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blog do marcelo

labo

:: 27/out/2026 . 2:05

Qual será o caminho de ACM Neto? Disputará Salvador em 2028 ou seguirá pela Bahia de olho em 2030? E onde entra Léo Prates?


Meus amigos, minhas amigas, a política é uma atividade fascinante. Vejam a situação de ACM Neto, uma das principais lideranças da Bahia, que acaba de enfrentar sua segunda derrota consecutiva na disputa pelo Governo do Estado, novamente para Jerônimo Rodrigues. Agora, uma pergunta começa a circular nos ambientes políticos: qual será seu próximo passo?

Perder uma eleição, duas ou até três não representa, por si só, um demérito para quem escolheu a vida pública. A política também é vocação, compromisso e obstinação. Há homens e mulheres que abrem mão dos negócios, do convívio familiar e de parte do patrimônio por acreditar que podem contribuir com a população. Essa dimensão de entrega merece ser reconhecida.

Neto já demonstrou que não abandona facilmente seus projetos. Foi prefeito de Salvador, construiu uma liderança expressiva e continua sendo, na minha avaliação, a principal referência da direita e da centro-direita na Bahia. Duas derrotas não apagam sua trajetória nem as relações que mantém com prefeitos, vereadores, deputados e lideranças pelo estado.

Mas o resultado exige reflexão. Neto apostou na vitória de Flávio Bolsonaro, cujo desempenho no primeiro turno alimentou a expectativa de vencer Lula. Se isso tivesse acontecido, considero que o ex-prefeito seria um nome forte para ocupar um ministério ou outra posição de destaque no Governo Federal. Era uma possibilidade, mas as urnas apontaram outro caminho.

Em sua passagem recente por Vitória da Conquista, Neto defendeu que o projeto de tirar o PT do governo baiano também passava pela derrota do partido na Presidência. Não foi o que aconteceu. E agora? Continuará sem mandato, percorrendo a Bahia e fazendo oposição, ou buscará uma oportunidade de retornar ao Executivo? :: LEIA MAIS »

PL reconhece vitória de Lula, enquanto Flávio Bolsonaro mantém contestação e anuncia pedido de cassação da chapa


A política exige cuidado, habilidade e compreensão de que nem tudo acontece como imaginamos. Os acontecimentos mudam rapidamente, e estamos acompanhando mais um exemplo disso na repercussão das eleições presidenciais.

O PL, partido pelo qual Flávio Bolsonaro disputou a Presidência, reconheceu o resultado proclamado pelo Tribunal Superior Eleitoral. Em nota, Valdemar Costa Neto afirmou que os questionamentos levantados devem ser esclarecidos dentro de um debate equilibrado e democrático. Flávio, por sua vez, mudou o discurso: depois de anunciar que pediria a anulação da eleição, passou a defender um pedido de cassação da chapa de Lula e Geraldo Alckmin por suposto abuso de poder político e econômico.

É uma distinção importante. A manifestação mais recente do senador concentra a contestação em alegadas irregularidades de campanha. São acusações que precisam ser demonstradas e examinadas pela Justiça, e não conclusões que possamos tratar como comprovadas.

No primeiro pronunciamento após a derrota, Flávio questionou principalmente a prorrogação da votação, das 17h às 19h nas seções que ainda estavam abertas. Mas a própria campanha do PL também havia solicitado ampliação do horário em determinados locais. Como já registramos, é necessário considerar os motivos e a abrangência de cada pedido antes de fazer comparações.

Ainda assim, fica a reflexão: como compreender que uma providência solicitada pelas duas campanhas, embora em condições diferentes, tenha se tornado um dos principais motivos de contestação após o resultado? A pergunta merece atenção, sem que isso signifique antecipar qualquer decisão judicial. :: LEIA MAIS »

Reforma tributária na saúde: “É preciso que os empresários reajam para sobreviver”, alertam Júlio Nogueira e Raquel Oliveira


Ontem tivemos uma tarde rica em conhecimento e reflexões na sede da OAB, subseção de Vitória da Conquista. O presidente da instituição, Dr. Gutemberg Macedo Júnior, recebeu os advogados tributaristas Júlio Nogueira e Raquel Azevedo de Oliveira para uma discussão sobre os impactos da reforma tributária na saúde. Um alerta dirigido à classe médica, aos empresários e aos gestores de hospitais e clínicas.

O Sinduscon Sudoeste e a OAB promoveram o encontro para que esses profissionais compreendam os desafios dos próximos anos. Estamos falando de mudanças que envolvem a organização das empresas, a manutenção dos empregos e a continuidade dos serviços prestados à população. Por isso, o assunto merece atenção desde agora.

Vitória da Conquista é um importante polo de saúde do interior baiano. Nossos hospitais, clínicas, laboratórios e profissionais atendem à cidade, à região sudoeste e também ao norte de Minas Gerais, tanto pelo SUS quanto pela rede particular. É uma estrutura construída ao longo de muitos anos, que precisa ser valorizada e preservada.

Confesso que saímos preocupados com as exposições. Segundo os palestrantes, quem não começar a se preparar poderá enfrentar dificuldades durante a transição para o novo sistema de tributação do consumo, cuja implementação integral está prevista para 2033. Planejamento e reorganização das atividades estiveram entre os principais pontos discutidos.

O Dr. Júlio Nogueira, na palestra e na entrevista ao nosso programa Agito Geral, da Rádio UP! 100.1 FM, comparou a tributação brasileira com a de outros países, mencionando a Índia, e apresentou projeções próximas de 30%. :: LEIA MAIS »

alessandro tibo


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