Pietro Rocha, Guilherme e Arthur Quadros: o que terá passado pelas cabecinhas desses três meninos conquistenses ao entrar em campo com os seus ídolos?

Mesmo sem perguntar, temos certeza de que a emoção e a alegria dos pais, ao propiciar um momento mágico como esse, devem ser de rara felicidade. Ainda mais pais dedicados, que levam seus filhos sempre para a escolinha, para o CT, onde eles possam praticar o esporte mais popular do planeta, que é o futebol.
E diga-se de passagem: são craques, cracaços de bola e que, pelo que vemos, logo, logo estarão, em um futuro breve, ostentando a camisa de um dos grandes clubes brasileiros. Mas o que passa realmente pelas cabecinhas dessas três crianças, amigos, filhos de amigos nossos?
O que passa? O que passou? O que eles ainda vivem depois de ir ao Estádio Barradão assistir ao jogo do Flamengo contra o Vitória, em que a equipe rubro-negra saiu vencedora? Mas o que realmente ficou? Qual foi o filme?
Qual foi o enredo? A alegria de entrar em campo, dois ao lado de Paquetá e um ao lado de Arrascaeta. Tem felicidade maior? Tem contentamento maior? Talvez, quem sabe, um dia fazer um gol com os dois craques citados e, quem sabe, vestindo a camisa do time de que eles são torcedores.
Então, a gente fica daqui olhando. O sacrifício? Não, não é sacrifício. O prazer, a determinação e a busca para que seus filhos fossem premiados com o direito de adentrar o campo do Barradão ao som do hino do Vitória.
Não é fácil. Até poderia ser com os jogadores do Vitória, por estar aqui na Bahia, mas conseguir que lá do Rio de Janeiro viesse a autorização para que os meninos fizessem parte desse momento histórico, que ficará guardado na lembrança, na memória de todos eles.
Parabéns, parabéns, parabéns!

















