Fabrício Falcão, Gabriela Garrido ou Quinho Tigre: a base de Jerônimo poderá apostar em um nome fora do PT para 2028?

Meus amigos, minhas amigas, vocês lembram que publicamos aqui em nosso blog alguns nomes que vêm sendo citados, agora com muito mais frequência, como possíveis candidatos a prefeito ou prefeita de Vitória da Conquista pela base do governador Jerônimo Rodrigues nas eleições municipais de 2028.
São nomes que merecem nossa atenção. Tenho acompanhado as movimentações, e as reuniões também vêm acontecendo na base da prefeita Sheila Lemos. Não são poucos os encontros, tampouco os grupos interessados nessa discussão. Dentro de um sistema democrático, isso é salutar: mostra que a cidade pensa, participa e questiona.
Vitória da Conquista tem um povo que não se limita a assistir à política nem segue à risca tudo o que seus líderes querem ou apregoam. As pessoas têm opinião, fazem suas avaliações e querem participar das decisões.
Foi nesse contexto que trouxemos nomes como Jorge Solla, Fernando Jacaré, Alexandre Xandó e Viviane Sampaio, todos ligados ao governo Jerônimo Rodrigues. Naquela matéria, o recorte era o Partido dos Trabalhadores. Por isso, Fabrício Falcão não estava na lista. Chegamos, inclusive, a perguntar se a hegemonia do PT permaneceria na escolha da candidatura.
Agora, ampliamos essa discussão para outros partidos que compõem a base do governador reeleito. Afinal, em 2028, Jerônimo estará à frente do governo estadual, e seus aliados também participarão da disputa municipal. Será possível que essa composição apresente um candidato ou uma candidata que não seja do PT?
Essa possibilidade vem sendo bastante comentada. Entre os nomes que se destacam nesse cenário estão Fabrício Falcão, do PCdoB; a doutora Gabriela Garrido; e Quinho Tigre, ex-prefeito de Belo Campo.
Quinho, aliás, já declarou, e não é de agora, que pretende ser prefeito de Vitória da Conquista. Ele não se limita a dizer que será candidato: afirma categoricamente que será prefeito da nossa cidade.
A pergunta, portanto, é esta: o Partido dos Trabalhadores aceitará que a cabeça de chapa seja ocupada por alguém de uma legenda aliada, oferecendo, por exemplo, um nome para vice? Haverá disposição para construir essa composição?
O que você acha, caro leitor? É uma possibilidade que já merece reflexão.
Há também comentários, embora essa posição não tenha sido manifestada diretamente a mim, de que o governador preferiria apoiar um nome de outro partido em Vitória da Conquista. Se isso se confirmar, representará uma mudança importante na condução desse processo e abrirá uma discussão sobre o protagonismo do PT na escolha da candidatura municipal.
Por enquanto, são possibilidades em debate. Vamos acompanhar as conversas e observar se Fabrício Falcão, Gabriela Garrido, Quinho Tigre ou outro nome poderá reunir o apoio da base de Jerônimo Rodrigues para enfrentar a direita conquistense em 2028.
E aí, você acredita nessa composição? Em qual nome apostaria?














