Quem esteve na Coopmac na noite do último dia 25/04 para assistir o lançamento oficial da Exposição Agropecuária de Vitória da Conquista testemunhou a grandeza política, a serenidade, a civilidade da prefeita Sheila Lemos e do governador Jerônimo Rodrigues sentados, ladeando o presidente da cooperativa, Isac Figueira, que, emocionado, realizou o sonho de ter de volta uma das principais festas de negócios e entretenimento do interior do nordeste.

Foi um momento único, ímpar, de altíssimo nível, dois gestores altamente civilizados. Não obstante as diferenças partidárias, os dois deram um show de educação política, se pronunciaram de forma respeitosa e deixaram claro que o compromisso ali é devolver aos munícipes um evento que está fazendo falta à cidade e a região.

Sheila e Jerônimo juntaram e deixaram que a disputa eleitoral dar-se-á nos palanques, nas ruas, debatendo com a população projetos e modelos de gestão, portanto, não caberá baixarias, esse é o recado de ambos e que os presentes, assim como eu, entenderam as mensagens dos dois.

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Enquanto isso, durante o dia pipocaram através das redes sociais notícias que muito nos entristeceu, com relatos que trouxeram uma preocupação muito grande que contrastam com o que vimos no bonito coquetel que a Coopmac realizou.

É dever da imprensa, da sociedade organizada, denunciar os políticos que não cumprem com as suas ações e cometam crimes contra a população.

Não se joga o “lixo para debaixo do tapete”, não se deve ignorar a corrupção, ao contrário, devemos estar atentos e denunciá-la. Só que todos precisam ter responsabilidade, não acusar e julgar pessoas ou órgãos que a justiça ainda não condenou, até porque todos estão reféns de acusações, procedentes ou não.

Que a nossa disputa eleitoral seja um exemplo para a Bahia e para o Brasil, é o que esperamos, e esse foi o tom dos discursos da prefeita Sheila e do governador Jerônimo.

Que Sheila, Waldenor e Lúcia continuem com o sonho de dirigir os destinos da nossa terra, Vitória da Conquista.

Não estamos pedindo para sermos coniventes com atos de corrupção, mas também não devemos ser implacáveis, acusando sem provas, senão será barbárie.