:: ‘Destaques’
Tonton Flores de volta à Conquista para um show imperdível no La Pança, dia 18 de julho. Com seu carisma e bela voz, Tonton nos brindará com uma noite inesquecível.

Já seria motivo mais que suficiente prestigiar o show de Tonton Flores no próximo dia 18 de julho apenas pela oportunidade de revê-lo — esse amigo querido, irmão de tantas jornadas, dono de uma das vozes mais bonitas que já ouvi e de um carisma raro no mundo artístico. Mas o convite vai além disso: será uma noite memorável, daquelas que ficam marcadas no coração.
O evento acontece no La Pança, um espaço aprazível, bucólico, acolhedor, desses que só de entrar a gente já se sente bem. Com esse cenário encantador, somado ao talento e à presença de Tonton, não há dúvidas de que viveremos um momento especial.
Tonton, desde muito jovem — talvez até desde criança — já dava sinais de que a música fazia parte da sua essência. Não sei se chegou a cantar na Igreja Matriz, aqui em Vitória da Conquista, ao lado de onde morava, na Praça Tancredo Neves, mas, conhecendo a ligação de sua família com a fé, especialmente seus pais, dona Jaci e seu Edmundo dos Santos Flores, não me surpreenderia se essa história fizesse parte da sua trajetória.
Este show pode marcar uma virada definitiva no reconhecimento de Tonton Flores como um dos grandes talentos artísticos da nossa cidade — algo que, aliás, já está mais do que merecido. Quem esteve na apresentação anterior, nos Tambores de Corda, sabe do que estou falando: a casa ficou lotada, e infelizmente muita gente teve que voltar por falta de espaço. :: LEIA MAIS »
O Silêncio dos Paneleiros. Um texto do arquiteto e urbanista Oscar Barreto, sobre a vida dos descendentes indígenas que vivem em Vitória da Conquista.

Tivemos a oportunidade de entrevistar uma figura ilustre, descendente de indígenas, que realiza um trabalho notável junto às comunidades originárias. Ele percorre diversas regiões do Brasil, conhecendo de forma direta e presencial a realidade dos povos indígenas e de seus descendentes. Ludwig conversou conosco durante o programa Agito Geral — e, sem dúvida alguma, despertou em mim uma grande curiosidade sobre os povos que vivem tão próximos de nós, aqui em Vitória da Conquista, mas que muitas vezes passam despercebidos.
A poucos quilômetros da sede municipal, encontramos comunidades compostas por descendentes indígenas, cuja vida cotidiana é invisibilizada. Em Salvador, conhecemos, ainda que virtualmente, o arquiteto e urbanista Oscar Barreto, defensor da causa indígena, que reconhece nesses povos uma forma de resistência histórica, cultural e humana que precisa ser compreendida e respeitada.
Oscar nos enviou uma reflexão sensível e potente — um texto que fala sobre os “paneleiros”, grupo que reside na zona rural de Vitória da Conquista e que preserva, por meio da confecção de panelas de barro, um saber ancestral que vai além da sobrevivência econômica: é herança cultural viva.
Publicamos agora, na íntegra, o texto de Oscar Barreto, intitulado “O Silêncio dos Paneleiros”, com o compromisso de ampliar esse debate e trazer à luz a realidade dos povos originários que vivem entre nós.
Em breve, traremos aqui ao blog moradores da comunidade do Panela, para que possam compartilhar conosco manifestações culturais e experiências que mostram a força da identidade indígena em nosso município. :: LEIA MAIS »
As manifestações sobre candidaturas “laranja” continuam como tema central em nossa cidade. Agora é a vez do Partido Verde se posicionar sobre o assunto.
Já tivemos a oportunidade de publicar, aqui em nosso blog, duas matérias tratando da polêmica em torno das chamadas candidaturas “laranja”. Vitória da Conquista acompanha atentamente um caso que despertou o interesse do cenário político local.
Como todos sabem, o vereador Natan da Carroceria foi eleito nas urnas, conquistando a confiança do eleitorado conquistense. Portanto, seu mandato é legítimo, respaldado pela vontade popular. Não podemos, de forma alguma, ignorar essa realidade. É justo reconhecer que ele, no exercício de seu mandato, terá espaço no Parlamento Municipal para apresentar sua defesa e continuar atuando em prol da população, especialmente daqueles que lhe confiaram o voto.
Por outro lado, também é papel deste blog — um espaço democrático — dar voz a todas as manifestações que buscam esclarecer os fatos e contribuir para o debate público.
É nesse contexto que o Partido Verde nos procurou oficialmente, solicitando espaço para se posicionar sobre os recentes acontecimentos. Assim, com o compromisso de informar e garantir pluralidade de opiniões, publicamos na íntegra a nota enviada pelo PV de Vitória da Conquista sobre o tema das chamadas “candidaturas laranja”.
Segue abaixo o texto do Partido Verde:

Congresso Nacional: uma breve reflexão escrita pelo professor Dirlei Bonfim, a quem atendemos o pedido de publicação

A política nacional tem gerado uma série de preocupações para a sociedade brasileira. Sabemos que não há como viver sem a política, pois ela é, em essência, a arte da convivência e da gestão pública. No entanto, é fundamental que essa arte seja melhor praticada por diversos setores da nossa sociedade.
Vivemos, hoje, um momento delicado no país, onde constantemente ouvimos declarações do presidente da República, de seus ministros, do Congresso Nacional e do Senado, que causam inquietação. A classe política, em muitos momentos, tem deixado os brasileiros em estado de alerta, diante de posicionamentos e ações que não correspondem às expectativas da população.
Neste contexto, é natural que intelectuais, professores, jornalistas e outros formadores de opinião se manifestem. É o caso do professor Dirlei Bonfim, que nos encaminhou uma breve reflexão sobre o atual momento político brasileiro e nos pediu que a publicássemos.
A seguir, compartilhamos o texto enviado por ele. Ressaltamos que esta é uma manifestação pessoal do professor Dirlei Bonfim. O conteúdo não representa, necessariamente, a opinião editorial deste blog. No entanto, acreditamos na importância de abrir espaço ao diálogo e à pluralidade de ideias, permitindo que diferentes pensamentos circulem e contribuam para a construção democrática. :: LEIA MAIS »
Mulheres ganham destaque no governo Sheila: com a chegada de Daniela Oliveira à Secom, equipe feminina chega a seis secretárias

A prefeita Sheila Lemos reforça mais uma vez o protagonismo feminino em sua gestão. Com a nomeação da jornalista Daniela Oliveira para a Secretaria Municipal de Comunicação (Secom), o governo municipal de Vitória da Conquista passa a contar com seis mulheres à frente de pastas estratégicas.
A nomeação oficial de Daniela ainda não havia sido publicada até o fechamento deste texto, mas seu nome já foi apresentado à equipe durante reunião realizada na tarde desta segunda-feira (30), pela própria prefeita. Daniela assume o lugar de Luiz Fernando, que pediu exoneração do cargo para retornar a Salvador, onde irá assumir a Diretoria de Comunicação da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), a convite da presidente Ivana Bastos.
Luiz Fernando, que esteve à frente da Secom por dois anos, foi reconhecido pela prefeita e pela equipe de governo como um profissional de alto nível, deixando como legado um trabalho consistente e bem avaliado no campo da comunicação institucional. Sua volta à ALBA é vista como um reconhecimento ao trabalho já desempenhado anteriormente na Casa Legislativa. :: LEIA MAIS »
Fluminense, um GIGANTE! Venceu. Mereceu. Convenceu. Não deixou dúvidas: a vitória foi absolutamente tricolor.

Meus amigos, acabou há poucos instantes o jogo entre o Fluminense e o Inter, e o que assistimos foi uma partida de altíssimo nível. Mas o que mais nos alegra — e emociona — não é apenas a vitória em si. É o modo como ela aconteceu. O Fluminense não só venceu, como venceu com autoridade. Ganhou jogando bem, mostrando domínio e segurança. Uma vitória sem contestações, sem “poréns”, sem “e se”.
Quando um time vence assim, com justiça e com futebol bem jogado, a satisfação é ainda maior. Isso traz confiança para a sequência da competição e nos permite sonhar com mais. Sonhar alto, e com razão. Hoje, o Tricolor das Laranjeiras foi soberano. Entrou em campo com personalidade, jogando com raça, técnica e inteligência.
E olha que o adversário era forte. Mas o Fluminense mostrou que estava pronto. Mostrou que queria mais. :: LEIA MAIS »
O Flamengo perdeu. E perdeu para ele mesmo — com a colaboração, claro, do Bayern de Munique. O placar foi justo, mas o torcedor sabe que poderia ter sido melhor.

O resultado do jogo entre Flamengo e Bayern de Munique foi, sim, justo. A equipe alemã apresentou um desempenho superior, mais consistente e soube aproveitar os erros do adversário. Nos primeiros oito minutos, confesso: temi pelo pior. Mesmo não sendo torcedor do Flamengo, como já declarei aqui no blog e também no programa Agito Geral, na rádio, não vejo motivo para torcer contra qualquer time brasileiro em competições internacionais.
E ali, no começo, parecia que o Bayern atropelaria. Mas o Flamengo reagiu. Entrou no jogo e mostrou que estava vivo. O problema é que, contra times como o Bayern, você não pode errar — e o Flamengo errou. E não foi um erro qualquer: foi uma falha gritante, infantil, inadmissível para um time de alto nível. O Bayern, como manda o figurino alemão, aproveitou e fez o terceiro: 3 a 1.
Apesar de o domínio alemão não ser absoluto em termos de volume ofensivo, a posse de bola foi amplamente favorável a eles. Mas posse, como sabemos, não ganha jogo. O que ganha jogo é capricho — coisa que faltou ao Flamengo em momentos cruciais. Essa mania, cada vez mais comum, de sair tocando desde o goleiro, em passes curtos na defesa, é de matar o coração. E foi nessa teimosia que veio mais um erro e o Bayern agradeceu. :: LEIA MAIS »
Hoje é o Brasil em campo… ou nós, vascaínos, vamos nos reservar ao direito de “secar”? O problema é segurar a onda de certos torcedores.

Meus amigos, minhas amigas, desde o início do Campeonato Mundial de Clubes, tenho acompanhado tudo de perto, sentado em frente à televisão, torcendo com boa vontade. E digo mais: torci pelas quatro equipes brasileiras.
Infelizmente, o Botafogo já deixou a competição, mas saiu de cabeça erguida e tenho certeza de que será bem recebido pela sua torcida, lá em General Severiano, sede do Glorioso. Torci por eles, torci pelo Fluminense, torci pelo Flamengo e torci pelo Palmeiras. Enfim, torci pelo Brasil. Porque, para mim, quando um time brasileiro entra em campo contra clubes do exterior, é o Brasil que está jogando.
É claro que respeito quem prefere torcer só pelo seu time, independentemente da situação. Isso faz parte da paixão do futebol. Mas penso diferente: torcer por nossos clubes no exterior é torcer pelo futebol brasileiro, que precisa, mais do que nunca, de união e força para reconquistar o protagonismo mundial. Afinal, somos a única seleção que disputou todas as Copas do Mundo e ainda somos os maiores campeões do torneio.
Pois bem, hoje estou aqui, em frente à TV, contando os minutos para o jogo. A expectativa é grande, e sim, estarei torcendo pelo Flamengo — com convicção. Agora, confesso que sexta-feira conversei com um grande amigo meu, também vascaíno, o Eraldo Gusmão, e perguntei: “E aí, vai torcer pro Flamengo?” A resposta foi seca: “De jeito nenhum!” :: LEIA MAIS »
Sobre a polêmica do mandato de Natan da Carroceria, Karine Borges, candidata a vereadora pelo PT, nos pediu espaço para trazer sua opinião. Leia o texto na íntegra:

Karine Borges é mestre em Assistência Social, ativista política e, diga-se, uma mulher muito preparada. Ela nos enviou um artigo no qual se posiciona sobre o caso do vereador Natan da Carroceria. É importante destacar que sua análise vai além de um nome específico — Karine trata a questão de maneira mais ampla, deixando claro que seu posicionamento poderia se aplicar a qualquer outro candidato em situação semelhante. Não se trata de um ataque pessoal, mas de uma defesa do que ela considera ser a legalidade e o respeito à legislação eleitoral.
Filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT), Karine já foi candidata em outras eleições e obteve votações expressivas. No entanto, devido às regras do sistema eleitoral, não chegou a assumir uma cadeira na Câmara Municipal.
Desde que publicamos o artigo no Blog do Massinha sobre o imbróglio envolvendo o vereador Natan da Carroceria, recebemos várias manifestações de leitores, por telefone e por mensagens. Muitas delas, como a da Karine, demonstram reflexões profundas, e consideramos ser do interesse público compartilhar essa contribuição com nossos leitores.
Também recebemos a manifestação do jornalista Paulo Nunes — essa, no entanto, em caráter confidencial, e, portanto, não será publicada.
Reforço aqui que minha posição pessoal, enquanto editor do blog, foi colocada de forma simples, sem aprofundamento jurídico, pois, embora eu entenda o que diz a legislação vigente, confesso que discordo do resultado prático: considero injusto que alguém eleito pelo voto popular possa perder seu mandato por um erro do partido, mesmo que assim diga a lei. Mas é justamente esse debate, feito com respeito e argumentos, que fortalece a democracia.
Karine, com embasamento técnico e jurídico, nos trouxe um texto importante, que convido a todos e todas a lerem com atenção. Sua contribuição qualifica o debate e reforça o valor da pluralidade de ideias e opiniões no ambiente democrático.
Agradeço, portanto, à Karine pela confiança e por ter recorrido ao nosso espaço para se manifestar. A seguir, publicamos seu artigo na íntegra: :: LEIA MAIS »
O vereador Natan terá que ser punido pelo erro do seu partido? Ele vem buscando há tantos anos chegar à Câmara e, quando consegue, querem tirar-lhe o mandato.

O sistema político brasileiro, sinceramente, é algo que muitas vezes nos causa vergonha. É lamentável como certas situações se desenrolam. Vejam só: a Câmara abre mais vagas para deputados, enquanto todos nós sabemos — e os próprios parlamentares sabem mais do que ninguém — o quanto custa um mandato de deputado, senador ou vereador aos cofres públicos. É um expediente nocivo, dispendioso, que precisa ser corrigido com urgência. E ainda há tempo para isso.
Vejo com bons olhos, por exemplo, a proposta que está tramitando na Câmara dos Deputados, e que deverá ser aprovada — para nossa alegria e da maioria dos brasileiros —, que trata da unificação das eleições. A ideia é que, a partir de 2026, tenhamos eleições coincidentes para todos os cargos: vereador, prefeito, deputado estadual, deputado federal, senador e presidente da República. Isso sim trará uma economia enorme para o país. Algo que já deveria estar em prática há anos. Felizmente, essa pauta começou a avançar, sem precisar de grandes pressões populares. Espero, sinceramente, que se concretize.
Mas voltando ao tema central desta reflexão: não tenho absolutamente nada contra a doutora Gabriela Garrido. Muito pelo contrário. Trata-se de uma mulher atuante, profissional da área de segurança, com um trabalho social relevante, especialmente nas causas da mulher e dos animais, das quais é uma defensora reconhecida.
No entanto, ela, amparada pela legislação vigente, tenta junto à federação partidária que apoiou o deputado Waldenor Pereira, reverter o mandato do vereador Natan da Correria. A alegação se baseia em um erro grave cometido pelo partido de Natan: o registro de uma candidatura feminina fictícia, que não recebeu sequer um voto — nem o da própria candidata — o que configura, segundo a Justiça Eleitoral, uma candidatura laranja. :: LEIA MAIS »














