Costumamos ouvir que o homem público não pertence a si mesmo. E essa é uma grande verdade, porque ele se coloca permanentemente sob o julgamento dos cidadãos e das cidadãs que acompanham o seu trabalho. Portanto, não está livre de críticas, aplausos ou vaias, nem pode se considerar um cidadão intocável.

Ao contrário, quem se dispõe a exercer uma função pública precisa, acima de tudo, saber ouvir. É necessário entender a diferença entre uma crítica pessoal e uma crítica construtiva, porque aquele que decide disputar um cargo eletivo, principalmente para atender às demandas de uma cidade ou de uma região, que não são poucas, precisa estar preparado para dormir pouco e trabalhar muito.

Durante o dia, é preciso compreender que todo sacrifício ainda é pouco, especialmente porque vivemos em um estado pobre e pertencemos a um município e a uma região que também enfrentam muitas dificuldades. As necessidades, portanto, são maiores do que aquelas existentes nos grandes centros. E, para chegar à Assembleia Legislativa do Estado como representante de Vitória da Conquista e da região, não basta andar pelos diversos bairros da cidade para conhecer de perto as carências da população.

É preciso muito mais. É necessário correr trecho, sair em busca de votos e conhecer outras realidades, não permanecendo apenas em Vitória da Conquista, sua principal base eleitoral, na expectativa de uma eleição fácil. E não é. A disputa é grande, a concorrência é alta, e o pré-candidato a deputado estadual, o advogado Wagner Alves, sabe que precisa continuar nessa caminhada até outubro próximo.

Neste final de semana, ele percorreu várias cidades do entorno de Vitória da Conquista, buscando construir apoios e conversando com empresários, comunidades, pessoas simples e representantes do setor produtivo. E eu tenho certeza absoluta de que uma das principais forças políticas a apoiá-lo é a prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos, uma das grandes lideranças do Sudoeste do Estado, com uma expressiva base política e eleitoral.

Mas Wagner sabe que não pode permanecer em Vitória da Conquista esperando que os votos caiam do céu. É preciso ir atrás, conversar, ouvir, apresentar propostas e construir, passo a passo, os apoios necessários para que possa representar Conquista e toda a região na Assembleia Legislativa da Bahia.

É por isso que ele está com o “Pé na Estrada”.