Jerônimo Rodrigues e Jaques Wagner encabeçam a lista de notáveis, que fazem parte ainda deputados federais e estaduais, secretários de governo, prefeitos, vereadores e militantes, enfim, todo esse cortejo significa uma distinção aos conquistenses petistas e em especial ao deputado federal Waldenor Pereira, que é o escolhido pela sigla para disputar a eleição municipal do próximo anona tentativa de buscar de volta o comando administrativo de Conquista, perdido em 2016 para o falecido prefeito Herzem Gusmão.
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A cidade acompanhou toda a movimentação dos pré-candidatos Waldenor Pereira e Lúcia Rocha, foi como se houvesse uma deliberação do alto escalão petista, de comum acordo com os partidos que apoiam o governo estadual, que os dois saíssem pelas ruas de Conquista e buscassem o apoio popular para legitimarem os seus nomes, e assim um seria escolhido o representante da base para tentar recuperar o poder em nossa cidade. :: LEIA MAIS »
“Lúcia terá toda estrutura de campanha”, diz Geddel. O irmão, Lúcio, afirma: “Lúcia continua com sua candidatura inacreditável.”

Ontem o presidente de honra do MDB, Lúcio Vieira Lima, me fez uma ligação de retorno a uma chamada minha que fiz na segunda-feira, 4, já que ele não respondeu a mensagem que eu enviei contendo três perguntas: Lúcio, na vinda do governador Jerônimo à Conquista durante o aniversário da cidade, vimos a vereadora Lúcia Rocha junto ao líder petista por todos os cantos, dividindo o protagonismo da visita com o deputado federal Waldenor Pereira, seu colega de partido. Já nesse segundo momento, o governador veio e trouxe junto de si uma enorme e diversificada comitiva, composta da secretária Roberta Santana, da Saúde, prefeitos, deputados, enfim, presente ao encontro estavam correligionários que cuidam da saúde do estado em Conquista e diretores de hospitais privados, e como figura central do acontecimento o deputado Waldenor, pré-candidato à prefeitura da cidade, e lá não vimos a vereadora Lúcia Rocha, que também é pré-candidata e deveria ter o mesmo tratamento que tivera na visita anterior. E, por último, hoje lendo o diário oficial, consta a nomeação de uma filha da vereadora Lúcia para um cargo de confiança junto ao governo do estado. Muda alguma coisa, candidatura mantida?
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As primeiras palavras de Lúcio, após o boa tarde, foram as seguintes: “Massinha, não te atendi antes porque estava em Brasília, mas vamos ver se conseguirá me entender: Converso quase que diariamente com Lúcio, ela sempre me diz que sua candidatura está e será mantida, só não posso colocar uma arma na cabeça de ninguém e obrigar-lhe a ser candidato ou candidata a algum cargo. Quanto a nomeação da filha de Lúcia, pode observar que Waldenor deve ter alguém, e quem sabe da família. Lúcia é uma suplente de deputada do MDB, a maioria dos seus votos são em Conquista”. Então, o cargo é uma retribuição, né? Perguntei-lhe. Ele me corrigiu: “Não, não é retribuição, é um direito. Ela apoiou um projeto, é um direito que ela tem, o cargo, a nomeação não tem nada a ver com vice, com candidatura, Lúcia é a nossa pré-candidata à prefeitura de Vitória da Conquista, com total apoio do MDB, o seu partido”. :: LEIA MAIS »
Marcos Adriano: “fui conduzido à presidência do PDT, só faltam os trâmites junto ao TRE”

O advogado Marcos Adriano disse: “venci uma batalha, não foi fácil, mas foi uma grande vitória, que é o primeiro grande passo para chegarmos a prefeitura de Conquista”.
A fala do advogado Marcos Adriano reflete o que será a busca por partidos para fazer parte da base de apoio das já definidas candidaturas à prefeitura de Conquista, que são: a prefeita Sheila Lemos e o deputado federal Waldenor Pereira. Marcos tem para si a garantia de que está com o passaporte garantido para ser também um pleiteante legítimo a governar a capital do sudoeste da Bahia a partir de 2025. :: LEIA MAIS »















